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Polícia

Promotor pede que goleiro Bruno use tornozeleira eletrônica e peça autorização para jogar

Por Redação Folha do Acre 03/08/2020 10:41 Atualizado em 03/08/2020 10:49
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio da 4ª Promotoria Criminal, que atua perante a Vara de Execuções Penais da Comarca de Rio Branco, pediu que o goleiro Bruno Fernandes passe a usar tornozeleira eletrônica. Reeducando do regime semiaberto pelo homicídio de Eliza Samúdio, ele foi contratado pelo Rio Branco na semana passada.

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Bruno Fernandes ganhou direito ao benefício, no ano passado, após ter cumprido o tempo necessário para progressão da pena, conforme está previsto na Lei de Execuções Penais.

Segundo o promotor de Justiça Tales Fonseca Tranin, além do monitoramento eletrônico, o goleiro deve apresentar carta de emprego ao Instituto de Administração Penintenciária (Iapen), exigência imposta a todos os presos que cumprem pena no regime semiaberto.

O promotor explica ainda que, no Acre, reeducandos que fazem uso da tornozeleira eletrônica não podem jogar bola para não danificar o aparelho, mas que no caso em questão, o MPAC defende que o Rio Branco pague por possíveis danos ao equipamento. “Como ele veio para jogar futebol e este é o trabalho dele, pedi que o empregador arque com as consequências dos danos para não onerar o Estado”, disse.

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O promotor ressalta ainda que o goleiro deverá seguir outras regras, como se recolher após às 18 horas durante a semana, e aos domingos e feriados nacionais, não poderá sair. Se os jogos acontecerem domingo ou à noite, ele precisa pedir autorização.

Com informações do MPE

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