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Política

Prefeitura de Rio Branco realiza programação para apoiar aleitamento materno

Por Redação Folha do Acre 04/08/2020 10:07 Atualizado em 04/08/2020 10:07
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Apoiar a Amamentação para um Planeta mais saudável é o slogan da Semana Mundial do Aleitamento Materno deste ano e a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) está realizando atividades que visam apoiar e promover as ações de incentivo junto a gestantes e mães lactantes através dos meios virtuais devido à pandemia de Covid-19.

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De acordo com a coordenadora de área técnica de saúde da mulher, criança e adolescente da Semsa, Tereza Mont’Alverne, o objetivo é trocar experiências, orientar, tirar suas dúvidas, os medos além de abordar a questão dos impactos da alimentação infantil no meio ambiente, nas mudanças climáticas e na necessidade urgente de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno também para a saúde do planeta.

“A prefeita Socorro Neri está nos dando todo apoio às ações para que a gente desenvolva a promoção e incentivo ao aleitamento materno. O leite materno é o alimento mais completo, já vem pronto, é natural, sem poluição, sem embalagem e é tudo que a criança precisa para crescer e se desenvolver”, disse ela.

Ainda segundo Tereza, a escolha dessa abordagem está relacionada mais uma vez a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável que é um plano de ação para pessoas, planeta e economia sem destruição da natureza. “A amamentação é um excelente exemplo das profundas conexões entre a saúde humana e os ecossistemas. O leite materno é um alimento natural e renovável, ambientalmente seguro e ecológico, porque é produzido e entregue ao consumidor com o mínimo de poluição ou desperdício. Então está lançado mais uma vez o desafio para o nosso #AgostoDourado de 2020: relacionarmos a Amamentação como uma atitude ecologicamente positiva”, acrescentou.

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A Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno (WABA) é uma rede global de indivíduos e organizações dedicadas à proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno em todo o mundo. O mês de agosto tornou-se simbólico na promoção do aleitamento materno, no Brasil e no mundo.

Em 2020, a pandemia de Covid-19 muda o formato das atividades mas não o foco. Os eventos de celebração e conscientização estão ocorrendo virtualmente, respeitando o distanciamento social necessário.

Nesta segunda-feira (03) aconteceu uma Roda de conversa sobre a Importância da Amamentação através do WhatsApp com gestantes e mães lactantes acompanhadas na USF Mariano Gonzaga, do bairro Placas e também o Mamaço virtual com mães lactantes através de rede social (Skype).

Na terça-feira (04) haverá outra

Roda de conversa sobre a Importância da Amamentação através do WhatsApp, desta vez com gestantes e mães lactantes acompanhadas na USF Esperança I e II.

Também serão realizados Teleatendimentos na Universidade Federal do Acre com os profissionais do Banco de Leite Humano da Sesacre e diversas lives nas redes sociais, sobre temas relacionados ao aleitamento materno, com pediatras, nutricionistas, enfermeiros e mães contando suas experiências sobre o processo da amamentação.

Quem amamenta sabe o valor deste gesto

“Aleitamento materno além de um ato de amor é um ato de consciência ecológica. Meu leite para ser produzido não gera poluição, não gera degradação do meio ambiente tampouco desperdício. Então, quando estou amamentando minha filha, além de contribuir para o crescimento dela forte e saudável, estou contribuindo para o planeta. Amamentar é um ato de amor pela minha filha e pelo planeta Terra”, Gelly Café.

“O aleitamento materno é o alimento mais completo para o bebê. É rico nos nutrientes necessários para o desenvolvimento do recém-nascido e previne contra diarreias, doenças respiratórias, processos alérgicos. É importante amamentar exclusivamente até os seis meses e depois até os dois anos pode fazer a complementação com outros alimentos. Não é uma tarefa fácil, mas não é impossível. Amamentar é um ato de amor”, Alrilene Freitas.

“Tenho duas filhas e tive dificuldades para amamentar a primeira, mas com apoio da minha família não desisti. Ela mamou exclusivamente até os seis meses, depois com complementação até os 4 anos e hoje tem 11 anos e é uma criança saudável. Agora tenho minha bebê de 5 meses, está mamando só no peito. Ela nasceu com baixo peso, pequena para a idade gestacional, mas graças à amamentação ela desenvolveu muito rápido. Eu sou muito orgulhosa por isso e se alguém me perguntar o que eu já fiz de melhor vida, foi amamentar as minhas filhas”. Patrícia Martins.

Ascom

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