Início / Versão completa
Polícia

Menina de 13 anos é morta com tiro de escopeta e crime filmado no Acre

Por Redação Folha do Acre 13/08/2020 09:21 Atualizado em 13/08/2020 09:21
Publicidade

Polícia Civil suspeita que vítima estivesse grávida. Dois homens foram presos e três adolescentes apreendidos na cidade de Epitaciolândia.

Publicidade

A Polícia Civil de Epitaciolândia encontrou, na noite de terça-feira (11), o corpo de uma menina de 13 anos que foi assassinada em uma área de mata da cidade na segunda (10). A vítima foi atraída até o local, morta com um tiro de escopeta e o crime foi filmado.

Dois homens foram presos, entre eles um monitorado por tornozeleira eletrônica que seria um dos mandantes do crime, e três menores, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos. A arma usada para matar a menor, uma escopeta, também foi apreendida.

Ao G1, o delegado responsável pelo caso, Luiz Tonini, explicou que a menor fazia parte de uma facção criminosa e queria entrar na facção dos suspeitos para repassar informações. Na segunda, a vítima, que morava em Brasileia, cidade vizinha, saiu com outras duas menores para passar a noite na casa de um dos suspeitos, em Epitaciolândia.

Publicidade

“Descobriram que ela já era uma integrante de uma facção, mas não era matriculada, e queria entrar na outra facção para repassar informações. O monitorado, que era namorado de uma das meninas, recebeu a ordem de outro mandante e repassou para outros três executores. Atraíram ela para o matagal dizendo que iam fazer um ‘corre’, como falam na linguagem deles, e ela acreditou. Quando entraram nesse mato foi feito o anúncio da execução dela com a posterior filmagem. Não localizamos a filmagem porque está no celular de um dos procurados”, destacou.

Denúncia

A polícia soube do crime depois que uma pessoa procurou a delegacia para fazer uma denúncia anônima. Tonini disse que, inicialmente, a polícia não sabia onde estava o corpo e nem que a menor estava sumida, pois a família não relatou o desaparecimento.

“A gente não sabia nem da existência do corpo. A família não relatou o sumiço, era uma menina da vida criminosa, vivia na casa de um e de outro. Encontramos eles [suspeitos], entraram em contradição, achamos a arma do crime e resolveram falar. Disseram que tinham visto o vídeo e saímos procurando até que achamos próximo do rio”, relembrou.

G1

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.