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Polícia

Mãe de motorista que atropelou e matou mulher diz estar sofrendo ataques preconceituosos

Por Redação Folha do Acre 08/08/2020 12:39 Atualizado em 08/08/2020 12:39
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Alcilene Gurgel, mãe de Ícaro Teixeira Pinto, acusado de atropelar e matar a trabalhadora Junhliane Paiva na última quinta-feira, 6, na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco, diz estar sofrendo ataques de pessoas nas redes sociais, foi o que informou uma nota de apoio do Simproacre.

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Em nota, o sindicato lamenta com profundo pesar o falecimento de Johnliane Paiva de Souza, vitimada em um acidente de trânsito. Mas, eles relatam o drama da mãe de Ícaro. “Essa informação causou um forte abalo emocional à professora Alcilene Gurgel, que além de estar sofrendo em decorrência do lamentável fato ocorrido, também, lamentavelmente, estar sofrendo com os ataques promovidos por pessoas através das redes sociais”, diz.

A nota diz que a professora Alcilene não responde pelos atos praticados pelo seu filho. “A professora Alcilene Gurgel não tem nenhuma responsabilidade pelo acontecimento, o lamentável acidente, logo, tais ataques, covardemente direcionados à professora, são equivocados e injustos”, comentou.

Leia a íntegra da nota seguir:

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“A direção do SINPROACRE, com mais profundo pesar se solidariza com os familiares e amigos de Johnliane Paiva de Souza, vitimada em um acidente de trânsito ocorrido nesta manhã, dia 06/08/2020. As informações vinculadas na imprensa local apontam o filho da presidente do SINPROACRE como sendo o causador do acidente.​

Essa informação causou um forte abalo emocional à professora Alcilene Gurgel, que além de estar sofrendo em decorrência do lamentável fato ocorrido, também, lamentavelmente, estar sofrendo com os ataques promovidos por pessoas através das redes sociais.​

Como é sabido, a professora Alcilene Gurgel não tem nenhuma responsabilidade pelo acontecimento, o lamentável acidente, logo, tais ataques, covardemente direcionados à professora, são equivocados e injustos.​

Portanto, a Diretoria da Entidade repudia, veementemente, qualquer forma de comentário nas redes sociais ou matéria jornalística que venha denegrir a boa imagem da presidente do sindicato.​

É importante enfatizar que a professora Alcilene não responde pelos atos praticados pelo seu filho. Ele é maior de idade, e caso a Justiça chegue à conclusão de que ele seja culpado arcará com as consequências na forma da lei.​

No mais, exigimos respeito à professora que sempre dedicou parte de sua vida na luta em prol da Educação desse Estado.​

​Prof. Edileudo​

Vice Presidente do Sinproacre

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