“Nosso governo é de oportunidades e desenvolvimento”, diz Tião ignorando falência de empresas

Ignorando falência de mais de 1,5 mil empresas, governador diz que Acre está em franco desenvolvimento

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Ignorando falência de empresas, Tião Viana diz que Acre está em franco desenvolvimento

Ignorando informações extra-oficiais de que mais de 1,5 mil empresas entraram com pedido de falência no Acre nos últimos meses, o governador Tião Viana enviou mensagem governamnental para ser lida na abertura dos trabalhos parlamentares na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), onde afirma que o governo do PT é de inclusão e geração de oportunidades.

Na mensagem lida pela chefe da Casa Civil, Márcia Regina, o governador Tião Viana ressaltou ainda o suposto desenvolvimento econômico do Acre, garantindo que a iniciativa privada cresceu no estado e que o Acre se encontra, à revelia da crise mundial, em franco desenvolvimento social e econômico.

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Ignorando totalmente as reclamações do empresariado local que se queixam de estarem falindo, sem receber e com dificuldades para manter as portas de seus estabelecimentos abertas, Tião Viana descreveu através da mensagem um Acre próspero e sem vestígio de crise de qualquer natureza.

“Crise que se estende ao universo globalizado da economia mundial atinge o Brasil, acompanhada de descompasso ético e político, atingindo os estados que, como Acre, se encontram em momento de franco desenvolvimento social e econômico. O governo do Acre soube enfrentar a crise em um momento difícil da economia brasileira, que afeta fortemente as contas nacionais. Mesmo nesse cenário, não atrasamos, nem parcelados os salários dos servidores públicos”, diz.

Tião segue falando durante longo texto que no Acre foram feitos os investimentos necessários para a construção de um novo Acre e uma nova economia.

“Em momentos diversos foram feitos investimentos em parceria com o setor privado, com a sociedade civil e com as organizações de pequenos produtores. Nosso governo fez a opção pela economia, dando foco e força aos investimentos em produção”, diz, entre outras coisas.

O governador petista afirmou ainda que atualmente a iniciativa privada é a grande empregadora e não mais o governo.

“Em 1999, apenas 38% dos empregos formais estavam na iniciativa privada. Em 2016, essa participação subiu para 60%. Destaca-se que de 2011 a 2016 foi o período em que mais essa inversa da curva se acentuou. Portanto, foi na nossa gestão”, diz.

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