Jenilson nega que tenha bancado manifestantes para pressionar abertura da CPI da Energisa

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O vice presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado estadual Jenilon Leite (PCdoB), e a presidente da Central dos Movimentos Populares do Acre (CMP) negaram que tenham bancado manifestantes para lotarem as galerias da Aleac, na terça-feira (16), para pressionarem os deputados a intaurarem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa investigar os reajustes no aumento de luz dos acreanos.

O deputado e a presidente da CMP foram acusados de financiar o movimento pagando de R$ 200 a R$ 500 reais aos moradores que saíram de suas casas para cobrar a instauração da CPI.

Jenilson diz que a acusão que ele classifica como infundada “atende apenas aos interesses dos que são contrário a CPI e a população acreana que clama pela redução no preço da taxa de energia, uma vez que a CPI é uma ferramenta importante para apontar os caminhos necessário nessa luta contra o preço abusivo cobrado pela empresa Energisa”.

O parlamentar do PCdoB diz que não se calará diante da tentativa de barrarem a abertura da CPI.

“Eu, enquanto deputado e fiscal do povo acreano , não posso me silenciar diante dessa opressão que é pagar a energia mais cara do país, cuja qualidade do serviço é de péssima qualidade. Vamos continuar lutando para implantar a CPI e defender o consumidor acreano. Doa a quem doer. Quantos as inverdades plantadas contra os inimigos do povo, elas serão combatidas com a verdade.

Eu, Raimunda Dias, afirmou que os movimentos sociais estiveram na ALEAC de livre e espontânea vontade, pois acreditamos que a CPI é capaz de apontar a direção a ser tomada contra os preços abusivo da taxa de energia e a cobrança do ICMS. Quanto a acusação que recebemos dinheiro, ela terá que ser provada na justiça”, diz.

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