Gonzaga denuncia atraso em obra do Centro ao Idoso de Tarauacá que já tem 14 aditivos

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O deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB) denunciou nesta quinta-feira (28) mais um descaso do governo do Estado para com a população do interior do Acre: quatro anos desde a assinatura do contrato e três de atraso na conclusão da obra do Centro de Atendimento ao Idoso de Tarauacá-AC.

“Nós vamos fazer uma visita a este Centro de Atendimento ao Idoso e vamos checar o porquê desta obra ainda não ter sido concluída. Algo está errado e o governo do Estado tem de esclarecer os motivos desse atraso de mais de três anos na entrega do serviço”, ressaltou O deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB).

Obra devia ser entregue em oito meses

O Contrato nº 109/2014 foi assinado em 11 de setembro de 2014 entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds) e a empresa vencedora da licitação, com um prazo de apenas oito meses para entrega a obrar.

O valor inicial era de R$ 535.502,39 e os recursos são provenientes de convênio (Fonte Orçamentária 500). Pelo valor e o prazo inicial para a conclusão e entrega dos serviços, a obra não é das mais complexas, mas passados cerca de quatro anos, o contrato foi novamente prorrogado.

Quatro anos e 14 aditivos depois…

Prevista inicialmente para ser entregue em junho de 2015, a obra se arrasta e teve o 14° aditivo ao contrato Nº. 109/2014 assinado em 17 de maio deste ano, prorrogando novamente o contrato, o qual vai viger até 19 de agosto próximo.

Estranhamente, mesmo passados três anos da assinatura do contrato inicial, não foi possível encontrar atualizações monetárias relativas ao Contrato n° 109, o que não quer dizer que estas não existam.

Deputado critica descaso com os idosos

Para deputado Luiz Gonzaga, é preciso muito exercício mental para poder explicar o porquê de uma obra tão importante para a comunidade idosa de Tarauacá ainda não estar sendo atendida no centro de atendimento local.

“Como um contrato previsto para se encerrar em meados de 2015 se arrasta até a metade de 2018? E qual é a fonte dos recursos? De onde veio o dinheiro? Que convênio é este? Nós vamos interpelar o governo do Estado para saber o que está ocorrendo”, complementou o deputado.

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