CPI da Sehab: há 4 meses da eleição, escândalo financeiro no governo do Acre pode ‘acabar em pizza’

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Há 4 meses das eleições de outubro, um dos maiores escândalos políticos-financeiros acontecido no governo Tião Viana (PT), o de vendas de casas populares de conjuntos habitacionais, poderá ‘acabar em pizza’. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi implantada há um ano, está esquecida pela atual legislatura e é relegada aos cuidados dos próximos deputados a serem eleitos em 2018.

Nem mesmo a prisão e confissão de funcionários da Secretária de Habitação e Interesse Social (Sehab) como Rossandra Lima, que citou que pessoas influentes como a chefe da Casa Civil, Márcia Regina, tinham conhecimento do esquema montado para vendas de unidades que deveriam ser doadas a famílias carentes, foi o suficiente para fazer os deputados concluírem a CPI instaurada no dia 26 de maio de 2017.

Faltando apenas 3 dias para completar um ano que foi instaurada, a CPI não entregou relatório sobre o caso e nem se ouve mais falar no assuntos pelos corredores da Assembleia Legislativa. Em entrevista à imprensa local, um dos membros da comissão, Ghelen Diniz (PP), admitiu que o caso poderá ficar para a próxima legislatura.

O presidente da comissão é o deputado petista Lourival Marques (PT), tendo como vice-presidente o deputado Jenilson Leite (PCdoB). A relatoria coube ao deputado Raimundinho da Saúde (PTN). Entre os membros titulares, incluindo o presidente, vice e o relator, estão os deputados Gehlen Diniz (PP) e Eliane Sinhasique (PMDB).

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