Coronel Ulysses denuncia perseguição e diz que seus apoiadores estão sendo demitidos

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Depois de se ver envolvido em polêmica após supostos ataques ao pré-candidato progressista Gladson Cameli, o coronel Ulisses Araújo, pré-candidato ao governo pelo PSL, afirmou à reportagem da Folha do Acre que a real possibilidade dele estar no segundo turno tem causado medo nos grupos de Cameli e de Marcus Alexandre. Ulisses afirmou nesta quinta-feira (17) que tem sido alvo dos dois lados que não aceitam uma terceira via rumo ao governo do Acre.

Ulisses denunciou, ainda, que pessoas ligadas a ele, que declararam apoio a sua pré-candidatura, estão sendo coagidas e ameaçadas.

“Estão mentindo ao nosso respeito e inventando coisas, estão coagindo e ameaçando as pessoas que declaram apoio à nossa candidatura, estão até demitindo pessoas por esta razão. Jogo sujo da política que não iremos aceitar”, diz.

Mesmo diante dos ataques, Ulisses afirma que continuará trabalhando e comemora a futura vinda do presidenciável Jair Bolsonaro ao Acre.

“Estive com ele, dividimos as mesmas ideias e desejo de mudança. Ele virá ao Acre. Nosso foco é trabalhar. Conversar com as pessoas. Apresentar as diretrizes do nosso projeto que nortearão nosso plano de governo. Nossa caminhada é modesta e pé no chão, todavia são conversas de casa em casa, olho no olho”, diz.

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