Após 30 anos da morte de Chico Mendes, PT ainda usa imagem do ambientalista para manter “Florestania”

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Em dezembro de 2018 completará 30 anos da morte do líder sindical e ativista ambiental Chico Mendes e os membros do PT no Acre continuam usando o nome do líder como ativo político em defesa de um governo de suposta economia sustentável.

Na quinta-feira (14), o governo do Acre realizará entrega de obra e reforma do espaço Kaxinawa e alegando, segundo o release enviado pela equipe governamental, um passado marcado por efervescência cultural, realizará o lançamento do selo Chico Mendes.

Segundo texto encaminhado pela equipe governamental às redações de jornais, a marca, que faz alusão ao legado do líder seringueiro – assassinado há quase três décadas –, constará nos documentos oficiais e peças publicitárias do governo do Estado, até dezembro deste ano.

Na contramão da valorização do nome de Chico Mendes, o governador Tião Viana (PT) não anda tratando com a mesma deferência a família do morto ilustre. No último dia 7, Viana exonerou do cargo na Secretaria de Turismo a filha do líder ambiental, Elenira Mendes.

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