Ansiedade e contradições de Gladson atrapalha escolha de vice e união da oposição, diz colunista

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Gladson Cameli

Vazio, ansioso e cheio de contradições

O pré-candidato ao governo do Acre pelo PP, Gladson Cameli, não apenas parece vazio de conteúdo como também parece padecer de uma boa dose de ansiedade que lhe leva a inúmeras contradições e declarações precipitadas e equívocadas.

Fala e volta atrás em seguida

Durante uma discurso que durou em média 15 minutos, na manhã de sexta-feira (1), no Partido da República, Gladson Cameli anunciou que o vice seria indicado pelo PSDB, depois voltou atrás e disse que aceitaria o nome que fosse indicado pelo grupo dos 10 partidos.

Esqueçam o Bocalom, mas o DEM é imprescindível

No mesmo discurso ele disse que o apoio do Democratas era imprescindível para em seguida dizer que não faz diferença a decisão de Tião Bocalom, presidente do DEM, de apoiar Ulysses Araújo, e emendou com um pedido para que todos os presentes não falem do democrata. “Esqueçam o Bocalom. Queremos o apoio do DEM”, resumiu de forma tão contraditória quanto apressada.

Anunciou aliança com o Livres

Fechando seu show de atrapalho, Gladson anunciou uma suposta aliança com o Livres de Rodrigo Pires e Emerson Jarude. As lideranças do Livres confirmaram o início das conversas com Gladson, mas negaram que tivessem fechado questão quanto ao apoio.

Sem rumo e sem conclusão

Boquiaberto, José Bestene, presidente do PP, assistia as declarações precipitadas de Gladson Cameli. O resto da plateia seguia o discurso sem rumo e sem conclusão.

Precipitação

“Houve, sim, o início de uma conversa que, inclusive, já está bem avançada nos bastidores”, contou Bestene a esta colunista dando a entender que o namoro com o Livres é promissor, mas ainda é cedo para anunciar casamento conforme fez Gladson Cameli.

Discurso frouxo

A impressão que se tem de Gladson é que ele é uma metralhadora desgovernada atirando para todos os lados, sem um alvo fixo. O discurso dele é frouxo. Ninguém leva a sério.

Desastre

Quando ele tenta ser simpático resvala na meninice que lhe é peculiar e quando tenta ser duro cai no ríduculo de parecer um ator de quinta categoria encenando uma peça improvisada. De toda forma o desastre é total.

Esse é o melhor nome

Lamentavelmente, Gladson Cameli é o melhor nome que a oposição tradicional possui no momento.

Eduardo Veloso, o carismático

O vice apresentado pelo grupo liderado pelo PR é o médico Eduardo Veloso que é tão carismático quanto uma preguiça com dor de cólica. Durante a reunião parecia que ia afundar na cadeira ou se esconder debaixo da mesa.

Ulysses Araújo

Enquanto segue o show de atrapalhos de Gladson, a tão falada e pouco explicada terceira via segue ganhando contornos de protagonismo em torno do nome do coronel Ulysses Araújo.

Playboys

A candidatura de Ulysses segue viralizando nas redes sociais e, enquanto isso, a oposiçao segue tentando montar uma chapa com dois rapazes bem nascidos com ares de playboys que pouco ou nada entendem do sofrimento acreano daqueles que vivem nas periferias.

Bocalom

Quem parece ter resolvido cuidar da própria vida é o ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom, que entendeu que este não é o momento dele disputar uma candidatura majoritária e resolveu se lançar candidato a deputado federal.

Apanhando

O pré-candidato ao governo do Acre pela Frente Popular, Marcus Alexandre (PT), tem sofrido muitas críticas nas redes sociais por conta do candidato a vice na chapa para 2018, Emylson Farias.

Nada popular

Emylson Farias é muito criticado pelo fato da onda de violência urbana ter explodido justamente quando ele é secretário de Segurança Pública.

Bom dia a todos

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