Jovem de 18 anos desaparece após sair de casa para fazer ‘feira’ no Acre

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A família de Antônio Carlos Ferreira de Souza, de 18 anos, está desesperada à procura do jovem que mora na comunidade Praia Grande, no Rio Juruá Mirim, distante 5 horas de barco da cidade de Cruzeiro do Sul, interior do Acre.

Ele saiu do barco, que ficava hospedado no porto da cidade, na tarde desta segunda-feira (5) e até esta quarta (7) ainda não foi encontrado.

Souza mora com uma tia e veio à cidade no último sábado (3) para fazer a feira, como fazia todos os meses. Na tarde de segunda, o rapaz saiu para visitar sua mãe que mora na cidade e não chegou ao bairro Aeroporto Velho, onde moram seus familiares.

Segundo uma irmã do rapaz, que prefere não ser identificada, na tarde que ele sumiu, o jovem ainda esteve com um primo no Centro da cidade por volta das 15h e os dois conversaram. Souza teria dito que faria compras pessoais no centro. Depois disso, o jovem não deu mais notícias para a família que já procurou em vários lugares.

“Nossa preocupação maior é porque ele não tem amigos na cidade e não está na casa de nenhum parente”, disse aflita a irmã.

Nesta terça-feira à tarde, a mãe de Souza foi à delegacia e pediu que a polícia investigue o sumiço do jovem. Durante a manhã desta quarta, a mulher voltou à delegacia e teve informação que a polícia teve conhecimento que Souza teria sido visto entrando no bairro da Lagoa, região que é controlada por um grupo criminoso.

“Falaram que estão procurando por ele e sabem que ele entrou na Lagoa. Acreditam que devem estar impedindo ele sair de lá”, contou a irmã.

O delegado Lindomar Ventura afirmou que, desde que a família compareceu à delegacia, uma equipe especializada em investigar os casos de desaparecimento de pessoas em Cruzeiro do Sul iniciou as buscas pelo jovem.

Ventura confirmou que as informações de que Souza teria sido visto entrando no bairro da Lagoa na tarde de segunda-feira (5).

“Estamos investigando. Tivemos informações que ele estaria ali pela Lagoa. Estamos em diligências tentando organizar esse quebra-cabeça, mas ainda não dá para afirmar nada”, disse o responsável pelas investigações.

Fonte: G1

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