Ex-candidato a prefeito escapa de disparo durante assalto em frente à Confraria

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O ativista político Carlos Gomes, um dos representantes da Rede Sustentabilidade no Acre, foi vítima da violência que assola o estado na noite de quinta-feira (8). Em relato postado no Facebook, Carlos contou como escapou da tentativa de disparo feita pou uma assaltante e qualificou a equipe do governo como incompetente por não resguardar a vida dos cidadãos.

Carlos afirma que tudo aconteceu em frente à Confraria, baro localizado no Canal da Maternidade, em Rio Branco, ressaltou que obteve ajuda dos funcionários do local e que por sorte não foi atingido por um disparo de arma de fogo.

“Estava em frente à Confraria, exatamente na frente da Confraria, próximo a mim uma moça ao telefone, chegou uma bandida armada de capacete pedindo nossos telefones, me recusei e entrei rapidamente na confraria pra acionar a segurança, houve uma tentativa de disparo da bandida enquanto corria ao encontro doutro bandido que a aguardava mais à frente numa moto, nesse momento os seguranças da confraria já estavam correndo atrás dos marginais, foi tudo muito rápido, de sorte eu e nem a moça tivemos um desfecho pior que nem ouso pensar”, frisou.

Carlos lamentou que o Acre esteja mergulhado numa onda de insegurança. “Lamento muito a insegurança generalizada do Acre, não há governo, existe uma equipe de incompetentes brincando de ser gestor enquanto nós somos estatísticas da onda de violência que aterroriza o Acre”, diz.

O ativista político lamentou ainda que a segurança seja para poucos, apenas os privilegiados que podem pagar para tê-la ou a equipe governamental que conta com aparo de militares a disposição.

“Eu pago impostos pro governo brincar com sua equipe de fazer turismo na Europa, gastar com propagandas que pintam um Acre lindo, o melhor lugar pra se viver na Amazônia, claro, dentro dos muros do Ipê. Eu tenho cada vez mais ranço dessa galera, da incapacidade de gerir o Acre.”, diz.

Gomes finaliza dizendo que o Estado fracassou no combate à violência. “Por outro lado, a bandidagem segue solta num Estado que fracassou, sobretudo, em punir rigorosamente essa escória, que merece, no mínimo, apodrecer na cadeia. Endurecer as penas, revisar o código penal e tratar bandido como de fato ele é, tem de ser prioridade no Brasil”, diz.

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