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Acre ocupa a 17ª posição em ranking nacional de formalidade no mercado de trabalho

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O Acre aparece na 17ª colocação no ranking dos estados brasileiros com maior formalidade no mercado de trabalho, segundo dados do Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) com base em informações do IBGE.

O indicador mede a proporção de pessoas ocupadas formalmente em relação ao total de trabalhadores com 14 anos ou mais. No caso do Acre, o percentual de formalização é de 54%, posicionando o estado na faixa intermediária do ranking nacional.

De acordo com o levantamento, os estados mais bem colocados são Santa Catarina (73,3%), Distrito Federal (70,1%) e São Paulo (69,2%). Já as menores taxas de formalidade foram registradas no Pará (43,2%), Maranhão (43,7%) e Piauí (45,3%).

Na região Norte, o desempenho é heterogêneo. O Tocantins lidera regionalmente, ocupando a 13ª posição nacional, enquanto estados como Amazonas (23º) e Pará (27º) aparecem nas últimas colocações.

O estudo considera como trabalhadores informais aqueles sem carteira assinada no setor privado, trabalhadores domésticos sem formalização, empregadores e trabalhadores por conta própria sem CNPJ, além de trabalhadores familiares auxiliares.

Viagem ao Acre pesa contra goleiro Bruno e Justiça mantém ordem de prisão

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A tentativa do goleiro Bruno Fernandes de reverter a perda da liberdade condicional foi rejeitada pela Justiça do Rio de Janeiro nesta quarta-feira (18). A decisão mantém o mandado de prisão em aberto e reforça a condição de foragido do jogador.

O ponto central do caso é uma viagem feita ao Acre em fevereiro. Poucos dias após conseguir o benefício, Bruno deixou o estado onde cumpria as regras impostas pela Justiça e foi até Rio Branco para firmar contrato com o Vasco-AC. A saída, sem autorização judicial, foi interpretada como descumprimento das condições da pena.

A decisão foi assinada pela desembargadora Katya Maria de Paula Menezes Monnerat, que destacou que cabe ao condenado seguir rigorosamente as regras estabelecidas. Na avaliação da magistrada, a conduta do jogador indicou desrespeito às exigências impostas para que ele permanecesse em liberdade.

A defesa sustentou que a viagem tinha como objetivo garantir trabalho e favorecer a reintegração social, mas o argumento não foi suficiente para convencer o tribunal.

Condenado a mais de duas décadas de prisão pelo assassinato de Eliza Samudio, em 2010, Bruno vinha tentando reconstruir a carreira no futebol. A passagem pelo Acre, no entanto, acabou tendo efeito contrário e resultou na perda do benefício que lhe permitia responder em liberdade.

Uninorte é punida pelo MEC e fica impedida de matricular novos alunos em Medicina

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Além de ficar proibida de matricular novos estudantes, a Uninorte também não poderá aumentar o número de vagas no curso nem participar de programas federais, como o financiamento estudantil.

O Centro Universitário Uninorte foi alvo de sanções do Ministério da Educação (MEC) após apresentar desempenho considerado insatisfatório na avaliação nacional dos cursos de Medicina. A decisão impede, de forma imediata, a entrada de novos alunos na graduação.

A medida foi oficializada por meio de portaria da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), que instaurou um processo de supervisão contra a instituição com base nos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

De acordo com o MEC, o curso registrou conceito baixo e teve menos de 30% dos estudantes com desempenho considerado adequado, o que levou à aplicação das restrições.

Além de ficar proibida de matricular novos estudantes, a Uninorte também não poderá aumentar o número de vagas no curso nem participar de programas federais, como o financiamento estudantil. Benefícios regulatórios concedidos pelo ministério também foram suspensos.

As medidas são consideradas cautelares e devem permanecer em vigor até a divulgação dos resultados do Enamed de 2026. A partir dessa nova avaliação, o MEC poderá decidir pela manutenção, flexibilização ou até agravamento das punições.

A instituição terá prazo para se manifestar e apresentar defesa no processo administrativo aberto pelo ministério.

CONFIRA A PORTARIA DO MEC COM A PUNIÇÃO À UNINORTE

Governo garante R$ 224 milhões para pavimentação urbana e elaboração de projetos no Acre

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Deracre administra recurso de R$ 224 milhões para asfalto e preparação de obras estruturantes. Foto: Sérgio Vale

O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), assegurou R$ 224 milhões, provenientes de emendas da bancada federal, para a execução de obras de pavimentação urbana e elaboração de projetos estruturantes, com execução prevista para 2027.

A presidente do órgão, Sula Ximenes, destaca que a garantia dos recursos permite organizar tanto as obras quanto os novos projetos. “Estamos trabalhando com planejamento, garantindo recursos e estruturando cada etapa, desde o projeto até a execução, para que as obras avancem com segurança”, afirma.

Do total, R$ 77 milhões serão destinados à pavimentação de vias urbanas, R$ 43 milhões já contam com ordem de serviço emitida para a elaboração de projetos estruturantes e outros R$ 147 milhões também serão aplicados no asfaltamento de ruas nos municípios. Os recursos voltados à pavimentação vão permitir avançar na execução de ruas ainda sem asfalto e na recuperação de trechos que já apresentam desgaste.

Os R$ 43 milhões com ordem de serviço emitida referem-se à etapa de elaboração dos projetos estruturantes, fase que antecede a execução das obras e inclui estudos técnicos, ajustes de engenharia e definição das intervenções. As ações seguem o planejamento técnico do órgão e serão organizadas para execução de acordo com o cronograma previsto para 2027.

Agência de Notícias do Acre

Apenas 5 de 21 vereadores assinaram pedido de CPI do transporte público; veja quem são

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A tentativa de abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do transporte público na Câmara Municipal ainda não alcançou o número mínimo de assinaturas necessárias.

Até o momento, apenas cinco dos 21 vereadores assinaram o pedido: Zé Lopes (Republicanos), André Kamai (PT) e os três parlamentares do MDB, Neném Almeida, Fábio Araújo e Éber Machado.

Para que a CPI seja oficialmente instaurada, é preciso o apoio de pelo menos sete vereadores. A expectativa dos parlamentares que já subscreveram o pedido é de que consigam reunir mais duas assinaturas nos próximos dias, viabilizando a abertura da investigação sobre o sistema de transporte público no município.

Acre e outros estados rejeitam redução de alíquota de ICMS para baixar preço dos combustíveis

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O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) divulgou ontem, terça-feira (17) nota informando que os estados não vão acatar a sugestão do governo federal para reduzir voluntariamente a alíquita do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte e Comunicação (ICMS) sobre combustíveis.

O governo federal enxergava essa possibilidade como uma alternativa aos constantes reajustes provocados pela Guerra do Irã e o bloqueio do fluxo dos navios petroleiros na região.

Para o Comsefaz, a redução prejudicaria o financiamento de políticas públicas e alega que esses cortes no imposto “não costumam ser repassadas ao consumidor final”.

Na última semana, o governo federal anunciou que, diante da escalada no preço do petróleo, com a possibilidade de desabastecimento de óleo diesel no país, não cobrará impostos (PIS e Cofins) sobre esse combustível. Na ocasião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu, também, “boa vontade” dos governadores para reduzir também o ICMS sobre combustíveis, o que foi negado ontem pelo Comsefaz.

O governo federal tomou outras medidas para conter o aumento dos combustíveis, como aumento do imposto de exportação sobre o petróleo; subvenção (incentivo) aos produtores e importadores de diesel e ações para fiscalizar o repasse do custo das medidas ao consumidor

Para o Comsefaz, como explica em sua nota (ver íntegra abaixo), “Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura”.

Secretário da Fazenda, José Amarísio Freitas, diz que preço é fixo para efeitos de tributação/Foto: Assessoria

Amarísio considera medida inócua

O secretário da Fazenda do Acre. José Amarísio Freitas, integrante da direção do Comsefaz, considera que a medida proposta pelo governo é inócua nesse momento. Ele explica que preço de combustível, inclusive gás de cozinha, para efeitos de tributação é fixo por doze meses e independe de preço de bomba ou preço final.

Amarísio diz que a metodologia que incide anualmente, desde o novo regime de tributação, considera os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no período de fevereiro a agosto de 2025, em comparação ao mesmo período de 2024.

Com a aplicação dessa metodologia, os novos valores em vigor para as alíquotas a partir de janeiro de 2026 são R$ 1,57/L para a gasolina, R$ 1,17/L para o diesel e R$ 1,47/kg para o GLP.

“Dupla perda”

O Comitê considera que o resultado de uma redução no ICMS faria com que a população acabasse “arcando com uma dupla perda”.

“De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis”, acrescenta a entidade.

No caso da redução do PIS e Cofins, anunciada pelo governo federal na última semana, o Ministério da Fazenda informou que não haverá perda de arrecadação, pois a redução das alíquotas dos impostos sobre o diesel será compensada, neste ano, pelo aumento do imposto de exportação de petróleo.

Íntegra da nota do Comsefaz:

Manifestação do Comsefaz sobre a crise internacional e seus efeitos sobre o diesel

17 de março de 2026

O Comsefaz — Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal — reitera seu compromisso com a proteção da população brasileira diante da volatilidade dos preços dos combustíveis, especialmente em um cenário internacional de forte instabilidade, agravado pela guerra no Oriente Médio e pelos riscos de pressão adicional sobre o diesel, a logística, a produção e o custo de vida no Brasil. Nesse contexto, reconhece a legitimidade de toda iniciativa voltada a mitigar os efeitos desse quadro sobre os cidadãos, a atividade econômica e os setores produtivos brasileiros.

Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura.

A reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final. Como apontou o Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (INEEP) em publicação do fim de 2025, parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas. Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social.

A título de exemplo, em três anos, o preço da gasolina caiu 16% nas refinarias, mas sumiu 27% nas bombas, o que evidencia, de forma objetiva, que reduções de parcelas de custo não necessariamente se convertem em alívio proporcional ao consumidor final. O dado reforça que parte relevante desses ganhos pode ser absorvida em outros elos da cadeia, especialmente na distribuição e na revenda.

O resultado é que a população acaba arcando com uma dupla perda. De um lado, não recebe, de forma efetiva, a redução esperada no preço final dos combustíveis. De outro, suporta os efeitos da supressão de receitas públicas essenciais ao financiamento de políticas e serviços indispensáveis à sociedade. Em vez de produzir alívio real nas bombas, uma nova redução do ICMS pode, na prática, enfraquecer a capacidade do poder público de atender justamente a população que se pretende proteger.

Também é importante considerar que, no modelo atualmente em vigor, os estados já vêm contribuindo, na prática, para amortecer parte das oscilações no preço dos combustíveis. Com a adoção da tributação monofásica por alíquota específica ad rem, o ICMS passou a ser cobrado em valor fixo por litro, com atualização anual baseada em médias de preços apuradas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Isso significa que as altas provocadas por crises internacionais, choques no petróleo ou variações cambiais não são acompanhadas automaticamente pela tributação. Assim, quando o preço dos combustíveis sobe nas bombas ao longo do ano, o valor nominal do imposto permanece o mesmo e sua participação relativa no preço final diminui. Em termos concretos, isso significa que o modelo atual já produz uma redução relativa do peso do ICMS em cenários de elevação de preços, representando esforço fiscal adicional dos estados.

Além disso, as Leis Complementares nº 192/2022 e nº 194/2022 alteraram de forma profunda a lógica federativa do ICMS sobre combustíveis, ao impor um regime nacional excepcional, dissociado da sistemática aplicável à totalidade dos demais setores econômicos e restritivo da autonomia tributária dos estados. Os Estados e o Distrito Federal já vêm suportando, há anos, os efeitos severos dessas alterações, que produziram perdas bilionárias estruturais de arrecadação, com impacto direto sobre a capacidade financeira dos entes subnacionais. Estudo do Comsefaz, a ser divulgado em breve, estima que as mudanças legislativas impostas desde 2022 resultaram em um choque negativo acumulado de R$ 189 bilhões às finanças dos estados e do Distrito Federal até o último trimestre de 2025.

É preciso registrar que o esforço fiscal anunciado nesta quarta-feira (12/03) pela União nessa matéria também produz efeitos diretos sobre os entes subnacionais. No caso da Cide-Combustíveis, parte relevante de sua arrecadação é constitucionalmente destinada ao financiamento de programas de infraestrutura de transportes dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Assim, qualquer redução nessa contribuição não afeta apenas a esfera federal, também alcança receitas vinculadas à infraestrutura de transporte nas demais unidades da Federação. E não se pode tratar como equivalente eventual compensação via imposto de exportação, pois se trata de receita de natureza distinta, pertencente à União e não partilhada com os estados.

Também é relevante considerar a assimetria federativa na dependência de receitas envolvida nesse debate. Para os estados, a tributação sobre combustíveis tem peso estrutural e responde por cerca de 20% de toda a arrecadação do ICMS, principal fonte de receita tributária estadual. Já na esfera federal, a base arrecadatória é muito mais ampla e diversificada, com maior participação de tributos incidentes sobre a renda e outras bases econômicas. Toda a tributação federal do consumo correspondeu a cerca de 25% das receitas tributárias da União, percentual muito inferior à preponderância do ICMS para os estados, ultrapassando 80%, em média, do total de recursos próprios. Essa diferença evidencia que medidas sobre combustíveis produzem impacto fiscal muito mais profundo para os entes subnacionais do que para a União, razão pela qual não se trata de esforço fiscal comparável entre as duas esferas.

Também é preciso considerar que a própria União dispõe de fontes relevantes de receita associadas ao setor petrolífero e à própria Petrobras, inclusive com sensibilidade direta às oscilações internacionais de preços. Apenas a parcela dos dividendos da União na Petrobras correspondeu, em 2025, a aproximadamente metade de tudo o que os Estados arrecadaram com o ICMS incidente sobre o diesel. Esse dado evidencia que, ao contrário dos entes subnacionais, a União possui instrumentos fiscais e patrimoniais mais amplos para absorver ou mitigar choques nesse mercado, sem transferir novamente aos Estados e aos Municípios o ônus principal de dificultosa tentativa política de formação de preços.

Em um contexto de volatilidade internacional, é necessário que o debate federativo considere também essa diferença estrutural de capacidade fiscal e de exposição às receitas do setor.

Assim, reafirmamos que não é razoável agravar, mais uma vez, com perdas de receita públicas relativas ao ICMS estadual o ônus principal de uma política de contenção de preços cujo resultado final depende de múltiplas variáveis alheias à atuação dos estados. Isso se torna ainda mais injustificável quando se observa que os entes subnacionais já vêm realizando esforço fiscal concreto para amortecer parte dessas oscilações, inclusive sob um modelo em que o imposto permanece fixo enquanto os preços podem subir rapidamente. O impacto alcança igualmente os municípios, aos quais a Constituição assegura 25% do produto da arrecadação do ICMS. Qualquer nova compressão dessa base, portanto, atinge diretamente também a receita municipal.

O Comsefaz permanece aberto ao diálogo com a União e com todos os atores envolvidos na construção de respostas coordenadas para enfrentar oscilações no mercado de combustíveis. Esse esforço cooperativo é indispensável e deve partir do reconhecimento de que a estabilidade de preços exige medidas efetivas, abrangentes e estruturalmente responsáveis — e não a transferência, mais uma vez, ao ICMS o ônus principal de uma política cujo resultado final não depende apenas dos estados, nem encontra evidência de repasse efetivo nas bombas. Insistir nessa solução significa fragilizar receitas públicas essenciais e comprometer a capacidade do poder público de financiar serviços indispensáveis à sociedade.

Informações A Tribuna

Em pouco mais de um ano, gestão do prefeito Railson conquista credenciamento da UBS Fluvial de Feijó

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Feijó celebrou uma conquista significativa na área da saúde pública ao obter o credenciamento da Unidade Básica de Saúde Fluvial (UBSF) Pedro Rodrigues Cavalcante, conforme publicado na Portaria GM/MS nº 10.345, datada de 13 de março de 2026. Essa vitória é fruto do esforço conjunto da gestão do prefeito Railson Ferreira, da secretária municipal de saúde Gracilene Freitas e de toda a equipe da Secretaria de Saúde, que priorizou a regularização da UBS Fluvial para garantir um atendimento adequado às comunidades ribeirinhas.

O caminho até essa conquista foi repleto de desafios burocráticos e exigências técnicas. O município teve que organizar uma vasta documentação da embarcação e realizar a inscrição da unidade junto à Marinha do Brasil. Após essa etapa inicial, o projeto da UBS Fluvial foi reformulado e submetido à análise da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e da Comissão Intergestores Regional (CIR), recebendo parecer favorável. Com a documentação completa, o Ministério da Saúde realizou uma análise final e oficializou o credenciamento.

Essa nova fase representa um avanço significativo para a saúde no município, especialmente porque, até o momento, a UBS Fluvial era mantida com recursos próprios. Com o credenciamento, a unidade passará a receber verba federal, o que não só fortalecerá o atendimento, mas também possibilitará a ampliação das ações de saúde destinadas às populações ribeirinhas.

O prefeito Railson Ferreira enfatizou que o apoio financeiro do governo federal permitirá uma melhor organização na gestão dos serviços de saúde, assegurando maior assistência às comunidades em regiões de difícil acesso. Essa conquista reforça o compromisso da administração municipal em promover um cuidado de qualidade na saúde pública em Feijó, beneficiando diretamente aqueles que mais necessitam.

Com emenda de Socorro Neri, UFAC lança Olimpíadas de Redação sobre Justiça Climática e Democracia para alunos de EJA

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A Universidade Federal do Acre (UFAC) lançou, na terça-feira 17, o projeto de extensão Olimpíadas Temáticas de Redação: Justiça Climática e Democracia, em cerimônia realizada no Teatro Universitário, em Rio Branco. A iniciativa foi viabilizada com emenda parlamentar da deputada federal Socorro Neri, e será desenvolvida em escolas de Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

Voltado a estudantes do ensino médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), o projeto promove reflexão, aprendizagem e produção textual sobre os desafios da crise climática e o papel da democracia na garantia de direitos e da justiça social e ambiental.

Para a deputada Socorro Neri, a ação está diretamente alinhada às prioridades do mandato.

“Essa é uma ação que está muito relacionada ao nosso mandato, pois presido uma frente parlamentar em defesa da Justiça Climática desde 2023, além de ser uma grande defensora da Educação no Congresso. São ações como essa que o nosso mandato busca valorizar ao destinar emendas parlamentares.”, destacou.

A coordenadora do projeto, Lorena Costa Irmão Rego, ressaltou a relevância da iniciativa ao priorizar estudantes da EJA.

“A escolha da EJA para esse projeto é estratégica, pois reconhece a diversidade de trajetórias e experiências dos estudantes, possibilitando a ampliação de sua consciência crítica e cidadã”, afirmou.

A ação contará com oficinas de capacitação em produção textual e argumentação, além da premiação dos melhores textos, classificados em 1º, 2º e 3º lugares. A proposta também fortalece a integração entre escolas de diferentes regiões do estado, criando uma rede educativa colaborativa.

Em Rio Branco, participam as escolas Frei Heitor Maria Turrini (Cidade do Povo), Henrique Lima (Calafate) e Prof.ª Marina Vicente Gomes (Boa União/Baixada da Sobral). Já em Cruzeiro do Sul, a iniciativa contempla a escola Dr. Valério Caldas de Magalhães (Centro).

O projeto integra as ações da Frente Parlamentar da Justiça Climática, presidida pela deputada Socorro Neri, reforçando o compromisso com políticas públicas que unem educação, cidadania e sustentabilidade.

Ex-prefeita de Brasiléia deixa PP e anuncia apoio a Alan Rick ao governo do Acre

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A ex-prefeita de Brasiléia anunciou sua saída do Partido Progressista (PP) e o rompimento com a base do governo estadual. Em declaração pública, ela afirmou que a decisão faz parte de um novo momento em sua trajetória política e confirmou apoio à pré-candidatura do senador Alan Rick ao governo do Acre.

No comunicado, a ex-gestora relembrou sua atuação como vereadora e prefeita por dois mandatos no município, além do período em que esteve à frente da coordenação da Secretaria de Governo na regional do Alto Acre. Ela também agradeceu ao governador Gladson Cameli, destacando a relação de respeito construída ao longo dos anos.

Leia a nota na íntegra:

A vida é feita de escolhas e ciclos, e na política não poderia ser diferente. Cada etapa nos ensina, nos desafia e nos prepara para o próximo passo. Em respeito à história que construí, venho comunicar minha decisão de me desligar do Partido Progressista e da base do governo.

Ao longo da minha trajetória, tive a honra de servir a nossa querida Brasiléia como vereadora, prefeita e prefeita reeleita, sempre com dedicação, responsabilidade e compromisso com a população.

Posteriormente, assumi com zelo a coordenação da SEGOV na regional do Alto Acre, buscando contribuir e ouvir os anseios de cada cidadão, sendo a voz da nossa população junto ao governo, na busca de melhorias ao bem coletivo, especificamente para a nossa regional, sempre dando o meu melhor, com muita responsabilidade, humildade e trabalho.

Agradeço ao governador Gladson Cameli, pessoa pela qual tenho grande gratidão e respeito.

Sempre tive lado, fui leal às minhas decisões e escolhas, e nunca me escondi dos desafios que a política exige. É com esse mesmo espírito de lealdade e compromisso que anuncio que estarei apoiando a pré-candidatura do senador Alan Rick ao governo.

Sigo adiante, mantendo o mesmo compromisso e integridade que sempre nortearam meu trabalho, buscando contribuir da melhor forma possível pelo futuro do nosso povo.

Deputado Coronel Ulysses destina R$ 500 mil para fortalecer estrutura da Polícia Penal no Acre

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O deputado federal Coronel Ulysses garantiu a destinação de R$ 500 mil para o fortalecimento da estrutura utilizada pelos profissionais da Polícia Penal em uma unidade prisional do Acre. O recurso já foi transferido e está na conta do Governo do Estado, devendo ser aplicado na melhoria das condições de trabalho dentro do sistema penitenciário.

A emenda parlamentar possibilitará a ampliação do Setor de Operações Especiais e também a construção do alojamento dos policiais penais que atuam na Unidade de Segurança Máxima Antônio Amaro, estruturas consideradas fundamentais para fortalecer as atividades operacionais e oferecer melhores condições aos servidores.

Os recursos foram viabilizados por meio de articulação do parlamentar e serão utilizados na melhoria e reestruturação de espaços de trabalho, descanso e apoio utilizados pelos policiais penais que atuam na unidade.

A iniciativa tem como objetivo garantir mais estrutura, segurança e dignidade aos profissionais que trabalham diariamente na custódia de detentos e na manutenção da ordem dentro do sistema prisional. O investimento também contribui para fortalecer as atividades operacionais e melhorar o funcionamento da unidade.

“O trabalho da Polícia Penal é fundamental para a segurança pública. Nosso compromisso é garantir melhores condições para que esses profissionais possam exercer suas funções com estrutura adequada e mais segurança”, destacou o deputado Coronel Ulysses.

Durante agenda relacionada ao tema, o parlamentar também acompanhou de perto as demandas apresentadas pelos profissionais da área e reforçou o apoio à execução dos investimentos destinados ao sistema penitenciário.

A agenda contou com a presença policial penal Maykc, Diretor Operacional do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN), que ressaltou a importância do recurso para o fortalecimento das atividades desempenhadas pelos policiais penais.

O deputado Coronel Ulysses tem mantido diálogo constante com profissionais da segurança pública e segue atuando em Brasília para garantir investimentos que valorizem a categoria e promovam melhorias nas condições de trabalho dentro das unidades prisionais do Acre.