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Moradores do bairro São Francisco fecham a Estrada das Placas em protesto contra obra paralisada

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Na manhã desta sexta-feira (24), moradores do bairro São Francisco interditaram a estrada das Placas como forma de protesto contra a falta de infraestrutura.

O presidente da associação do bairro, Jason Luiz, informou que a Rua Édson Lima foi beneficiada por uma emenda parlamentar do senador Alan Rick, através de um projeto de melhoria ainda quando ele era deputado federal, no entanto, a rua que está recebendo o benefício é a Rua Édson Ferreira.

Os moradores procuraram o órgão responsável pela obra e foram informados que, através do Google Maps, a rua beneficiada seria justamente a Rua Édson Ferreira.

Jason explicou que esse foi o primeiro protesto dos moradores. Segundo o presidente do bairro, se nada for resolvido, outras interdições poderão acontecer a qualquer momento.

A Polícia Militar também se fez presente no local através de uma guarnição do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN) e de militares do 3º Batalhão, apenas para garantir a paz e a segurança dos manifestantes.

Enquanto nada é resolvido, as obras na Rua Édson Ferreira estão suspensas, o local já recebeu o benefício com a raspagem e as medidas para receber a capa asfáltica, porém, a obra encontra-se parada até que seja resolvida a situação.

Acre registra aumento nos casos de síndrome respiratória grave, alerta Fiocruz

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O Acre está entre os estados da Região Norte que registram aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme aponta o último Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira, 23. Em Rio Branco, a situação é considerada de alerta, principalmente entre crianças e adolescentes de até 14 anos.

O levantamento, referente à Semana Epidemiológica 42 (de 12 a 18 de outubro), mostra que o rinovírus tem sido o principal responsável pelo aumento das infecções na região. A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, reforça que a vacinação continua sendo a maneira mais eficaz de evitar casos graves e mortes causadas por vírus respiratórios.

De acordo com o boletim, seis estados brasileiros, entre eles o Acre, apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas seis semanas. Em Rio Branco, os casos mais graves se concentram em crianças, mas os profissionais de saúde orientam atenção especial também para idosos e pessoas com doenças crônicas.

Neste ano, o Brasil já registrou mais de 197 mil casos de SRAG, sendo 103 mil confirmados para algum tipo de vírus respiratório. Entre as mortes, os principais causadores têm sido a influenza A e o rinovírus, o que reforça a importância da imunização e das medidas preventivas, como a higienização das mãos e o uso de máscara em casos de sintomas gripais.

Petrobras anuncia redução no preço da gasolina e medida deve chegar aos postos do Acre na próxima semana

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O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado do Acre (Sindepac) divulgou nota oficial nesta quinta-feira, 23, para esclarecer à população sobre a recente redução no preço da gasolina anunciada pela Petrobras.

Segundo a estatal, o reajuste representa uma queda de 4,9% no valor repassado das refinarias às distribuidoras, o que equivale a uma redução média de R$ 0,14 por litro. No entanto, o Sindepac explica que essa diminuição não se reflete de forma imediata nas bombas dos postos de combustíveis.

De acordo com o sindicato, a redução anunciada é destinada às distribuidoras, que são as responsáveis por repassar os novos valores aos postos revendedores. “O preço real ao consumidor pode ser diferente, uma vez que essa redução foi, inicialmente, para as distribuidoras”, esclarece a entidade.

O Sindepac também destaca que o impacto para o consumidor final só poderá ser percebido após a renovação dos estoques de combustíveis adquiridos anteriormente pelos postos. A expectativa é de que a diferença nos preços comece a ser notada a partir da próxima semana, conforme os novos lotes forem sendo comprados.

Corpo de venezuelano morto em Assis Brasil é levado por indígenas para ritual fúnebre antes da chegada das autoridades

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Um caso inusitado e cercado de mistério mobiliza as forças de segurança no interior do Acre. O corpo do venezuelano Júlio Rafael Ramos Navas, de 21 anos, assassinado a tiros em uma comunidade rural de Assis Brasil, desapareceu do local antes da chegada das autoridades.

Segundo informações da Polícia Civil, o jovem teria sido retirado por indígenas da região, que decidiram realizar o sepultamento conforme seus ritos e tradições funerárias, em uma localidade de difícil acesso.

A equipe do Instituto Médico Legal (IML) chegou a se deslocar por cerca de 190 quilômetros, entre estradas precárias e trilhas na floresta, até o ponto indicado do crime. No entanto, ao chegarem, os peritos encontraram apenas marcas de sangue e sinais de movimentação recente. A ausência do corpo levantou suspeitas de que ele tivesse sido levado para uma comunidade ribeirinha próxima à fronteira com Sena Madureira.

Um novo vídeo, divulgado nesta quinta-feira (23), confirmou a principal linha de investigação: o corpo foi transportado por indígenas até uma comunidade chamada Cafanaum, situada abaixo do seringal Icuriã, a cerca de uma hora de barco pelo rio Yaco. No registro, é possível ver moradores realizando os preparativos para o sepultamento do jovem segundo os costumes locais.

O delegado regional do Alto Acre, Erick Maciel, informou que o episódio já foi comunicado à Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e que uma equipe especializada deve seguir até a área nesta sexta-feira (24) para tentar localizar o corpo e garantir que ele seja encaminhado ao IML de Rio Branco, onde serão realizados os exames periciais obrigatórios.

“É uma região isolada, de difícil acesso, onde prevalecem tradições culturais específicas. Nosso objetivo é respeitar esses costumes, mas também assegurar que a perícia possa cumprir seu papel legal”, explicou o delegado.

As autoridades ainda investigam a motivação do crime e quem seriam os responsáveis pelos disparos que tiraram a vida do venezuelano. O vídeo que circula nas redes sociais teria sido gravado no mesmo dia do homicídio e agora faz parte do material analisado pela polícia.

O caso reacende o debate sobre os desafios da segurança pública e da atuação policial em áreas indígenas, onde fronteiras culturais e territoriais tornam as operações mais complexas.

Presidente do CEDIM cobra compromisso de Bocalom no combate à violência contra mulher e diz que “prefeito se recusa a nomear uma representante”

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A presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres (CEDIM/AC), Geovana Castelo, denunciou durante audiência pública na manhã desta quinta-feira, 23, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a falta de compromisso da Prefeitura de Rio Branco, comandada pelo prefeito Tião Bocalom, com a criação de políticas públicas voltadas às mulheres.

Segundo Geovana, a capital acreana não possui sequer um Organismo de Políticas para as Mulheres (OPM) — estrutura responsável por coordenar ações de enfrentamento à violência e promoção dos direitos femininos nos municípios. Ela afirmou que o Conselho tem buscado diálogo com a gestão municipal, mas todas as tentativas foram ignoradas.

“Nós temos uma capital que não tem OPM porque o prefeito [Tião Bocalom] se recusa a nomear. Já fomos várias vezes, mandamos ofícios, fizemos reuniões, imploramos de todos os jeitos. Se ele não quer criar a Secretaria da Mulher, que foi promessa de campanha, que nomeie pelo menos uma representante. A violência só aumenta em Rio Branco, e a capital precisa dar o exemplo”, criticou Geovana.

A presidente alertou que a situação na capital é uma das mais preocupantes do estado, com três casos de feminicídio registrados apenas neste ano e cinco em 2024, segundo dados citados durante a audiência. Para ela, o problema se agrava pela ausência de estrutura e de políticas efetivas para atendimento e prevenção da violência.

“Rio Branco é onde vive a maioria das mulheres acreanas e, justamente aqui, não há política estruturada. É inadmissível. O Conselho cobra, mas a gestão ignora. Como enfrentar a violência sem uma rede funcionando?”, questionou Castelo.

A presidente também destacou que a falta de compromisso não se limita à capital, mas se repete em outros municípios, onde os Organismos de Políticas para as Mulheres funcionam sem autonomia e sem recursos.

“Os prefeitos, em sua maioria, nomeiam representantes apenas para constar, sem estrutura, sem orçamento, sem condições de trabalho. Como se enfrenta a violência contra a mulher sem um centavo? Com o pires na mão?”, lamentou.

Geovana lembrou ainda que Rio Branco e Cruzeiro do Sul — as duas maiores cidades do estado — não enviaram representantes à conferência nacional de políticas para as mulheres, evento que discute estratégias e captação de recursos para fortalecer a rede de proteção.

“Enquanto municípios pequenos, com menos recursos, garantiram presença, as duas maiores cidades do Acre simplesmente não mandaram ninguém. Isso mostra o desinteresse com a pauta”, afirmou a presidente.

Para Geovana, o enfrentamento à violência contra a mulher deve envolver todas as secretarias e níveis de governo, e não apenas a Secretaria da Mulher ou a área de segurança pública. Ela citou casos de secretários estaduais que se negam a tratar do tema, alegando não ser de sua responsabilidade.

“A política para a mulher é transversal. É da educação, da saúde, da assistência, de todas as áreas. Mas ainda há gestor que diz que isso não é pauta dele. E enquanto pensarem assim, as mulheres vão continuar morrendo”, alertou Geovana.

Geovana criticou a ausência de parlamentares na audiência e pediu mais engajamento político na defesa dos direitos das mulheres. “Olhem para essas cadeiras vazias. Cadê os colegas deputados para discutir essa pauta conosco? Muitos acham que isso é mimimi, que não dá voto. Mas quem elege são as mulheres, e nós precisamos de representantes que realmente defendam nossa causa”, concluiu.

A fala de Geovana ocorreu durante audiência pública proposta pelo deputado estadual Afonso Fernandes (Republicanos), por meio do Requerimento nº 100/2025, com o objetivo de discutir o feminicídio no Acre — crime que, segundo ela, poderia ser evitado em muitos casos se as políticas locais funcionassem de fato.

Audiência Pública na Aleac debate feminicídio no Acre e reforça necessidade de união entre instituições e sociedade

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A Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) realizou, na manhã desta quinta-feira, 23, uma Audiência Pública com o objetivo de discutir o feminicídio no estado, crime que tem se tornado uma preocupação crescente entre as autoridades e a sociedade acreana. A iniciativa partiu do Requerimento nº 100/2025, de autoria do deputado estadual Afonso Fernandes, que destacou a importância de unir esforços entre os três poderes e a população na busca por soluções efetivas para combater a violência contra a mulher.

Durante a abertura da audiência, o deputado Afonso Fernandes ressaltou que o Parlamento é o espaço legítimo para levantar e discutir os problemas que afetam a sociedade. Ele defendeu que o enfrentamento ao feminicídio exige não apenas debates, mas ações concretas e o comprometimento coletivo.

“Esta é a casa do povo. É aqui que precisamos levantar todos os problemas e buscar as soluções. Mas não conseguiremos êxito se não tivermos a sociedade ao nosso lado, se não tivermos os três poderes juntos, a imprensa e as instituições. Precisamos debater e, mais do que isso, agir. Cada um deve sair daqui com o compromisso de fazer a sua parte”, afirmou o parlamentar.

O deputado também lamentou a ausência de representações importantes na audiência e ressaltou a necessidade de maior participação feminina na política, lembrando que, dos 24 parlamentares da Aleac, apenas três são mulheres.

“O ideal seria que tivéssemos, no mínimo, um terço de mulheres nesta Casa. A inserção feminina no meio político é fundamental. A mulher precisa estar onde as decisões são tomadas”, destacou Fernandes.

Entre as autoridades presentes, a deputada estadual Michelle Melo defendeu uma mudança cultural profunda na forma como a sociedade acreana enxerga as mulheres e a violência de gênero.

“Quantas de nós já sofremos violência e só depois de ter acesso à informação entendemos o que estávamos vivendo? Precisamos ensinar desde cedo o que é respeito e o que é violência. O Acre está entre os estados com maiores índices de violência sexual e contra a mulher. É urgente mudar essa realidade”, pontuou a deputada.

Michelle Melo enfatizou que o combate ao feminicídio deve ir além da criação de leis, alcançando as escolas, famílias e instituições públicas.

“Os homens não precisam ser taxados como agressores quando entendem que as mulheres têm o direito de viver, de sonhar, de crescer e de serem respeitadas. Que cada um reflita sobre o que tem feito para que as mulheres acreanas possam viver em paz”, completou Melo.

A procuradora de Justiça Rita de Cássia, do Ministério Público do Acre (MPAC), também participou da audiência e reforçou o papel da instituição na defesa da vida e da dignidade humana. Ela destacou o trabalho do Centro de Atendimento à Vítima (CAV) e do Observatório de Violência de Gênero, criados pelo MPAC para monitorar e prevenir crimes contra as mulheres.

“O feminicídio é um crime que abala toda a sociedade. Precisamos continuar falando sobre ele até alcançarmos a meta de feminicídio zero. O Acre tem condições de avançar porque temos um diálogo próximo entre as instituições. Precisamos transformar nossas falas em ações concretas”, afirmou a procuradora.

Representando a Polícia Civil do Acre, a delegada Juliana De Angelis destacou que a instituição tem buscado fortalecer o atendimento às mulheres vítimas de violência, com a criação de estruturas especializadas e programas de acolhimento.

Ela lembrou que, até o final de setembro, a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), em Rio Branco, registrou mais de 1.600 pedidos de medidas protetivas, além de passar por uma ampla reestruturação física e de pessoal.

“A mulher que procura ajuda precisa encontrar na Polícia Civil não apenas a porta de entrada do sistema de justiça, mas um espaço de acolhimento e esperança. Também temos atuado na prevenção, levando informação às escolas e comunidades, para que o ciclo da violência possa ser rompido”, disse Juliana.

A presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres, Geovana Castelo, chamou atenção para a falta de estrutura e de recursos destinados às políticas públicas voltadas às mulheres nos municípios acreanos. Segundo ela, muitos organismos de políticas para as mulheres (OPMs) existem apenas no papel.

“Há municípios que sequer têm OPMs ativas, e a capital, Rio Branco, ainda não possui uma. Como enfrentar a violência sem estrutura e sem recursos? Não se faz política para a mulher com o pires na mão. Precisamos de autonomia, orçamento e compromisso dos gestores”, criticou Castelo.

Gonzaga comemora novos investimentos da ABDI na cadeia produtiva do Juruá e parabeniza Perpétua

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O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, parabenizou a diretora de Economia Sustentável e Industrialização da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Perpétua Almeida, pelos investimentos executados na cadeia produtiva do Vale do Juruá e demais regiões do estado.

Na quarta-feira (22), a diretora Perpétua Almeida se reuniu com o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima, com o presidente da Cooperativa dos Produtores de Café do Juruá (CooperCafé), Jonas Lima, e o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras no Acre (OCB/AC), Valdemiro Rocha, para tratar sobre a instalação de unidades de secadores industriais de café em Cruzeiro do Sul e a construção de secadores suspensos em Tarauacá para atender propriedades menores.

A iniciativa faz parte do projeto que iniciou com a instalação do Complexo Industrial de Café, recém-inaugurado em Mâncio Lima. O complexto já beneficia diretamente mais de 2 mil pessoas e tem gerado impacto socioeconômico expressivo, com aumento de mais de 30% na renda média dos cooperados.

Gonzaga comemorou o anúncio de que a ABDI está investindo na expansão da cadeia produtiva do café no estado do Acre. O parlamentar também aproveitou para parabenizar Perpétua Almeida pelo apoio à produção agrícola do Acre, ao presidente da CooperCafé, Jonas Lima, pela luta em prol do fortalecimento da cafeicultura e a Valdemiro Rocha pelo apoio ao trabalho das cooperativas na geração de emprego e renda.

“Não posso deixar de parabenizar a diretora Perpétua Almeida pelos investimentos no setor agrícola do Acre, mas também quero parabenizar Jonas Lima pelo trabalho que tem feito à frente da CooperCafé. O presidente da OCB também merece destaque pelo trabalho feito com as cooperativas gerando emprego e renda ao povo acreano”, disse Gonzaga.

Gonzaga destacou o potencial agrícola do Acre e afirmou que investimentos são essenciais para impulsionar a produção e exportação dos produtos acreanos.

“O Acre tem um grande potencial de produção agrícola e investimentos como esses são essenciais para levarmos nossos produtos para outros mercados, como os dos países da América do Sul e Ásia”, concluiu o deputado.

 

 

 

Homem quase é morto após ser atacado e esfaqueado no bairro Papoco, em Rio Branco

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Alef Donnavan Coriolano Monteiro, de 31 anos, quase foi morto a golpes de faca, após ser atacado por um suspeito não identificado na noite de quarta feira (22), na região do bairro Papoco, no centro de Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Alef utilizava entorpecentes quando de forma inesperada um homem passou e começou a agredi-lo a golpes de faca. Mesmo ferido, o usuário conseguiu correr até a rua Piauí, no bairro Dom Giocondo, e pedir ajuda a populares.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado. A ambulância de suporte avançado foi enviada para atender a ocorrência. A vítima recebeu os primeiros atendimentos no local e, logo após ser estabilizado, foi encaminhado ao Pronto Socorro em estado de saúde grave.

Alef foi ferido no abdômen e no joelho. Diante da gravidade das perfurações, ele foi encaminhado ao centro cirúrgico com urgência para procedimentos de emergência.

A Polícia Militar foi informada, uma guarnição do 1º Batalhão foi ao local para obter informações sobre as circunstâncias da tentativa de homicídio e tentar localizar o autor, porém, nenhum suspeito foi encontrado.

A polícia acredita que a motivação das agressões podem estar relacionadas a dívidas de drogas ou rixa antiga entre os usuários de entorpecentes.

CadÚnico motivou quase 55% dos MEIs do Acre a iniciar atividade própria, segundo o governo Lula

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Acre tem o segundo maior percentual de MEIs inscritos no CadÚnico entre os estados brasileiros (Foto: Roberta Aline/MDS)

Estudo desenvolvido entre Sebrae e MDS aponta que programas sociais tem ajudado famílias vulneráveis a buscar autonomia financeira no estado

No Acre, 54,8% dos microempreendedores individuais (MEIs) só decidiram abrir o próprio negócio depois de se inscreverem no Cadastro Único (CadÚnico) para programas sociais do governo federal. O dado faz parte de um levantamento do Sebrae, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), que foi divulgado nesta semana.

Esse movimento acompanha uma tendência observada na região Norte, como no caso do Amazonas e do Piauí. Esses estados também apresentam altos percentuais de trabalhadores formais entre famílias de baixa renda.

Em nível nacional, dos 4,6 milhões de empreendedores registrados no CadÚnico, 2,5 milhões iniciaram suas atividades depois da inscrição. Além disso, 34,1% desse grupo já recebeu algum tipo de orientação do Sebrae entre janeiro de 2020 e julho de 2025. Segundo o presidente da instituição, Décio Lima, a parceria fortalece a inclusão produtiva e ajuda na geração de renda.

“A atuação integrada fortalece a identificação de um público importante. Enquanto o MDS identifica e acompanha as famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica, o Sebrae oferece apoio técnico e estratégico. Juntos, esses elos criam condições para que empreendedores transformem oportunidades em resultados concretos e sustentáveis”, disse.

A maior parte dos negócios está no setor de serviços, seguido pelo comércio, construção civil e indústria. Por outro lado, a agropecuária aparece com menor participação. Em solo acreano, muitos desses profissionais continuam recebendo benefícios sociais: 41,7% têm acesso ao Bolsa Família e 6,4% ao Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Esse estudo apresentado mostra a verdade. Primeiro, a mudança do novo Bolsa Família neste governo do presidente Lula. Segundo, desmente a questão sobre abrir um CNPJ e perder o Bolsa Família. Hoje, milhões de beneficiários do programa já se formalizaram, viraram empreendedores e continuam inscritos”, exalta o ministro do MDA, Wellington Dias.

O acordo entre o Sebrae e o MDS, firmado em 2023, prevê o uso de dados do CadÚnico para desenvolver políticas públicas voltadas aos pequenos negócios. Com isso, a meta é ampliar o acesso à informação, estimular o empreendedorismo e promover autonomia financeira entre famílias em situação de vulnerabilidade.

Joabe Lira celebra o Dia dos Gari: “Esses trabalhadores merecem nosso respeito”

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O presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, vereador Joabe Lira (União Brasil), usou a tribuna na manhã desta quinta-feira, 25, para prestar homenagem aos garis e margaridas, em alusão ao Dia do Gari, celebrado no dia 23 de outubro.

Durante seu pronunciamento, Joabe destacou a importância e o valor desses profissionais, que exercem um trabalho essencial para a limpeza e bem-estar da cidade. Ele também relembrou o período em que esteve à frente da Secretaria de Cuidados com a Cidade, destacando o respeito e a proximidade que manteve com os servidores.

“Hoje, 23 de outubro, celebramos o Dia do Gari, que foi instituído por lei municipal. É uma data para refletirmos sobre o valor imensurável desses trabalhadores e trabalhadoras que, com esforço e dignidade, mantêm nossa cidade limpa. Durante quatro anos na Secretaria de Cuidados com a Cidade, conseguimos, além do trabalho, criar um vínculo de amizade e respeito. Procuramos fazer uma gestão humanizada, porque esses trabalhadores merecem nosso respeito”, afirmou o presidente.