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Sejusp diz que Alan Rick não foi barrado de entrar no ISE, mas foi impedido de filmar menores infratores

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Estado do Acre (Sejusp) divulgou nota de esclarecimento e solidariedade aos servidores do Instituto Socioeducativo do Estado (ISE) diante do imbróglio envolvendo a instituição e o senador Alan Rick.

Na nota, a Sejusp afirmou que o senador não foi impedido de entrar no ISE, só não foi liberado aos assessores do parlamentar a filmagem dos adolescentes infratores.

“Na ocasião, o senador tentou entrar no ISE com equipamentos de filmagem sem a autorização necessária. Em conformidade com as normas de segurança, foi informado que o ingresso requer um pedido prévio, como é o protocolo em qualquer unidade de segurança do país. Contudo, em um gesto de consideração à sua posição parlamentar, a diretoria permitiu sua entrada, restringindo a captação de imagens dos adolescentes conforme estabelecido pelo ECA”, diz trecho da nota.

Confira a nota:

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Estado do Acre (Sejusp) manifesta apoio e solidariedade aos colaboradores do Instituto Socioeducativo do Estado, que enfrentaram situações de desrespeito em suas funções pelo senador Alan Rick nesta segunda-feira, 27 de outubro de 2025.

É fundamental ressaltar que o acesso a instituições socioeducativas é regulado pelo
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pelo Sistema Nacional de Atendimento
Socioeducativo (SINASE), que visam garantir a proteção e o desenvolvimento dos adolescentes. Essas legislações estabelecem diretrizes para o acesso, buscando assegurar tanto a privacidade dos socioeducandos quanto a segurança do ambiente.

Na ocasião, o senador tentou entrar no ISE com equipamentos de filmagem sem a autorização necessária. Em conformidade com as normas de segurança, foi informado que o ingresso requer um pedido prévio, como é o protocolo em qualquer unidade de segurança do país. Contudo, em um gesto de consideração à sua posição parlamentar, a diretoria permitiu sua entrada, restringindo a captação de imagens dos adolescentes conforme estabelecido pelo ECA.

Entendemos que a situação gerou desconforto, mas é importante destacar que os colaboradores estavam apenas cumprindo suas responsabilidades e garantindo a segurança de todos.

A Sejusp lamenta os acontecimentos e reafirma seu compromisso em apoiar os servidores públicos estaduais, promovendo um ambiente de respeito e colaboração.

Secretaria de Justiça e Segurança do Acre

Servidores protestam na frente da Aleac e cobram valorização e aprovação do PCCR

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Os servidores públicos se reuniram em ato de protesto na manhã desta terça-feira, 28, em frente à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), para reivindicar melhorias e fortalecer a Frente Unida dos Servidores Públicos, que reúne diversas entidades sindicais.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Acre (Sinpol/AC), Rafael Diniz, destacou que é necessária a união da categoria neste momento.

“A gente vê sim a chance de, não tem outra palavra, arrancar algo para todos os servidores. Me desculpe os colegas que ainda insistem, mas eu falo pelos policiais civis, não vamos vender ideias ilusórias de que ainda vai passar PCCR. Só tem um caminho: é junto. É abrir mão nesse momento”, disse o sindicalista.

O ato é realizado pela falta de posicionamento da equipe governamental sobre as pautas apresentadas pela Frente, que tratam de auxílios alimentação e saúde, além da recomposição de perdas inflacionárias com revisão geral anual (RGA) de 2023 a 2025.

Segundo Gerliano Nunes, um dos sindicalistas que integra o grupo, o governo do Estado não cumpriu o prazo de 45 dias para apresentar um estudo de impacto orçamentário-financeiro das pautas e não apresentou contrapropostas.

Para Nunes, que estuda dados econômicos, um exemplo de que o Estado dispõe de financeiro para abrir um diálogo mais efetivo, é receita advinda da cota-parte do Fundo de Participação dos Estados (FPE), sendo repassado R$ 300 milhões a mais nos dois quadrimestres de 2025, além do que foi previsto no orçamento para este exercício, conforme os números apresentados no Relatório de Gestão Fiscal (RGF), o que possibilitaria concessões às pautas sindicais.

“A equipe de governo beneficia apenas um pequeno grupo de servidores ligados às fortes carreiras de estado pela concessão de verbas de acervo com impacto de R$ 1,5 milhões por mês na folha de pagamento”, finalizou Gerliano.

A sofrência de Eduardo Bolsonaro e o encontro de Lula com Trump: entre a crise familiar e o tabuleiro global

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O cenário político brasileiro vive dias de ironia histórica. Enquanto o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro atravessa o que muitos já chamam de uma “sofrência política”, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta reconstruir pontes internacionais em meio a uma das maiores tensões diplomáticas recentes: o encontro com o ex-presidente norte-americano Donald Trump, em Kuala Lumpur.

A sofrência de Eduardo Bolsonaro: entre a sombra e a vitrine

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo tem enfrentado um desgaste interno e público. Recentemente, o parlamentar admitiu sentir-se desconfortável com declarações do próprio pai, que sugeriu que ele “não teria perfil” para a vida pública — afirmação que Eduardo teria recebido como um desmerecimento de sua trajetória.

Nos bastidores, assessores confirmam que o deputado tem buscado uma mudança estratégica: menor exposição na imprensa e uma atuação mais discreta desde que passou a residir temporariamente nos Estados Unidos. Essa reconfiguração seria uma tentativa de se reposicionar politicamente e aliviar a pressão que vem tanto da base bolsonarista quanto da opinião pública.

Para completar o enredo, Eduardo se viu em meio ao imbróglio das tarifas impostas por Trump a produtos brasileiros — taxas que ele chegou a defender em parte, mesmo sem alinhamento oficial do Itamaraty. O episódio provocou críticas dentro e fora do Congresso, aprofundando a imagem de isolamento que o deputado tenta agora contornar.

Lula e Trump: aproximação diplomática ou duelo estratégico?

Enquanto isso, no cenário internacional, Lula e Donald Trump protagonizaram um encontro simbólico à margem da cúpula da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático), na Malásia.
Segundo o presidente brasileiro, Trump teria garantido que “um novo acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos” está no horizonte. O norte-americano, contudo, respondeu de forma cautelosa: “Vamos ver o que acontece”.

O pano de fundo do encontro é delicado. As tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros, impostas pelo governo Trump como reação política à condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe, provocaram um choque na relação bilateral. Lula, por sua vez, afirmou que o Brasil “não se curvará a humilhações” e que buscará “diálogo sem submissão”.

Diplomatas avaliam que o gesto de Lula é duplo: busca aliviar tensões comerciais e, ao mesmo tempo, afirmar o protagonismo do Brasil num contexto internacional cada vez mais polarizado.

Do drama familiar à geopolítica global

O curioso é como esses dois universos — o drama político de Eduardo e a diplomacia de Lula — se entrelaçam.

Enquanto o filho do ex-presidente tenta manter viva a chama de um movimento conservador que perdeu parte de seu ímpeto, Lula se move para reposicionar o Brasil no cenário internacional, tentando neutralizar os efeitos do bolsonarismo em sua política externa.

De um lado, a sofrência de Eduardo simboliza o cansaço de uma ala que resiste à perda de influência.

De outro, o encontro de Lula e Trump revela que o jogo global não se define mais por afinidades ideológicas, mas por pragmatismo e sobrevivência econômica.

Conclusão: o Brasil entre dois mundos

Entre o drama pessoal e o cálculo diplomático, o Brasil segue em busca de um novo equilíbrio.

Eduardo Bolsonaro tenta encontrar seu lugar em meio ao esvaziamento de sua influência e às fissuras familiares que se tornam públicas. Já Lula aposta na diplomacia e no comércio exterior como instrumentos para recolocar o país em outro patamar de diálogo com as potências.

A pergunta que fica é simples, mas profunda: a política brasileira ainda é sobre pessoas — ou já se tornou um jogo de forças globais?

Enquanto isso, o país assiste, dividido, a esse curioso enredo onde o drama familiar e a geopolítica internacional se confundem no mesmo palco.

Adriano Gonçalves é colunista da Folha do Acre. Cobre política, geopolítica e cultura sobre o Brasil no cenário global.

Calegário participa da 1ª Conferência das Prerrogativas da OAB e reforça compromisso com a valorização da advocacia

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Na noite desta segunda-feira, 27, o deputado estadual Fagner Calegário participou da 1ª Conferência das Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), um evento voltado à defesa e valorização da advocacia e ao fortalecimento das garantias que asseguram o pleno exercício da profissão.

Advogado por formação e parlamentar em seu segundo mandato, Calegário destacou a importância das prerrogativas como instrumento essencial para o funcionamento da justiça e para a defesa dos direitos da sociedade.

“As prerrogativas não são privilégios, são garantias que asseguram o exercício da advocacia em sua plenitude. Defender o advogado é, sobretudo, defender a cidadania e o Estado Democrático de Direito”, afirmou o deputado.

O evento, promovido pela OAB/AC, reuniu advogados e autoridades, promovendo um evento qualificado sobre o fortalecimento institucional da advocacia acreana.

Ao longo de sua trajetória política, Fagner Calegário tem sido uma voz ativa na defesa dos direitos e valorização dos profissionais do Direito, apoiando pautas relacionadas à categoria e participando de discussões sobre o aprimoramento das políticas públicas voltadas à justiça e ao fortalecimento das instituições democráticas.

“Tenho orgulho de ser advogado e reafirmo meu compromisso de continuar atuando em defesa da classe, que é fundamental para a garantia de direitos e para o funcionamento da nossa sociedade”, ressaltou.

A presença do parlamentar na 1ª Conferência das Prerrogativas reforça sua atuação comprometida com a advocacia e seu reconhecimento do papel essencial dos advogados na construção de um Acre mais justo e com instituições cada vez mais fortalecidas.

Governo do Acre cria auxílio financeiro para crianças e adolescentes órfãos de feminicídio

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O governo do Acre publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira, 28, o Decreto nº 11.778/2025, responsável pela criação da Política Estadual de Proteção e Atenção Integral aos Órfãos e Órfãs de Feminicídio.

O decreto define as diretrizes e os critérios para a concessão do auxílio-financeiro destinado a crianças e adolescentes que perderam a mãe em decorrência de feminicídio. O benefício tem caráter complementar e busca garantir apoio material básico aos órfãos e dependentes legais das vítimas.

De acordo com o texto, o acesso ao auxílio deve ser solicitado pelo representante legal da criança ou adolescente, por meio de requerimento formal à Secretaria de Estado da Mulher (Semulher). Entre os requisitos para o recebimento, estão: ser menor de 18 anos, residir comprovadamente no Acre, ter ficado órfão em razão de feminicídio e comprovar situação de vulnerabilidade socioeconômica.

A política será executada de forma intersetorial e articulada, com ênfase na proteção integral e na promoção da dignidade das crianças e adolescentes. O decreto também autoriza a Semulher a firmar convênios e parcerias com outras secretarias, órgãos do Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselhos Tutelares e organizações da sociedade civil para garantir a efetividade das ações.

O decreto ainda prevê que o benefício não se aplica nos casos em que o órfão seja adotado, uma vez que a adoção altera a condição civil de filiação. A Semulher será responsável por editar normas complementares com orientações sobre os procedimentos, critérios e forma de pagamento do auxílio.

O decrero entra em vigor na data de sua publicação.

Mortes evitáveis de bebês voltam a crescer no Acre; foram 112 óbitos em 2025

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Estado registra alta de 4,7% nos óbitos infantis e fetais em relação ao ano anterior, segundo levantamento do Ministério da Saúde

O número de falecimentos de recém-nascidos e fetos por causas que poderiam ser prevenidas voltou a subir no Acre em 2025. Entre janeiro e agosto, foram contabilizadas 112 ocorrências no local onde os eventos aconteceram. Esse total representa um acréscimo de 4,7% em relação ao mesmo intervalo de 2024, quando foram registrados 107 episódios, conforme informações do Painel de Monitoramento da Mortalidade Infantil e Fetal, mantido pelo Ministério da Saúde (MS).

Rio Branco concentrou a maior parte dos registros, com 73 notificações neste ano. Apesar disso, houve queda de 21,5% em comparação com 2024, quando foram anotadas 93 perdas. Em contrapartida, outros municípios apresentaram crescimento. Feijó passou de quatro para sete ocorrências, enquanto Tarauacá manteve estabilidade, com três casos em 2025 e seis no ano anterior.

O estudo aponta que a maioria das mortes aconteceu nos primeiros dias de vida, o que reforça a importância da assistência à gestante e ao atendimento neonatal. Deficiências no acompanhamento pré-natal, na estrutura hospitalar e no suporte ao parto estão entre os principais fatores que contribuem para esse tipo de desfecho. A situação é mais delicada em cidades do interior, onde o acesso aos serviços médicos é mais limitado.

Panorama geral do Acre em 2025

Os municípios com maior quantidade de óbitos infantis e fetais foram Rio Branco (73), Cruzeiro do Sul (16), Feijó (7), Tarauacá (3), Manoel Urbano (2), Sena Madureira (2) e Porto Walter (2). Em seguida, aparecem Assis Brasil (1), Brasiléia (1), Xapuri (1), Jordão (1), Santa Rosa do Purus (1), Mâncio Lima (1) e Marechal Thaumaturgo (1). Já Rodrigues Alves, Plácido de Castro, Porto Acre, Senador Guiomard, Acrelândia, Epitaciolândia, Bujari e Capixaba não registraram nenhum óbito no período.

Embora os números recentes superem os do ano anterior, ainda estão abaixo dos totais registrados em 2023, quando o estado somou 124 mortes evitáveis no mesmo intervalo. A tendência, segundo técnicos da saúde, exige reforço nas políticas públicas voltadas à proteção materno-infantil, com foco na prevenção e na ampliação da cobertura de serviços essenciais.

O MS disponibiliza as estatísticas atualizadas em sua plataforma oficial, permitindo o acompanhamento mensal por município, faixa etária e tipo de causa. A ferramenta é utilizada por gestores e profissionais para orientar estratégias de enfrentamento e reduzir os índices de mortalidade infantil e fetal no país.

Moradores do Ramal do Gurgel denunciam precariedade e cobram Bocalom: ‘Ele diz que cuida da cidade, mas olha como estamos’

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Na manhã desta terça-feira (28), moradores do Ramal do Gurgel, localizado no bairro Amapá, no Segundo Distrito de Rio Branco, denunciaram a precariedade de trafegabilidade no local.

Em vídeos enviados para nossa equipe de reportagem, o local se mostra completamente tomado por buracos e, agora com a chegada do período de inverno, a lama causa transtornos aos moradores, principalmente aos alunos da escola Estadual Rural Ruy Azevedo.

“O prefeito Bocalom diz que cuida da nossa cidade, mas olha como está o Ramal do Gurgel. É impossível transportar alunos dessa forma, colocando em risco a vida deles. Os estudantes vivem em uma situação crítica aqui”, diz um motorista de ônibus escolar.

Segundo relatos de moradores, o problema já é de conhecimento do poder público municipal, vários ofícios e reivindicações já foram protocolados junto à Prefeitura de Rio Branco, mas até agora nenhuma providência foi tomada.

Além do Ramal do Gurgel, outros ramais ao entorno do Amapá encontram-se nas mesmas condições. Os buracos prejudicam os veículos, a poeira causa doenças respiratórias em idosos e crianças e a lama leva transtorno à comunidade, informou um dos moradores.

Enquanto nada é resolvido, os alunos sofrem com a poeira no verão, e a lama no inverno.

Vice-prefeito de Epitaciolândia sofre acidente após desviar de capivara na BR-317

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O vice-prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Mesquita, sofreu um acidente de trânsito no início da noite desta segunda-feira, 27 de outubro, na BR-317, quando retornava de uma agenda oficial na zona rural do município. O incidente ocorreu por volta das 18h00, em um trecho próximo à ponte que dá acesso à cidade, a aproximadamente quatro quilômetros do centro urbano.

De acordo com informações repassadas por sua irmã, Marinete Mesquita, que é secretária municipal de Planejamento e ex-vereadora de Brasiléia, Sérgio estava exercendo interinamente o cargo de prefeito enquanto o titular, Sérgio Lopes, cumpre compromissos administrativos em Brasília.

Ainda segundo o relato, o gestor conduzia uma caminhonete quando foi surpreendido por uma capivara que cruzou repentinamente a pista. No momento do ocorrido, chovia na região, o que deixou o asfalto escorregadio. Ao tentar desviar do animal, o vice-prefeito perdeu o controle da direção, e o veículo acabou saindo da pista e capotando várias vezes até parar em um barranco às margens da rodovia.

Apesar da gravidade do acidente, Sérgio Mesquita utilizava o cinto de segurança, o que evitou ferimentos mais sérios. Ele sofreu batidas leves na cabeça e no corpo, mas não apresentou fraturas. Após a capotagem, o vice-prefeito conseguiu sair do veículo cambaleando até próximo da estrada e ter conseguido acionar amigos e o resgate, sendo localizado após buscas no meio do mato.

Equipes de resgate e amigos rapidamente e realizaram os primeiros atendimentos. Em seguida, ele foi encaminhado ao Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, onde passou por exames clínicos e de imagem. Conforme boletim médico preliminar, Sérgio está lúcido, consciente e em estado estável, permanecendo em observação até a conclusão de todos os exames necessários.

Informações O Alto Acre

Socorro Neri destaca importância da BR-364 e diz que manter rodovia operante “não é luxo nem favor”

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A deputada federal Socorro Neri reforçou, nesta segunda-feira, 27, a necessidade urgente de investimentos constantes na BR-364, principal via de ligação do Acre com o restante do país. A parlamentar destacou que a manutenção da estrada é essencial não apenas para o desenvolvimento econômico, mas também para a garantia de direitos básicos, como acesso à saúde, educação e abastecimento.

“No meu estado, a cada ciclo das estações, as águas e a fumaça nos lembram que o clima já mudou. E diante desse cenário de longas distâncias e vulnerabilidades, a infraestrutura que nos mantém conectados torna-se decisiva. No Acre, isso tem nome e número: BR-364”, afirmou Neri.

A deputada ressaltou que o Acre ocupa uma posição estratégica no mapa do Brasil, por fazer fronteira com Peru e Bolívia e ser guardião de um patrimônio socioambiental único, o que o torna peça-chave para uma economia de baixo carbono. Contudo, segundo ela, esse potencial só poderá se concretizar se o estado contar com uma infraestrutura “à altura de sua importância”.

Socorro Neri classificou a BR-364 como a “artéria vital do Acre”, fundamental em um território de longas distâncias e baixa densidade demográfica, onde o transporte rodoviário é o principal meio de deslocamento.

“É por ela que o estado se conecta ao restante do país e que os municípios se interligam entre si. Pela BR-364 chegam insumos hospitalares, medicamentos, vacinas e merenda escolar. Circulam o transporte escolar, o de pacientes, o abastecimento de alimentos e combustíveis, a produção agrícola e extrativista, os insumos da construção civil e os equipamentos da defesa civil”, destacou a deputada.

A parlamentar lembrou que a rodovia é essencial para o escoamento das cadeias produtivas locais, como a pesca, a castanha e a agricultura familiar, sustentando milhares de pequenos empreendimentos.

“Quando a BR-364 funciona, o preço no balcão cai, a assistência chega, a aula acontece e o emprego gira. Quando falha, tudo encarece, faltam insumos, atrasam serviços e vidas ficam em risco”, disse a parlamentar.

Atualmente, segundo Neri, a BR-364 carece de recursos para manutenção rotineira e preventiva, capazes de garantir trafegabilidade durante todo o ano. Ela alertou que o traçado da rodovia é sensível às condições climáticas extremas, como chuvas intensas e estiagens prolongadas, o que resulta em buracos, erosões, atoleiros e interrupções.

Esses problemas, conforme a deputada, têm impacto direto na vida da população: interrompem o abastecimento, atrasam o transporte de pacientes, provocam perda de produtos perecíveis e elevam o custo de vida de famílias e produtores.

“Por isso insisto, manter a BR-364 operante não é luxo nem favor. É condição básica de integração regional, de execução das políticas públicas e de proteção social em todo o Acre”, concluiu.

Motociclista é arremessada após ser atingida por caminhonete em Rio Branco

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A motociclista Jéssica da Silva Anedino, de 34 anos, foi arremessada após ser atingida por uma caminhonete na Rua Nossa Senhora da Conceição, no Bairro 15, em Rio Branco, na noite do sábado (25).

Segundo a Polícia Militar (PM-AC), o motorista invadiu a pista contrária, provocando a colisão frontal. Jéssica teve fratura exposta na perna esquerda, fraturas no fêmur e na mandíbula, e ferimentos no abdômen.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e levou a motociclista, em estado grave, ao Pronto Socorro de Rio Branco. Não foram divulgadas atualizações do estado de saúde dela nesta segunda-feira (27).

O motorista da caminhonete permaneceu no local até a chegada do Batalhão de Trânsito e da Polícia Militar. (BPTran), e foi constatado que ele tinha sinais de embriaguez.

O homem se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi levado à Delegacia de Flagrantes (Defla). O local passou por perícia e as causas da colisão serão investigadas.

Informações G1