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Carlos Bolsonaro relata estado de saúde do pai e diz que “jamais o viu como está”

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Créditos: Divulgação / Silas Malafaia

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) publicou, na madrugada desta sexta-feira, 21, uma atualização nas redes sociais sobre o estado de saúde de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, Bolsonaro tem apresentado crises de soluço durante o sono e episódios frequentes de vômito.

“Estou com meu pai e jamais o vi como está. Está soluçando dormindo e fico com medo de refluxo nesse estado, o que pode de fato se tornar fatal caso bronco aspire o que vomitar. Se acordado, vomita constantemente; dormindo, fico com calafrios só de olhar”, escreveu o vereador.

O médico pessoal de Bolsonaro, Claudio Birolini, afirmou à CNN Brasil que as crises de soluço diminuíram com o uso de medicamentos e que algumas dosagens têm sido ajustadas conforme a evolução do quadro.

Horas depois, já na manhã desta sexta-feira, Carlos Bolsonaro voltou a se manifestar nas redes sociais. Ele afirmou que a noite foi “torturante” e sugeriu que a situação vivida pelo ex-presidente não seria acidental, mas “calculada”.

“Mais uma madrugada sem descanso, e cada hora assim corrói o psicológico e o físico de qualquer ser humano. Nada disso é acidental. Tudo é calculado, tudo tem um propósito: matar Jair Bolsonaro e ferir profundamente todos que lutam de algum jeito para amparar meu pai”, publicou.

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto e aguarda a conclusão do processo que investiga a suposta trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Após o julgamento, ele deverá iniciar o cumprimento da pena de 27 anos e três meses em regime fechado.

Coluna da Gina: a falta de noção de Bocalom, Emylson Farias como candidato e o protagonismo de Sula Ximenes

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Show no céu, buraco na terra

Para se dizer o mínimo, é inacreditável que o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, tenham tanta falta de noção ao decidir investir quase R$ 800 mil em um show de drones para o fim do ano em uma cidade onde falta quase tudo e sobram buracos.

A gestão que brilha só lá em cima

Enquanto drones vão desenhar corações luminosos no céu, moradores seguem fazendo ginástica com galões por falta de água nas torneiras da capital acreana.

Pirotecnia high-tech, Saúde low-cost

As denúncias são de que faltam remédios básicos nas unidades de saúde de Rio Branco. Gasta-se muito com pirotecnia e adota o baixo custo para manter as unidades de saúde.

O prefeito da “Era Espacial”, cidade da “Idade da Pedra”

Bocalom vive sua fase futurista, mas a cidade vive sua fase “carregue seu próprio balde”. Um contraste digno de ficção científica: no céu, espetáculo; na terra, sobrevivência. O pão e circo da era digital.

Emylson Farias e o Solidariedade

O Solidariedade fez convite oficial ao delegado Emylson Farias para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa. O partido acredita que o nome tem apelo, musculatura policial e narrativa pronta. Querem alguém que entre no jogo com a mesma coragem com que entra em operações.

Solidariedade tenta seu “homem da lei”

O movimento do partido não é aleatório. Emylson tem recall, perfil midiático e trânsito entre corporações e isso, em ano eleitoral, vale ouro. A dúvida é se ele topa trocar a experiencia das delegacias pelas articulações de corredor. Porque na Aleac, meu caro, o BO é outro.

Acerto

O Solidariedade acerta em cheio no convite ao delegado Emylson Farias. Não é um nome qualquer. É um profissional respeitado dentro da categoria e admirado por quem acompanha a segurança pública com seriedade.

Muito além do crachá

Emylson sempre teve, dentro da Polícia Civil, o que poucos conseguem: respeito genuíno. É visto como um delegado técnico, correto, com postura discreta e trajetória limpa, algo cada vez mais raro num ambiente onde egos, vaidades e interferências políticas costumam falar mais alto.

Reconhecimento da classe

Até onde se sabe, o nome de Emylson Farias soa bem entre delegados, agentes e escrivães. Não apenas pelo currículo, mas pela dignidade com que sempre conduziu os bastidores da corporação. Em tempos de carreiras turbulentas, Emylsson é lembrado como aquele que nunca se prestou ao jogo pequeno.

A dignidade diante da mesquinharia

A classe não esquece, e a política também não deveria, o tratamento que ele recebeu da atual direção-geral da Polícia Civil. A decisão de rebaixá-lo à condição de subordinado do delegado Bayma foi vista como uma retaliação silenciosa, mas explícita. Bayma, vale lembrar, foi investigado por Emylson à época dos desdobramentos ligados ao chamado “Esquadrão da Morte”.

Saiu maior

Esse movimento a qual Emylson Farias foi submetido, soou como tentativa de humilhação. Para ele, não. Saiu foi mais forte e hoje preside a Associação dos Delegados de Polícia Civil.

Sula Ximenes, uma mulher de ação

Sula Ximenes tem marcado um novo tempo no Deracre com entregas de obras, com disposição para as demandas e pelo fim da burocracia. O governador Gladson Camelí soube escolher bem.

Profissional de campo

Sula Ximenes não é figura de gabinete, ela é de campo, de decisão, de resposta rápida. Ela dispensa holofotes porque sabe que resultado fala sozinho.

Sula Ximenes e a Ponte da Sibéria

Será pelas mãos de uma mulher, Sula Ximenes, que os xapurienses verão a entrega de uma obra que representa um sonho para eles, a Ponte da Sibéria.

Demanda histórica

Essa era uma demanda histórica que parecia fadada a virar peça de folclore administrativo. Com Sula, virou obra. Sua liderança não é de fachada, é articulada, pragmática e capaz de mover estruturas que, por décadas, ficaram paradas.

O acerto da gestão Gladson

Em tempos de escolhas duvidosas, Sula Ximenes figura como um dos melhores acertos da gestão Gladson Camelí. Técnica, firme, leal e eficiente, ela entrega o que muitos apenas discursaram.

Eduardo Gomes

De Senador Guiomard desponta Eduardo Gomes, pré-candidato a deputado estadual. Filho da prefeita Rosana Gomes, sim, mas longe de ser apenas mais um nome lançado por parentesco. Eduardo vem ocupando seu espaço com postura própria, articulando bem e mostrando que sobrenome abre portas, mas não sustenta caminhada. Ele tem se sustentado sozinho.

Um novo quadro que nasce com base e com voz

Ao contrário de tantos herdeiros políticos que entram mudos e saem calados, Eduardo não é figurante. Chega com discurso, com ritmo e com um tipo de presença que sinaliza futuro.

Promissor

Ter padrinhos ajuda, mas não garante trajetória e, no caso dele, é visível que há construção própria. Em um cenário carente de renovação qualificada, o jovem surge como nome promissor e competitivo.

Bom dia a todos

 

 

 

Acre registra aumento de 16% nos casos de estupro, diz Fórum de Segurança Pública

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Violência sexual cresce na região amazônica e atinge principalmente crianças e adolescentes

Em 2024, o Acre contabilizou 860 registros de estupro, contra 736 no ano anterior, o que representa um aumento de 16%, segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O avanço coloca o estado dentro do cenário de crescimento da violência sexual na Amazônia Legal, que somou 13.312 ocorrências e apresentou taxa de 90,4 casos por 100 mil habitantes, índice 38% superior à média nacional.

Os números revelam que a maioria das vítimas é formada por menores de idade, já que 77% tinham até 14 anos na consumação do crime. Nesse contexto, outras unidades da região também registraram crescimento, como Roraima (13%), Amapá (14%) e Maranhão (14%). O Amazonas liderou a alta proporcional, com 41%, enquanto o Tocantins foi o único a apresentar queda, de 9%.

Para a pesquisadora Isabella Matosinhos, do FBSP, o aumento das violações sexuais na Amazônia está ligado a diferentes fatores. Ela destaca que áreas de fronteira tornam mulheres e crianças mais vulneráveis, sobretudo em locais onde há menor presença do Estado.

“As masculinidades que operam dentro das facções são, muitas vezes, orientadas por estruturas machistas. Isso se reflete diretamente nos índices de violência sexual. O crescimento das facções acompanha o aumento das taxas de estupro”, afirmou.

PSDB do Acre reúne pré-candidatos para discutir chapa de deputado federal em 2026

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A direção estadual do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), através do presidente Gledson Pereira e do deputado estadual Luiz Gonzaga, reuniu-se na quinta-feira (20), em Rio Branco, com lideranças do partido apontadas como pré-candidatos a deputado federal pela sigla em 2026.

Entre os nomes que participaram da reunião com a direção do PSDB no Acre estão o deputado estaudal Pedro Longo, o presidente da Fundação Elias Mansour, Minoru Kinpara, sua esposa, a professora Degmar Kinpara, e a ex-deputada federal Vanda Milani.

De acordo com o presidente do partido no Acre, Gledson Pereira, o encontro serviu para discutir estratégias e alinhar ideias visando as eleições de 2026.

“Tivemos uma reunião produtiva com a chapa de pré-candidatos a federal do PSDB, marcada por alinhamento, diálogo e união. Seguimos firmes, planejando cada passo com responsabilidade e construindo juntos um projeto forte para o Acre e para o Brasil. Reafirmamos a união da chapa com interesses em comum e comprometimentos entre os pré-candidatos”, disse.

Acre receberá mais de R$ 103 mil para ações de alimentação e nutrição na Atenção Primária à Saúde

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O Acre foi habilitado a receber R$ 103,5 mil do Ministério da Saúde para reforçar as ações de alimentação e nutrição na Atenção Primária à Saúde (APS) em 2025. O repasse faz parte da Portaria GM/MS nº 8.849/2025, publicada nesta sexta-feira, 21, no Diário Oficial da União (DOU), que destina R$ 73,9 milhões a estados e municípios de todo o país.

O recurso integra o incentivo federal voltado à promoção da equidade na organização dos cuidados nutricionais, baseado na Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN). A transferência será feita em parcela única diretamente ao Fundo Estadual e aos Fundos Municipais de Saúde.

No Acre, todos os 22 municípios foram contemplados, com valores que variam conforme porte populacional, vulnerabilidade social e indicadores de má nutrição. Rio Branco, por ser a capital e ter maior população, receberá o maior montante, no valor de R$ 25.462,26.

Entre os demais municípios, os repasses variam entre R$ 12,8 mil e R$ 14,1 mil. Jordão, Marechal Thaumaturgo, Santa Rosa do Purus e Porto Walter aparecem entre os contemplados com valores acima de R$ 13,7 mil, enquanto municípios como Acrelândia, Bujari e Porto Acre receberão R$ 12,8 mil.

O incentivo tem como objetivo fortalecer políticas públicas voltadas ao monitoramento nutricional, à prevenção da insegurança alimentar e ao acompanhamento do consumo alimentar da população. As ações serão monitoradas anualmente por meio de indicadores da Atenção Primária.

De acordo com o Ministério da Saúde, os estados e municípios deverão comprovar a aplicação dos recursos nos instrumentos de gestão previstos nas normas federais, garantindo transparência e eficiência na implementação das ações.

Veja abaixo a lista completa dos municípios habilitados que receberão os repasses:

⦁ ACRELÂNDIA – R$ 12.826,58
⦁ ASSIS BRASIL – R$ 14.138,79
⦁ BRASILEIA – R$ 13.451,66
⦁ BUJARI – R$ 12.826,58
⦁ CAPIXABA – R$ 12.826,58
⦁ CRUZEIRO DO SUL – R$ 13.428,03
⦁ EPITACIOLÂNDIA – R$ 12.826,58
⦁ FEIJÓ – R$ 14.138,79
⦁ JORDÃO – R$ 13.754,38
⦁ MÂNCIO LIMA – R$ 14.138,79
⦁ MANOEL URBANO – R$ 14.138,79
⦁ MARECHAL THAUMATURGO – R$ 13.754,38
⦁ PLÁCIDO DE CASTRO – R$ 13.451,66
⦁ PORTO WALTER – R$ 13.754,38
⦁ RIO BRANCO – R$ 25.462,26
⦁ RODRIGUES ALVES – R$ 14.138,79
⦁ SANTA ROSA DO PURUS – R$ 13.754,38
⦁ SENADOR GUIOMARD – R$ 13.451,66
⦁ SENA MADUREIRA – R$ 14.138,79
⦁ TARAUACÁ – R$ 14.138,79
⦁ XAPURI – R$ 13.451,66
⦁ PORTO ACRE – R$ 12.826,58

Ifac publica nesta sexta-feira edital do seletivo com 320 vagas para cursos de graduação

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Inscrições serão realizadas de 24 de novembro de 2025 a 23 de janeiro de 2026 e seleção será feita pelas notas do Enem entre 2010 e 2025

O Instituto Federal do Acre (Ifac) lança na próxima sexta-feira (21.11) o edital do Processo Seletivo 2026.1 para cursos de graduação, com inscrições disponíveis de 24 de novembro de 2025 a 23 de janeiro de 2026.

A seleção será realizada exclusivamente com base no desempenho dos candidatos em qualquer edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre os anos de 2010 e 2025, e oferta 360 vagas distribuídas em quatro campi.

A organização da seleção é de responsabilidade da Pró-Reitoria de Ensino (Proen), da Diretoria de Políticas de Graduação (Dipgr) e das equipes dos campi. Os cursos ofertados são públicos, gratuitos e totalmente presenciais, podendo exigir atividades no contraturno e, em alguns casos, aos sábados.

Oferta de cursos e vagas – No campus Rio Branco, serão ofertadas vagas para os cursos de Licenciatura em Matemática, Licenciatura em Ciências Biológicas, Bacharelado em Administração e Tecnologia em Sistemas para Internet, que somam 160 vagas.

Já o campus Baixada do Sol oferecerá 40 vagas no curso de Tecnologia em Gestão do Agronegócio. Em Sena Madureira, as 40 vagas do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. No campus Xapuri, outras 80 vagas serão disponibilizadas nos cursos de Licenciatura em Química e Tecnólogo em Agroindústria.

Como participar – Podem participar candidatos que já concluíram o ensino médio e que tenham feito ao menos uma edição do Enem dentro do período aceito pelo edital.

A classificação será feita de acordo com a nota escolhida pelo candidato no momento da inscrição. Todo o processo de inscrição deve ser concluído pela internet, no endereço selecoes.ifac.edu.br, a partir do dia 24.11.

Informações detalhadas sobre cada curso estão disponíveis no site institucional do Ifac, na área dedicada ao ensino, neste link: https://www.ifac.edu.br/o-ifac/ensino/cursos/tipos-de-cursos.

Seguro de Carreira: Antônia Lúcia propõe o maior pacote de proteção da história para profissionais da Educação

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A deputada federal Antônia Lúcia (Republicanos–AC) apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 5921/2025, que institui em todo o país o Seguro de Carreira da Educação, uma política de proteção obrigatória destinada a professores, gestores, técnicos e demais trabalhadores das redes públicas de ensino. A proposta também cria o Fundo de Seguro de Carreira da Educação (FSCE), que será gerido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

De acordo com o texto, o seguro será obrigatório para todos os profissionais em exercício, efetivos, contratados temporariamente ou cedidos e oferecerá cobertura em casos de morte;invalidez permanente total ou parcial;doenças ocupacionais;violência física ou psicológica no ambiente escolar; e ocorrências registradas durante estados de emergência ou calamidade pública.

A indenização prevista é considerada uma das mais robustas já propostas no setor educacional: 18 vezes o valor da remuneração mensal do profissional, em caso de morte ou invalidez permanente total. Para invalidez parcial, os valores serão definidos por tabela técnica. A indenização será independente de outros benefícios previdenciários.

Para custear o seguro, o PL cria o FSCE, um fundo com estrutura própria dentro do FNDE. Ele será financiado por dotações orçamentárias da União, transferências voluntárias de estados e municípios, doações públicas e privadas e rendimentos de aplicações financeiras.

O fundo deverá seguir rígidos critérios de legalidade, transparência e prestação de contas ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Violência crescente e adoecimento na Educação

Na justificativa, a deputada Antônia Lúcia destaca um cenário preocupante enfrentado pelos profissionais da educação no Brasil. Pesquisas citadas no projeto apontam que 71% dos professores relatam estresse, ansiedade, cansaço crônico e sintomas de burnout.

O texto também menciona episódios recentes de violência escolar. Um caso de grande repercussão ocorreu em agosto de 2025, em Valparaíso de Goiás, onde uma professora de 37 anos foi esfaqueada por uma aluna de 14 anos dentro da sala de aula.

A deputada lembra ainda tragédias marcantes, como a morte da pedagoga Heley de Abreu Batista, que salvou crianças durante o incêndio criminoso em Janaúba (MG), em 2017.

O PL alerta para uma projeção alarmante: até 2040, o Brasil poderá ter um déficit superior a 235 mil professores na educação básica, reflexo da desvalorização da carreira e do adoecimento crescente dos profissionais.

Antônia Lúcia defende que o seguro é uma medida urgente para proteger quem está diariamente exposto a riscos físicos, emocionais e psicológicos dentro do ambiente escolar.

Segundo ela, “garantir segurança e dignidade àqueles que ensinam é garantir o futuro da educação pública e o fortalecimento da democracia”.

O projeto aguarda designação de relatoria e análise nas comissões temáticas da Câmara. Se aprovado, o Executivo terá 90 dias para regulamentar a nova legislação.

TCE fiscaliza serviços, fornecimento de remédios e qualidade no atendimento nas UPAs de Rio Branco

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Três equipes de auditores de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizam, nesta sexta-feira (21), uma fiscalização simultânea nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Segundo Distrito, da Baixada e da Cidade do Povo, em Rio Branco.

A inspeção, coordenada pela 3ª Coordenadoria Especializada de Controle Externo (Coecex), tem como objetivo avaliar as condições estruturais das unidades, o funcionamento dos serviços, o fornecimento de medicamentos e a qualidade do atendimento prestado à população.

Com a ação, o Tribunal busca verificar a efetividade da aplicação dos recursos públicos na saúde, identificar eventuais fragilidades e contribuir para o aprimoramento das políticas públicas voltadas à assistência em urgência e emergência no município.

Ascom TCE/AC

17 expressões racistas, como “a coisa está preta” e “mercado negro”, são proibidas por nova portaria

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A Procuradoria-Geral Federal (PGF), órgão vinculado à Advocacia-Geral da União (AGU), publicou a Portaria Normativa PGR/AGU nº 88/2025, que proíbe o uso de expressões consideradas racistas em documentos, comunicações internas e pronunciamentos oficiais.

A medida que estabelece diretrizes internas para prevenir o uso de linguagem racista em documentos oficiais, comunicações administrativas e pronunciamentos realizados por procuradores federais no exercício de suas funções, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 21.

A portaria traz uma lista de 17 expressões que foram vetadas e consideradas impróprias por estarem historicamente associados ao preconceito racial e à desvalorização de grupos racializados. Entre elas estão “a coisa está preta”, “denegrir”, “dia de branco”, “mercado negro”, “humor negro”, “lista negra”, “ovelha negra”, “não sou tuas negas” e “samba do crioulo doido”.

Termos como “índio”, “mulato (a)”, “escravo”, “baianada”, “boçal” e “meia-tigela” também entram na lista de expressões a serem evitadas.

Em muitos casos, a PGF sugere substituições adequadas, como “pessoa escravizada” no lugar de “escravo”; “indígena” ou o nome da etnia, em substituição a “índio”; “lista proibida”, “lista restrita” ou “lista suja” para substituir “lista negra”; “mercado ilícito” ou “mercado sujo” no lugar de “mercado negro”; “humor ácido” ou “humor macabro” como alternativas a “humor negro”.

Segundo o texto, a lista reúne expressões consideradas ofensivas ou carregadas de racismo estrutural, mesmo quando utilizadas de forma não intencional. O conteúdo poderá ser revisado futuramente, especialmente após a publicação do protocolo de atuação da AGU com enfoque em gênero, raça, etnia e interseccionalidades.

Além da proibição de termos específicos, a portaria apresenta diretrizes para prevenir o uso de linguagem racista em todo o âmbito da PGF. Entre elas está a orientação para que procuradores e procuradoras revisem documentos oficiais, discursos e comunicações administrativas, evitando expressões que, perpetuem estereótipos raciais; associem características negativas a grupos racializados; desumanizem ou invisibilizem pessoas em razão de raça ou etnia; reforcem metáforas ou comparações que sustentem hierarquias raciais e reproduzam preconceitos estruturais, mesmo em vocabulário aparentemente neutro.

O texto também reforça princípios que devem orientar a comunicação institucional, como igualdade racial, letramento racial, clareza, precisão e prevenção de estereótipos.

A portaria PGF/AGU nº 88 busca padronizar parâmetros para identificar linguagem racista; promover uso de linguagem inclusiva e respeitosa; revisar modelos e formulários administrativos; fortalecer a cultura institucional de combate ao racismo e alinhar a comunicação pública aos direitos humanos e à diversidade racial brasileira.

Quando houver o uso de termos inadequados, a PGF adotará medidas educativas, como orientação individual para ajustar a linguagem; indicação de cursos de letramento racial e linguagem inclusiva e disponibilização de cartilhas e materiais formativos.

No entanto, a portaria reforça que essas orientações não afastam medidas legais caso o uso de expressões ou condutas configure crime de racismo, conforme a Lei nº 7.716/1989.

Bocalom diz que “Rio Branco nunca gerou tanto emprego em sua história como agora”

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O prefeito Tião Bocalom falou durante a abertura do Fórum de Construção Civil, realizado em Rio Branco nesta sexta-feira (21), que a capital acreana vive um dos períodos mais fortes de geração de emprego da sua história.

Bocalom afirmou ainda que as obras executadas em sua gestão são importantes para a geração de emprego e renda aos rio-branquenses. Segundo ele, o avanço do setor tem trazido benefícios diretos à população, tanto no aspecto urbano quanto na movimentação da economia.

“Rio Branco nunca produziu tantos empregos como nós estamos produzindo agora, ao ponto de a gente ter que importar mão de obra de todos os municípios aqui do entorno, exatamente porque aqui nós não temos mais a quantidade de mão de obra que a gente precisa para tantas obras”, disse o prefeito.

O prefeito de Rio Branco disse ainda que as obras executadas em sua gestão e o diálogo transparente com o Sindicato da Construção Civil têm deixado os empreiteiros confiantes.

“Eles estão se sentindo acolhidos na nossa gestão, porque na nossa gestão você faz a obra, você recebe, você não é enganado, você não é extorquido. Eu acho que essa é a grande diferença”, concluiu.