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Zezinho Barbary entra na mira da Polícia Federal; Dino determina investigação contra deputado do Acre

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Decisão de Flávio Dino aponta favorecimento familiar em Porto Walter; ex-governador e ex-senador Flaviano Melo também é citado

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal investigue o deputado federal Zezinho Barbary (PP-AC) por suspeita de mau uso de verbas públicas em emendas parlamentares. A medida foi tomada depois que organizações de fiscalização levaram ao tribunal informações que apontam possíveis desvios de dinheiro.

No Acre, o parlamentar é acusado de ter direcionado recursos para obras em Porto Walter que teriam beneficiado pessoas da própria família. Reportagem da Folha de S.Paulo revelou que máquinas adquiridas com emendas foram empregadas para abrir o chamado ramal Barbary sem autorização ambiental. A estrada avançou sobre a Terra Indígena Jaminawa do Igarapé Preto e passou por áreas ligadas aos parentes do deputado.

O ex-governador e ex-senador Flaviano Melo (MDB-AC) também foi mencionado nesse episódio. Segundo a reportagem, ele teria ligação com o mesmo ramal e com o uso de emendas que resultaram em desmatamento ilegal. Sua participação é apontada como parte de um esquema político mais amplo, que teria dado sustentação às obras irregulares no município. A citação ao nome de Melo reforça a suspeita de que não se tratava apenas de uma ação isolada de Barbary, mas de um conjunto de práticas envolvendo outros parlamentares no estado.

Na decisão, Dino ressaltou que os fatos apresentados indicam possíveis crimes e, por isso, determinou que a PF aja de imediato. Os documentos poderão ser anexados a apurações já em andamento ou dar início a novas investigações.

As acusações foram apresentadas pela Associação Contas Abertas, Transparência Brasil e Transparência Internacional, que participam do processo sobre a falta de transparência no uso das emendas parlamentares. Além do Acre, os relatórios apontam irregularidades em Arari (MA), envolvendo o deputado Pedro Lucas Fernandes (União-MA); em Zabelê (PB), com a ex-deputada Edna Henrique (Republicanos-PB); e em Tartarugalzinho (AP), onde há indícios de fraudes em licitações.

Com a decisão, a PF deve aprofundar as apurações e verificar se os fatos serão incluídos em processos já existentes ou se novos inquéritos precisarão ser abertos.

Nota enviada pelo deputado federal Zezinho Barbary

O Deputado Federal Zezinho Barbary esclarece que a única emenda de sua autoria relacionada ao ramal em Porto Walter foi destinada via Governo do Estado do Acre (Deracre), no valor de R$ 200 mil exclusivamente para a elaboração do Plano de Mitigação – etapa técnica obrigatória para cumprir todas as normas e exigências ambientais.

Esse estudo é indispensável para viabilizar, dentro da legalidade, a futura estrada que poderá retirar Porto Walter do isolamento, atendendo uma demanda histórica e de vital importância para a população do município.

O deputado reafirma que não existe qualquer outro recurso de emenda parlamentar de sua autoria destinado à construção ou regularização desse ramal em Porto Walter.

Carlos Bolsonaro diz que ex-presidente é “um símbolo” e afirma que “símbolos não podem ser destruídos”

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O vereador Carlos Bolsonaro (PL/RJ) afirmou, que o ex-presidente Jair Bolsonaro é “um símbolo” e que “símbolos não podem ser presos, assassinados e nem destruídos”, em publicação feita em suas redes sociais no último domingo, 23.

“Bolsonaro sobreviveu a uma facada, sobreviveu a ataques de todos os tipos e nunca cedeu, nunca desistiu, nunca se curvou. Mesmo agora, com a saúde fragilizada e o sistema inteiro tentando dobrá-lo, ele segue de pé e sairá desta situação de cabeça erguida, certo de que tem o povo e a verdade ao seu lado”, escreveu Carlos.

Carlos declarou ainda que “todos enxergam o que está por trás” e que, segundo ele, “todo o sistema age para tentar destruir Bolsonaro”. “Se ele não ameaçasse os interesses dos poderosos e os esquemas podres que governam este país, nada disso estaria acontecendo”, disse.

“Mas nenhum ataque vai funcionar. Acima de qualquer coisa, meu pai é hoje um símbolo. E símbolos não podem ser presos, não podem ser assassinados, não podem ser destruídos”, completou Carlos.

Ele concluiu dizendo que cada tentativa de humilhar o ex-presidente revelará a todo o país “a podridão de um sistema que só fica de pé apoiado na injustiça e na mentira”. “E, ao mesmo tempo, reforçará aquilo que já se tornou inevitável: a força de um símbolo que seguirá inspirando gerações de patriotas a lutar pela liberdade do povo brasileiro e pela grandeza do Brasil”, concluiu.

Jair Bolsonaro foi preso de forma preventiva na manhã do último sábado, 22, em Brasília, na reta final do processo da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Na madrugada, o ex-presidente havia tentado romper a sua tornozeleira eletrônica com ferro de solda, como ele mesmo admitiu a agentes penitenciários.

PRF prende homem com mandado por integrar organização criminosa, em Cruzeiro do Sul

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Durante patrulhamento na BR-364, em Cruzeiro do Sul, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, neste domingo (23), Cleonilson Pereira Barros, que tinha um mandado de prisão em aberto por promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa.

A abordagem ocorreu após os agentes pararem uma motocicleta com dois ocupantes. Na consulta aos sistemas, foi constatado o mandado contra Cleonilson. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul para os trâmites legais.

Fluxo na Ponte da Sibéria começa nesta segunda-feira com liberação progressiva

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Ponte vai ter fluxo liberado de forma gradativa, explica presidente do Deracre. Foto: Alefson Oliveira/Secom

A presidente do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre), Sula Ximenes, informou que a liberação do tráfego na Ponte da Sibéria, será feita de forma gradual ao longo de três semanas. Na primeira etapa, a passagem será permitida para veículos leves, seguida pelos médios e, por fim, pelos pesados.

Orçada em R$ 47,6 milhões, a obra foi viabilizada com R$ 30,9 milhões de recursos próprios do governo estadual e R$ 16,6 milhões provenientes de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar.

A estrutura é composta por uma ponte de concreto com 389 metros de extensão, além de obras complementares como pavimentação, rede de drenagem, sinalização e a implantação de uma interseção viária com rotatória. As melhorias, segundo o Deracre, vão ampliar a trafegabilidade e garantir mais conforto e segurança para a população da região.

“A partir de amanhã, após a desmontagem do evento, a ponte já começa a funcionar. Primeiro teremos a passagem de veículos leves, depois médios e, por fim, os pesados. Cada etapa terá duração de uma semana e, ao final, o trânsito será liberado normalmente”, afirmou.

Ela destacou que ambulâncias, veículos da Energisa e ônibus escolares terão prioridade no tráfego desde o início. Sula acrescentou que a balsa continuará funcionando até meados de dezembro, já que os veículos pesados só poderão atravessar a ponte após duas semanas.

“Esse controle é uma exigência técnica. Cabe a nós cumprir as normas estabelecidas pela empresa responsável”, disse a presidente, ao justificar a programação de liberação gradual.

Além da ponte, Sula Ximenes ressaltou que a obra também contemplou melhorias urbanísticas. “Nossos engenheiros e arquitetos identificaram um espaço embaixo da ponte que poderia ser aproveitado. Montamos um parquinho e uma praça com bancos, que agora estão sendo entregues à cidade”, explicou.

Ela afirmou que o Deracre trabalhou em constante diálogo com os moradores durante a execução da obra e que a inauguração representa qualidade de vida para a população. “É maravilhoso poder entregar essa ponte depois de tantos anos de espera. Isso é vida, é desenvolvimento para quem mora aqui”, concluiu.

Assessoria

Ônibus da Ricco quebra na AC-40 e causa congestionamento em pleno horário de pico em Rio Branco

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Mais um ônibus da Ricco Transportes apresentou problemas mecânicos e foi flagrado quebrado em via pública na manhã desta segunda-feira, 24, em Rio Branco. Desta vez, o veículo que faz a linha Santa Maria – Vila Acre ficou parado na rodovia AC-40, nas proximidades do Parque de Exposição Wildy Viana, prejudicando o trânsito no horário de maior fluxo.

Em um vídeo registrado por um motorista que passava pelo local, é possível ver o coletivo imobilizado no meio da rua, enquanto uma pessoa se arrisca embaixo do ônibus, aparentemente tentando identificar o defeito. O incidente provocou uma fila de veículos e lentidão no tráfego.

O caso se soma a uma série de ocorrências envolvendo ônibus da empresa que detém a integralidade do transporte público da capital, e que tem sido alvo de constantes reclamações de usuários devido a quebras frequentes, falta de condições estruturais e outros diversos transtornos.

Mãe do governador critica fala de Bittar e dispara: “Gladson não é puxa-saco de ninguém”

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Linda Cameli, mãe do governador Gladson Cameli, usou as redes sociais para criticar a fala do senador Márcio Bittar durante inauguração da Ponte da Sibéria, no último domingo (23), em Xapuri.

Durante sua fala na solenidade, Bittar afirmou que “não pode levar o PL para onde não é bem-vindo”, frase que gerou desconforto entre aliados do governo e foi interpretada como uma pressão pública para moldar a formação da aliança para 2026 visando a disputa do governo.

Diante da fala de Bittar, Linda afirmou que o senador esqueceu o que Gladson Cameli fez por ele na eleição passada e disse que o governador não é puxa-saco.

“Esqueceu o que o Gladson fez por ele na campanha para o Senado. Gladson sempre agradeceu ao Bolsonaro quando ele era presidente pela ajuda que deu ao Acre. Gladson não é puxa-saco de ninguém”, escreveu.

Caravana de Natal Coca-Cola chega a Rio Branco dia 6 de dezembro

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Rio Branco será a única cidade acreana a receber a Caravana de Natal Coca-Cola em 2025. A passagem está marcada para o dia 6 de dezembro e promete levar a magia do Natal às ruas da cidade, com caminhões temáticos, luzes, músicas e a presença do Papai e da Mamãe Noel.

O percurso inclui diversos pontos de referências, como CD Solar Coca-Cola – Rua Major Gesner, Super Kometa, Assaí Atacadista, Arasuper – Estrada Jarbas Passarinho, Sorveteria e Pizzaria Pinguim, Praça da Revolução – Centro, Atacale BR-364, Aramiz Atacado e Boneco de Neve.

A rota contará com acompanhamento ao vivo a partir das 17h30 e poderá sofrer alterações sem aviso prévio. A Caravana de Natal faz parte das ações da Coca-Cola FEMSA Brasil.

Coluna da Gina: Bittar endurece, Bocalom se exibe e governo marca posição por Mailza

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O recado não veio embrulhado, veio na marreta

A fala de Márcio Bittar em Xapuri dizendo que “não pode levar o PL para onde não é bem-vindo” caiu como pedra no sapato da base do governo. O senador escolheu o pior palco e o melhor holofote para dar um tranco público num aliado.

Inauguração da ponte

A declaração de Márcio Bittar aconteceu no domingo (23) durante a solenidade de inauguração da ponte da Sibéria.

Calixto devolveu com luva de couro áspero

Questionado sobre o “puxão de orelha” de Bittar, o secretário de Governo, Luiz Calixto, não perdeu a compostura, mas deixou o aviso cravado na parede: “O PL é muito bem-vindo. Mas tem que saber que nós temos uma candidata”.

No maior estilo constrangimento total

Enquanto o governo inaugurava a maior obra da história de Xapuri, Bittar resolveu inaugurar um constrangimento.

Indiretas

Soltou indiretas ao lado do prefeito Tião Bocalom, justamente o nome do PL para o governo. Se a intenção era marcar território, conseguiu no máximo marcar um gol contra.

Palácio não aceita imposição. Ponto!

A fala de Calixto foi o primeiro “chega pra lá” público. O recado do Palácio é simples: Mailza é candidata. Quem quiser entrar na sala, entra. Quem quiser derrubar a porta, vai ficar do lado de fora.

O jogo começou

Se alguém ainda tinha dúvida, Xapuri mostrou: o tabuleiro de 2026 não só está montado como já tem jogador querendo mover peça antes do apito inicial. Calma, Bittar!

Bocalom candidato em meio ao descaso

Enquanto o prefeito Tião Bocalom percorre o interior como se estivesse em turnê eleitoral, Rio Branco segue entregue à própria sorte. Mergulhada no caos.

A porta abre. A gestão fecha os olhos.

Uma mulher e uma criança despencaram de um ônibus sobre a Ponte Metálica porque a porta destinada a cadeirantes simplesmente abriu no meio da travessia. Um acidente previsível em uma cidade onde o transporte público virou peça de teatro do absurdo.

Anda mais que notícia ruim

Mas, para o prefeito, o problema não é a Ricco. É a agenda de pré-campanha que não pode parar. Enquanto isso ele anda mais do que notícia ruim pelo interior do Acre.

Rio Branco cai no caos

A cena é simbólica: gente caindo da porta de um ônibus em movimento, enquanto a gestão municipal cai na total incapacidade.

Prioridades invertidas, como sempre

Enquanto Rio Branco mergulha no caos, Bocalom prefere cair em uma pré-campanha ao governo devolvendo em ingratidão o apoio que recebeu de Mailza Assis.

“O retiro do verdadeiro homem”

O presidente da Câmara de Rio Branco, Joabe Lira, passou o fim de semana participando do retiro “Legendários Vale do Acre”, destinado a “despertar o verdadeiro homem dentro de você”. Tomara que os resultados desse despertar apareça na gestão da Câmara.

Resultado na Câmara

Afinal, a Câmara anda mesmo precisando de um presidente que administre com mais firmeza, serenidade e, principalmente, diplomacia.

Que aprenda

Quem sabe, depois de três dias de imersão espiritual, ele descubra que liderar não é apenas posar para fotos, mas ter pulso, equilíbrio e diplomacia.

Bom dia a todos

 

 

 

A prisão de Bolsonaro abala o país: o que está em jogo para a democracia brasileira

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A prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro desencadeou um dos momentos mais tensos e decisivos da história política recente. Condenado pelo Supremo Tribunal Federal a mais de 27 anos de reclusão por tentativa de golpe e organização criminosa, Bolsonaro passou da condição de figura central da direita brasileira ao núcleo de um terremoto institucional que coloca à prova a maturidade democrática do país.

Do ponto de vista jurídico — tanto criminal quanto constitucional — o caso reúne todos os elementos de um teste de estresse institucional. A Justiça afirma que existem provas robustas da participação do ex-presidente em um plano para subverter o Estado Democrático de Direito. A acusação aponta para uma engrenagem sofisticada que incluía militares, agentes públicos e um discurso narrativo voltado a enfraquecer o sistema eleitoral.

Os critérios que sustentam a prisão são claros dentro do ordenamento penal: risco de fuga, ameaça à ordem pública e a necessidade de garantir a aplicação da lei. Após sucessivos descumprimentos de medidas e sinais de articulações paralelas, o Judiciário avaliou que medidas mais brandas, como prisão domiciliar e monitoramento eletrônico, já não eram suficientes.

No campo constitucional, a discussão é mais sensível. A presunção de inocência — princípio fundamental — não impede a adoção de prisões cautelares desde que haja motivação, proporcionalidade e risco concreto. Para os ministros do STF, esses elementos estão presentes. Para críticos, porém, a decisão abre margem para interpretações políticas e tensiona o equilíbrio entre poderes.

A defesa, por sua vez, prepara uma ofensiva jurídica: deve questionar a legalidade das provas, levantar possíveis nulidades e denunciar aquilo que considera excesso ou motivação política. Especialistas afirmam que a batalha judicial será longa, técnica e certamente influenciará o clima político do país por meses — ou anos.

Independentemente de posições ideológicas, o caso Bolsonaro se tornou um divisor de águas. Para alguns, é a demonstração de que ninguém está acima da lei. Para outros, representa a escalada de um embate entre Judiciário e setores conservadores. Para a democracia brasileira, é um teste de resistência: ou emerge fortalecida, ou profundamente fraturada.

Uma coisa é certa: o país está diante de um capítulo histórico. E o Acre, como todos os estados, sentirá os reflexos políticos e sociais dessa decisão nas ruas, nas igrejas, nas redes sociais e nas urnas. O futuro imediato do Brasil está em debate — e o desfecho ainda está aberto.

Calixto reage à fala de Márcio Bittar e diz que PL é bem-vindo, mas ressalta: “Temos uma candidata”

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O secretário de Governo, Luiz Calixto, comentou nesta segunda-feira (24) a declaração feita pelo senador Márcio Bittar (PL-AC) durante a inauguração da Ponte da Sibéria, em Xapuri.

Na ocasião, Bittar afirmou que “não pode levar o PL para onde não é bem-vindo”, frase que gerou desconforto entre aliados do governo e foi interpretada como uma pressão pública para moldar a formação da aliança para 2026. Vale lembrar que, ao lado do senador, estava justamente o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, apontado como nome do PL para disputar o governo.

Procurado pela reportagem, Luiz Calixto respondeu de forma diplomática, mas firme.

Segundo ele, o PL é bem-vindo, porém há um ponto inegociável no diálogo político: “O PL é muito bem-vindo, mas tem que saber, no entanto, que nós temos uma candidata”, disse.

A fala de Calixto confirma o que já circula nos bastidores: o governo mantém a posição de que o projeto eleitoral de 2026 passa, obrigatoriamente, pela vice-governadora Mailza Assis, pré-candidata colocada pelo Palácio Rio Branco e costurada desde o início do ano.

Clima político tenso e Mailza segue cabeça de chapa

A resposta do secretário é lida como um freio na tentativa de Bittar de impor uma narrativa de que a entrada do PL na aliança dependeria de condições impostas por ele próprio. O senador, no evento em Xapuri, chegou a repetir sua fidelidade ao ex-presidente Jair Bolsonaro e disse que não pode levar o partido “para onde não é desejado”.

Aliados do governo consideraram a frase desnecessária e inoportuna, já que o palco era institucional e voltado à entrega da obra.

Com a manifestação de Calixto, o recado do governo Gladson Cameli fica evidente: não há renegociação sobre a cabeça de chapa e Mailza continua sendo o nome apoiado internamente.

A resposta enxuta, mas carregada de significado político, joga luz sobre o clima real das articulações nos bastidores: o governo aceita composições, mas não aceita imposições.