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A queda do Banco Master: como um esquema bilionário de carteiras falsas arrastou um banco e explodiu o maior rombo financeiro da década

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A derrocada do Banco Master, decretada pelo Banco Central após meses de investigações silenciosas, expôs um esquema que combinava engenharia financeira fraudulenta, ausência de lastro real em carteiras de crédito e uma controversa relação com o Banco de Brasília (BRB), instituição pública que chegou a repassar bilhões ao grupo. O caso, que já é tratado por investigadores como o maior rombo financeiro da década, abre uma crise de confiança no sistema bancário nacional e levanta suspeitas sobre falhas regulatórias, responsabilidades políticas e crimes sofisticados contra o sistema financeiro.

Um esquema que cresceu no subterrâneo do crédito

O epicentro da crise é um conjunto de carteiras supostamente lastreadas em operações de crédito que, segundo a Polícia Federal, simplesmente não existiam. Empresas de fachada, contratos fabricados e cedentes falsificados compunham um universo paralelo de ativos que inflavam artificialmente o balanço do Master e permitiam ao banco captar recursos no mercado como se fosse robusto.

Documentos apreendidos pela PF revelam que parte das carteiras fraudulentas foi estruturada com a participação da Tirreno Consultoria de Crédito, utilizada como engrenagem para criar, forjar e validar milhões em operações fictícias. O efeito era claro: ampliar artificialmente o patrimônio e justificar captações bilionárias.

A conexão explosiva com o BRB

O ponto mais sensível da investigação é a relação direta entre o Banco Master e o BRB. A compra, pelo banco público, de carteiras de crédito supostamente “premium”, na ordem de bilhões, tornou o BRB um dos pivôs do colapso. O problema: grande parte desses títulos simplesmente não tinha lastro real.

Fontes ligadas à investigação afirmam que executivos do BRB ignoraram sinais de alerta internos e externos, avançando em operações vultosas sem a devida validação documental. A operação teria ocorrido sob influência direta de decisões administrativas e, segundo investigadores, pode ter sido facilitada por um ambiente político que favoreceu rapidez e baixa transparência.

Caso se confirme a participação ativa ou negligente de executivos do banco estatal, o escândalo se desloca da esfera financeira para o terreno pantanoso da responsabilidade pública — abrindo espaço para CPIs, processos de improbidade e responsabilização criminal.

Prisões, bloqueios de bens e a corrida das autoridades

Com a deflagração da Operação Compliance Zero, a PF prendeu o controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e outros executivos ligados ao esquema. A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens, veículos de luxo, obras de arte e valores em espécie, para evitar a dilapidação do patrimônio que poderá ser usado para ressarcir credores futuramente.

O Banco Central, por sua vez, decretou liquidação extrajudicial alegando grave comprometimento patrimonial, indícios de fraude e risco ao sistema financeiro nacional. A decisão veio acompanhada de uma intervenção emergencial para neutralizar um possível efeito dominó entre bancos médios.

Corrida ao FGC e pânico entre investidores

A queda do Master provocou uma das maiores mobilizações ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) dos últimos anos. Pequenos investidores, atraídos por CDBs com taxas elevadas, foram surpreendidos pelo colapso e agora aguardam ressarcimento. Especialistas apontam que o impacto no FGC pode pressionar o fundo a rever suas políticas de cobertura e gestão de risco.

Investidores institucionais, por sua vez, enfrentam incerteza. Muitos dos papéis adquiridos têm baixo valor recuperável, o que deve provocar disputas judiciais prolongadas. Gestores consultados afirmam que o episódio vai reconfigurar a percepção de risco dos bancos médios, especialmente aqueles que oferecem remunerações muito acima da média de mercado.

Falhas regulatórias e o dilema do Banco Central

O caso também pressiona o Banco Central, que agora enfrenta questionamentos sobre a efetividade da supervisão prévia realizada no Master. Embora o BC tenha agido com firmeza ao decretar a liquidação, a pergunta permanece: como carteiras bilionárias de crédito sem lastro real circulavam com tamanha facilidade no sistema?

Reguladores ouvidos sob anonimato defendem que a crescente complexidade das operações financeiras e a proliferação de empresas intermediárias tornam a fiscalização mais difícil. Ainda assim, o episódio deve alimentar debates sobre a necessidade de um marco regulatório mais rígido para carteiras estruturadas, bancos médios e fintechs de crédito.

O impacto político e a sombra de uma CPI

No campo político, a crise deve gerar uma onda de consequências. A participação do BRB abre um flanco para o Legislativo do Distrito Federal e para a Justiça avaliarem se houve conivência, negligência administrativa ou possível direcionamento indevido de operações bilionárias.

Deputados distritais já articulam pedidos de investigação, e especialistas não descartam a instalação de uma CPI, dada a magnitude do caso e o envolvimento de uma instituição pública. Caso a apuração seja confirmada, o escândalo pode se tornar um símbolo da mistura explosiva entre má gestão financeira, interesses políticos e ausência de governança.

O rombo que muda o jogo

A queda do Banco Master deve mergulhar o sistema financeiro brasileiro em um novo ciclo de austeridade regulatória e prudência de mercado. O caso expôs vulnerabilidades estruturais, revelou brechas utilizadas por fraudadores e escancarou os riscos de uma cadeia de crédito paralela que circula entre bancos médios, consultorias e intermediários.

Enquanto a PF avança na reconstituição das carteiras adulteradas e o BC tenta conter danos, o país assiste à consolidação do maior escândalo bancário da década — um episódio que deve redefinir práticas internas, elevar a régua de supervisão e servir como alerta: quando a engenharia financeira abandona o lastro da realidade, a conta sempre chega. E, desta vez, ela veio bilionária.

MPAC recomenda medidas para atendimento de pessoas em situação de rua com transtornos mentais

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Sena Madureira, expediu recomendação ao Município de Sena Madureira e às Secretarias Municipal de Saúde e de Assistência Social para implementação de providências voltadas ao atendimento e acompanhamento de pessoas em situação de rua com transtornos mentais.

Entre as medidas recomendadas, estão o fortalecimento das ações de busca ativa e a criação de fluxos integrados entre as equipes de saúde mental e assistência social, assegurando acolhimento, encaminhamento e acompanhamento contínuo. O MPAC também aponta a necessidade de organização de práticas de atendimento territorial e de articulação permanente entre os serviços existentes, considerando a ausência de equipe de abordagem social no município.

A recomendação inclui, ainda, a elaboração de diagnóstico pormenorizado sobre a população em situação de rua em Sena Madureira, com identificação de locais de permanência, estrutura de acolhimento disponível e demais dados relevantes para o planejamento das políticas públicas. O documento prevê a apresentação de informações sobre os equipamentos já existentes e sobre as medidas que estejam sendo adotadas ou que venham a ser implementadas no âmbito da Política Nacional para a População em Situação de Rua.

Por fim, foram dirigidas orientações à Secretaria de Estado de Saúde do Acre, voltadas ao aprimoramento das ações das equipes de saúde mental que atuam no município, com foco no atendimento de casos graves e na integração com a Rede de Atenção Psicossocial. Os órgãos destinatários deverão informar ao MPAC, no prazo de 15 dias, as providências iniciais adotadas em relação às questões tratadas no documento, além de cumprir o prazo de 30 dias para implementação das medidas recomendadas.

Ascom MPAC

Imigrante, pugilista venezuelano que mora no AC é campeão em RO e fatura vaga no Brasileiro de Boxe

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Dibraun Ransay Acosta Arroyo, campeão da 1ª Copa de Boxe Olímpico de Rondônia — Foto: Arquivo pessoal/Roger Coelho

Ele retornou ao Acre para recomeçar a vida e, quem sabe, se tornar um nome de peso no boxe nacional. Imigrante venezuelano de 18 anos, Dibraun Ransay Acosta Arroyo conquistou a primeira vitória oficial em território brasileiro, nesse sábado (22), em Porto Velho (RO), e está garantido no Campeonato Brasileiro Norte e Nordeste de 2026.

Dibraun Ransay encarou Kayke César na 1ª Copa de Boxe Olímpico, no Ginásio Cláudio Coutinho, na capital rondoniense. O confronto seria na categoria 71 kg, mas o rival do venezuelano registrou 73 kg na pesagem oficial e ficou fora do peso da categoria. A luta foi mantida mesmo assim.

O confronto foi acirrado desde o início, mas acabou de forma precoce logo no primeiro round. Kayke César foi eliminado após acertar uma cabeçada na boca de Dibraun Ransay. Ele levou três pontos.

– Queria agradecer os caras que ajudaram. Fizemos o que podia. O cara deu duas cabeçadas, não sei se foi combinado, não sei se foi porque ele quis, mas tá tudo bem, graças a Deus – disse o venezuelano com a medalha de campeão no peito após a luta.

A 1ª Copa de Boxe Olímpico reuniu atletas, principalmente, de Porto Velho, em 55 combates. O evento foi promovido pela Federação de Boxe de Rondônia e apoio do Governo de Rondônia e de academias de artes marciais.

Dibraun Ransay deve retornar ao evento em abril de 2026 para disputa de cinturão, segundo o treinador Roger Coelho, que coleciona títulos na modalidade e também foi homenageado no evento.

Dibraun Ransay teve apoio da Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer (Seel) para o transporte até a capital rondoniense.

Globo Esporte

Homem é ferido com barra de ferro na cabeça durante briga com namorada em Rio Branco

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Um homem identificado como Francimar Fernandes da Rocha, 44 anos, foi internado no Pronto-Socorro (PS) de Rio Branco na noite de segunda-feira (24) após ser ferido a golpes de barra de ferro pela namorada, na Travessa Manaus, bairro Eldorado.

De acordo com informações da polícia, a vítima e sua companheira começaram a discutir durante bebedeira com amigos. A agressora se armou com uma barra de ferro e feriu Francimar na cabeça.

Populares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que foi ao local prestar os primeiros socorros. A vítima foi transportada consciente e com quadro clínico estável até o PS.

A agressora não foi localizada pela polícia. Até o momento nenhum boletim de ocorrência foi registrado.

Suspeitos de integrarem facção são presos com arsenal no Belo Jardim; grupo planejava ataque

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Jocicleudo Mateus Leal, conhecido como Bebezão; Antônio Carlos Silva de Souza, o Tonhão; Wemerson dos Santos Monteiro, chamado de Salsicha; Adriel Guimarães de Souza, o Anjo Gabriel; além de Ana Cristine Marinho Silva e Heloísa Macedo da Silva, foram presos por equipes da Força Tática do 2° Batalhão e da ROTAM durante uma operação que frustrou um ataque armado planejado por integrantes de facção no Belo Jardim II, em Rio Branco, na noite de domingo, 23.

A ação começou após um homem procurar os policiais afirmando ter visto suspeitos armados na Rua Socibene, em frente a uma residência associada ao “Bonde dos 13” e conhecida na região como “Casa do Vulgo Sabiá”. Ele relatou que o grupo estaria se organizando para atacar rivais no bairro Rosa Linda, em represália à morte de um membro da facção.

Com a denúncia, as equipes cercaram o imóvel e visualizaram indivíduos armados pelas frestas do portão. Os suspeitos tentaram fugir pelos fundos, mas retornaram ao perceber outra guarnição posicionada. Duas mulheres abriram o portão, permitindo a entrada dos militares, que realizaram o cerco interno. Os detidos se renderam e indicaram onde esconderam o armamento.

Dentro da residência, os policiais apreenderam duas escopetas calibre .28; duas pistolas 9 mm (uma G2C e uma TS9) devidamente municiadas; três carregadores extras; cartuchos calibre .28; munições calibre .40; um colete balístico; porções de cocaína e maconha; além de balança de precisão e materiais usados no preparo e embalagem de drogas.

A casa possuía câmeras instaladas para monitorar a chegada de viaturas. Os proprietários não estavam no local e, segundo os presos, teriam deixado o bairro após sofrerem ataques.

Os seis suspeitos afirmaram integrar o “Bonde dos 13” e disseram estar no imóvel para “segurar o bairro” diante da disputa com facção rival. Eles foram conduzidos à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde permaneceram à disposição da Justiça.

Funai, Ibama e PF deflagram operação na Terra Indígena Jaminawa, no Acre

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A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) participou, entre os dias 17 e 20 de novembro, de operação fiscalizatória para apurar ilícitos territoriais e ambientais na Terra Indígena (TI) Jaminawa do Igarapé Preto, no estado do Acre.

A ação foi realizada em cooperação com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) e constatou desmate irregular no território causado por moradores do entorno. Também foi constatada a alteração ilegal de marcos e placas sinalizadoras dos limites da TI.

Por meio da Coordenação Regional Juruá (CR-JUR), a Funai realizou ações de monitoramento ao longo do Igarapé São João — um dos limites naturais da TI — e identificou cerca de cinco acessos na mata utilizados por invasores para fins de caça predatória. As entradas tiveram suas coordenadas geográficas registradas para monitoramento e futuras ações de repressão às práticas criminosas cometidas na região, em parceria com outros órgãos competentes.

A Funai reinstalou, com a ajuda dos indígenas Jaminawa, placas sinalizadoras dos limites da TI nos pontos mais sensíveis em que foram identificadas entradas para a caça ilegal, bem como procedeu o desfazimento de pontes improvisadas que davam acesso não autorizado ao território Jaminawa.

A equipe da autarquia indigenista também conversou com a comunidade e lideranças do Projeto de Assentamento Pimentel, vizinho à TI. O diálogo teve como objetivo destacar a necessidade de respeito aos limites do território indígena e esclarecer sobre as possíveis sanções para quem invade a área com a finalidade de cometer ilícitos, como caça predatória e desmate ilegal.

Mailza defende o programa Bolsa Família: “essencial para garantir dignidade”

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Vice-governadora Mailza Assis/Foto: Matheus Aguiar/Folha do Acre

A vice-governadora do Acre e pré-candidata ao governo nas eleições de 2026, Mailza Assis, elogiou o programa Bolsa Família ao qual classificou como “essencial para garantir dignidade”.

Os elogios de Mailza Assis, que também exerce o cargo de secretária de Assistência Social do Estado, ao programa federal foram feitos através das redes sociais na quarta-feira (24).

Segundo ela, a política de redistribuição de renda, criada pelo presidente Lula (PT) em 2003, é “essencial para garantir dignidade, segurança alimentar e cuidados básicos para quem mais precisa”.

O estado do Acre conta atualmente com quase 122 mil famílias em situação de vulnerabilidade recebem o benefício, que, no estado, tem valor médio de R$ 731, segundo dados de novembro repassados pelo governo federal.

 

Acusado de matar fundador de facção criminosa em Rio Branco vai a júri popular

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O réu Bruno Augusto Andrade Pereira, acusado de matar Geremias Lima de Souza, apontado como um dos fundadores de uma facção que atua no Acre, vai a júri popular. A decisão foi tomada pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco, que também manteve a prisão preventiva do acusado.

Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado do Acre, Bruno é acusado de homicídio qualificado contra Geremias e de tentativa de homicídio contra Rodrigo de Oliveira Rodrigues e uma criança de 7 anos, no bairro Cidade do Povo.

O crime ocorreu em 9 de dezembro de 2024, por volta das 7h15, quando o réu, agindo com a vítima Geremias, realizou uma emboscada com uso de arma de fogo.

Durante a ação, Geremias Lima foi morto por disparos em frente à Delegacia da 2ª Regional da Polícia Civil, enquanto Rodrigo e a criança não foram atingidos. As investigações apontaram que Bruno pilotava a motocicleta usada na perseguição às vítimas.

Após o crime, o acusado fugiu para Goiás antes de ser preso em um hotel da cidade, ainda em dezembro de 2024.

A data do julgamento ainda não foi marcada.

Tanízio Sá se reúne com prefeito Toscano Veloso e reforça apoio a Manoel Urbano

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O deputado estadual Tanízio Sá (MDB) esteve em Manoel Urbano nesta segunda-feira (24), onde se reuniu com o prefeito Toscano Veloso (PP) e com o vice-prefeito Alberto Ferreira (MDB) para tratar de demandas prioritárias do município e alinhar ações para o encerramento do primeiro ano da atual gestão.

Segundo Tanízio, o encontro foi importante para tratar de problemas locais e acompanhar projetos que estão em andamento. O parlamentar destacou sua confiança no trabalho da administração municipal e nos recursos já destinados à cidade.

“Estive com o prefeito Toscano e com o vice Alberto conversando sobre as principais necessidades do município. Estamos trabalhando para resolver algumas questões e organizar o fechamento deste primeiro ano de gestão. Estou muito otimista com os recursos que já chegaram e agradeço pelas emendas destinadas a Manoel Urbano. Foi um prazer participar dessa agenda e contribuir com o município”, afirmou o deputado.

O prefeito Toscano Veloso destacou a importância da parceria com o parlamentar e o apoio recebido para áreas essenciais da administração.
“Temos contado com o deputado Tanízio em várias frentes, e isso faz diferença para a cidade. As emendas e o apoio dele ajudam a destravar projetos e a acelerar o que precisamos entregar para a população. É uma parceria que fortalece Manoel Urbano”, declarou o prefeito.

A gestão municipal também reforçou que novos investimentos devem ser anunciados nos próximos meses, ampliando as ações já em andamento no município.

Homem com deficiência auditiva é esfaqueado após crise de ciúmes em Rio Branco

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Vítima foi encaminhada ao PS/Foto: Ac24horas

Claudevan Benedito dos Santos, 35 anos, foi ferido com um golpe de faca após a casa onde estava com a família ser invadida por um homem identificado como Cláudio, ex-marido de sua esposa, na noite desta segunda-feira, 24, na rodovia AC-40, bairro Santa Maria, em Rio Branco.

De acordo com familiares, Claudevan estava acompanhado da esposa, da cunhada e dos filhos quando Cláudio, que conviveu nove anos com a mulher e possui medida protetiva, entrou no imóvel de forma abrupta. Ele havia chegado recentemente da Bahia para Rio Branco. Ao invadir o local, rendeu todos os presentes e atingiu Claudevan com uma facada no peito esquerdo.

A Polícia Militar chegou à residência no momento em que o agressor se preparava para continuar o ataque. Os militares realizaram a intervenção e prenderam Cláudio em flagrante.

Ferido, Claudevan foi levado pelos familiares à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito. Pela gravidade da lesão, o SAMU foi acionado e a equipe de suporte avançado realizou a transferência para o Pronto-Socorro de Rio Branco. Ele deu entrada com estado de saúde considerado estável.

Após a prisão, Cláudio foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde passou pelos procedimentos legais.