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TCU aponta 152 obras paralisadas no Acre durante governo Lula

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Os dados mais recentes do Tribunal de Contas da União indicam que o Acre convive com um volume significativo de obras federais sem andamento. Até abril de 2025, o painel de monitoramento registra 152 projetos paralisados no estado, somando aproximadamente R$ 1,2 bilhão em investimentos que não avançam e, por consequência, deixam de atender demandas essenciais da população. A consulta foi realizada nesta quarta-feira e não inclui justificativas para as interrupções.

O levantamento mostra que as áreas de saúde e educação concentram a maior parte das obras paradas. O Ministério da Saúde aparece com 50 projetos sem conclusão, entre unidades de atendimento básico, estruturas intermediárias e equipamentos voltados à ampliação do atendimento. A interrupção dessas frentes mantém represada a expansão de serviços que poderiam desafogar o sistema hospitalar e melhorar o acesso ao cuidado básico.

Logo em seguida surge o Ministério da Educação, com 32 obras interrompidas. Estão incluídas escolas, creches e demais equipamentos de suporte à rede pública de ensino, fundamentais para regiões com déficit de vagas e infraestrutura ainda limitada.

Outros setores também apresentam índices elevados de paralisação. O Ministério das Cidades reúne 31 obras suspensas, impactando projetos de habitação e urbanização. O DNIT contabiliza 12 interrupções em frentes relacionadas à malha viária e logística estadual, com efeitos diretos sobre deslocamentos, transporte de insumos e atendimento a municípios mais isolados.

Órgãos com menor volume de obras paradas também aparecem na listagem: o Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional, com 11; o Ministério do Esporte, com 9; a Funasa, com 3; o Ministério da Agricultura e Pecuária, com 2; e o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos e o Ministério do Turismo, com 1 projeto cada.

Embora o painel apresente os números consolidados, permanece sem detalhamento das causas que levaram cada contrato à suspensão. As lacunas dificultam a identificação de entraves administrativos, questões jurídicas, falhas de execução ou falta de repasse de recursos, fatores que costumam compor o quadro de interrupção de obras públicas no país.

Informações O Acre Agora

No Amazonas, 62% da exploração madeireira é feita ilegalmente

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© Reuters/Ueslei Marcelino

Dos 68 mil hectares em que há exploração madeireira no Amazonas, 42 mil não tinham autorização dos órgãos ambientais para a atividade, de acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) pelo instituto de pesquisa Imazon. Isso significa que 62% da área com retirada de madeira no estado é ilegal.

Realizada anualmente pela Rede Simex, composta por três organizações ambientais – ICV, Imaflora e Imazon -, a pesquisa mapeou a extração madeireira no estado por meio de imagens de satélite e cruzou com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos ambientais, abrangendo o período de agosto de 2023 a julho de 2024.

Em relação ao levantamento passado (agosto/2022- julho/2023), quando 38 mil hectares tiveram exploração de madeira sem autorização, houve um aumento de 9% na área com retirada ilegal.

Pesquisadora do Programa de Monitoramento da Amazônia do Imazon, Camila Damasceno avalia que a alta é extremamente preocupante já que a exploração ilegal de madeira acaba financiando outros crimes ambientais, como as queimadas e o desmatamento.

“Além disso, também prejudica o mercado legalizado de madeira, que faz a remoção das árvores por meio do manejo florestal sustentável e gera empregos e impostos para o Amazonas”, acrescentou.

Em relação à exploração de madeira autorizada, o Amazonas passou de 11,3 mil hectares entre agosto de 2022 e julho de 2023 para 26,1 mil hectares entre agosto de 2023 e julho de 2024, o que representa uma alta de 131%.

Boca do Acre

Apenas dois municípios do sul do estado – Boca do Acre e Lábrea – concentram 75% de toda a exploração de madeira ilegal do Amazonas. Líder do ranking, Boca do Acre teve 20,5 mil hectares de exploração irregular, enquanto Lábrea teve 10,9 mil hectares com retirada de madeira ilegal.

“Esses municípios ficam dentro da região de expansão agropecuária chamada de Amacro, na divisa do Amazonas com o Acre e com Rondônia. Por isso, alertamos que a extração de madeira nesses territórios pode indicar o desmatamento futuro para a grilagem ou para a produção de grãos e de gado, o que reforça a necessidade de ampliar a fiscalização nesses municípios e barrar a entrada de produtos ilegais no mercado”, alertou Camila.

Terras protegidas

A exploração ilegal de madeira, afirmou a pesquisadora, invade áreas protegidas do estado, como terras indígenas e unidades de conservação, o que é uma preocupação não apenas em relação à degradação ambiental, mas à sobrevivências das comunidades que ocupam esses locais.

“A entrada de invasores para retirada de madeira desses territórios ameaça os povos e comunidades tradicionais, que dependem da floresta em pé para manter seu modo de vida”, explicou Camila.

O levantamento apontou que 13% da retirada de madeira irregular (5,6 mil hectares) ocorreu em áreas protegidas, sendo 9% em terras indígenas (3,9 mil hectares) e 4% em unidades de conservação (1,6 mil hectares). Houve queda de 19% na exploração ilegal em áreas protegidas em relação ao estudo anterior, quando foram mapeados 6,9 mil hectares, dos quais 6,4 mil em terras indígenas.

Apesar da redução, a retirada irregular atingiu uma área superior a 5 mil campos de futebol dentro das áreas protegidas. O Imazon ressalta que, além das emissões de carbono resultantes da degradação, há perda de biodiversidade e conflitos sociais com a extração ilegal de madeira.

Os imóveis rurais presentes em bancos de dados públicos, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Sistema de Gestão Fundiária (Sigef) e o Programa Terra Legal, foram responsáveis por 32,5 mil hectares da área com exploração irregular de madeira, o que representa 77% do total. Segundo avaliação do Imazon, esse resultado mostra que os órgãos públicos têm dados para fiscalizar e punir a atividade ilegal nessas áreas.

Outra categoria que chamou a atenção dos pesquisadores em relação à retirada ilegal de madeira no Amazonas é a de florestas públicas não destinadas (FPNDs), com 3,3 mil hectares (8%). As FPNDs são áreas de floresta de domínio público (União, estados ou municípios) que ainda não tiveram seu uso oficialmente definido, seja como unidade de conservação ou terra indígena.

“Por isso, destinar essas terras a povos e comunidades tradicionais ou à conservação é uma ação urgente de proteção do patrimônio público e ambiental dos amazonenses e dos brasileiros”, concluiu o instituto.

Agência Brasil

Seca moderada atinge lavouras de milho e feijão em quatro cidades do Acre

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Senador Guiomard, Bujari, Rio Branco e Porto Acre aparecem em condição de alerta durante o período, mas sem risco à safra

O boletim RiSAF (Risco da Seca na Agricultura Familiar), divulgado pelo Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), identificou Senador Guiomard, Bujari, Rio Branco e Porto Acre em condição de seca moderada. O relatório avalia os efeitos da estiagem sobre a agricultura familiar no mês de novembro, com foco nas plantações de milho e feijão sem irrigação, cultivos presentes em menor escala, mas relevantes para o consumo das famílias e para a economia regional.

Dados recentes do IBGE reforçam a importância dessas culturas. Em abril de 2025, o Acre projetou uma colheita de 195,9 mil toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. O milho foi apontado como uma das lavouras em expansão, especialmente nas regiões do Baixo e Alto Acre. O feijão, embora em menor proporção, registrou crescimento de 11,5% em setembro, liderando a variação mensal entre os produtos agrícolas.

Apesar da irregularidade das chuvas, a safra dos quatro municípios não correm risco, o que significa que o calendário agrícola segue preservado. Enquanto estados como Minas Gerais, Goiás e Tocantins enfrentaram impactos mais fortes da estiagem, o quadro é considerado menos crítico por aqui. Ainda assim, o Cemaden recomenda atenção contínua, já que a evolução das precipitações nas próximas semanas será determinante para garantir estabilidade na produção e evitar atrasos na semeadura.

PRF apreende 92 kg de cocaína escondidos em fundo falso de veículo no Acre

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde desta quinta-feira (04), aproximadamente 92,8 kg de substância análoga a cloridrato de cocaína durante fiscalização na BR-317, no interior do Acre. O entorpecente estava distribuído em dezenas de pacotes ocultos em compartimentos especialmente preparados no assoalho de um veículo de passeio.

A ação ocorreu após abordagem a dois automóveis que transitavam em conjunto no sentido fronteira–Rio Branco. Durante a entrevista, os ocupantes apresentaram informações contraditórias, o que motivou a equipe a aprofundar a fiscalização. Os veículos foram conduzidos à sede da PRF em Rio Branco, onde, após busca minuciosa, o ilícito foi localizado.

Diante da situação, três indivíduos foram presos em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e encaminhados à Polícia Federal, juntamente com o material apreendido, para adoção das medidas legais cabíveis. Toda a ação foi realizada com a integridade física e psicológica dos envolvidos preservada.

A PRF segue atuando de forma integrada e permanente no combate ao crime organizado e no enfrentamento ao tráfico de drogas nas rodovias federais do Acre.

Ascom PRF

Feirão do Emprego reúne mais de mil vagas e grande público no Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco

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O Feirão do Emprego e da Empregabilidade movimentou o Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco, nesta sexta-feira, 5, reunindo uma multidão em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. Com mais de mil vagas ofertadas, além de serviços essenciais e atendimentos diversos, o evento segue até este sábado, 6.

O governador Gladson Camelí ressaltou a importância da ação para atender a demanda crescente por mão de obra no estado. “Estamos criando oportunidades para quem precisa trabalhar. Inclusive a iniciativa privada tem relatado dificuldade para contratar”, afirmou. Segundo ele, o período de fim de ano aumenta a procura por profissionais, o que torna o Feirão ainda mais estratégico.

A vice-governadora e secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Mailza Assis, visitou o espaço e destacou a união entre governo, empresas e instituições de ensino para fortalecer a empregabilidade. “O emprego dá dignidade. Ninguém faz nada sozinho”, disse Mailza, enfatizando que o objetivo é garantir renda e novas perspectivas para as famílias acreanas.

Além das vagas ofertadas por empresas do estado, o público tem acesso a cursos, elaboração de currículos, orientações profissionais, apoio para documentação e outros serviços. A presidente da Acisa, Patrícia Dossa, destacou que várias oportunidades não exigem experiência prévia. “Às vezes a pessoa pensa que é só temporário, mas pode virar efetivo. Este mês pode ser a porta de entrada”, afirmou.

O Feirão também oferece emissão e regularização de documentos, orientações para MEI, consultas ao SPC/Serasa, criação de conta Gov.br, cadastro de artesãos, apoio ao Bolsa Família e serviços do Sine. Os atendimentos ocorrem das 8h às 17h nesta sexta-feira e das 8h às 13h neste sábado, no Museu dos Povos Acreanos.

Câmara amplia políticas em 9 áreas com aprovação da maioria das emendas vinculadas ao PPA

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Dos 50 projetos apresentados, 42 foram aprovados; três rejeitados e outros três retirados da pauta

A Câmara Municipal de Rio Branco aprovou 42 das 50 emendas apresentadas ao Plano Plurianual (PPA) 2026–2029. O resultado da sessão, realizada na última quinta-feira (4/12), evidencia a diversidade de propostas que vão da educação inclusiva à mobilidade urbana, passando por saúde, meio ambiente e políticas de gênero. Ao mesmo tempo, três iniciativas foram rejeitadas em plenário e outras três retiradas pelos próprios autores antes da votação.

No total, oito vereadores apresentaram contribuições, além da Comissão de Orçamento, Finanças e Tributação (COFT). João Paulo Silva (Podemos) foi o recordista, com 15 sugestões. Bruno Moraes (PP) protocolou 11, Felipe Tchê (PP) encaminhou 8, André Kamai (PT) 5, Zé Lopes (Republicanos) 4, Samir Bestene (PP) 2 e Leôncio Castro (PSDB) 1. A COFT apresentou 4 de caráter técnico.

Propostas validadas

Na área da educação, foram aprovadas as salas de recursos multifuncionais para ampliar o atendimento especializado, o protocolo de atenção à saúde de estudantes com TEA e o programa Escola Aberta, que prevê uso das unidades em tempo integral e fins de semana. O eixo de meio ambiente e sustentabilidade também foi fortalecido, com o plano de prevenção e combate às enchentes, o SOS Parques voltado à recuperação de áreas de lazer e o credenciamento de clínicas veterinárias para castração e assistência a animais.

No campo da mobilidade urbana, receberam aval o vale-transporte alternativo, a alteração de metas físicas do programa Cidade em Movimento e a ampliação da capacidade de transporte coletivo prevista no PPA. Na saúde, três medidas se destacaram: a implantação da Farmácia Digital Municipal para organizar estoques e retiradas de medicamentos, a expansão das equipes de Saúde da Família e o programa de prevenção ao câncer de colo de útero e mama.

Além disso, as políticas de gênero e inclusão foram ampliadas com o enfrentamento à violência contra a mulher, a promoção da saúde integral e a participação política e liderança feminina. A área de cultura, esportes e lazer foi contemplada com iniciativas como o incentivo às práticas equestres, a modernização de equipamentos e a expansão de atividades artísticas nas comunidades.

No eixo de desenvolvimento econômico e produção rural, foram aprovados o Fundo Municipal Agropecuário (Fumagro), o laboratório móvel de análise de solo e a ampliação das metas do programa de turismo inteligente e sustentável. Na assistência social e cidadania, receberam aprovação o programa “Rio Branco com oportunidades – Jovens em Ação”, o Espaço Sênior voltado à saúde mental de aposentados e os serviços itinerantes em comunidades rurais e ribeirinhas.

Já em gestão pública e segurança, as emendas não criaram novos programas, mas ajustaram pontos da lei para dar mais clareza às regras de execução do PPA. Entre elas, estão a redefinição do artigo que estabelece os objetivos gerais, a retirada de um trecho que poderia gerar dúvidas sobre a obrigatoriedade de execução das ações e a atualização das condições para futuras alterações no plano.

O balanço da votação revela não apenas a pluralidade de agendas, mas também os embates políticos. Enquanto a maioria das propostas foi acolhida, iniciativas ligadas à saúde da mulher e à dependência química foram rejeitadas, expondo divergências entre oposição e base governista. Com o resultado, o PPA incorporou medidas que vão orientar o planejamento estratégico da cidade nos próximos quatro anos, traduzindo em programas e metas a disputa de visões sobre o futuro de Rio Branco.

Alan Rick anuncia 240 vagas gratuitas para escolinha do Léo Moura em Feijó e celebra ordens de serviço para obras no Parque Buritizal

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O senador Alan Rick (Republicanos-AC) anunciou nesta quinta-feira (4) a abertura de 240 vagas gratuitas para a escolinha de futebol do ex-lateral do Flamengo Léo Moura em Feijó, durante jogo solidário “Amigos do Railson X Amigos do Alan” realizado no ginásio poliesportivo da cidade. As inscrições já estão abertas para crianças e adolescentes de 5 a 15 anos e devem ser feitas presencialmente na Secretaria Municipal de Esportes, das 7h às 11h para estudantes do turno da tarde e das 13h às 17h para estudantes do turno da manhã.

Alan Rick destacou que inicialmente seriam 140 vagas, mas a procura foi tão grande que foi necessário ampliar. “Muitas crianças ficariam na lista de espera e nós não poderíamos deixar isso acontecer. Conversamos com o Léo Moura e abrimos mais 100 vagas. Aqui em Feijó, ninguém vai ficar de fora. Também estamos garantindo obras que vão transformar o Parque Buritizal e fortalecer ainda mais o esporte no município”, disse.

Ao lado do prefeito Railson Ferreira, o senador também celebrou a assinatura de novas ordens de serviço para o início das obras no Parque. O investimento de R$ 2 milhões permitirá a revitalização das quadras de esporte, a reforma e cobertura da quadra de grama sintética, a construção de quiosques e a implantação de espaços para apresentações de capoeira. O parque já havia recebido melhorias na pista de caminhada, iluminação e construção de quiosques, com R$ 1 milhão destinado anteriormente pelo parlamentar. Outros R$ 1 milhão já estão assegurados para a continuidade das obras, além de R$ 500 mil confirmados por Alan Rick para a reforma do estádio municipal, atendendo a pedido do secretário de Esportes, Ilcirvânio Silva, o Xerito.

A agenda contou também com a presença do deputado federal Roberto Duarte, presidente do Republicanos no Acre, que acompanhou as assinaturas e destacou a parceria com o município.

O prefeito Railson Ferreira ressaltou a importância dos investimentos. “Com uma prefeitura pobre como a nossa, esse valor é fundamental para implementar políticas públicas e melhorar os serviços. No esporte e na área de tecnologia, esses recursos fazem toda a diferença. Só temos a agradecer ao senador pelo compromisso com o nosso povo”, afirmou.

O secretário de Esportes, Xerito, também agradeceu pelo apoio. “Não é fácil fazer esporte com poucos recursos, mas agora Feijó vive um momento histórico. O senador Alan Rick tem sido um parceiro verdadeiro do esporte e do nosso povo”, declarou.

O ex-lateral do Flamengo Léo Moura destacou o impacto social do projeto no Acre. “Esse apoio do senador Alan Rick é essencial para expandir as escolinhas e oferecer oportunidade às crianças. Além de revelar talentos, nosso objetivo é formar cidadãos. Feijó está dando um passo importante”, afirmou.

Com os novos investimentos, Feijó avança na ampliação da infraestrutura esportiva e no acesso a projetos de formação e inclusão social para crianças e adolescentes.

Antônia Lúcia anuncia liberação de quase R$ 300 mil para aquisição de equipamentos de saúde em Manoel Urbano

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A deputada federal Antônia Lúcia (Republicanos) anunciou, por meio das redes sociais nesta sexta-feira, 5, a liberação de R$ 299.578,00 destinados ao município de Manoel Urbano, no interior do Acre. O recurso, segundo a parlamentar, já está disponível na conta da prefeitura e será utilizado para a aquisição de equipamentos voltados à área da saúde, fortalecendo a rede de atendimento local.

Antônia Lúcia destacou que o investimento representa um avanço importante para melhorar a qualidade dos serviços prestados à população. “Esse recurso vai ajudar a melhorar o atendimento e garantir mais qualidade de vida para cada família”, afirmou.

A deputada também reforçou seu compromisso com o município e disse que continuará atuando em Brasília para garantir mais investimentos para o Acre. “Sigo firme, trabalhando com seriedade e compromisso por vocês. Pelo nosso povo!”, declarou.

Ela ainda mencionou a parceria com o prefeito Toscano e o vice-prefeito Careca, ressaltando que a união de esforços é fundamental para o desenvolvimento do município. “Vamos juntos, continuar avançando e construindo um município mais forte, com mais oportunidades e dignidade para todos.”

Antônia Lúcia finalizou enfatizando que sua atuação é pautada por “união, responsabilidade e trabalho de verdade”.

Norte-americano é assaltado e brutalmente agredido por 4 homens armados em Rio Branco

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Um homem identificado como Joseph Thomas Fratantoni, de 43 anos, de nacionalidade norte-americana, foi assaltado e agredido em Rio Branco na noite de quarta-feira (3), no bairro Cidade Nova, no Segundo Distrito de Rio Branco.

Segundo informações da polícia, o homem havia acabado de chegar ao Brasil no mesmo dia, entrando pela fronteira do Acre.

Ainda segundo informações, Joseph foi surpreendido por quatro homens que levaram cerca de R$ 1 mil, além de seu celular e passaporte. Após o roubo, os criminosos passaram a espancá-lo com pedras, chutes e ripas, causando cortes profundos na cabeça e fortes dores na região das costas e costelas. Em seguida, fugiram.

Exageros nas festas: como o corpo reage ao excesso de comida e álcool, alerta nutricionista

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The time to start eating the dinner

Docente da Afya Cruzeiro do Sul explica os impactos imediatos da sobrecarga alimentar e alcoólica e orienta sobre recuperação segura, após episódios comuns no fim de ano

Excessos à mesa são quase uma tradição nas festas de fim de ano, mas o impacto dessa combinação de comida pesada e álcool em curto espaço de tempo pode ser maior do que as pessoas imaginam. A nutricionista e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Débora Elis, explica que o organismo entra em um verdadeiro estado de esforço quando recebe um volume muito grande de alimentos ricos em gordura, açúcar e sal, somado ao álcool, que exige prioridade absoluta do fígado.

Segundo ela, o estômago precisa se dilatar além do habitual para comportar a refeição, o que desacelera a digestão e favorece refluxo, azia e sensação de peso. “Quando exageramos, o corpo tenta dar conta de várias demandas ao mesmo tempo. O estômago trabalha mais, o pâncreas aumenta a liberação de insulina e o fígado desvia energia de outras funções para metabolizar álcool e gordura”, afirma Elis.

Sintomas que indicam sobrecarga

Entre os sinais físicos mais comuns estão estufamento, dor abdominal, cansaço acentuado, dor de cabeça, aumento da sede, inchaço e alterações intestinais nas horas seguintes. O conjunto de sintomas, explica a professora, mostra que o sistema digestório está temporariamente acima do limite. “É o corpo pedindo pausa. Esses desconfortos indicam que o metabolismo está tentando restabelecer o equilíbrio o mais rápido possível”, comenta.

A recuperação costuma levar de 24 a 72 horas, podendo chegar a quatro dias quando há grande ingestão de álcool. Durante esse período, o fígado precisa reorganizar o metabolismo e eliminar toxinas acumuladas.

Além do mal-estar, episódios de exagero podem desencadear refluxo intenso, picos glicêmicos, crises de enxaqueca e até esteatorreia (diarreia causada por gordura). Pessoas com doenças crônicas, como diabetes, gastrite e síndrome do intestino irritável, tendem a sentir impactos mais severos.

As associações de alimentos típicas das festas também potencializam sintomas. Gordura seguida de açúcar, por exemplo, torna a digestão extremamente lenta. Já carboidratos simples combinados com álcool elevam o pico glicêmico e intensificam a desidratação. “Às vezes não é apenas o volume, mas a combinação. Churrasco pesado, doces e bebida formam um trio perfeito para sobrecarregar o fígado e causar desconforto prolongado”, explica a nutricionista.

Recuperação pós-exagero

Para amenizar os efeitos, Elis orienta priorizar hidratação com água, água de coco e chás de hortelã ou gengibre, além de frutas ricas em água e potássio, como melancia, melão e banana. Proteínas leves, verduras cozidas e alimentos com ação anti-inflamatória, como cúrcuma e gengibre, também auxiliam. Probióticos podem ajudar em casos de desconforto intestinal. “O foco deve ser recuperar o equilíbrio: nada de jejum extremo, nem de alimentos pesados no dia seguinte. O corpo precisa de apoio, não de mais estresse metabólico”, reforça.

O álcool é absorvido rapidamente e transformado em acetaldeído, substância que causa dor de cabeça e náuseas. Em grande quantidade, circula livremente no sangue e afeta coordenação motora, pressão arterial e respiração, quadro de intoxicação alcoólica.

Sinais de alerta, como vômitos repetidos, confusão mental, respiração lenta, palidez, convulsões ou baixa resposta a estímulos, exigem atendimento médico imediato.

Beber água ajuda, mas não impede intoxicação. “A hidratação reduz os efeitos da ressaca, mas não impede que o álcool sobrecarregue o fígado. É um apoio, não uma proteção”, esclarece Elis.

Sono adequado, caminhadas leves, refeições equilibradas e afastamento de frituras e doces por 48 horas ajudam na recuperação. “A melhor estratégia é não repetir o excesso e permitir que o corpo se reorganize”, orienta.

Detox, jejum e suplementos funcionam?

A professora da Afya explica que jejum pode piorar os sintomas. Sucos detox auxiliam na hidratação, mas não “limpam” o corpo; e suplementos só devem ser usados com orientação profissional. “Festas fazem parte da vida, o importante é evitar ciclos de exagero e compensação. Menos intervenção e mais equilíbrio é sempre o caminho mais seguro”, conclui.

Afya Amazônia

A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado do Acre conta com uma instituição de graduação (Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda onze escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

Assessoria