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Mais de um mês após agressão em Rio Branco, gari enfrenta sequelas: ‘Situação não está melhor’

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O gari Francisco Ferreira da Silva, de 47 anos, que foi agredido com uma tijolada no rosto por um morador enquanto ele fazia a coleta de lixo em novembro deste ano, em Rio Branco, ainda sente as sequelas dos ferimentos.

Segundo ele, o lado do rosto machucado no ataque está dormente. Além disso, Francisco afirmou que tem ingerido apenas alimentos pastosos.

“Ainda está tudo inchado e dormente, a minha situação não está melhor não. Nesse período, só consigo beber caldo, mingau, sopa, leite e suco. Mesmo depois da cirurgia, continuo com o queixo travado, não consigo mastigar nada”, lamentou.

O gari disse que ainda se recupera da agressão, mesmo após ter passado por uma cirurgia de osteossíntese, ocorrida em 17 de novembro, dias após a agressão. Na ocasião, foram colocados dois pinos que serviram para fixar a estrutura óssea do rosto do trabalhador que foi danificada.

“O médico me falou que a previsão para voltar a comer normal é após 40 dias de cirurgia, mas está chegando e nada. Não consigo nem colocar a dentadura na boca, porque se abrir muito já dói. Botaram parafuso no pé da gengiva e ainda está tudo costurado, com um monte de linha, os pontos que foram feitos por fora já foram tirados, mas dentro da boca, não”, afirmou.

A reportagem entrou em contato com uma nora do suspeito de agredir Francisco, que preferiu não ser identificada. Conforme a mulher, o homem presta auxilio financeiro ao gari.

Ela é quem tem intermediado o contato entre eles.

“Foi pago um vale alimentação de R$ 790, remédios, vale transporte para a esposa dele ir trabalhar, além de uma feira com os alimentos que o médico receitou, e as parcelas no valor de R$150 para um celular novo, visto que acabou danificando o aparelho no dia do ocorrido”, relatou.

Dificuldades

Na casa onde moram cinco pessoas, as despesas são dividas entre ele e a esposa, que trabalha como doméstica. Agora, sem trabalhar, a companheira é a única que tem arcado com os gastos, visto que a perícia por Incapacidade Temporária do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), só será feira no dia 6 de fevereiro.

“A empresa [Limpebras] pagou o salário cheio do mês de novembro que recebi em dezembro e já me direcionou ao INSS, mas agora, só vou receber após a perícia. A empresa até tentou adiantar, mas não tinha mais vaga. Então, já estou na certeza que em janeiro não vou ter de onde tirar sustento”, contou.

Agora, o homem disse que, para retomar a normalidade em sua vida, espera ter os danos reconhecidos na Justiça. “Quero que ele [agressor] pague uma indenização, não quero que vá preso, mas que a polícia intime ele a pagar. Faz mais de um mês que me agrediu e o meu rosto continua inchado, estou restrito de comer direito, mas sigo esperando pela Justiça”, argumentou.

Informações G1

Artigo: o futuro da floresta e do clima começa na educação

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O inverno amazônico está voltando com força. As primeiras chuvas fortes já mudam a rotina de quem vive na floresta. É agora que o barro vira lama, os rios começam a encher e o caminho para chegar à escola muda de um dia para o outro. Nos últimos meses, o Acre enfrentou uma seca rigorosa, e se prepara para cheias cada vez mais fortes, com efeitos severos. Entre um extremo e outro, tem um lugar que não abandona seu papel: a escola. É na rotina da educação que a Amazônia enfrenta, de verdade, a crise climática.

Depois de dias de atenção da COP30, realizada no Brasil, a lição que fica é que se o mundo olha para a Amazônia como fronteira climática, precisa olhar também para o que sustenta essa fronteira por dentro. A floresta não será protegida só com satélite, fiscalização, grandes acordos e recursos internacionais. Ela será protegida, ou esquecida, na sala de aula. A educação na Amazônia não é um serviço a mais, é a infraestrutura que mantém a floresta viva e as comunidades de pé.

Quando uma escola funciona na floresta, ela segura o território. Quando a escola fecha ou não chega, a família é empurrada para longe. A proteção da Amazônia começa no orçamento e na logística, não só nos painéis das conferências. Nos locais mais afastados, a escola é mais que o prédio onde se aprende. É também o ponto central de uma região, e a cada seca histórica, a cada cheia que muda o curso dos rios, a cada varadouro que desaparece de um ano para o outro, é a escola que ajuda a manter o vínculo entre as famílias e que organiza a população.

Em uma região que vive extremos cada vez mais frequentes, formar gerações capazes de entender esse cenário, e agir sobre ele, é tão necessário quanto criar infraestrutura.

Garantir o direito à aprendizagem no território amazônico é, também, uma política ambiental. A floresta permanece em pé quando as crianças podem subsistir onde nasceram. E garantindo que o ensino chegue, a migração forçada diminui, os costumes se mantêm e o conhecimento regional continua existindo. E o contrário também é verdadeiro, porque onde não há escola, há deslocamento, e onde há deslocamento, há perda de identidade e de vínculos que sustentam o território. É assim que surgem muitas periferias que crescem nas capitais e grandes cidades.

E o direito à educação tem um custo social, administrativo e ambiental. É preciso compreender que fazer uma escola funcionar na Amazônia é lidar com rios que secam no verão e transbordam no inverno. É garantir combustível para barcos que substituem ônibus e que enfrentam situações nunca antes vividas. Uma viagem para garantir merenda em alguns locais era de oito dias. Em 2025, levamos 10, 12, 15 dias para concluir uma entrega. É organizar o calendário conforme o ritmo das águas. É entregar merenda, carteiras e livros por igarapés que deixam de existir em períodos de estiagem, enfrentando uma geografia que exige muito mais do que a legislação nacional costuma enxergar.

No Acre, essa realidade aparece com clareza nos quatro calendários que organizam a rede. Atualmente, obedecemos o calendário dos rios, o da floresta, o do campo e o urbano. Há escolas que começam mais cedo para aproveitar o período de seca, outras que ajustam o início das aulas ao tempo das chuvas, outras que dependem do acesso por ramal ou por barco, e assim a escola precisa obedecer ao tempo da natureza, não apenas ao calendário oficial. Quando o país calcula o financiamento da educação como se todas as escolas estivessem na mesma avenida, ignora essa diferença.

A conta do financiamento não fecha com essa realidade. Não considera que há escolas cujo transporte leva 12 dias de barco, ou que o professor precisa dormir semanas dentro da comunidade para garantir as aulas. O Fundeb trata como semelhante o que, na prática, é totalmente diferente. Se essa distorção não for corrigida, o país seguirá financiando a Amazônia como se fosse um bairro urbano, o que fragiliza o presente e, principalmente, o futuro.

A logística educacional que se reinventa na floresta produz soluções que o país inteiro deveria estudar. São professores que se deslocam por rios, escolas que organizam o tempo pelo movimento das águas, redes que se adaptam à ausência de estradas e à presença constante do imprevisto. Educar na Amazônia é falar de adaptação, sabendo também que em muitos lugares, a escola é a própria presença do Estado e quando ela cai, cai junto a referência de presença do poder público.

É por isso que, mesmo com as chuvas apertando, a educação não para. Enquanto o volume dos rios sobe, as equipes seguem revisando telhados, acessos, sistemas de água e energia, reforçando muros e espaços de convivência, preparando as escolas para o ano letivo de 2026. No Acre, o período de sol serve para consertar o que a água afetou; o período de chuva, para chegar onde a estrada ainda não chegou, levando alimentação, mobiliário e material pedagógico pelos rios. Esse trabalho que pouca gente vê mantém a escola aberta e pronta justamente quando o clima mais coloca à prova o nosso cotidiano.

A COP30 já terminou, os discursos feitos e os documentos registrados, mas o compromisso com a Amazônia não cabe só no papel de um encontro internacional. A região precisa de um novo pacto federativo que reconheça o custo real de educar na floresta e que garanta financiamento do tamanho dessa geografia. A proteção ambiental começa na sala de aula, ainda que essa sala seja um anexo improvisado, uma escola ribeirinha ou em uma aldeia distante, criada para que nenhuma criança precise abandonar seu território para estudar.

Educação é a base que sustenta a floresta e a dignidade das famílias que vivem nela. Se a COP30 ajudou o mundo a olhar para o futuro, cabe ao Brasil olhar, com mais honestidade, para a Amazônia como ela é e reconhecer que, sem uma educação forte, nenhuma política climática se mantém de pé.

*Aberson Carvalho é secretário de Estado de Educação e Cultura do Acre. Sociólogo, com trajetória marcada pela gestão pública em áreas como segurança e meio ambiente. Atua desde 2023 na condução da política educacional acreana.

Aprovados do concurso da Educação são convocados para posse em janeiro de 2026

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O governo do Acre, por meio das secretarias de Estado de Administração (Sead) e de Educação e Cultura (SEE), publicou nesta segunda-feira, 22, no Diário Oficial do Estado do Acre (DOE), o Edital nº 58 Sead/SEE, que convoca a primeira lista dos 713 candidatos aprovados no concurso público da Educação para a posse.

Conforme o edital, a cerimônia será realizada no dia 5 de janeiro de 2026, às 16h, de forma presencial, contemplando candidatos das áreas de Arte, Biologia, Educação Física, Física, Geografia, História e Filosofia. Em Rio Branco, os convocados devem comparecer ao auditório do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Já em Cruzeiro do Sul, a posse ocorrerá no Teatro dos Náuas. Nos demais municípios, a lista completa com os endereços está disponível no edital.

A iniciativa visa fortalecer a rede estadual de ensino por meio da ampliação do quadro de profissionais da Educação.

Dúvidas e informações adicionais podem ser obtidas junto aos núcleos da Secretaria de Estado de Educação e Cultura ou à Secretaria de Estado de Administração (Sead), no horário das 8h às 14h, pelo e-mail [email protected].

Com casa cheia, Bingão de Natal do Tio Pablo marca o fim de ano em Sena Madureira

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Na tarde deste domingo, 21 de dezembro, o município de Sena Madureira viveu um momento marcante com a realização da segunda edição de um dos maiores bingões já promovidos na cidade. O Bingão de Natal do Tio Pablo, idealizado pelo deputado estadual Pablo Bregense (PSD), reuniu milhares de pessoas na AABB em um evento marcado pela solidariedade, união, confraternização e pela realização de sonhos.

O encontro contou com a participação de mais de cinco mil pessoas e a distribuição gratuita de mais de 20 mil cartelas. A programação foi intensa e animada, com premiações que variaram de R$ 1 mil a R$ 7 mil em dinheiro, além da entrega de geladeira, fogão, ventiladores, televisões e diversas rodadas extras de Pix, garantindo emoção até o último momento.

A realização do bingão só foi possível graças ao apoio de parceiros e lideranças políticas que acreditaram na iniciativa. Entre os apoiadores estiveram o senador Márcio Bittar, a vereadora Lays Mayra (PSD), o deputado Pedro Longo (PDT) e o ex vereador Canário. O evento também contou com o apoio de empresas e instituições como o Grupo Santa Casa da Amazônia, Farma Júnior, São Felipe Supermercado, Restaurante e Pizzaria Cheiro Verde, além do empresário Tiago Souza, proprietário da Fazenda 3T, e José Alex, da Santa Casa, entre outros parceiros fundamentais para a concretização da ação.

Durante a programação, foi realizada uma homenagem ao ex prefeito de Sena Madureira, Nilson Areal, falecido no último dia 14 de dezembro. O momento de reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao município foi marcado por emoção e aplausos do público presente.

Entre os contemplados da noite, destacou se Áurea Carneiro Pinheiro, moradora do bairro Rosa Gonçalves, que foi a grande ganhadora de um dos principais prêmios do evento, recebendo sozinha o valor de R$ 7 mil. Em entrevista, Áurea afirmou estar muito feliz e se sentindo sortuda pela conquista, destacando que o prêmio chegou em um momento oportuno para o fechamento do ano.

Em sua fala, o parlamentar ressaltou o verdadeiro significado da ação para a população.

“Hoje meu coração transborda gratidão. Ver essa multidão reunida, famílias felizes e sonhos sendo realizados mostra que vale a pena acreditar nas pessoas. O Bingão de Natal não é sobre números ou prêmios, é sobre cuidar de gente, estender a mão e levar esperança a quem mais precisa. Nada disso seria possível sem os parceiros, amigos e apoiadores que acreditaram nesse sonho junto comigo. Que este Natal seja de luz, união e fé para cada família de Sena Madureira. Esse evento é para vocês, feito com amor e respeito por essa cidade que tanto me acolhe”, afirmou.

Ao final do evento, Tio Pablo anunciou a continuidade da programação natalina, com a realização de mais dois bingões, no dia 27 de dezembro em Plácido de Castro e no dia 28 de dezembro na Vila Campinas.

O Bingão de Natal do Tio Pablo reforçou o compromisso social do parlamentar com a população de Sena Madureira, consolidando uma iniciativa que une ação social, proximidade popular e fortalecimento dos laços comunitários, especialmente neste período natalino.

Governo Lula autoriza preparação de financiamento de até US$ 32 milhões para modernização fiscal do Acre

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O Governo Federal autorizou a preparação de um financiamento internacional voltado à modernização da gestão fiscal do Acre. A medida consta na Resolução Cofiex/MPO nº 125/2025, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 22, e trata do Programa de Modernização Fiscal do Estado do Acre, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A decisão foi tomada durante a 184ª Reunião da Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), realizada na quinta-feira, 11, e assinada pelo presidente do colegiado, com base nas atribuições previstas no Decreto nº 9.075/2017. O programa prevê a contratação de um empréstimo de até US$ 32 milhões, tendo como mutuário o Estado do Acre e como garantidor a República Federativa do Brasil.

Além do financiamento internacional, o Estado deverá assegurar uma contrapartida mínima de 10% do valor total do programa, conforme estabelecido na resolução. O objetivo da iniciativa é fortalecer e modernizar a gestão fiscal estadual, ampliando a eficiência administrativa e a capacidade de arrecadação.

A autorização, no entanto, está condicionada a uma série de ressalvas. Entre elas, a necessidade de o Estado do Acre apresentar ao Ministério da Fazenda um pedido formal para análise de sua capacidade de pagamento, além de oferecer contragarantias suficientes. Também será exigida a comprovação do cumprimento dos requisitos previstos na Constituição Federal, na Lei de Responsabilidade Fiscal, nas resoluções do Senado Federal e demais normas que regem operações de crédito externo com garantia da União.

A contratação do empréstimo e a concessão da garantia federal ainda dependem das autorizações do Senado Federal e do Ministro da Fazenda. Somente após o atendimento de todas as exigências legais e fiscais o Estado poderá avançar para a formalização da operação de crédito junto ao BID.

TJAC eleva contribuição patronal em quase R$ 10 milhões anuais

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Judiciário fixa alíquota de 16% para reforçar caixa da previdência estadual e enfrentar déficit atuarial

O Tribunal de Justiça do Acre fixou uma nova alíquota de contribuição previdenciária patronal, conforme publicação no Diário Eletrônico desta segunda (22/12). A partir de 2026, o TJAC passa a recolher 16% sobre a folha de pagamento dos servidores ativos, com dois pontos percentuais acima do patamar anterior. A medida busca reforçar o caixa do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), que acumula déficit atuarial e ameaça a estabilidade das contas públicas.

A decisão foi tomada pelo Tribunal Pleno Administrativo, em julgamento virtual, e contou com maioria dos desembargadores. O relator, desembargador Laudivon Nogueira, sustentou que a alteração encontra respaldo na Lei Complementar Estadual nº 494/2025, que autorizou os Poderes do Estado a definirem, por ato próprio, alíquotas patronais entre 14% e 28%.

O parecer jurídico e os estudos orçamentários apresentados pela Secretaria de Gestão Orçamentária e Finanças (Segof) reforçaram a viabilidade da medida. O Acre, como outros estados, enfrenta o desafio de equilibrar um sistema pressionado pelo envelhecimento da população e pela alta proporção de inativos em relação aos ativos.

A mudança não é isolada. Ela se insere em um esforço mais amplo de adequação às exigências da Lei Federal nº 9.717/1998, que estabelece regras para regimes próprios de previdência e cuja constitucionalidade foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2024.

Ao aprovar a resolução nº 345/2025, o Judiciário acreano sinaliza disposição em contribuir para a sustentabilidade do RPPS. Embora a medida aumente o custo direto para o próprio Tribunal, ela é apresentada como necessária para evitar colapso futuro e garantir o pagamento de aposentadorias e pensões.

Impacto financeiro

Segundo os números da Lei Orçamentária Anual (LOA) aprovada na última quarta (17/12) pela Assembleia Legislativa (Aleac), o TJAC terá R$ 702,3 milhões em 2026. Desse total, cerca de R$ 494,7 milhões correspondem à folha de ativos.

Com a nova alíquota, o desembolso anual do Judiciário para a previdência sobe de aproximadamente R$ 69,2 milhões para R$ 79,1 milhões, um acréscimo de R$ 9,9 milhões. Esse valor representa cerca de 1,4% do orçamento global do Tribunal.

Para os servidores, ativos e aposentados, a alíquota individual permanece em 14%. A alteração recai apenas sobre a contribuição patronal do órgão. Assim, o impacto direto será sentido nos cofres do TJAC, não no contracheque dos trabalhadores.

Rede de Empreendedorismo Materno do Acre Compre de Uma Mamãe celebra 11 anos com Exposição Especial de Natal no Via Verde Shopping

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A Rede de Empreendedorismo Materno do Acre Compre de Uma Mamãe está no Via Verde Shopping realizando a Exposição Especial de Natal até o dia 24 de dezembro, em Rio Branco. A ação marca o encerramento do calendário de comemorações dos 11 anos da rede, celebrados ao longo de 2024.

A Exposição Especial de Natal reúne mais de 30 empreendedoras maternas, com produtos nos segmentos de moda, acessórios, perfumaria, gastronomia, produtos naturais e biojoias. O público encontra opções criativas, autorais e afetivas para as compras de fim de ano, valorizando o trabalho de mulheres que empreendem com propósito.

Criada com o propósito de fortalecer o empreendedorismo feminino e materno, a Rede Compre de Uma Mamãe apoia mulheres que iniciam seus negócios após a maternidade, seja pela necessidade de reinserção no mercado de trabalho, pela busca de conciliar carreira e maternidade ou pela possibilidade de maior flexibilidade de tempo com os filhos. Ao longo de mais de uma década, o movimento se consolidou como um espaço de acolhimento, oportunidades e crescimento econômico.

Ao longo desses 11 anos, a rede também acumulou histórias de empreendedoras que iniciaram sua trajetória nas exposições realizadas no Via Verde Shopping e que hoje atuam como lojistas fixas, evidenciando o impacto do movimento no fortalecimento e na profissionalização dos negócios liderados por mulheres.

Para a fundadora da Rede Compre de Uma Mamãe, Edmirk Herculano, a iniciativa representa uma causa que vai além da comercialização de produtos.

“Quando você compra de uma mãe, muitas vezes está ajudando a sustentar uma família inteira. Ao longo desses 11 anos, a Rede Compre de Uma Mamãe atua para gerar oportunidades reais, fortalecer negócios liderados por mulheres e ampliar a consciência da sociedade sobre o impacto do consumo consciente. A Exposição Especial de Natal é um convite para conhecer esse movimento e prestigiar quem empreende com propósito.”

Emenda Constitucional autoriza professores a acumularem cargo com outra função pública

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Uma nova alteração na Constituição Federal foi oficializada nesta segunda-feira, 22, com a publicação da Emenda Constitucional nº 138 no Diário Oficial da União (DOU). A medida modifica o artigo 37 da Carta Magna e autoriza a acumulação remunerada de um cargo de professor com outro de qualquer natureza no serviço público.

A mudança altera a alínea “b” do inciso XVI do artigo 37, que estabelece as regras para a acumulação de cargos públicos. Com a nova redação, professores passam a ter respaldo constitucional para exercer outro cargo público remunerado, independentemente da área de atuação, desde que sejam respeitados os demais princípios da administração pública, como a compatibilidade de horários.

A emenda foi promulgada pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, conforme previsto no § 3º do artigo 60 da Constituição. O texto foi assinado pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, e pelo presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre, além dos demais integrantes das duas Casas Legislativas.

De acordo com o artigo 2º da Emenda Constitucional nº 138, a nova regra entra em vigor na data de sua publicação, passando a produzir efeitos imediatos.

Governo do Acre publica decreto que prorroga prazo de adesão ao Refis 2021 até março de 2026

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O governo do Acre publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira, 22, o Decreto nº 11.808, que altera as regras do Programa de Recuperação Fiscal 2021 (Refis 2021) e prorroga o prazo para adesão até 30 de março de 2026. A medida foi assinada pelo governador Gladson Camelí e entrou em vigor na data de sua publicação.

Com a mudança, os contribuintes interessados em regularizar débitos com o Estado terão mais tempo para aderir ao programa. Para usufruir dos benefícios, será necessário assinar e entregar o Termo de Adesão ao Parcelamento, além dos documentos exigidos, seguido do pagamento da parcela única ou da primeira parcela, após o aceite da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) ou da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), nos casos de débitos inscritos em dívida ativa.

O decreto atualiza o regulamento do Refis 2021, instituído pela Lei nº 3.673, de 31 de dezembro de 2020, e considera alterações recentes em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que tratam de normas relacionadas ao ICMS.

A prorrogação amplia a possibilidade de regularização fiscal para pessoas físicas e jurídicas que possuem pendências tributárias com o Estado, permitindo a renegociação dentro das condições previstas no programa.

Ação de Natal do vereador João Paulo Silva reúne famílias e leva alegria às crianças do bairro Calafate

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Na tarde deste domingo, dia 21, o bairro Calafate viveu um momento especial de solidariedade, cuidado e espírito natalino com a realização da Ação de Natal promovida pelo gabinete do vereador João Paulo Silva (PODEMOS). O evento aconteceu no espaço da Comunidade Santa Maria, Mãe de Todos, reunindo moradores, voluntários e famílias em uma programação pensada especialmente para celebrar o verdadeiro significado do Natal.

A iniciativa proporcionou uma tarde de acolhimento e confraternização, reunindo mais de 150 crianças da comunidade, acompanhadas de seus familiares. O ambiente foi marcado por sorrisos, emoção e muita interação, fortalecendo os laços comunitários e levando alegria às famílias do bairro.

Durante a ação, foi realizado um bazar solidário com a distribuição de roupas, sapatos e utensílios domésticos, contribuindo diretamente para o apoio às famílias da comunidade. Além disso, as crianças puderam desfrutar de diversas atividades e comidas típicas, como cachorro-quente, pipoca, algodão doce e geladinho, garantindo momentos de diversão e descontração.

Um dos pontos altos do evento foi a presença do Papai Noel, que encantou a criançada posando para fotos e interagindo com os pequenos. Em clima de muita alegria, também houve a distribuição de presentes, tornando o momento ainda mais especial e marcante para as famílias presentes.

A ação contou ainda com a presença da vice-governadora do Estado e da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, Mailza Assis, reforçando a importância de iniciativas que promovem o cuidado social, a proteção às famílias e a valorização das comunidades, especialmente em períodos simbólicos como o Natal.

Para o vereador João Paulo Silva, a ação representa mais do que uma comemoração. “Tudo foi pensado e preparado com muito carinho e amor por mim e pela minha equipe, com o objetivo de levar o verdadeiro espírito do Natal para as crianças e suas famílias. Ver o sorriso das crianças e a participação das famílias nos motiva a continuar trabalhando por uma cidade mais humana, solidária e atenta às necessidades das pessoas”, destacou o parlamentar.

A Ação de Natal reforça o compromisso do vereador com o cuidado social, a valorização das comunidades e o fortalecimento de políticas públicas que promovam dignidade e inclusão. A iniciativa também evidencia a importância de ações que vão além do mandato, aproximando o poder público da população e criando vínculos reais com as comunidades.

Vale destacar que essa não é a primeira vez que João Paulo Silva realiza uma ação desse porte no bairro Calafate. Em 2024, ainda recém-eleito vereador da capital, ele já havia promovido uma iniciativa semelhante na comunidade, demonstrando a continuidade do trabalho social, o compromisso com as famílias da região e a presença constante junto à população.