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Após intervenção do TCE-AC, prefeitura interdita trecho da Rua José Magalhães por risco à população

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Equipes do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) seguem monitorando as condições do Igarapé São Francisco e de seus afluentes, que tiveram elevação significativa no nível da água neste fim de semana, em decorrência das fortes chuvas registradas em Rio Branco.

Neste domingo, 28 de dezembro, técnicos do Tribunal identificaram pontos críticos que ofereciam perigo à segurança dos moradores e prontamente acionaram os órgãos competentes para adoção de medidas emergenciais.

Durante a vistoria, foi detectada uma grande erosão na Rua José Magalhães, nas proximidades do Horto Florestal, um buraco de grandes proporções, agravado pelo volume das águas e pela instabilidade do solo.

“Encontramos um buraco enorme na via e imediatamente comunicamos a Prefeitura de Rio Branco, que, em menos de 30 minutos, enviou uma equipe ao local para realizar a interdição. Após a estabilização da área, será iniciada a recuperação da rua”, informou um dos técnicos do TCE-AC.

A resposta ágil da gestão municipal evitou a exposição da população a acidentes e isolou o trecho mais vulnerável até a execução das obras de reparo.

O Tribunal reforça que continuará acompanhando o caso e mantendo a interlocução com as instituições responsáveis, como parte de sua atuação preventiva, orientativa e fiscalizatória, voltada à proteção do interesse público e à garantia de condições seguras de mobilidade urbana para a comunidade.

Assessoria

Ex-reitor da UFAC cobra MP e Câmara por possível promoção pessoal do prefeito com divulgação do Café Bocalom e gastos com drones

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Jonas alerta sobre possível promoção pessoal do prefeito com divulgação do Café Bocalom/Foto: Reprodução

A divulgação recorrente da marca Café Bocalom por parte do prefeito de Rio Branco em eventos públicos, entrevistas, aparições na mídia e publicações nas redes sociais motivou uma cobrança pública aos órgãos de controle, como o Ministério Público e a Câmara Municipal.

A crítica foi feita pelo ex-reitor da Universidade Federal do Acre (UFAC), Jonas Pereira de Souza Filho, que aponta possível violação aos princípios constitucionais da administração pública. A cobrança foi feita via redes sociais em uma postagem. 

Segundo o ex-reitor, a promoção de uma marca privada vinculada ao chefe do Executivo municipal, utilizando-se da visibilidade do cargo público, pode configurar favorecimento pessoal, vantagem comercial indevida e ato de improbidade administrativa, caso comprovada.

Na mesma manifestação, Jonas Filho também questiona a contratação da empresa responsável pelo espetáculo natalino realizado no calçadão da Gameleira

Crítica também envolve gasto público em espetáculo natalino

Na mesma manifestação, Jonas Filho também questiona a contratação da empresa responsável pelo espetáculo natalino realizado no calçadão da Gameleira durante o período de fim de ano, que custou mais de R$ 747 mil aos cofres públicos.

Para ele, embora a contratação não configure ilegalidade automática, desde que não haja favorecimento no processo, o gasto é classificado como desnecessário e incompatível com as prioridades da cidade, diante de problemas estruturais ainda não solucionados em áreas essenciais.

O ex-reitor destaca que o debate vai além da legalidade formal e alcança a esfera da moral administrativa e da impessoalidade, princípios previstos na Constituição Federal que devem nortear a atuação de agentes públicos.

Ele também critica a curta duração do espetáculo, apontando desproporção entre o valor investido e o benefício efetivo entregue à população.

Jonas alerta sobre possível promoção pessoal do prefeito com divulgação do Café Bocalom/Foto: Reprodução

Possível improbidade administrativa

O ponto considerado mais grave pelo ex-reitor é a utilização reiterada da imagem institucional do prefeito para divulgação de empreendimento privado próprio, o que, segundo ele, pode caracterizar ato de improbidade administrativa, sujeito a sanções legais.

A prática, se confirmada, pode violar os princípios da moralidade, impessoalidade e legalidade, previstos no artigo 37 da Constituição Federal.

Jonas alerta sobre possível promoção pessoal do prefeito com divulgação do Café Bocalom/Foto: Reprodução

Diante das críticas, Jonas Filho questiona publicamente a atuação dos órgãos responsáveis pela fiscalização do poder público. “Por onde andam a Câmara Municipal e o Ministério Público?”, indaga, defendendo apuração rigorosa, transparente e independente dos fatos.

Até o momento, não há informação pública sobre abertura de procedimento investigativo relacionado às acusações. A Prefeitura de Rio Branco também não se manifestou oficialmente sobre as críticas.

 

 

Jonas alerta sobre possível promoção pessoal do prefeito com divulgação do Café Bocalom/Foto: Reprodução

CONFIRA A PUBLICAÇÃO DO EX-REITOR:

Cheia do Rio Acre alaga Rua Santa Terezinha e afeta moradores do bairro Seis de Agosto

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O bairro Seis de Agosto, no Segundo Distrito de Rio Branco, foi atingido pela cheia do Rio Acre neste período de elevação do manancial. Conhecido por ser um dos primeiros locais atingidos durante as enchentes, o bairro já registra pontos completamente tomados pela água.

Na Rua Santa Terezinha, uma das mais afetadas do bairro, a água do rio cobre quase toda a extensão da via, dificultando a circulação de moradores e veículos. Imagens registradas pela reportagem da Folha do Acre mostram moradores atravessando áreas alagadas e convivendo com os transtornos provocados pela cheia.

Durante o acompanhamento da situação, a equipe também flagrou um problema estrutural em um trecho do elevado localizado antes da Quarta Ponte. No local, uma rachadura no asfalto começa a se formar, o que representa risco potencial de acidentes, principalmente para motociclistas que trafegam pela região.

Apesar dos alagamentos, até o momento não há registro de retirada de moradores do bairro Seis de Agosto.

Governo mobiliza secretarias para apoio a famílias atingidas pela cheia dos rios

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Pela primeira vez desde o início do monitoramento hidrológico, o Rio Acre transbordou ainda no mês de dezembro, configurando uma cheia histórica no estado. Diante do cenário atípico, o governo do Acre intensificou, neste domingo, 28, as ações do Sistema Estadual de Proteção e Defesa Civil, com foco no monitoramento dos rios, retirada preventiva de famílias e apoio humanitário às populações atingidas.

Na capital, Rio Branco, na última medição das 12h deste domingo, o Rio Acre chegou a marca de 15,04m. O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Carlos Batista, aproveitou para visitar pontos de alagação e acompanhou o funcionamento de abrigos públicos, incluindo uma unidade administrada pelo Estado na Escola Estadual Leôncio de Carvalho, destinada exclusivamente ao acolhimento de indígenas do contexto urbano. Atualmente, quatro escolas estão sendo utilizadas como abrigo na capital.

Ao todo, 47 indígenas residentes em seis bairros da capital, especialmente na região do Bairro da Base, às margens do Rio Acre, foram retirados preventivamente e acolhidos no abrigo administrado pela Secretaria de Estado de Povos Indígenas (SEPI), onde recebem acompanhamento social e apoio humanitário.

Segundo o coronel Carlos Batista, o nível do Rio Acre ultrapassou a cota de transbordamento de forma incomum para o período. “Historicamente as grandes cheias costumam ocorrer entre fevereiro e março. O fenômeno é atribuído ao volume intenso de chuvas registrado nos últimos dias em todo o estado e também nas áreas de cabeceira do rio”, afirmou.

Até a manhã deste domingo, mais de 50 famílias haviam sido retiradas de áreas alagadas em Rio Branco, principalmente de regiões afetadas pelas enxurradas dos igarapés Dias Martins, Batista e São Francisco. Atualmente, 34 famílias, totalizando 115 pessoas, estão acolhidas em abrigos municipais.

A secretária dos Povos Indígenas, Francisca Arara, destacou que o Estado vem se preparando de forma antecipada para enfrentar eventos climáticos extremos e garantir suporte às comunidades indígenas afetadas pela enchente.

“O governo estadual, por meio da Secretaria de Povos Indígenas e da Defesa Civil, tem se estruturado e se preparado para dar apoio, com equipe, estrutura e recursos, diante dos eventos extremos. Estamos aqui com os indígenas que estão saindo de suas casas e sendo atingidos pela enchente. São seis bairros atendidos, com apoio permanente e equipes atuando 24 horas”, afirmou.

Nos abrigos, as famílias relatam que têm recebido assistência adequada. O indígena André Domingos afirmou que a estrutura oferecida tem garantido segurança à comunidade.

Cidades do Acre

No interior do estado, a situação segue em alerta. Em Tarauacá, o Rio Tarauacá ultrapassou a cota de transbordamento, resultando na retirada de famílias ribeirinhas. Em outra região, o Rio Purus transbordou em Santa Rosa do Purus, atingindo cerca de 60 famílias. Em Plácido de Castro, a elevação de igarapés também provocou alagamentos e a retirada de moradores de áreas de risco.

As ações do Estado ocorrem de forma integrada entre Defesa Civil Estadual, Corpo de Bombeiros Militar, secretarias estaduais e órgãos parceiros, com foco no monitoramento hidrológico contínuo, ações preventivas e resposta humanitária.

Os dados de chuvas reforçam a gravidade do cenário. Em Rio Branco, o acumulado de dezembro já soma 483 milímetros, quase o dobro da média esperada para o mês. Em Brasileia, o volume chegou a 436,8 milímetros, 82% acima da média histórica.

A Defesa Civil orienta que a população evite áreas alagadas, siga as recomendações das equipes de campo e busque informações apenas pelos canais oficiais. Em caso de emergência, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193 e a Polícia Militar pelo 190.

Agência de Notícias do Acre

Estado firma convênios de mais de R$ 6,4 milhões para fortalecer o comércio em Rio Branco e Cruzeiro do Sul

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Parceria da Secretaria de Indústria com a Associação Rede Ativa deve gerar campanhas e eventos de fim de ano

O governo do Acre assinou, na última sexta-feira (26/12), dois termos de colaboração para promover campanhas de fortalecimento do comércio e organizar eventos de fim de ano em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. As iniciativas, coordenadas pela Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT), somam R$ 6.490.620 e terão duração de 90 dias tanto para a execução quanto para a prestação de contas.

Segundo publicação no Diário Oficial, os projetos têm como objetivo criar um ambiente mais favorável para lojistas e consumidores durante a virada de 2025 para 2026, que é uma época considerada estratégica para a economia. Na capital, o convênio foi firmado no valor de R$ 3.200.660; no Juruá, o montante chega a R$ 3.289.960.

Os termos foram precedidos por chamamentos públicos, editais nº 012/2025 e nº 013/2025, nos quais apenas a Associação Rede Ativa apresentou proposta. A entidade foi considerada habilitada, com pontuação 80, ficando em primeiro lugar em ambos os processos. A comissão de seleção foi composta por Marcos Vinicius Oliveira de Moraes, Auricélia da Silva Lopes e Vanessa Fabiana Alves de Freitas.

O documento prevê que os prazos podem ser prorrogados, caso a entidade parceira solicite com antecedência mínima de 30 dias e receba autorização do governo. Em eventual disputa, ficou definido que qualquer questão será resolvida na Justiça de Rio Branco.

Os acordos foram assinados pelo secretário Assurbanipal Barbary de Mesquita, representando a SEICT, e por Adeneuton Pinheiro Martins, presidente da associação.

Criada em 2010, a Rede Ativa teve seu CNPJ regularizado em 16 de dezembro deste ano, dez dias antes da assinatura dos convênios milionários. Registros públicos consultados indicam que a entidade havia sido declarada inapta pela Receita Federal em 2023 por omissão de declarações, informação que ainda depende de confirmação oficial.

Com isso, uma única entidade recém-reativada concentrou recursos públicos em duas cidades distintas, sem concorrência efetiva nos chamamentos. Até o momento, não foi possível localizar perfis oficiais em redes sociais como Facebook e Instagram.

Cheia do Rio Acre já atinge 20 bairros e afeta mais de 2 mil famílias em Rio Branco

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Imagem ilustrativa

A elevação do nível do Rio Acre e o transbordamento de igarapés já provocaram impactos diretos em 20 bairros de Rio Branco, atingindo mais de duas mil famílias desde o início da cheia. Os dados foram confirmados pela Prefeitura da capital neste domingo, 28, em meio à manutenção do cenário de alerta máximo.

O transbordamento do rio ocorreu por volta das 9h de sábado, 27. Desde então, o nível segue em elevação contínua. Na medição mais recente, realizada às 9h deste domingo, o Rio Acre marcou 14,94 metros, aproximando-se da cota de 15 metros. Além da cheia do manancial, uma forte enxurrada registrada no dia anterior ampliou a área afetada, sobretudo em regiões próximas a igarapés, agravando alagamentos e prejuízos.

Até o momento, 39 famílias, totalizando cerca de 122 pessoas, foram removidas pela Defesa Civil Municipal e pelo Corpo de Bombeiros para casas de parentes e amigos, sendo classificadas como desalojadas. Outras 35 famílias, com 115 pessoas, estão acolhidas em abrigos públicos organizados pela prefeitura.

Atualmente, quatro escolas municipais funcionam como abrigos: duas localizadas na região da Conquista, uma no bairro Tropical e outra no bairro Mocinha Magalhães. Três dessas unidades já operam com capacidade máxima. Apenas uma ainda dispõe de vagas, em razão do recuo temporário das águas em alguns igarapés.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, tenente-coronel Cláudio Falcão, informou que o trabalho ocorre de forma contínua, com equipes atuando simultaneamente em diferentes frentes, desde o monitoramento dos níveis do rio e dos igarapés até a retirada de famílias em áreas de risco e o isolamento de pontos instáveis.

As ações incluem acompanhamentos preventivos em locais com risco de desmoronamento, como no Preventório, além do isolamento de áreas consideradas inseguras, a exemplo da região da Praça do Relógio. O monitoramento segue durante o dia e também no período noturno, principalmente em trechos onde o risco é considerado elevado.

Outra frente de trabalho é a preparação de um abrigo no Parque de Exposições. A expectativa da Prefeitura de Rio Branco é iniciar a transferência de famílias para o local até esta segunda-feira, 29, ou, no máximo, terça-feira, 30, com o objetivo de reduzir a necessidade de utilizar novas escolas.

O prefeito Tião Bocalom afirmou que toda a estrutura do município foi mobilizada desde os primeiros sinais de elevação do nível do rio. Segundo ele, o foco das ações é garantir acolhimento, segurança e assistência às famílias afetadas.

Caso o Rio Acre alcance a marca de 16 metros, a projeção da Defesa Civil é de que entre 200 e 300 famílias precisem ser acolhidas em abrigos públicos. No momento, 29 famílias já aguardam remoção, e a prefeitura se prepara para abrir pelo menos mais três escolas, podendo chegar a sete abrigos ativos, conforme a evolução da cheia.

Cinco mulheres são presas ao tentar entrar em presídio de Rio Branco com drogas escondidas em laranjas

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Cinco mulheres foram presas neste sábado, 27, ao tentarem ingressar na ala masculina do Complexo Penitenciário de Rio Branco com quase dois quilos de material ilícito escondido no interior de laranjas.

Durante a fiscalização, agentes encontraram 779 gramas de maconha, 105 gramas de cocaína e 1 quilo de tabaco, que haviam sido inseridos dentro das frutas e seriam entregues a internos da unidade.

Segundo informações do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen/AC), policiais penais que atuam na guarda decidiram submeter os itens levados pelas visitantes à inspeção no aparelho de raio-X, procedimento que permitiu identificar o conteúdo suspeito.

Após a confirmação do material ilícito, as cinco mulheres receberam voz de prisão e foram encaminhadas à Delegacia de Flagrantes, onde ficaram à disposição da Justiça. Elas deverão responder pelos crimes relacionados à tentativa de introdução de drogas em unidade prisional.

Prazo para entrega de exames médicos para posse na Educação termina em janeiro

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Convocados devem apresentar laudos em Rio Branco e Cruzeiro do Sul

O Executivo estadual chamou 335 aprovados no concurso público nº 001/2024 para a etapa final antes da posse. Os candidatos devem apresentar exames médicos e documentos até 16 de janeiro de 2026, nos núcleos da Secretaria de Estado de Educação (SEE) distribuídos em todo o Acre, conforme lista publicada ao fim desta matéria.

Entre os exames exigidos estão eletrocardiograma, raio X de tórax e coluna, hemograma completo, glicemia em jejum, além de avaliações em cardiologia, neurologia, psiquiatria, ortopedia, infectologia, oftalmologia e otorrinolaringologia. Para os cargos de professor P2, também é obrigatória a vídeolaringoscopia.

O governo reforça que não serão aceitos exames fora do prazo e que a ausência de qualquer laudo impede a emissão do atestado de sanidade física e mental, documento indispensável para a posse.

Com isso, os convocados devem se organizar para cumprir todas as exigências dentro do calendário estabelecido. A etapa é decisiva para assegurar a vaga conquistada e iniciar a carreira na rede pública de ensino do Acre.

Entrega de documentos
Os convocados devem comparecer em unidades da Secretaria de Educação e Cultura espalhadas pelo estado, das 7h30 às 12h e das 14h às 17h30. Veja:

– Rio Branco | Sede da SEE | Rua Rio Grande do Sul, 1907, Volta Seca | (68) 3213-2431
– Acrelândia | Núcleo da SEE | Rua José de Deus, s/n, Centro | (68) 99999-0331 ou (68) 99208-5134
– Assis Brasil | Núcleo da SEE | Av. Raimundo Chaar, 342, Centro | (68) 99982-8111
– Brasiléia | Núcleo da SEE | Rua Bejamim Constant, 64, Centro | (68) 99212-2145
– Bujari | Núcleo da SEE | Rua Projetada A, 107, Centro | (68) 99236-9871
– Capixaba | Núcleo da SEE | Travessa Gavião, 440, Conquista | (68) 98413-7613 ou (68) 98424-3893
– Cruzeiro do Sul | Núcleo da SEE | Av. 25 de Agosto, 4320, Aeroporto Velho | (68) 99239-1235 ou (68) 99609-3147
– Epitaciolândia | Núcleo da SEE | Travessa de Integração, s/n, Centro | (68) 99602-0636 ou (68) 99904-2681
– Feijó | Núcleo da SEE | Travessa Floriano Peixoto, 2030, Centro | (68) 99247-1030 ou (68) 98428-8797
– Jordão | Núcleo da SEE | Rua Carlos Gonçalves de Farias, s/n, Centro | (68) 99208-7594 ou (68) 99227-3794
– Mâncio Lima | Núcleo da SEE | Av. Joaquim Generoso Oliveira, 202, Centro | (68) 99973-6139 ou (68) 99995-5290
– Manoel Urbano | Núcleo da SEE | Rua Francisco Freitas, 290, São José | (68) 99900-7061 ou (68) 99998-2612
– Marechal Thaumaturgo | Núcleo da SEE | Rua Zilda Vasconcelos, 610, Centro | (68) 98422-7763 ou (68) 98423-9925
– Plácido de Castro | Núcleo da SEE | Rua Epaminondas Jacome, s/n, Centro | (68) 99983-8225 ou (68) 99901-9905
– Porto Acre | Núcleo da SEE | Linha I, 939, Vila do Incra | (68) 99945-7965 ou (68) 99988-7173
– Porto Walter | Núcleo da SEE | Rua Calile Camely, 377, Centro | (68) 99249-0911 ou (68) 98425-5236
– Rodrigues Alves | Núcleo da SEE | Av. Marechal Thaumaturgo, 365, Centro | (68) 99973-1643 ou (68) 99998-8450
– Santa Rosa do Purus | Núcleo da SEE | Rua 28 de Abril, s/n, Centro | (68) 99925-7360 / (68) 99245-4642
– Sena Madureira | Núcleo da SEE | Rua Maranhão, 1947, Bairro C.S.U. | (68) 99983-0476
– Senador Guiomard | Núcleo da SEE | Rua Manoel Julião, 830, Maria Fernandes | (68) 98413-1722 ou (68) 99934-4720
– Tarauacá | Núcleo da SEE | Rua Justiliniano de Serpa, s/n, Centro | (68) 98426-0624 ou (68) 99942-9839
– Xapuri | Núcleo da SEE | Rua Floriano Peixoto, 90, Centro | (68) 99949-5852 ou (68) 99986-2789

Rio Acre não transbordava em dezembro desde 2006 em Rio Branco, diz Defesa Civil

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Rio Acre volta a transbordar em dezembro na capital após quase duas décadas

O Rio Acre voltou a transbordar no mês de dezembro em Rio Branco após um intervalo de quase 20 anos. A informação foi confirmada pelo coordenador da Defesa Civil Municipal, tenente-coronel Cláudio Falcão, em entrevista à Rede Amazônica. Segundo o levantamento do órgão, o último registro de transbordamento no mês ocorreu em 2006, embora não haja dados precisos sobre o nível alcançado pelas águas naquele ano nem a data exata do episódio.

De acordo com Falcão, uma análise histórica mostrou que, nos últimos 19 anos, dezembro não havia apresentado transbordamento do rio na capital. O episódio mais próximo aconteceu em 23 de dezembro de 2019, quando o manancial ultrapassou a cota de alerta e chegou a 13,73 metros, sem atingir a cota de transbordo.

Com a cheia atual, os impactos já atingem 15 bairros da capital. Cerca de 300 residências foram alagadas e o número de pessoas afetadas de alguma forma pelas águas subiu para aproximadamente 2 mil moradores. A Defesa Civil informou ainda que 237 famílias precisaram ser retiradas de suas casas, sendo 34 encaminhadas para abrigos públicos e 39 acolhidas por parentes ou amigos.

Na medição realizada ao meio-dia deste domingo, 28, o Rio Acre alcançou a marca de 15,04 metros, conforme dados da plataforma “De Olho do Rio”, monitorada pelo Serviço Geológico do Brasil. A Defesa Civil segue em estado de atenção, mantendo o monitoramento contínuo do nível do rio e das áreas atingidas, com a divulgação de novos boletins sempre que houver alterações no cenário.

Corpo de Bombeiros alerta sobre riscos em utilizar igarapés e o Rio Acre como forma de laser em época de enchentes

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A elevação das águas dos igarapés e, principalmente, do Rio Acre tem causado preocupações para a Defesa Civil, especificamente para o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM).

Na manhã deste domingo (28), uma guarnição do Pelotão Náutico do CBM, foi destacada para verificar as condições da correnteza do Rio Acre, o objetivo é prevenir incidentes com vítimas fatais como nos anos anteriores.

De acordo com com o sargento Cândido Vieira, a prevenção é a melhor forma de evitar que pessoas percam suas vidas afogadas ao utilizar as águas elevadas como forma de lazer e diversão.

Um outro ponto importante é orientar os filhos para que não pulem de pontes, nem tentam atravessar o Rio Acre nadando. A forte correnteza e os balseiros podem surpreender os banhistas e empurrá-los para o fundo.

O monitoramento como forma de prevenção irá permanecer gradativamente até que as águas dos igarapés e do Rio Acre baixem.