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Venezuelanos refugiados no AC temem Covid-19 e pedem ajuda do governo: ‘não estamos instruídos’

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Venezuelanos refugiados no AC temem Covid-19 e pedem ajuda do governo — Foto: Tálita Sabrina/Rede Amazônica Acre

Em coletiva, na segunda-feira (23), governo diz que estuda como atender esse público. Venezuelanos pedem kits de higienização e orientações sobre a doença

Há meses, o Acre tem sido porta de entrada para muitos imigrantes. Porém, durante a pandemia de Covid-19, a questão passou a preocupar o governo e também os imigrantes que ficam nas ruas da capital acreana, Rio Branco.

Em Assis Brasil, a prefeitura decretou situação de emergência por conta do número de imigrantes que ficaram retidos na cidade após o fechamento da fronteira entre Acre e Peru.

Na capital, os venezuelanos que pedem ajuda nas ruas vivem em condições precárias e sobrevivem com o mínimo. Neste momento em que o novo coronavírus assusta o mundo todo, a situação ficou ainda mais delicada.

“É uma pandemia e não sabemos como controlar. Saímos todos os dias com cartazes para pedir dinheiro e alimentar nossas famílias. Isso também nos preocupa porque não queremos contaminar nossas famílias”, conta o venezuelano Atônio Agostine.

Eles reclamam também que o governo não passou nenhuma orientação após decretar calamidade pública no estado. No abrigo improvisado onde passam os dias, não tem energia e as condições são precárias.

O também venezuelano Redericl Antônio diz que todos estão perdidos e não sabem como lidar com a situação.

“Não veio ninguém do governo para nos explicar, nos dar uma instrução eficiente para como evitar [a Covid-19], quais são os meios que devemos usar para evitar propagar a doença. Como fazer com as roupas que chegamos? Devemos lavar as mãos? Devemos imediatamente lavar as roupas quando chegamos em casa? Nada nos explicaram”, reclama.

O medo, segundo o imigrante, é que, sem informação, eles acabem sendo infectados pela doença e também acabem passando isso para quem está no abrigo.

“É perigoso, pode se espalhar aqui facilmente. Nossa principal preocupação é que o vírus de uma pandemia chegue aqui e nós não estamos instruídos, nem para evitar que a pandemia se propague dentro do nosso núcleo familiar, dentro da nossa habitação”, reclama.

Com medo das doenças, muitos deles evitam as ruas, mas é lá que conseguem ajuda para sobreviver no estado. Sem saber o que fazer, eles pedem ajuda do poder público.

Uma das poucas coisas que sabem é que água e sabão ajudam na prevenção da doença. Mas, até os itens de higiene são escassos no local.

“Não temos trabalho e temos que sair na rua para pedir por nossas crianças, por isso, temos que sair. Estamos em uma situação muito difícil agora e peço ao governador e a prefeitura que nos ajudem com produtos de higiene pessoal e de limpeza para nossas crianças e para nós”, diz Jesus Zapata.

Em coletiva, na segunda-feira (23), o governador Gladson Cameli abordou a questão de ajuda humanitária e disse que está estudando uma forma de atender esse público.

“Vamos fazer o que está dentro de nossas possibilidades, estamos em contato com o governo federal, mandamos kits de sacolões e queremos colocá-los em abrigos para que possam ser atendidos melhor, estamos fazendo parceria. Com o fechamento das rfonteiras podemos dar uma melhorada no quis diz respeito à entrada”, disse.

G1

‘Bolsonaro precisa ser colocado em isolamento político pra parar de infectar o Brasil’, diz Marina Silva

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A ex-senadora Marina Silva apareceu após um longo tempo afastada dos debates políticos para criticar o pronunciamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre a pandemia do coronavírus no Brasil.

Marina usou as redes sociais nesta quarta-feira (25) para rebater as declarações de Bolsonaro.

“O presidente Jair Bolsonaro precisa ser colocado no seu devido lugar, em isolamento político, pra parar de infectar o Brasil”, disse Marina.

A ex-senador acreana afirmou, ainda, que Bolsonaro deixou os brasileiros estarrecidos.

“Como se não bastasse Bolsonaro tripudiou sobre aqueles que perderam entes queridos ao afirmar que o coronavírus é apenas uma gripezinha”, diz.

Paciente de 83 anos morre em Porto Velho com suspeita de coronavírus

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Um homem de 83 anos morreu em Porto Velho nesta quarta-feira com problemas respiratórios e pressão alta e a prefeitura determinou a realização de exames para confirmação ou não de caso de coronavírus na cidade, de acordo com pronunciamento oficial do Município no final da noite.

Ele foi atendido na Upa da Zona Leste e acabou morrendo. As coletas já foram realizadas e os resultados saem na quinta-feira (26).

Veja a nota enviada pela prefeitura:

NOTA PÚBLICA

A Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), comunica que foi registrada às 6h50, desta quarta-feira 25 de março de 2020, o óbito de um homem de 83 anos, suspeito do novo Coronavírus (COVID-19) em Porto Velho. O paciente faleceu após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento – UPA Leste em decorrência de síndrome aguda respiratória e hipertensão arterial sistêmica.

O resultado do exame que confirmará se a causa da morte foi em decorrência do COVID-19 ficará pronto nesta quinta-feira, 26.

Com informações do Rondoniaagora

Mulher é assassinada a facadas pelo marido após discussão em Rio Branco

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Uma mulher identificada por Katiane Andrade de Lima, de 23 anos, foi executada pelo marido na noite de terça-feira, 25, no bairro Caladinho, em Rio Branco.

A Polícia Militar informou que a mulher foi ferida com dois golpes, sendo um no pescoço. A vítima veio a óbito antes da chegada do Serviço Móvel de Urgência e Emergência (Samu).

Relatos apontam que o motivo da morte foi uma discussão, proveniente de ciúmes. O marido, acusando do crime, fugiu do local. Os médicos foram ao local e atestaram o óbito. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para os devidos procedimentos.

O caso será investigado pela Polícia Civil de Rio Branco.

Bittar segue discurso de Bolsonaro, contraria Cameli e pede que servidores voltem ao trabalho

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O senador Marcio Bittar (MDB) gravou um vídeo nesta quarta-feira (25) para sugerir que os trabalhadores do setor produtivo voltem ao trabalho durante o isolamento social determinado pelo Ministério da Saúde e pelo governo do Acre por causa do coronavírus.

“Aqueles que estão no grupo de risco continuem tomando cuidado. Aqueles que puderem voltar à atividade da sua maneira que o façam. Uma crise econômica vai afetar os mais pobres”, diz Bittar.

Marcio Bittar se mostra contrário ao decreto do governador Gladson Cameli que determinou que os trabalhadores acreanos fiquem em suas casas durante a quarentena.

Dono de chácara reage a assalto e mata assaltante com tiro de rifle em Rio Branco

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Um assaltante identificado como Adriano Costa da Silva, de 19 anos, foi morto com um tiro após tentar roubar, juntamente com um comparsa, em uma chácara localizada no Ramal da Pupunha, no bairro Santa Maria, próximo ao antigo Top 15, na rodovia AC-40, em Rio Branco.

De acordo com informações da polícia, Adriano e o comparsa chegaram a pé em posse de uma escopeta, invadiram a chácara e anunciaram o assalto. O proprietário reagiu e entrou em luta corporal com Adriano, em seguida, conseguiu correr e pegar um rifle calibre 22 e efetuou dois disparos contra o criminoso. Um dos tiros atingiu Adriano no peito. Após a ação do proprietário, o comparsa de Adriano fugiu correndo tomando rumo ignorado.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas quando os paramédicos chegaram ao local, o assaltante já se encontrava morto.

A Polícia Militar esteve local, isolou a área para os trabalhos do perito em criminalística. No local foi encontrado uma escopeta que estava em posse de Adriano e umas munições.

O corpo do criminoso foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O caso será investigado pelos de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A vítima do assalto foi conduzida à Delegacia de Flagrantes (Defla) para prestar esclarecimentos.

AC24horas

MS vai distribuir 3,4 milhões de cloroquina e hidroxicloroquina aos estados para tratar Covid-19

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O Ministério da Saúde começa a distribuir aos estados, a partir desta quinta-feira (26), 3,4 milhões de unidades dos medicamentos cloroquina e hidroxicloroquina para uso em pacientes com formas graves da Covid-19. Por ser uma doença nova, ainda não há evidências científicas suficientes que comprovem a eficácia do medicamento para casos de coronavírus. No entanto, há estudos promissores que demonstram o benefício do uso em pacientes graves.

O protocolo prevê cinco dias de tratamento e é indicado apenas para pacientes hospitalizados. A cloroquina e hidroxicloroquina irão complementar todos os outros suportes utilizados no tratamento do paciente no Brasil, como assistência ventilatória e medicações para os sintomas, como febre e mal-estar. Tanto a cloroquina e a hidroxicloroquina não são indicadas para prevenir a doença e nem tratar casos leves.

Segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ainda existem poucas evidências sobre o medicamento, porém, o Ministério da Saúde irá deixar ao alcance do profissional médico caso ele entenda que o paciente grave possa se beneficiar com o uso. “Esse medicamento já provou que tem ação na evolução do ciclo do vírus, mas os estudos em humanos estão em curso. Essa é uma alternativa terapêutica que estamos dando aos profissionais de saúde para tratarmos esses pacientes graves que estão internados”, disse Luiz Henrique Mandetta.

O ministro fez ainda um alerta às pessoas que vão às farmácias em busca da cloroquina: “Quero fazer um pedido à população: não usem esse medicamento fora do ambiente hospitalar. Esse medicamento tem muitos efeitos colaterais que podem prejudicar a saúde”, concluiu o ministro da Saúde.

Medicamentos dessa classe terapêutica já são disponibilizados no SUS para tratamentos de outras doenças, como a malária, lúpus e artrite reumatóide. Até o momento, o Ministério da Saúde esclarece que não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo coronavírus.

Ascom Ministério da Saúde

Makro faz promoção de cerveja em meio à pandemia e acreanos se aglomeram na loja

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“Vamos comprar cerveja de 0,99 centavos. Não podemos trabalhar, vamos aproveitar as férias”, escreveu um internauta.

O supermercado Makro, em Rio Branco, fez uma promoção de cerveja e outros produtos em meio à pandemia de coronavírus que fez com que centenas de rio-branquenses deixassem suas casas durante a quarentena e fossem até a loja para comprar a bebida alcoólica.

Em imagens divulgadas nas redes sociais é possível ver filas gigantescas de pessoas esperando para entrar no supermercado. Mesmo se mantendo em filas, os clientes desobedeceram a determinação do Ministério da Saúde de manterem a distância de 1,5 a 2 metros entre as pessoas.

Segundo um dos internautas que publicou imagem na frente do supermecado com várias outras pessoas, uma latinha de cerveja estava custando R$ 0,99 centavos.

“Vamos comprar cerveja de 0,99 centavos. Não podemos trabalhar, vamos aproveitar as férias”, escreveu o internauta.

A reportagem tentou contato com a direção do Makro , mas até o momento não obteve resposta sobre a promoção em meio à pandemia e decreto governamental de isolamento social por causa do Covid-19.

Ministro diz que Acre chama atenção por ter 23 casos de Covid-19 com população pequena

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou durante entrevista nesta quarta-feira (25) sobre os novos casos de coronavírus que o Acre chama atenção por ser um estado pequeno e apresentar 23 casos confirmados da doença.

“Chama a atenção o Acre ter 23 casos com uma população pequena”, disse o ministro.

O Acre chegou à marca de 23 casos nesta quarta-feira. O Estado fica atrás somente do Amazonas no maior número de casos na região Norte.

Professor de capoeira é condenado a 8 anos por estuprar aluna em Brasileia

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O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Brasiléia condenou um professor de capoeira a oito anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, por ele ter cometido o crime de estupro de vulnerável, previso no artigo 217-A do Código Penal.

Conforme é relatado nos autos, a adolescente tinha 13 anos de idade, na época dos fatos, e foi à casa do acusado assistir um filme, quando eles foram para o quarto. A vítima relatou, em seu depoimento, que mudou de ideia quanto a ter relações com ele.

Seguindo a legislação, que enfatiza que relações sexuais com menores de 14 anos de idade configura estupro de vulnerável, o acusado foi condenado. A sentença está publicada na edição n°6.559, do Diário da Justiça Eletrônico, da segunda-feira, 23.

O juiz de Direito Clóvis Lodi, titular da unidade judiciária, foi o responsável pelo julgamento. O magistrado relatou que o réu não compareceu a audiência, tendo sido decretada à revelia do acusado. Mas, o juiz rejeitou a tese da defesa dele.

“Portanto, não assiste razão à tese defensiva pela absolvição, pois as provas são robustas em demonstrar que manteve relação sexual com a vítima, mesmo sabendo ser menor de 14 anos de idade, sendo a condenação a única medida cabível ao caso.

Ascom TJ