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Senadora Mailza Gomes libera mais de R$ 3 milhões em emendas para hospitais e maternidades do Acre

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Só em 2020 Mailza já conseguiu liberar mais de  R$ 6 milhões para a Saúde do estado

A senadora Mailza Gomes (Progressistas-Acre) anunciou nesta terça-feira, 28, que foram liberados mais R$3.300.000,00 (três milhões e trezentos mil reais) de suas emendas extra orçamentárias do Ministério da Saúde para o Acre. Os recursos que foram solicitados pela parlamentar já estão na conta do estado. Os hospitais contemplados são: as maternidades Bárbara Heliodora, em Rio Branco, com R$ 2 milhões, e Ethel Muriel Guedes, em Tarauacá, com R$ 500 mil. Para o Hospital da Mulher e da Criança do Juruá, em Cruzeiro do Sul, está liberado R$ 800 mil.

De acordo com a senadora Mailza Gomes, a liberação dos recursos é mais uma conquista para os acreanos. “Estamos empenhados para minimizar os impactos da pandemia em nosso Acre. Os recursos que já estão na conta vão ajudar na saúde de nossa gente. Este ano já consegui a liberação de mais de R$6 milhões de reais, isso é trabalho de resultados”, disse a senadora Mailza Gomes.

A senadora relembrou quando esteve ano passado em todos os municípios do Acre e conheceu hospitais, maternidades e a realidade da saúde nos municípios. “Quando estive na maternidade de Tarauacá conheci o lindo trabalho de acolhimento feito pelas enfermeiras e médicas e também a necessidade de melhorias. O Hospital da Mulher e da Criança do Juruá, por exemplo, vai atender municípios de toda a região. Fico muito feliz ver esses recursos liberados para a saúde pública, reforçando e melhorando o atendimento à população que depende do SUS e, principalmente, as grávidas que merecem todo o acolhimento nesse momento tão especial da vida de uma mulher que é a gravidez”, ressaltou a parlamentar.

Coronavírus: R$ 2 milhões já foram autorizados para compra de equipamentos para profissionais de saúde

No final de março, a senadora Mailza Gomes autorizou junto à Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) que os R$ 2 milhões de emendas parlamentares individuais de sua autoria já pagos ao estado fossem usados para compra de equipamentos para os profissionais de saúde que trabalham diariamente nas ações de combate a Covid-19 no Acre. “A vida e a saúde dos profissionais que lidam diariamente com as pessoas infectadas me preocupa. Pedi ao secretário de Saúde, Alysson Bestene, que a compra de EPIs para os profissionais da saúde seja prioridade. Além da rotina pesada, os heróis da saúde necessitam estar protegidos, pois estão a linha de frente no combate à doença. Neste momento, é fundamental aumentar a proteção para enfrentar a situação”, destacou a parlamentar.

Assessoria

A pedido de Gladson, PM cancela ato de nomeação e formatura de 244 novos policiais

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O comandante da Polícia Militar do Acre, coronal Ulysses Araújo, cancelou o ato de nomeação e juramento de 244 policiais militares que estava marcado para acontecer às 17h desta terça-feia, na Arena Acreana, em Rio Branco.

Segundo nota assinada por Ulysses, o cancelamento atende à recomendação do governador Gladson Cameli quanto à proibição de aglomerações de pessoas durante a pandemia de coronavírus.

Confira a nota da PM:

A respeito da nomeação e juramento de militares, ato previsto para realizar-se às 17:00 h de hoje, 28 de abril, na Arena Acreana, a Polícia Militar informa o seu cancelamento, atendendo à recomendação do Governador do Estado Acre, Gladson Cameli. Recomendação esta, referendada em conjunto pelos Comandos da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Justiça e Segurança Pública, Secretaria de Saúde, Casa Civil e Ministério Público Estadual, no sentido de aprimorar as medidas de segurança e proteção dos militares, embora a Corporação já houvesse tomado todas as medidas e providências determinadas no Decreto 5.496/2020.

Rio Branco, AC – 28 de abril de 2020.
Ulysses Freitas Pereira de Araújo – Cel PM

Envolvida na “Máfia das Merendas”, Fricarnes vai assinar contrato de R$ 10,9 milhões com Educação

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A Fricarnes, empresa investigada pela Polícia Civil e Mininstério Publico por acusação de fazer parte de uma suposta máfia que atuava no desvio de merenda escolar, foi convocada através do Diário Oficial de terça-feira (28) para assinar um contrato com o Estado na ordem de R$ 10,9 milhoões, via Secretaria Estadual de Educação.

O administrador da empresa, o empresário Clelson Junior, que foi preso na Operação Mitocondrias, deflagrada no dia 7 de abril, não quis falar com a imprensa sobre o novo contrato milionário.

Segundo investigação da Polícia Civil, a empresa Fricarnes, que entregava carne para as escolas da rede pública de ensino economizou R$ 2,3 milhões com a entrega de carne de segunda, no lugar da carne de primeira, que era contratada a preços maiores.

“A auditoria também constatou graves irregularidades na execução dos contratos da empresa Fricarnes Distribuidora que, de acordo com relatório técnico da Controladoria Geral do Estado – CGE, forneceu, nos meses de novembro e dezembro de 2019, o equivalente a R$ 2.786.230,00”, diz a denúncia formulada à Justiça.

Como destacam os delegados estaduais, a entrega da carne ocorreu pouco antes das férias, período em que se encerra o ano letivo e que, consequentemente, o consumo nas escolas não ocorre. Se aproveitando de que muitos trabalhadores das escolas não conhecer o perfil das carnes, a empresa manobrou para entregar a carne de qualidade duvidosa.

A Fricarnes Distribuidora também “formalizou 7 notas fiscais de fornecimento de carne para as unidades escolares, fazendo constar o envio de carne de 1.ª qualidade (conforme contrato) quando, na prática, somente entregou carne de 2.ª qualidade”, diz a denúncia. E completa que os fatos ficam “comprovados através das notas e documentos de recibo nas escolas”, pontuam os delegados.

INVESTIGAÇÃO

Após dois meses de investigação, os delegados Alcino Júnior e Pedro Paulo Buzolin, da Delegacia Especializada em Combate à Corrupção (Decor), fizeram uma verdadeira devassa em todos os contratos geridos pelo Departamento de Merenda Escolar.

Em meio às licitações dispensadas, com valores milionários, à época assinados pelo ex-secretário da SEE, Márcio Mourão [exonerado após a operação sem uma justificativa pública], os empresários e servidores teriam forjado documentos de controle de recebimento e despacho de mercadorias, possibilitando pagamentos de produtos jamais entregues às escolas.

As investigações apontam que apesar de emitir notas no valor de R$ 2,7 milhões, a empresa só entregou o equivalente a R$ 415 mil, ou seja, houve um lucro de R$ 2,3 milhões em decorrência do suposto esquema executado pelos servidores e empresários. Tudo auditado e percebido pela Controladoria Geral do Estado.

Com informações de João Renato, do Notícias da Hora

Jenilson pede que Gladson não terceirize saúde: “Para contratar já temos o decreto de calamidade”

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A pandemia do Covid-19, vírus causador do Coronavirus, ficou evidente que investir nas políticas de saúde pública e de acesso universal, por exemplo, o Sistema Único de Saúde (SUS), é o melhor caminho para que a população de um modo geral tenha acesso aos serviços médicos hospitalares. Até mesmo os Estados Unidos, maior economia no mundo, demonstrou incapacidade no combate a pandemia pela falta de uma política de saúde pública aos cidadãos americanos. O ex-ministro Mandeta ao deixar o Mistério da Saúde conclamou por um SUS cada vez mais forte.

No Acre, o governador Gladson Cameli caminhada no sentido contrário, em meio à crise do Coronavirus, cujas atenções estão voltadas para frear a doença, o chefe do executivo estadual deve enviar um projeto de terceirização da saúde estadual, o alerta é do deputado e médico Jenilson Leite (PSB), membro titular da Comissão de Saúde da ALEAC.

O parlamentar tomou conhecimento da medida pelos presidentes do SINTESAC e do SEEAC. Na qual relataram em visita ao PS com Jenilson Leite que foram procurados pela equipe do governo para discutir o projeto que entrega o sistema de saúde nas mãos da iniciativa privada.

Além de denunciar o projeto que terceiriza a saúde sem um debate com a sociedade e os parlamentares, Leite relatou a visita que fez no Pronto Socorro. Para o deputado, o governo precisa agir imediato, pois as condições dos profissionais de saúde são precárias. “O serviço está precário, falta equipamentos e espaço para atender a demanda dos pacientes de covid-19. Isso tudo mostra a urgência que temos aprovarmos o projeto que concede um aumento de 50% de insalubridade aos trabalhadores”.

Jenilson Leite classificou como equívoco essa atitude. Para o deputado, é difícil acreditar que no meio de uma crise de saúde, o governo aproveite o momento para terceirizar a saúde. “Não posso acreditar que no meio da pandemia o governo aproveite para querer terceirizar a saúde, não é momento para esse debate”.

Segundo o deputado, o PL deverá encaminhado esta semana ao parlamento. “ ALEAC, não podemos aceitar essa atitude num momento tão difícil de reagir. Mas vai ter luta”, garantiu o médico.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (SINTESAC), Adailton Cruz, agradeceu ao deputado por acompanhar essa situação, inclusive fez uma alerta sobre a situação da saúde. “Estamos acompanhado a situação, estivemos no Pronto Socorro e o serviço demonstra ineficiência, e como que o governo ainda quer terceirizar?”, questiona.

Já o presidente do Sindicato dos Enfermeiros (SEEAC), Joabe Medeiros, questiona que o governo tem colocado os pacientes de Covid-19 juntos com os demais. “Olha, estamos vendo uma estrutura reduzida para atender pacientes do coronavirus, os profissionais estão com EPI’s doados e estes equipamentos não tem a qualidade necessária para se protegerem. O estado não tem doado nem equipamentos de proteção, mesmo assim, quer terceirizar a saúde estadual. É preciso melhorar muito, senão os pacientes estrarão sem covid-19 e sairão contaminados”, alerta o sindicalista.

Assessoria

Governo reitera ao ministro da Saúde mais apoio para o Acre combater o coronavírus

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Durante videoconferência realizada nesta terça-feira, 28, a equipe do Governo do Estado do Acre reiterou novo ministro da Saúde, Nelson Teich, providências para melhorar a estrutura da rede pública hospitalar do Acre, assim como recursos que assegurem a contratação de mais profissionais para reforçar o enfrentamento à pandemia do coronavírus.

O vice-governador Major Rocha citou o esforço do governo estadual em meio à crise, mas revelou a dificuldade encontrada para aquisição de insumos e equipamentos, como respiradores, monitores, equipamentos de proteção individual (EPIs) e testes rápidos. O gestor enfatizou que salvar vidas é a maior prioridade do momento e solicitou o apoio imediato do governo federal ao Acre.

“Este é mais um apelo para que o ministro da Saúde nos ajude a enfrentar este momento difícil que o nosso estado vive. Assumimos o governo sabendo que o Acre já vinha passando por muitos problemas na área da Saúde e com a pandemia do coronavírus, a situação se complicou ainda mais. Por isso, é muito importante que a União olhe para os estados. Recebemos dez leitos de UTI, mais ainda não recebemos os respiradores. O nosso pleito é que os leitos que serão disponibilizados pelo governo federal contemplem ainda mais o Acre, com uma quantidade que seja suficiente para fazermos frente a essa dificuldade”, afirmou Rocha.

O secretário de Saúde, Alysson Bestene, explicou as ações desempenhadas desde a confirmação dos primeiros casos da doença. Ele citou a ampliação no número de leitos de UTI, preparação para a montagem de dois hospitais de campanha, distribuição de 4 mil testes rápidos para municípios do interior e a recente habilitação do Laboratório Central (Lacen), por parte do Ministério da Saúde, para analisar os testes de coronavírus.

Mesmo com todo este empenho, Bestene confirmou que as projeções apontam para a continuidade no aumento de novos casos. Na oportunidade, o secretário reforçou o pedido de envio de mais equipamentos para o estado e ainda o aval do ministério da Saúde para contratar médicos formados em instituições de ensino superior estrangeiras que ainda não possuem o Revalida.

“Este tipo de reunião é muito importante para afinar a relação entre a secretaria estadual e o ministério da Saúde. Tivemos a oportunidade de colocar todos os nossos apelos, como a dificuldade na compra de equipamentos e materiais de proteção. Nas planilhas que temos enviado ao ministério, relatamos todos estes problemas. Depois de colocarmos todas as nossas demandas, é hora de aguardar que eles nos ajudem o mais rápido possível para que possamos combater essa epidemia que vem crescendo no Acre. A situação é preocupante, por isso, precisamos aumentar o número de leitos, equipamentos e insumos para atender os pacientes”, observou.

A videoconferência contou com a participação de governadores e secretários de Saúde de todos os estados da região Norte. Em sua fala, o ministro Teich disse compreender os anseios dos gestores, citou a dificuldade global para compra de materiais e declarou que o governo federal está disposto a ajudar todos os estados, priorizando aqueles que estão em situação mais crítica.

“A nossa intenção é manter a regularidade destas reuniões para que possamos atualizar a situação de cada estado. Mais importante que as reuniões é o trabalho que está sendo feito no dia a dia para que o ministério possa estar ajudando o país como um todo”, pontuou.

Marcaram presença na reunião o secretário da Casa Civil, Ribamar Trindade; do secretário de Planejamento, Ricardo Brandão; e da secretária-adjunta de Saúde, Paula Mariano.

Secom

Líder do governo diz que Sindicato da Saúde está causando terror nos servidores públicos

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Na manhã desta terça-feira, 28, o líder do governo Gerlen Diniz, do PP, pediu que o Sindicato de Saúde do Acre possa ter respeito aos servidores públicos.

Segundo ele, o projeto de lei que cria o Instituto de Saúde não é uma terceirização, mas, sim, um meio de salvar os servidores.

“É uma falta de respeito e de responsabilidade do sindicato. Querem causar o terror”, contou.

O líder do governo destacou que se o projeto chegar à Aleac será exaustivamente debatido pelos deputados de oposição e governo.

Cruzeiro do Sul recebe mais 30 toneladas de massa asfáltica para reforçar recapeamento de ruas

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul deve receber, ainda esta semana, mais 30 toneladas de massa asfáltica para reforçar o recapeamento de ruas. No momento, a operação segue no Bairro são José e na Rua de Alagoas, onde estão sendo aplicadas 30 toneladas de polímero.

Segundo o coordenador técnico da Secretaria de Obras, Josinaldo Batista, com a chegada do verão amazônico, as atividades de recapeamento e operação de tapa buracos serão intensificadas.

“Essa é a época do ano que mais temos condições de trabalhar. A medida que a operação tapa buracos vai avançando, vamos seguindo com o recapeamento. Conseguimos fazer entre 2 a 3 quilômetros com essa quantidade de material”, completou.

O prefeito Ilderlei Cordeiro destacou que seu compromisso é recapear o maior número possível de ruas no município.

“Hoje estamos realizando o recapeamento de ruas no bairro São José e aqui na Rua de Alagoas até o bairro do Remanso. Próxima semana estaremos lançando nosso programa de recuperação de ruas o “Verão em Ação” que irá ampliar nossos serviços de recuperação de ruas em nossa cidade. ”, disse o prefeito.

Ascom

Bestene diz que exames de coronavírus serão realizados por robô no Acre

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O deputado estadual José Bestene, do PP, declarou na sessão da Assembleia Legislativa desta terça-feira, 28, que o centro de exames Charles Mérieux, em Rio Branco, vai receber um robô para realização dos exames.

Segundo o progressista, a partir de amanhã vai ser mais acelerado o resultado dos exames de Covid-19. “Vai ser disponibilizado um robô para acelerar a realização dos exames”, ressaltou.

O parlamentar frisou que a medida além de ser importante para a realização de mais exames, vai ajudar os profissionais que estão sobrecarregados no estado.

Calegário cobra explicações de Tião Fonseca sobre suposta sabotagem no abastecimento de água

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O deputado estadual Fagner Calegário (PL) solicitou durante a sessão, realizada online, desta terça-feira (28), que a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) convoque, formalmente, o diretor-presidente do Depasa, Tião Fonseca, para prestar esclarecimentos sobre as acusações que pairam contra ele de ter sabotado o sistema de água para forçar o governo a pagar uma empresa que tem como acionista a própria esposa.

Calegário afirmou que mesmo sendo ainda suposições se tratam de denúncias graves feitas por fontes e reiteradas com comprovantes de pagamentos de que Fonseca usou a fonte 700, de arrecadação própria do órgão, para pagar a empresa de sua esposa e que, portanto, é necessário que o gestor esclareça os fatos.

“Se a Mesa Diretora não quiser eu mesmo farei o requerimento no final desta sessão, pois trata-se de uma denúncia gravíssima de que o presidente do Depasa supostamente está envolvido em sabotagem e outras irregularidades”, diz.

Na última semana, o jornal Folha do Acre trouxe com exclusividades denúncias munidas de provas contra Tião Fonseca e nesta terça-feira o Ministério Público do Acre sugeriu ao governo do Acre que afaste o gestor do Depasa do cargo.

‘Precisamos que resolvam a falta de água e de vergonha na cara’, diz Lene ao convocar diretor do Depasa a se explicar na Câmara

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A vereadora de Rio Branco pelo PSD, Lene Petecão, fez um duro discurso na sessão realizada online nesta terça-feira (28) a respeito da necessidade de tomar atitudes para que se resolva a questão da falta de água na capital e cobrou satisfações a respeito de supostas irregularidades praticadas pelo diretor-presidente do Depasa, Tião Fonseca.

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Diretor do Depasa é acusado de sabotar sistema de água para pressionar Gladson a pagar empresa da esposa

Lene apresentou um requerimento solicitando que Fonseca se explique à Câmara Municipal de Rio Branco.

“Que ele responda ou os órgãos de fiscalização fiscalizem. O diretor está sendo acusado de sabotar o sistema de água para forçar o governador a realizar um pagamento. Isso é gravíssimo e inaceitável. Precisamos resolver esta questão da falta de água e de vergonha na cara”, diz.

No requerimento apresentado à Mesa Diretora da Câmara Municipal de Rio Branco, Lene Petecão solicita que Tião Fonseca compareça, via online, na sessão de 5 de maio para esclarecer as questões que envolvem o desabastecimento de água na capital e interior.

“Considerado que milhares de pessoas estão sem abastecimento de água nessa cidade, a situação da pandemia poderá se agravar ainda mais. Água é bem essencial, ainda em uma situação de calamidade dessas onde a higinenização é forma de combater uma doença contagiosa”, diz.

Outros vereadores também seguiram a mesma linha de Lene Petecão e solicitaram que a questão do abastecimento seja resolvido urgente. O vereador Mamed Dankar (PT) afirmou que é preciso que Tião Fonseca, acusado de sabotar o sistema de água do Depasa, defenda-se ou que seja imediatamente investigado pelos órgãos de controle.

“Isso precisa de uma atenção e uma resposta urgente. Que ele diga o que acontece, defenda-se do que é acusado ou que os orgãos fiscalizem imediatamente. O que não podemos é ficar sem água”, diz.

O vereador emedebista Emerson Jarude sugeriu que o governador Gladson Cameli (PP) tome uma atitude urgente e dispolitize o órgão.

“Falta de água numa pandemia dessa é de uma gravidade imensa. É importante despolitizar o Depasa e resolver esta situação de uma vez por todas”, diz.

O médico infectologista e vereador Eduardo Farias (PCdoB) cobrou um plano de contigência e alertou para os perigos de falta de água diante de uma crise sanitária como a que está sendo atravessada.

“A falta de água em momento deste joga por terra toda as atitudes que devem ser levadas a cabo durante uma pandemia dessas. Por que não temos um plano de contigência?”, questionou.