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Sine oferece sete vagas de emprego para Rio Branco nesta quarta-feira; confira

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Candidatos interessados devem ir à OCA, na rua Quintino Bocaiúva, 299 – Centro.

O Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine) disponibiliza sete vagas para diversas áreas nesta quarta-feira (2) em Rio Branco. Os candidatos interessados devem ir até a OCA, na rua Quintino Bocaiúva, 299 – Centro.

O candidato à vaga deve atualizar o seu cadastro no Sine. Aqueles que não tiverem cadastro na instituição, devem levar os seguintes documentos: Carteira de Trabalho, Identidade/CPF, Título de Eleitor, comprovante de escolaridade e de endereço.

O Sine se responsabiliza por encaminhar cinco pessoas, no perfil solicitado pelo empregador, para que ele possa escolher qual vai preencher a vaga. O cidadão pode verificar se a vaga ainda está disponível através do telefone 0800 647 8182.

As vagas são rotativas, ou seja, são disponibilizadas para o dia, podendo não estar mais disponíveis para o dia seguinte.

Empresária que morreu por Covid piorou após ser mandada para casa e demorou para ser levada à UTI, diz filha

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A empresária Sudilene Daly Oliveira Vidal, de 51 anos, foi mais uma vítima da Covid-19 no Acre. O quadro evoluiu muito rápido, mas a filha dela, Júlia Lemos, acredita que a morte poderia ter sido evitada se a mãe tivesse recebido a assistência adequada.

Sudilene morreu no dia 28 de agosto após ter uma parada cardiorrespiratória. E já estava com 90% dos pulmões comprometidos. Ainda muito abalada, Júlia, única filha de Sudilene, diz que pretende denunciar o Hospital Santa Juliana e a Unimed, em Rio Branco, por negligência no atendimento.

Procurada pelo G1, a Unimed informou que “foi autorizado tudo que foi pedido. Todo tratamento da paciente” e que o prontuário é de responsabilidade do hospital Santa Juliana. A reportagem aguarda resposta do hospital.

Júlia conta que na primeira ida da mãe ao Pronto Atendimento da Unimed, já com diagnóstico de Covid-19, no dia 23, ela estava com febre alta. Foi medicada e mandada para casa após passar por exames.

“Fez tomografia, outro para ver como estava o grau de infecção, e esses exames deram muito alterados, mas o médico não deixou ela internada. É como se a Unimed não quisesse interná-la”, relembra.

Como a mãe não melhorava, Júlia disse que mandou os exames para um amigo que trabalha no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into), no dia 24. O amigo de Júlia mostrou o exame para um médico do Into e o profissional falou que Sudilene estava com 70% dos pulmões comprometidos e deveria estar internada.

“O médico do Into falou que ela deveria estar internada, foi quando meu marido pegou minha mãe e levou para Unimed de carro”, explica.

Ela questiona a demora na internação da mãe e diz que vai registrar uma denúncia no Conselho Regional de Medicina (CRM). “Vou entrar no CRM para apurarem porque houve negligência. Vão puxar o prontuário e observar isso. A contestação é porque minha mãe, com o exame no domingo, a Unimed não providenciou a internação dela? Por que não houve a interferência e atitude logo de princípio?”, pergunta.

Quando foi finalmente internada e transferida para o Hospital Santa Juliana, Sudilene mandou mensagens para a filha denunciando que não tinha dipirona na unidade, o aparelho que mede a saturação tinha quebrado e que passou uma noite desassistida pelas enfermeiras.

“Quando entrou no Santa Juliana já estava ruim e por que não foi levada para a UTI? É o mais comum por aí, pessoas com menos de 50% ou 50% do pulmão comprometido já vai para UTI. É onde você vai ter mais cuidado e um respirador!”, questionou.

Sem medicamentos

Sudilene ficou internada no pronto atendimento da unidade até a terça (25). No final do dia, segundo Júlia, a paciente foi transferida para o Hospital Santa Juliana, mas lá foram enfrentadas mais dificuldades.

“Só foi para o Santa Juliana no final do dia, ficou no pronto atendimento. No Santa Juliana ela jantou, mas a última visita no quarto dela foi às 22h e ela me passou mensagem dizendo que não aguentava de dor e não tinham passado mais no quarto dela. Ela gritou de dor e a enfermeira falou que não tinha dipirona, não tinha omeprazol e nem a vitamina que ela estava tomando e o aparelho que media a saturação tinha quebrado”, lamentou.

Júlia foi até o hospital e fez uma série de reclamações para a equipe. Após isso, Sudilene relatou para a filha que o tratamento tinha mudado, que tinha começado a fazer fisioterapia e estava tomando a medicação.

“No final do dia, mandou mensagem que estava melhor, mas quando foi quinta [27] acordei pela manhã com ela falando que tinha piorado. Depois do almoço levaram ela para UTI, na hora do boletim médico, às quatro horas, o médico falou que ela estava estável, que estava no respirador e iria fazer mais exames. Falou que ela tinha ido para UTI para prevenir e ficar no respirador melhor, que teria mais assistência”, contou.

Porém, na sexta (28) Júlia recebeu a notícia que mais temia desde o início do tratamento da mãe. Sudilene teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

“Me chamaram lá e recebi a notícia. Minha morreu com 90% dos pulmões comprometidos, entre domingo e o final da semana o pulmão piorou de 70% para 90% e eles não tiveram a iniciativa de entubar ela. Houve negligência desde o início”, afirmou.

Júlia contou também que a mãe não tinha comorbidades, trabalhava e era saudável. “Minha mãe tinha só sinusite, que é normal na nossa região por causa da poeira. Minha mãe era uma pessoa do bem, me ajudava na loja na parte administrativa e no financeiro. Era só eu e ela aqui, era extremamente inteligente”, concluiu.

G1

Setembro Amarelo: Prefeitura de Cruzeiro inicia campanha de alerta e prevenção ao suicídio

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Setembro é o mês dedicado ao combate ao suicídio. Para reforçar a promoção da política pública de saúde, a Prefeitura de Cruzeiro do Sul, através da Secretaria Municipal de Saúde, iniciaram nesta terça-feira, 1º, a Campanha ‘Setembro Amarelo’. O Prefeito Clodoaldo Rodrigues, acompanhado da Secretária Municipal de Saúde Janaína Negreiros fizeram a abertura da campanha em um ato simbólico, onde junto com os servidores soltaram balões e acederam as luzes da Catedral, principal cartão postal da cidade, com a cor amarela.

Com objetivo de alertar a população sobre o problema, o mês marcado pela campanha de conscientização conta com inúmeras ações que serão desenvolvidas nas unidades de saúde, como rodas de conversa, palestras, atendimentos e acompanhamentos psicológicos e esclarecimentos sobre o tema nas unidades de saúde de cada bairro. A Secretária de Saúde. Municipal, Janaína Negreiros destacou que as ações devem ter um olhar voltado também para os agravos causos durante o período de pandemia.

“Além das ações que já costumamos desenvolver, estamos intensificando ainda mais os atendimentos, pois este momento de pandemia nos faz perceber ainda mais a importância e relevância desse tema, quando temos uma parte da população assustada e amedrontada e com alguns problemas fortalecidos em decorrência da pandemia. Nossa intenção como saúde é prevenir qualquer tipo de forma e minimizando qualquer sintoma”, declarou a secretária municipal de saúde Janaína Negreiros.

O Prefeito enfatizou a importância do amor, da doação de carinho ao próximo com gestos de solidariedade, sabendo sempre ouvir e dar a atenção necessária, podendo assim ajudar quem mais precisa.

“O suicídio temos que trabalhar a prevenção. Temos que está próximos, saber o que a pessoa está passando e enfrentando. O que leva as pessoas a cometerem o suicídio muitas vezes são problemas que elas guardam para si, não compartilhar, e o Setembro Amarelo vem para isso, para que o município possa está conscientizando e acompanhando essas pessoas que precisam de amor, pois quem ama cuida”, destacou o prefeito.

O suicídio pode acontecer com qualquer pessoa e nas mais diversas famílias e comunidades. Porém, há fatores que aumentam o risco de alguém cometer suicídio e, portanto, é necessário estar atento: pessoas que sofreram violências, fragilidade de suporte familiar e social, desemprego ou dificuldades financeiras, transtornos mentais, perda de uma pessoa querida, dependência de álcool ou outras drogas, pessoas que já tiveram tentativas de suicídio.

Acre foi o terceiro estado que mais queimou na Amazônia em agosto de 2020

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Estado superou, em registro de queimadas, Mato Grosso e Rondônia; em julho desmatamento também já tinha superado MT; focos de calor em 2020 estão 18% acima e governo decreta emergência ambiental

O Acre fechou o mês de agosto ocupando a terceira posição entre os estados que mais registraram focos de queimada, superando os tradicionais recordistas Mato Grosso e Rondônia em termos de impactos causados à Floresta Amazônica. No ranking do fogo do mês passado, o Acre só ficou atrás do Pará e do Amazonas, cujas áreas territoriais são até quatro vezes superior.

Segundo os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o estado registrou, entre 1 e 31 de agosto, 3.578 focos de queimada. Já Mato Grosso, que tradicionalmente ocupa as manchetes ao lado do Pará, como um dos estados que lideram as estatísticas de desmatamento e incêndios, teve detectado 3.336 focos. O vizinho Rondônia teve 3.086 focos.

Após apresentar um certo controle e até redução no registro de queimadas em 2020 – quando comparado com o ano passado – o Acre parece ter sofrido um boom de incêndios nos últimos dias de agosto. Entre 1 de janeiro e o dia 28 de agosto, por exemplo, o estado tinha uma redução de 12% na quantidade de focos detectados pelo monitoramento do Inpe quando se fazia um comparativo com o mesmo intervalo de 2019.

Já no acumulado dos oito meses deste ano – diante de igual período do ano passado – há um acréscimo de 18%: 4.044 contra 3.426. Quase 90% desta detecção de queimadas ocorreu em agosto, mês marcado na região pelo uso indiscriminado do fogo para a limpeza ou abertura de roçados e pastagens, além do emprego para limpar áreas recentemente desmatada.

Diante da aparente perda de controle das ações para conter o fogo, o governo decidiu decretar nesta terça, 1, situação de emergência ambiental. A medida também se fez necessária diante do atual nível crítico dos rios, com destaque para o Acre, responsável pelo abastecimento de água de 70% da população.

Em maio, a agência espacial dos Estados Unidos, a Nasa, divulgou estudo apontando que, entre os estados da Amazônia brasileira, o Acre pode ser um dos mais impactados por uma estiagem mais rígida. O principal motivo para isso, segundo a Nasa, é o aquecimento das águas do Oceano Atlântico, que tem como principal efeito a redução da umidade na parte mais sul da Amazônia.

Essas condições ambientais mais a elevada área de floresta que foi desmatada tornam o Acre o mais propício a sofrer com os grandes incêndios florestais, assim como em 2005. Segundo projeções da Nasa, a chance de isso se repetir é de 85%.

Em julho o Acre já tinha superado o Mato Grosso também quanto à detecção do desmatamento pela análise do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). De acordo com o monitoramento SAD, o Acre desmatou 140 km2 de floresta em julho, enquanto Mato Grosso perdeu 98 km2. Entre agosto de 2019 e julho passado o estado teve um desmatamento acumulado de 476 km2 – alta de 28% ante o período anterior.

O fogo no interior

Conforme o blog já tinha antecipado em 24 de agosto, o interior do Acre era a região do estado que mais apresentava focos de queimada, tendência que se manteve até o dia 31. Os municípios do Vale do Tarauacá/Envira, Purus e Juruá estão entre os recordistas de fogo. Dos 10 municípios que mais queimaram, apenas Rio Branco não está nestas regiões.

O topo do ranking dos incêndios é ocupado por Feijó (1.067 F), Tarauacá (684), Manoel Urbano (275) e Sena Madureira (240). Logo após aparece Cruzeiro do Sul, município do Vale do Juruá que até alguns anos atrás estava bem na traseira dos dados do fogo no Acre. No último dia 24 estava na terceira colocação.

O município registrou no mês passado 231 pontos de calor dentro de seu território; 68 a mais do que Rio Branco, conhecido por ter altas taxas de incêndios por seu entorno já ter perdido boa parte da vegetação nativa, sendo ocupada por áreas de pecuária e agricultura. Cruzeiro do Sul, por sua vez, ainda possui uma região rural com muita floresta nativa.

Abaixo da capital (no ranking do fogo) surgem três dos quatro municípios isolados: Jordão, Marechal Thaumaturgo e Porto Walter. Essa interiorização do fogo para as áreas mais bem preservadas e remotas do estado chama a atenção para dois fatores; 1) o avanço do desmatamento para uma região ainda bastante intacta da Amazônia e 2) o risco deste fogo se transformar em grandes incêndios florestais pelas atuais condições climatológicas.

Essa interiorização da destruição não fica apenas às margens de rodovias ou ramais; as margens de rios e igarapés nestes municípios também passam a concentrar grandes áreas queimadas. Com a previsão de um ano mais quente e seco no Acre, a concentração do fogo próximo a área de florestas em pé preocupa.

Após agosto já ter sido marcado por temperaturas perto da casa dos 40 graus, baixíssima precipitação pluviométrica e umidade relativa do ar na casa dos 30%, a tendência é de setembro também apresentar as mesmas condições ambientais. Com isso, um pequeno fogo feito num roçado pode adentrar na floresta em pé, cujas consequências seriam inestimáveis.

Blog do Fábio Pontes

Ufac vai retomar aulas online com “bolsa internet” para alunos de baixa renda

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Desde que teve início a pandemia do coronavírus a Universidade Federal do Acre – Ufac esteve parada. Após meses fechada, a reitoria decidiu retornar as aulas de forma remota no próximo dia 26 de outubro deste ano.

Com isso, para ajudar os alunos mais vulneráveis financeiramente a instituição lançou um edital nesta terça-feira, 1.

Porém, a Ufac decidiu lançar um programa com R$ 100 para os alunos de baixa renda.

Segundo a universidade, o pagamento da bolsa de internet deve ser de R$ 1,3 mil que podem ser usados na compra de um notebook, ou outros utensílios.

Presidiário que executou mulher na frente do filho de 8 anos é condenado

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O presidiário Francisco Joab Craveiro Figueiredo foi condenado a 18 anos e 6 meses de prisão pela morte da jovem Katrine Lopes da Silva.

A decisão foi do Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar, em sessão realizada nesta terça-feira (1).

Os jurados acataram a tese apresentada pelo promotor de Justiça Efraín Enrique Mendonza, que apontou que foi o réu quem fez o disparo que atingiu o pescoço da vítima.

“O exame de comparação balística prova que a arma aprendida com Joab um dia depois do crime, foi a mesma utilizada para matar a jovem. Isso é um prova cientifica”, disse o promotor.

A jovem Katrine Lopes da Silva foi assassinada no dia 12 de fevereiro de 2019. O crime aconteceu na Rua Jerusalém, no Laélia Alcântara, região do Calafate.

Consta na denúncia que Katrine estava em casa, na companhia do filho de 8 anos, quando o imóvel foi invadido por criminosos.

Na mesma sentença o Juiz Alesson Braz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria militar negou ao réu o direito de recorrer da condenação em liberdade.

ContilNet

Indígenas bloqueiam BR-364 em protesto por serviços básicos de energia, água e saúde

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Desde às 12h da terça-feira (1), os indígenas da etnia Katukina se juntam aos moradores da comunidade Santa Rita nas proximidades do Rio Liberdade, para pedir do poder público melhorias para as comunidades. A reivindicação cobra não apenas energia, mas também, água e atendimento de saúde. O Cacique Fernando Rosa diz que a energia foi prometida muito tempo antes de chegar a pandemia, e pede a presença de um representante da Energisa, outro da prefeitura de Cruzeiro do Sul e da saúde. “Nós queremos apenas a presença deles para explicar a gente, esse manifesto é pacífico e não estamos aqui quebrando nada do governo nem agredindo ninguém. Todos nós pagamos impostos, somos brasileiros, eleitores e porque nenhum representante público nos ajuda?”, desabafou o indígena que diz estar ciente do que estão fazendo e que foi até a cidade procurar um responsável na prefeitura e não foi atendido.

Os manifestantes informaram que passam muita dificuldade com a falta de água para manter a higiene e saúde nos indígenas, segundo o cacique, na época do verão eles ficam sem água para beber, que um poço foi perfurado por conta própria para atender a localidade, mas a falta de energia impossibilita que a água seja distribuída para as famílias da aldeia.  “Água é vida, é saúde, é tudo. Se a gente dormir sem tomar banho a doença ataca, sem energia não tem como mandar a água para as casas de cada morador”, disse ele.

Explica também que a falta de energia elétrica os impossibilita de armazenar alimentos. A falta de recursos para ir até a cidade diariamente para comprar alimentos os deixa sem a possibilidade de alimentação adequada, caso tivessem o fornecimento de luz, poderiam refrigerar alimentos e assim manter a população indígena melhor alimentada.

Até às 23h da terça-feira eles ainda não haviam liberado a pista, o líder indígena disse ainda que sabia que na estrada estavam aguardando caminhões com mercadorias, medicamentos e até doentes, mas que só iriam liberar o trânsito dos veículos, quando as autoridades competentes dessem um retorno a sua solicitação, “Eu quero resposta, enviamos os documentos para a melhoria da comunidade e esperamos pela resposta, aqui tem pai de família, tem pessoas de bem e enquanto não tiver resposta vamos permanecer”, finalizou o Cacique Fernando.

Com informações do Juruá Online

Gladson demite Adelaide de Fátima da vice-presidência da Junta Comercial do Acre

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O governador do Acre, Gladson Cameli, amanheceu com a caneta afiada na manhã desta quarta-feira, 2. O gestor resolveu exonerar a experiente Adelaide de Fátima do cargo de vice-presidente da Junta Comercial do Acre (JUCEA).

Cameli, imediatamente, tratou de nomear Nayara Maria Honorato de Souza. A publicação de exoneração e nomeação saiu na edição do Diário Oficial desta quarta-feira.

Imagem do dia: fotógrafo registra cenário de seca em Rio Branco com fumaça e rio vazio

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O fotógrafo taraucaense Jardy Lopes registrou o cenário de seca enfrentado pela cidade Rio Branco na tarde desta terça-feira (1).

Jardy fez imagens aéreas da capital acreana que mostram o céus encoberto por fumaça e o rio Acre vazio.

Jovem é preso pela PM ao fazer ‘delivery’ de droga em Rio Branco

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Foto: Ecos da Notícia

Um jovem de 20 anos foi preso por tráfico de drogas, na noite desta terça-feira (1). Segundo informações da polícia, o jovem estava fazendo entrega de drogas na Praça do Residencial Santa Cruz, em Rio Branco.

Os militares da Companhia Giro receberam uma denúncia anônima, que informou a localização do “funcionário de delivery do crime”, que estava em mais uma entrega na praça do bairro.

Os militares conseguiram flagrar o rapaz realizando a entrega da droga para uma pessoa. Ao realizar a abordagem, os PMs perceberam que o suposto usuário e o traficante ficaram nervosos e fizeram questionamentos à dupla.

Os policiais descobriram que em uma residência próximo ao local onde a dupla foi abordada estava a outra parte da droga escondida. Os PMs se dirigiram até a casa e encontraram mais uma barra de maconha e R$ 62 reais em espécie, oriundos do “delivery” de entorpecentes.

Ecos da Notícia