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Após brigas com Major Rocha, coronel Ulysses declara apoio a Socorro Neri

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O ex-comandante da PM, coronel Ulysses Araújo, que é uma das lideranças do PSL, partido que indiciou o vice de Minoru Kinpara, declarou apoio a prefeita Socorro Neri na disputa da Prefeitura de Rio Branco na noite de quarta-feira (21).

A própria prefeita fez questão de anunciar o apoio que recebeu do coronel da PM.

“Minha candidatura segue com um único propósito: buscar o melhor para Rio Branco. Por isso, a considero suprapartidária, com pessoas de diversos ou nenhum partido, que acreditam que nossa cidade ainda tem muito a avançar.Por isso, com muita honra, recebo esse apoio do Coronel Ulysses, que assim como eu, sonha com uma Rio Branco do futuro”, disse a prefeita.

Bocalom e Marfisa falam sobre projetos para Rio Branco em entrevistas

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Candidatos à Prefeitura da maior cidade do Acre, Tião Bocalom (Progressistas) e Marfisa Galvão (PSD) falaram sobre os projetos que elaboraram para Rio Branco na gestão 2021-2024 em entrevistas concedidas para a TV Gazeta, afiliada da Record TV no estado, na quarta-feira, 21. A primeira foi realizada no programa Balanço Geral, com o prefeiturável, e a segunda no início da tarde no Gazeta Entrevista, com a vice.

Ao falar sobre saneamento básico, Bocalom destacou que buscará recursos em Brasília para fazer grandes investimentos na melhoria do setor para chegar em todas as regionais da cidade. Ao ser questionado sobre transporte público, ele garantiu que ampliará os terminais de integração, abrirá o mercado para mais empresas e incentivará outros meios para facilitar a mobilidade das pessoas, além de rever o valor da atual tarifa.

“Com uma política fiscal séria e bom uso dos recursos públicos, é possível fazer o trabalho que a cidade precisa na saúde, educação, infraestrutura, geração de emprego e renda, mobilidade urbana e rural, empreendedorismo e produção. Fizemos o melhor time para construir um projeto que tem como único objetivo cuidar das pessoas. Peço que a população nos dê esta oportunidade de fazer diferente para Rio Branco”, disse Bocalom.

No Gazeta Entrevista, Marfisa Galvão declarou que aceitou ser vice por acreditar no trabalho e nos projetos, pensados para beneficiar a população, principalmente as pessoas em situação de vulnerabilidade social. “Ele é uma pessoa diferenciada, muito cuidadoso, que pensa sempre no próximo para promover o bem-estar. O Bocalom nutre a mesma vontade que tenho de cuidar de todas as pessoas”.

Após as sabatinas da TV Gazeta, eles cumpriram agendas com empresários, lideranças comunitárias, movimentos sociais e religiosos ao longo do dia. Em caminhada pelo bairro Mocinha Magalhães, o deputado estadual José Bestene (Progressistas) liderou a juventude, candidatos à vereança e população do bairro. “Vim trazer o abraço do Bocalom e da Marfisa para as pessoas daqui”, disse o parlamentar.

Prefeitura constrói rua no São Francisco e população comemora benefício

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Depois de concluir os serviços de terraplanagem e imprimação, a Prefeitura de Rio Branco, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra), realizou a pavimentação asfáltica da Travessa Castelão em sua totalidade, trecho, reivindicado pela população há mais de três décadas. Obra representa a realização de um antigo anseio dos moradores da localidade.

A Prefeitura concluiu a pavimentação da via e realizou também o tapa-buraco de outras ruas da região, e agora, finaliza o asfaltamento da via que servirá como alternativa de trânsito para a interligação dos bairros são Francisco e Eldorado. Seu Antônio Santos Silva, morador da Travessa Castelão, no São Francisco, fez questão de agradecer a obra, feita pelo município.

“Agora tenho rua asfaltada de um lado e do outro da casa, uma benção, melhorou cem por cento. Facilitou para mim e para todos moradores da área. As vezes o carro não vinha sequer deixar água por que não tinha acesso. Tive que levar minha irmã nos braços até a rua principal do São Francisco para atendimento médico no Pronto Socorro, não tinha rua, e isso, durou muitos anos. Estou satisfeito, numa emergência, o Samu encosta aqui ou qualquer outro carro, em qualquer hora da noite ou do dia, e tanto faz ser no inverno ou no verão, o acesso para o transporte está aí a vontade”, disse Antônio.

Morador do local há mais de 30 anos, Antônio Santos Silva, lembrou das dificuldades pela falta de acesso. Segundo ele, entrava prefeito e saía prefeito e ninguém fazia nada, além de promessas. “O prefeito que a Socorro Neri sucedeu, disse aqui em casa, que a rua não sairia, porque, para fazê-la tinha que mudar o nome da rua, visto que, já tinha sido liberado verba para o serviço e constava como se tivesse sido feita a rua, quando na verdade, o que tinha era uma trilha cheia de buracos. Depois que ele saiu ficou a senhora Socorro e olha o resultado! Para você ver como é que é, a Socorro Neri construiu e não foi só essa rua, outras também”, completou.

Candidato a prefeito Jarbas Soster participa de reunião com servidores municipais de Rio Branco

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Na quarta-feira (21), o candidato a prefeito pelo Avante, Jarbas Soster, cumpriu agenda em bairros de Rio Branco, participou de reunião com apoiadores e na parte da tarde ele se reuniu com a diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Rio Branco, na sede do sindicato.

Entre as pautas da reunião do candidato Jarbas Soster com os servidores estavam as reivindicações da classe para o quadriênio 2021/2024. Na oportunidade, além de falar dos projetos para os servidores municipais o candidato ainda explicou pontos do seu plano de governo para as demais áreas.

Para Soster, é fundamental o fortalecimento das categorias trabalhistas, além do fortalecimento da economia da cidade.

Gladson Cameli se reúne com Fecomércio e Sebrae para fortalecer retomada econômica do Acre

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O governador Gladson Cameli se reuniu na manhã desta quarta-feira, 21, com o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio), Leandro Domingos, e o superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC), Marcos Lameira, para uma importante troca de ideias sobre a retomada econômica do Acre.

O encontro na sede da Fecomércio, em Rio Branco, destacou o grande momento de superação que o estado vive, principalmente, devido as consequências da pandemia de Covid-19. Gladson Cameli também fez um importante reconhecimento as instituições que, ao longo do auge da pandemia, realizaram diversas ações sociais, além do apoio ao empresariado local.

“O nosso desafio é a geração de emprego e renda. E contar com o apoio dessas instituições é fundamental nesse momento. Principalmente por estarem lado a lado com o governo, em ações conjuntas, visando o benefício da nossa população”, conta o governador.

Leandro Domingos destacou a satisfação de receber o reconhecimento do governador pelas ações e parcerias institucionais, reforçando que vivemos um momento em que o comércio necessita de uma atenção especial do Estado para se recuperar do longo período de baixa causada pela pandemia.

“Ao contrário de muitos que deram as costas, nossas instituições foram parceiras do governo, inclusive com ações sociais nesse período junto aos mais humildes, aqueles que mais precisavam no momento. Porque o objetivo do Estado é o nosso objetivo, o crescimento da população. E agora precisamos discutir ideias para a retomada desse que é um dos principais setores econômicos do Acre”, disse o presidente da Fecomércio.

Acre não registra nenhuma morte por Covid nesta quarta, mas tem 60 novos casos

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Mais três pessoas morreram vítimas de coronavírus no Acre

A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), registra 60 novos casos de contaminação pelo coronavírus no estado, nesta quarta-feira, 21. Assim, o número de infectados subiu de 29.865 para 29.925 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 78.562 notificações de contaminação pela doença, sendo que 48.609 casos foram descartados, enquanto 29 amostra de RT-PCR estão em análise pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) e pelo Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 27.732 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 69 seguem hospitalizadas.

Nenhum óbito por Covid-19 foi notificado nesta quarta-feira, fazendo com que o número oficial de mortes pela doença continue 682 em todo o estado.

Mirella chama acreana Raissa de louca e peoas são contidas por Luiza e Jojo; veja o vídeo

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MC Mirella cumpriu o que prometeu e provocou Raissa Barbosa ao chamá-la de louca em A Fazenda 12. Luiza Ambiel e Victória Villarim se juntaram para gritar com a ex-vice-miss Bumbum, que perdeu a paciência e precisou ser contida por Jojo Todynho para não surtar e provocar a própria expulsão.

Durante a conversa convocada pela musa da Banheira do Gugu, na qual ela acusou Lipe Ribeiro e Jakelyne Oliveira de traição, também foi mencionada a votação da noite anterior. Luiza, Lipe, Jakelyne e Biel deram suas versões sem serem interrompidos e conseguiram se entender.

Na hora que Raissa tentou se defender, no entanto, Mirella a interrompeu, começou a gritar e não a deixou falar. A modelo perdeu a linha ao ser chamada de louca, adjetivo que os confinados sabem que a ofende por sofrer com a síndrome de Borderline.

Quando a cantora se exaltou, Luiza tentou segurá-la. “Me solta, me solta!”, berrou Mirella, se soltando do abraço da atriz e indo para cima de Raissa.

“Não me chama de louca! Não me chama de louca!”, pediu Raissa, gritando, enquanto era segurada por Jojo. Mariano e Jakelyne tentaram apartar a briga, mas Victória e Luiza se juntaram para gritar com a modelo, fazendo-a sair do sério ainda mais.

“Você está errada, para de falar!”, berrou Victória. “Por que você não salvou a Mirella ontem? Era o nosso combinado!”, cobrou Luiza, enquanto Raissa tentava explicar que Mirella não estava mais falando com ela.

O barraco acabou quando Jojo levou Raissa para dentro da casa. O público do PlayPlus pôde ouvir os gritos da modelo enquanto Mirella conversava com o restante dos peões na área externa.

UOL

 

Embolou de vez: pesquisa Delta aponta empate técnico entre Socorro, Minoru e Bocalom

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Pesquisa de intenção de votos realizada pela Agência Delta e encomendada pelo site Folha do Acre, realizada entre os dias 19 a 20 e outubro, mostra que a eleição em Rio Branco está longe de uma definição, jogando o pleito para um eventual segundo turno.

Os candidatos Socorro Neri (PSB), Minoru Kimpara (PSDB) e Tião Bocalom (PP) estão em um empate técnico se for levado em conta a margem de erro da pesquisa.

Em um cenário de pesquisa estimulada, Neri aparece com 23,67% das intenções de votos, Minoru Kimpara conta com 21,17% e Tião Bocalom aparece com 20, 67% das intenções. O candidato do MDB à Prefeitura de Rio Branco, Roberto Duarte, aparece com 14,83% das intenções de votos, seguidos de Daniel Zen (PT) com 3,33%, Jarbas Soster (Avante) 1,33% e Jamyl Asfury (PSC) é o último colocado com 1% das intenções de votos. Brancos e nulos são 6% e que não quiseram ou não souberam responder 8%.

Na pesquisa espontânea, onde os nomes dos candidatos não são citados, Socorro Neri aparece com 19,67% das intenções de votos, Minoru Kimpara com 16,17%, Tião Bocalom 13,17%, Roberto Duarte aparece com 8,83%, Daniel Zen 2,17, Jarbas Soster 0,67% e Jamyl Asfury 0,50%. Brancos e nulos somaram 5,50% e que não souberam ou não quiseram responder somou 33,33%.

 

 

Dados da divulgação

Período da coleta de dados: 19 a 20 de outubro
Margem de erro: 4%
Nível de confiança: 95%
Quantidade de entrevistas: 600
Realização: Delta Agência de Pesquisa
Contratante: Amazônia 7 Produções Ltda
Registro no TRE: AC 01864/2-2020

Polícia se atrapalha e solta suspeito de matar mulher e jogar em cisterna

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Rodrigo Duarte Gomes tinha sido levado para Defla no final de semana após danificar cela de delegacia para fugir novamente, passou por audiência de custódia pelo crime de dano ao patrimônio e juiz decidiu pela liberdade provisória. Porém, polícia não considerou que ele estava cumprindo mandado de prisão temporária pela morte da mulher e o soltou.

A Polícia Civil do Acre se atrapalhou após uma decisão judicial e soltou no último final de semana o preso Rodrigo Duarte Gomes, principal suspeito de matar a jovem Rosiane Martins Cavalcante, de 26 anos.

O suspeito, que cumpria um mandado de prisão temporária pela morte da jovem, tinha sido levado para a Delegacia de Flagrantes de Rio Branco (Defla) depois de danificar, pela segunda vez, uma cela da delegacia da 1ª Regional. Ele passou por uma audiência de custódia pelo crime de dano ao patrimônio, onde o juiz decidiu pela liberdade provisória.

O Ministério Público também se manifestou pela liberdade provisória no caso do crime de dano. No entanto, a polícia soltou o homem sem considerar que ele estava preso temporariamente pelo crime de homicídio.

Corregedoria vai apurar

Ao G1, o delegado-geral de Polícia do Acre, Josemar Portes, informou que a Corregedoria apura se houve algum tipo de erro por parte da polícia. Ele afirmou ainda que a delegacia tenta pedir a prisão preventiva do suspeito. O delegado não soube informar o dia exato em que o preso foi solto.

“Ele foi flagranteado por dano ao patrimônio, foi levado para a Defla e na audiência de custódia o juiz entendeu que era o caso conceder a liberdade. A prisão temporária a gente está analisando se ainda está em vigor, porque já tem um pedido de preventiva. A Corregedoria está analisando essa soltura, porque o que chegou na delegacia, e isso está sob análise, é um documento do judiciário ordenando a soltura e estamos analisando o que aconteceu para que o judiciário não entrasse no mérito a respeito da prisão temporária, que estava decretada em outro caso”, disse o delegado.

Ainda segundo Portes, a polícia faz novas buscas pelo suspeito, já que, além da prisão temporária que ele cumpria pelo homicídio da jovem, ele também era foragido do Complexo Penitenciário de Rio Branco desde maio deste ano. Naquele mês, ele conseguiu fugir depois de fazer um buraco na parede da cela 16 do pavilhão P, onde oito presos cumpriam pena. Outros dois tentaram fuga, mas, só ele conseguiu deixar a unidade.

Impasse entre Judiciário e Polícia

O Tribunal de Justiça informou que a decisão de liberdade provisória na audiência de custódia foi com relação ao crime de dano ao patrimônio e nada tinha a ver com a prisão temporária pelo crime de homicídio. Ainda segundo a Justiça, a delegacia deveria ter consultado o sistema para checar se o suspeito cumpria alguma outra medida.

O G1 questionou o motivo do preso ainda estar em uma delegacia e não no presídio e o delegado afirmou que foi feito um pedido de transferência e no último dia 14 de outubro e a Justiça negou.

Sobre a questão da consulta ao sistema, o delegado disse que a responsabilidade de pesquisar o sistema é tanto da Polícia Civil como do Judiciário ao dar uma decisão.

Em nota, o Tribunal de Justiça voltou a afirmar que a soltura do preso foi irregular, uma vez que ele já respondia por outros crimes.

Veja nota na íntegra:

“Sobre o caso que envolve o réu Rodrigo Duarte Gomes, acusado de crime de homicídio, o Poder Judiciário do Acre esclarece:

Rodrigo teve prisão temporária decretada em decisão proferida no dia 16 de setembro, pela juíza Luana Campos, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri, na ação penal referente ao crime de homicídio.

O réu estava preso e empreendeu fuga, ocasião em que cometeu crime de dano ao patrimônio. Novamente detido pela polícia, a Justiça analisou a legalidade de sua prisão pelo crime de dano, no último dia 17, sábado, em procedimento virtual adotado desde a suspensão das audiências de custódia, que não estão ocorrendo devido a pandemia.

A juíza plantonista, Lílian Deise, realizou o procedimento de análise desta segunda prisão, no qual o Ministério Público Estadual se manifestou pela liberdade provisória. A decisão proferida pela juíza concedeu ao réu o direito de responder ao processo por crime de dano ao patrimônio em liberdade, salvo se o réu não estivesse preso por outro crime.

O réu não deveria ter sido solto, pois estava em vigor o mandado de prisão temporária, expedido em razão de decisão proferida pela 1ª Vara do Tribunal do Júri.

Dessa forma, a soltura realizada pela polícia civil, se deu por ato irregular.”

Fuga de delegacia

Rodrigo Gomes tinha sido recapturado na quarta-feira (14) na Rua Castanheira, no Portal da Amazônia, em Rio Branco, 10 dias após fugir da Divisão Especializada em Investigações Criminais (Deic) depois de fazer um buraco no vaso sanitário da cela junto com outro preso.

Ele foi achado por agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Núcleo Especializado de Captura (Necap).

G1

Quatro são condenados a mais de 100 anos pela morte de detento em cela do FOC

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Emerson Galdino de Souza chegou a ser socorrido pelo Samu, mas não resistiu e morreu no Complexo Penitenciário de Rio Branco. Caso ocorreu em agosto de 2018 e julgamento dos acusados foi na última sexta-feira (16) na 2º Vara do Tribunal do Júri.

Os quatro presos acusados de matarem o detento Emerson Galdino de Souza, de 19 anos, em agosto de 2018 dentro de uma cela do Complexo Penitenciário de Rio Branco, foram condenados a penas que somadas ultrapassam os 100 anos. O julgamento do grupo ocorreu na última sexta-feira (16) na 2º Vara do Tribunal do Júri.

A vítima morreu após ser agredida pelos companheiros de cela. Na época, o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) não informou que tipo de agressão a vítima tinha sofrido. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas Souza morreu antes de ser levado ao hospital.

Entre os acusados estão Marcelo Pereira do Nascimento dos Santos; Felipe dos Santos; Geovani de Souza Lima e Izaquiel de Lima Machado. Os quatro foram condenados pelo crime de homicídio com as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e do uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.

O G1 entrou em contato com a advogada dos quatro condenados, Ana Paula Diniz, mas até última atualização desta reportagem não obteve resposta.

Marcelo dos Santos foi condenado a mais de 27 anos, Felipe dos Santos a mais de 19 anos, Geovani Lima a mais de 27 anos e Izaquiel Machado também a mais de 27 anos. Todos em regime inicial fechado e com direito de apelar em liberdade negado.

G1