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Polícia Civil captura dois indivíduos de alta periculosidade no interior do Acre

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Mâncio Lima, cumpriu nesta sexta-feira, 27, mandados de prisão e capturou dois indivíduos considerados de alta periculosidade, reforçando o trabalho de combate à criminalidade na região do Vale do Juruá.

O primeiro caso trata da prisão de um homem de 25 anos, conhecido como “Fred”. De acordo com as investigações, há cerca de seis meses ele teria invadido uma residência e subtraído todos os bens do imóvel. Além disso, o suspeito também é apontado como autor de um roubo ocorrido no comércio Japiim, de onde teria levado uma grande quantia em dinheiro.

Na segunda ação, os policiais civis capturaram outro indivíduo de 28 anos, conhecido como “Sombra”. Ele é investigado por envolvimento com o tráfico de drogas e organização criminosa. Segundo a polícia, há cerca de sete meses, Sombra já havia sido preso em posse de quatro aparelhos celulares roubados, um revólver e aproximadamente 25 tabletes de entorpecentes.

As investigações apontam ainda que Sombra integra um grupo criminoso responsável pelo transporte de drogas do Peru para o Brasil, atuando em parceria com traficantes peruanos na região de fronteira.

O delegado responsável pela ação, José Obetânio, destacou a importância das prisões para a segurança local. “Essas capturas representam uma resposta firme da Polícia Civil à criminalidade. Estamos retirando de circulação indivíduos altamente perigosos, envolvidos tanto em crimes patrimoniais quanto no tráfico internacional de drogas. Nosso trabalho segue intensificado, com foco na desarticulação de organizações criminosas que atuam na região de fronteira”, afirmou o delegado.


Os presos foram conduzidos à delegacia e permanecem à disposição da Justiça.

Com informações Ascom Polícia Civil

PM prende 6 suspeitos de participação em duplo homicídio no bairro Belo Jardim, em Rio Branco

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Após o duplo homicídio registrado na madrugada da última sexta-feira (27), na Rua 11 de Fevereiro, no bairro Belo Jardim 2, em Rio Branco, resultando na morte de Eduardo Mateus Leal, de 17 anos, conhecido como “Capetinha”, e Cleildson Quirino Lima, de 19 anos, conhecido como “Boladao”, a intensificou as diligências com o objetivo de localizar e prender os autores dos homicídios.

De acordo com informações da polícia, “Boladão” e “Capetinha” pertenciam a mesma organização criminosa. Na madrugada de sexta, Capetinha teria sido obrigado a atrair Boladão para uma emboscada planejada por Carlos Eduardo Lima Santos, o “Dudu”, figura conhecida no meio policial por bárbaros crimes cometidos. 

Apesar de ter apenas 25 anos, “Dudu” é temido no mundo do crime por envolvimento direto em várias mortes. Em 2016, ele foi apontado como o principal suspeito de esquartejar uma pessoa, desde então ele acumulou várias passagens pela polícia por porte ilegal de arma de fogo, corrupção de menores, desacato, roubo qualificado com emprego de arma de fogo, tortura, associação criminosa e vários homicídios.

A Polícia Militar realizou vários cercos na região do Segundo Distrito. Por volta das 16 horas, uma ligação através de denúncia anônima ao Centro de Operações da PM (COPOM) indicava que um veículo de cor branca estaria com indivíduos suspeitos nas proximidades do Ramal da Usina. Várias várias guarnições da polícia se dirigiram ao local para tentar capturar os suspeitos, porém, uma guarnição da Força Tática do 2º Batalhão resolveu permanecer no bairro Belo Jardim 1, pois a prática de denúncias anônimas já é de conhecimento dos policiais para que eles saiam da localidade onde os criminosos costumam se esconder. 

Em patrulhamento pelo Ramal Canteiro do São José, os militares observaram um veículo modelo Ranalt Logam com 6 ocupantes. Foi dado voz de parada ao veículo e no interior estavam Lucas Rodrigues Pereira, de 18 anos, conhecido como “Palhaço do Inferno”, Thiago Levy da Silva Santos, de 24 anos, Maikon Freitas Araújo, de 27 anos, Kalliu Monteiro da Silva, de 29 anos, Ryan Gabriel Santiago da Silva, de 18 anos, conhecido como “RN”, e Carlos Eduardo Lima Santos, de 25 anos, o “Dudu”, apontado pela polícia como o principal suspeitos de planejar execuções e ataques na região do Segundo Distrito da capital acreana.

Na busca veicular, foram localizados três armas de fogo e 56 munições de pistola calibre 9mm intactas, além de 10 munições de pistola calibre .380. Foram apreendidas um pistola Taurus G3 Touro 9mm com numeração raspada, um pistola G2C 9mm e uma pistola PT 58 .380. Para a polícia, o armamento foi utilizado para matar Cleildson e Eduardo, apontados nas investigações como membros de facção rival e suspeitos de participarem diretamente em vários homicídios em Rio Branco. No bagageiro do carro a polícia encontrou 9 cestas básicas. De acordo com os militares, os sacolões são utilizados para distribuir em residências do bairro que ajudam os acusados a fugirem do cerco policial.

A polícia informou ainda que todos os detidos possuem passagens pelo sistema Judiciário por vários crimes, incluindo tráfico de drogas e homicídios.

Diante do flagrante, os detidos receberam voz de prisão, e foram conduzidos para a Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA) para que sejam tomadas as providências cabíveis.

Reitor eleito diz que pretende reformar políticas educacionais e combater assédio dentro da Ufac

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O professor Josimar Batista, recém-eleito reitor da Universidade Federal do Acre (Ufac), aproveitou o dia de sexta-feira (27) para agradecer aos correligionários e apoiadores de sua candidatura. 

Durante visita que fez aos departamentos no campus da capital, sinalizou que pretende reformar as políticas estudantis. Ele afirmou que não existe universidade sem estudante, assim como não existe prédio sem estudante. 

“Essa vitória eu dedico a vocês, estudantes que desde o primeiro dia abraçaram a nossa campanha”, declarou o candidato eleito.

Josimar prometeu pôr fim ao assédio moral contra os técnico-administrativos no interior da instituição.

 “Eu quero dizer a você, professor, que nós temos um projeto de integralidade; quanto aos estudantes, vamos trabalhar para que vocês possam se sentir acolhidos de todas as formas nesta instituição”, prometeu.

O Conselho Universitário (CONSU) deve sacramentar, nos próximos dias, o resultado da consulta à comunidade universitária para a escolha da nova Reitoria da Universidade Federal do Acre (Ufac). Caberá aos conselheiros homologar o resultado eleitoral, mas a posse do professor Josimar Batista Ferreira ficará a cargo do ministro da Educação até agosto deste ano.

“Assim que for empossado, ele retorna ao estado para dar posse à vice-reitoria; a expectativa é que o grupo político que perdeu o pleito abra mão dessa indicação”, observou o professor decano, Manoel Coracy Saboia Dias.

Com informações A Tribuna

Homem é atacado por desconhecido e ferido com chave de fenda na cabeça e pescoço, na Gameleira 

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Um homem identificado como Leandro Matias das Chagas, de  38 anos, aparentando ser morador em situação de rua, sofreu uma tentativa de homicídio na madrugada deste sábado (28), no Segundo Distrito de Rio Branco.

A vítima relatou para a Polícia Militar que estava sentada na calçada da Gameleira, próximo à ponte Jucelino Kubitscheck, usando entorpecentes, quando de forma inesperada um homem apareceu com uma chave de fenda e começou a golpeá-lo na cabeça e pescoço. Após a agressão o suspeito fugiu tomando rumo ignorado.

Leandro caiu às margens do Rio Acre, mesmo ferido ele conseguiu subir novamente na calçada e pediu ajuda de populares.

O Samu foi chamado. A ambulância 01 de suporte básico foi enviada para atender a ocorrência. Os socorristas prestaram os primeiros atendimentos no local e, logo após estabilizarem o paciente, ele foi levado ao Pronto Socorro em estado de saúde estável. O médico do Samu, Italo Mendes, relatou que a vítima sofreu dois ferimentos que atingiram a cabeça e pescoço, porém, seu quadro clínico foi considerado estável até o momento.

Guarnições de militares do 2º Batalhão realizaram buscas pela região na tentativa de localizar e prender o suspeito, porém, ninguém foi encontrado.

O caso poderá ser investigado pela Polícia Civil.

Aos 18 anos, acreano garante vaga com bolsa integral em Harvard

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Um estudante de Rio Branco alcançou uma das seleções mais concorridas do ensino superior mundial. Aos 18 anos, Diego Heitor da Silva Monteiro, morador do bairro Mocinha Magalhães, foi aprovado com bolsa integral na Harvard University e deve iniciar a graduação nos Estados Unidos ainda neste ano.

A conquista coloca o jovem entre um grupo restrito de estudantes brasileiros que conseguem acesso à universidade norte-americana com financiamento completo. O benefício cobre despesas acadêmicas e custos de permanência no país, como moradia, alimentação e transporte.

Ex-aluno do Colégio de Aplicação, na capital acreana, Diego construiu o caminho até a aprovação a partir de uma estratégia voltada ao cenário internacional. O processo começou durante a pandemia, quando passou a estudar inglês de forma autônoma, com o objetivo de disputar vagas fora do Brasil.

Após tentativas frustradas de ingresso em instituições estrangeiras ainda no ensino médio, ele redirecionou o planejamento e passou a investir na preparação para universidades no exterior. A trajetória incluiu participação em programas de intercâmbio e iniciativas educacionais com bolsas integrais, que ampliaram sua experiência acadêmica e cultural.

Entre as vivências acumuladas estão a participação no programa Jovens Embaixadores, em 2024, além de outras formações internacionais, como o Camp Rise Sun e um programa realizado na China, em 2025, voltado à área de tecnologia e energia sustentável.

O desempenho acadêmico e o envolvimento em atividades extracurriculares foram determinantes no processo seletivo. A candidatura também contou com o apoio da escola, responsável pelas cartas de recomendação exigidas pelas universidades estrangeiras.

Antes da confirmação em Harvard, o estudante já havia sido aceito na Princeton University, outra instituição de alto prestígio nos Estados Unidos. A decisão final sobre qual universidade frequentar deve ser tomada nos próximos meses.

A mudança para o exterior está prevista para o segundo semestre, quando o estudante inicia uma nova etapa da formação fora do país.

Jovem desaparecido foi atraído para emboscada e morto a golpes de faca na Cidade do Povo, em Rio Branco

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O corpo do jovem Pedro Henrique, de 19 anos, conhecido como “Sage”, foi encontrado na noite da última sexta feira (27), enterrado em uma cova rasa em uma área de mata atrás de casas do Conjunto Habitacional Cidade do Povo, próximo à Rua Florindo Poersh, em Rio Branco.

A vítima estava desaparecida desde a última quarta-feira (25), quando saiu para encontrar uma suposta namorada.

A mãe de Pedro notou seu desaparecimento na quinta-feira (26), quando iniciou buscas por informações que levassem ao paradeiro do filho. Um cartaz pedindo ajuda para localizar o jovem foi compartilhado nas redes sociais.

A mãe de Pedro resolveu procurar a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para registrar o desaparecimento do filho. 

Investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE) começaram a refazer o passo a passo do jovem, até chegar em uma casa na Rua Florindo Poersh, onde ele havia marcado um encontro com uma adolescente de 14 anos.

De acordo com as investigações preliminares, Pedro foi atraído para uma emboscada. A polícia interrogou a mãe da adolescente sobre o ocorrido, após o cerco fechar. 

Um adolescente de 17 anos que teria um suposto relacionamento anterior com a menina confessou que matou Pedro Henrique a golpes de faca e enterrou seu corpo próximo a umas bananeiras em uma cova rasa. O jovem teria sido obrigado a caminhar até a área de mata, onde foi morto com vários golpes na região do tórax, costas e próximo ao pescoço.

Após a descoberta, a polícia solicitou o apoio de uma guarnição do Corpo de Bombeiros para desenterrar o cadáver da vítima.

Várias guarnições de militares do Segundo Batalhão estiveram no local para apoiar a ação policial.

O Departamento de Policia Técnico Científico (DPTC) foi informado. A equipe de plantão do Instituto Médico Legal (IML) realizou os procedimentos de perícia e remoção do corpo.

A Polícia Civil segue investigando o caso para saber se houve a participação de outras pessoas no crime.

Geração avançada ou geração “mimimi”?

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Vivemos na era da tecnologia absoluta. Tudo é rápido, tudo é imediato, tudo cabe na palma da mão. Nunca tivemos tanto acesso à informação — e, paradoxalmente, nunca pareceu tão difícil formar indivíduos emocionalmente fortes.

Há quem sustente, com certa nostalgia, que as melhores gerações foram as das décadas de 80 e 90. Não porque fossem perfeitas — longe disso —, mas porque aprenderam cedo o valor dos limites, da convivência e da frustração. Crescer, naquela época, significava entender que o mundo não se moldaria às nossas vontades.

A geração atual pouco conhece do que um dia chamamos de modernidade. Orelhões espalhados pelas ruas, máquinas de datilografia marcando o ritmo dos escritórios, brincadeiras que transformavam qualquer calçada em território de imaginação. Havia menos telas — e talvez mais presença.

Até a linguagem mudou. O que antes era apelido, hoje é imediatamente classificado como bullying. Evidente que ofensas e humilhações nunca devem ser normalizadas — uma sociedade decente protege seus jovens. Mas também é preciso cuidado para que o necessário combate à violência não produza uma geração incapaz de lidar com contrariedades.

Em 13 de julho de 1990, o Brasil deu um passo civilizatório ao criar o Estatuto da Criança e do Adolescente. O ECA tornou-se um marco na proteção integral de crianças e adolescentes, estabelecendo direitos e garantindo dignidade. Isso é inegociável.
Mas toda proteção exige equilíbrio.

A pergunta que precisa ser feita — ainda que cause desconforto — é outra: ao ampliar garantias, não estaremos, em alguns casos, reduzindo a autoridade de quem deveria formar caráter dentro de casa? Proteger não pode significar blindar da realidade. Educar nunca foi apenas acolher; educar também é corrigir, impor limites e ensinar que toda escolha traz consequências.

Talvez o maior risco do nosso tempo não seja criar uma geração sensível — sensibilidade é virtude. O verdadeiro perigo está em formar jovens que confundam proteção com ausência de responsabilidade.
Uma sociedade forte não se constrói apenas com direitos bem escritos, mas com deveres vividos diariamente.

No fim, o debate não deveria ser sobre qual geração foi melhor. A questão central é outra: estamos preparando nossos filhos para o mundo real ou tentando adaptar o mundo para que jamais os contrarie?

Porque o futuro não pertence aos mais protegidos.
Pertence aos mais preparados.

Colombiano é preso pela PM transportando 75 tijolos de maconha na rodovia AC-40, em Rio Branco

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A Polícia Militar realizava um patrulhamento na manhã desta sexta-feira (27), na região do bairro Vila Acre, quando ao entrar no pátio de um posto de combustíveis percebeu a presença de um veículo Fiat Siena de cor prata com dois ocupantes. O condutor do veículo ao avistar a guarnição da Polícia Militar realizou uma manobra brusca e retornou no sentido do município de Senador Guiomard pela rodovia AC-40 em alta velocidade.

Os policiais resolveram realizar um acompanhamento e, após darem ordem de parada por várias vezes, o veículo parou logo após a curva do Tucumã, no sentido Quinari.

O carro era ocupado por Weligton Lucas Nunes da Silva, 30 anos, que já possui passagens pela policia por tráfico de drogas e receptação, e Carlos Alberto Alcaraz Londono, de 35 anos, de nacionalidade colombiana. Após a abordagem, os suspeitos informaram para polícia que transportavam entorpecentes para sanar uma dívida.

Na busca veicular, foram localizados 75 tijolos de maconha guardados em 4 sacos de estopas no banco traseiro do Fiat Siena. Após pesarem o entorpecente, totalizou 88,3 kg de maconha.

Diante do flagrante de tráfico de drogas, a dupla recebeu voz de prisão e foram conduzidos para a Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA) juntamente com as drogas e o carro apreendidos para que sejam tomadas as devidas providências cabíveis.

Aluno de medicina morre após buscar atendimento em hospital de Brasiléia; caso é investigado

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A morte do acadêmico de medicina Jefferson Alves Pinto, de 23 anos, após atendimento no Hospital Raimundo Chaar, em Brasiléia, no interior do Acre, passou a ser investigada pela Polícia Civil do Acre. O caso ocorreu na manhã de quinta-feira (26) e levantou questionamentos por parte da família, que registrou boletim de ocorrência.

De acordo com o delegado Erick Maciel, responsável pela regional do Alto Acre, os familiares apontaram possíveis falhas no atendimento prestado ao jovem e pediram apuração detalhada das circunstâncias da morte.

Segundo relatos iniciais, o estudante procurou a unidade de saúde ainda na noite de quarta-feira (25), com queixas de dor de cabeça e pressão alta. Ele foi atendido, medicado e liberado. Durante a madrugada, retornou ao hospital com os mesmos sintomas e passou por novo atendimento.

Após a segunda entrada na unidade, Jefferson foi encaminhado a uma sala, onde permaneceu sentado. Horas depois, por volta das 7h, profissionais de saúde constataram que ele já não apresentava sinais vitais.

Natural de Rondônia, Jefferson cursava medicina na Universidade Privada Domingo Savio, que divulgou nota de pesar pela morte do estudante.

O corpo foi levado inicialmente ao Instituto Médico Legal (IML) de Brasiléia e, posteriormente, transferido para Rio Branco, onde será submetido a exame de necrópsia, responsável por determinar a causa da morte.

A Polícia Civil informou que já iniciou as investigações e solicitou imagens do sistema de monitoramento da unidade hospitalar. Paralelamente, uma sindicância interna foi instaurada para apurar o atendimento prestado.

O secretário de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o caso está sendo acompanhado e que eventuais responsabilidades serão apuradas. O hospital deve se manifestar oficialmente sobre o ocorrido.

MPF vai monitorar atuação de rede intersetorial para atendimento ao povo indígena Madija no Acre

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O Ministério Público Federal (MPF) vai monitorar a atuação da Rede Intersetorial de Bem Viver Indígena junto ao povo Madija, no município de Feijó (AC). A iniciativa reúne órgãos públicos e instituições para atuação coordenada em áreas como saúde, assistência social e garantia de direitos.

A rede foi formalizada por meio de termo de compromisso firmado entre diversas instituições e tem como objetivo estruturar ações integradas para ampliar o atendimento ao povo Madija, considerado grupo indígena de recente contato, em situação de vulnerabilidade social e sanitária.

De acordo com o documento, a articulação busca estabelecer protocolos, fluxos de atendimento e planos de ação conjuntos, especialmente voltados à promoção da saúde e do bem viver indígena, diante de problemas como insegurança alimentar, dificuldades de acesso a direitos sociais e impactos do uso de álcool e outras substâncias.

Atuação do MPF – O MPF atuará no monitoramento das atividades da rede, podendo ser acionado pelos participantes para auxiliar na solução de problemas identificados ao longo da execução das ações.

Além disso, a coordenação da rede deverá encaminhar ao MPF cópias das atas de todas as reuniões realizadas, o que permitirá o acompanhamento contínuo das medidas adotadas e dos resultados obtidos pelas instituições envolvidas.

Estrutura e funcionamento – A rede é composta por órgãos federais, estaduais e municipais, além de instituições da sociedade civil, incluindo a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), o Distrito Sanitário Especial Indígena Alto Rio Juruá (Dsei/ARJ), secretarias estaduais e municipais, hospital local, universidade e organizações indígenas e indigenistas.

A coordenação será exercida pela Sesai e pela Funai, e as reuniões ocorrerão de forma periódica, ao menos mensalmente, com participação presencial e remota dos integrantes. A primeira reunião da Rede está prevista para o dia 30 de abril, às 14h, no horário do Acre (16h no horário de Brasília).

O termo de compromisso também prevê a realização de escutas junto ao povo Madija e devolutivas em território indígena, garantindo a participação direta da comunidade na definição das ações da rede.

Ascom MPF