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Pazuello diz que SUS vai priorizar todas as vacinas produzidas no Brasil, como a Coronavac

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Ministro da Saúde falou que SUS vai priorizar todas as vacinas produzidas no Brasil. Pazuelo questionou ‘pra que essa ansiedade, essa angústia?’ ao falar sobre a imunização contra a Covid-19.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quarta-feira (16) que todas as vacinas fabricadas no Brasil terão prioridade no Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os imunizantes priorizados está o produzido pelo Instituto Butantan e pela farmacêutica chinesa Sinovac.

“Todas as vacinas produzidas no Brasil, ou pelo Butantan, pela Fiocruz ou qualquer indústria, terão prioridade do SUS e isso está pacificado”, disse.
Em outubro, o ministro da saúde chegou a anunciar, em uma reunião virtual com mais de 23 governadores, a compra da vacina Coronavac. Mas, menos de 24 horas depois, a aquisição foi desautorizada pelo presidente Jair Bolsonaro.

O governo federal lançou oficialmente nesta quarta-feira (16) o plano nacional de imunização. Segundo Pazuello, todos os estados da federação serão tratados “de forma igualitária” e “proporcional”. “Não haverá nenhuma diferença”, disse.

O ministro ainda questionou “pra que essa ansiedade, essa angústia?” ao falar sobre a vacinação contra a Covid-19.

“Vamos levantar a cabeça. Acreditem. O povo brasileiro tem capacidade de ter o maior sistema único de saúde do mundo, de ter o maior programa nacional de imunização do mundo, nós somos os maiores fabricantes de vacinas da América Latina. Pra que essa ansiedade, essa angústia? Somos referência na América Latina e estamos trabalhando”, afirmou.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, mais de 182 mil pessoas morreram por conta da Covid-19. Pazuello se solidarizou com as famílias das vítimas da pandemia e disse que “os números são duros”.

Na cerimônia desta quarta, Bolsonaro afirmo que a pandemia causada pelo coronavírus “nos afligiu desde o início”. Na época em que os primeiros casos começaram a surgir no Brasil, no fim de fevereiro, Bolsonaro disse que havia “histeria” em torno da doença.

Logística

O ministro afirmou que todos os brasileiros receberão a vacina de forma gratuita, nos postos de vacinação. “Vacinas registradas, vacinas garantidas em sua segurança e eficácia. Nós não podemos brincar com a saúde da população brasileira”, disse.

“Não se preocupem com a logística. A logística é simples, apesar do nosso país ser desse tamanho, nós temos estrutura, nós temos companhias aéreas, nós temos Força Aérea Brasileira, nós temos toda a estrutura já planejada e pronta”, afirmou.

Segundo Pazuello, o governo federal entregará o material para a imunização aos estados, que serão responsáveis pela logística e distribuição em seus territórios. Assim, os estados terão de fazer as vacinas chegarem nos municípios, que aplicarão as vacinas. O Ministério da Defesa auxiliará no trabalho.

“Onde que está o ‘Q’ da questão? No cronograma de distribuição e imunização, que é um anexo do plano. Esse cronograma depende de registro [da vacina]. Eu posso falar em hipóteses, nós temos mais de 300 milhões de doses já negociadas, algumas já com os recursos para isso”, disse.

Ao discursar na cerimônia de lançamento do plano, no Palácio do Planalto, Pazuello afirmou que há muita desinformação sobre a capacidade do Brasil de conduzir um programa nacional de imunização.

“Nossa imprensa que tem realmente sido fundamental na divulgação. O Brasil precisa que a imprensa divulgue as informações reais e que cheguem a todos os brasileiros”, disse.

Defesa da Anvisa

Pazuello ainda afirmou que não se pode colocar “em dúvida” a credibilidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pelo registro de vacinas. O ministro reiterou que o órgão atua com base em “critérios técnicos e de segurança”.

“Cuidado com as pessoas que falam da nossa Anvisa. A Anvisa é a nossa referência e é uma referência mundial. E ela é independente, ela é uma agência de Estado”, disse.

G1

Reino Unido já vacinou 137.897 pessoas contra Covid-19, diz ministro

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Quase 140 mil pessoas no Reino Unido foram vacinadas contra a Covid-19 na primeira semana de imunização com a vacina da Pfizer e da BioNTech, disse o ministro responsável pela campanha de vacinação nesta quarta-feira.

“Um começo realmente muito bom para o programa de vacinação. Foram sete dias e nós fizemos: Inglaterra: 108 mil, País de Gales: 7.897, Irlanda do Norte: 4 mil, Escócia: 18 mil. Total no Reino Unido: 137.897”, disse Nadhim Zahawi no Twitter.

“Este número vai crescer, pois operacionalizamos centenas de redes de atendimento primário”, acrescentou.

Terra

Jesus Sérgio vai a ANEEL para questionar aumento da tarifa de energia

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O deputado federal Jesus Sérgio (PDT) esteve na manhã desta quarta-feira (16) junto com a bancada federal do Acre, na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), para tratar sobre a revisão do aumento da tarifa de energia elétrica no Acre. O parlamentar é contra este aumento e afirmou que a ANEEL não deveria ter autorizado esse acréscimo na conta de energia dos acreanos.

“Estamos vivendo um momento de crise econômica e ainda temos que enfrentar uma pandemia que afeta a renda de diversas famílias acreanas. A hora é de ajudar as famílias, não de conceder aumento nos gastos da população do Acre”, afirmou Jesus Sérgio.

Durante a reunião, o diretor da ANEEL Sandoval Feitosa, relator do processo do aumento da tarifa de energia elétrica, afirmou que os cálculos da Agência estão corretos. Com isso, foi deliberado entre a bancada do Acre o envio de um pedido para que o Tribunal de Contas da União (TCU) possa solicitar uma revisão dos cálculos da ANEEL. Além disso, a bancada também vai solicitar a revisão tarifária por outro diretor da agência.

“A ANEEL afirmou que não pode recuar no aumento, mas não vamos parar por aqui, pois sabemos que o consumidor do Acre paga uma energia cara e isso não é justo. Vamos até o TCU pedir a revisão da tarifa”, garantiu Jesus Sérgio.

Projeto de Lei que pune discriminação religiosa é aprovado em Rio Branco

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De acordo com a matéria, será punido todo ato discriminatório por motivo de religião, praticado no município

Por oito votos a três, foi aprovado nesta quarta-feira, 16, o Projeto de Lei nº 61/2019 de autoria do vereador Jakson Ramos (PT) que trata sobre penalidades administrativas a serem aplicadas pela prática de atos de discriminação por motivo religioso.

Votaram a favor os vereadores Célio Gadelha, Rodrigo Forneck, Eduardo Farias, Lene Petecão, Elzinha Mendonça, Emerson Jarude, José Carlos Juruna e Railson Correia, enquanto os vereadores Artêmio Costa, João Marcos Luz e N. Lima votaram contrários à proposta. Já o vereador Clézio Moreira se absteve do seu voto.

O autor da proposta, médico e vereador Jakson Ramos, destacou que “nós vivemos em um Estado laico, mas na prática, a liberdade religiosa nem sempre é garantida”. “Nós temos muitos casos discriminação por motivo religioso em todo o Brasil e em Rio Branco não é diferente, por isso são necessárias políticas como essa para assegurar a proteção das pessoas, especialmente aquelas que são devotas das religiões de matriz africana, que são as que mais sofrem preconceito, portanto, quero agradecer a cada um dos vereadores que entendeu a importância dessa proposta e votou favorável”, disse.

De acordo com a matéria, será punido todo ato discriminatório por motivo de religião, praticado no município de Rio Branco, por qualquer pessoa, jurídica ou física, inclusive a que exerça função pública.

A lei traz alguns exemplos de atos que podem ser considerados discriminatórios por motivo de religião, como por exemplo “praticar qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória; proibir o ingresso ou a permanência em ambiente ou estabelecimento aberto ao público; criar embaraços à utilização das dependências comuns e áreas não privativas de edifícios; recusar, retardar, impedir ou onerar a utilização de serviços, meios de transporte ou de comunicação, consumo de bens, hospedagem em hotéis, motéis, pensões e estabelecimentos congêneres ou o acesso a espetáculos artísticos ou culturais, entre outros.

Agora, o projeto segue para sanção ou veto do executivo municipal.

 

ASCOM

juiz de Direito do Acre é campeão mundial de jiu-jítsu em São Paulo

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Leandro Leri Gross conquista título inédito na categoria master 4, peso médio, faixa marrom no Mundial de Jiu-Jítsu Esportivo, em Campinas (SP), no fim de semana. Vitória foi por finalização.

O jiu-jítsu acreano chegou ao topo do mundo no último fim de semana. Em Campinas, interior de São Paulo, o juiz de Direito do Acre, Leandro Leri Gross, 47 anos, conquistou o título mundial na categoria master 4, peso médio, faixa marrom, no Campeonato Mundial de Jiu-Jítsu Esportivo, competição promovida pela Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu Esportivo (CBJJE).

Gross fez apenas uma luta na competição, no sábado (12). Segundo ele, quatro atletas estavam inscritos na categoria, mas apenas dois compareceram. Dessa forma, representando a equipe da academia Chute Boxe, de Rio Branco (AC), ele encarou na final José Carlos Ribeiro Gonçalves Júnior, da Nova União, do Rio de Janeiro. E a medalha de ouro foi conquistada com uma vitória incontestável: finalização com três minutos de luta.

Leandro Gross destaca que a competição foi realizada com todos os cuidados necessários contra o novo coronavírus e que precisou mudar de categoria pela falta de adversários na que costuma competir. E destaca a preparação que teve mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia.

– Muitos protocolos de segurança em razão da Covid. Tive que subir para lutar no peso médio. Meu peso é leve, mas não tinha competidor. Esse ano foram poucos treinos, mas o professor José Roberto (Jacaré) realizou alguns treinos específicos e foram essenciais. Apesar deste período difícil que estamos passando com a pandemia, entendi que a vida precisa continuar. Respeitados os protocolos de segurança, temos que seguir a vida, o trabalho e o esporte – afirma.

Em 2019, Gross disputou o Mundial e ficou na terceira colocação. No lugar mais alto do pódio em 2020, ele descreve o que representa a conquista.

– Representou um compartilhamento e superação. Compartilhamento com o meu professor José Roberto, os colegas de treino e minha família. Superação, pois em tempo tão difícil ocasionado pela pandemia, torna-se necessário encontrar forças para prosseguir trabalhando e praticar esporte. A vida não pode parar e o esporte é necessário para se ter qualidade de vida. Em 2019, foi o terceiro lugar e neste ano o primeiro lugar. Então, fico feliz por continuar progredindo – exalta.

Globo Esporte

Anitta revela ter sido vítima de estupro quando tinha 14 anos

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Anitta revelou pela primeira vez ter sido vítima de estupro, quando tinha apenas 14 anos. A revelação foi feita na série documental ‘Anitta: Made In Honório’, que estreou recentemente no Netflix. “Eu nunca expus isso em público. Eu sempre me coloquei numas relações meio abusivas. Quando eu tinha 14 para 15 anos, conheci uma pessoa. Eu tinha medo dele, ele era autoritário comigo, falava de forma autoritária. Eu era diferente quando eu era adolescente, não era como eu sou hoje em dia”, diz a cantora.

“Ele estava muito nervoso, muito estressado. Eu estava com bastante medo das reações dele e eu acabei perguntando se ele queria ir pra um lugar só nós dois. Rapidamente, na mesma hora, ele parou o estresse dele e perguntou se eu tinha certeza. Eu falei que sim. Mas hoje eu tenho plena certeza que eu falei que sim, porque eu tinha muito medo do estresse dele”, completou.

Aos prantos, Anitta segue seu relato: “Quando eu cheguei lá, eu realizei que não era certo fazer aquilo por medo e eu falei que não queria mais. Mas ele não ouviu. Ele não falou nada. Ele só seguiu fazendo o que ele queria fazer. Quando ele acabou, ele saiu, foi abrir uma cerveja e eu fiquei olhando pra cama cheia de sangue”.

A cantora ainda conta no desabafo que viveu por muitos anos convivendo com o drama de achar que a culpa era sua: “Faz muito pouco tempo que eu parei de achar que isso é culpa minha, que eu causei isso pra mim. Eu sempre tive medo do que as pessoas iam falar: como ela pode ter sofrido isso e hoje ser tão sexual, ser tão aberta, fazer tanta coisa’. Eu não sei. O que eu sei é que eu peguei isso que eu vivi e transformei em uma coisa pra me fazer sair por cima, sair melhor”.

No documentário, Anitta, que tem Larissa como seu verdadeiro nome, contou que foi buscando forças para superar o abuso que surgiu a personagem Anitta.

“Pra todos vocês que se perguntam de onde nasceu a Anitta. Nasceu daí. Da minha vontade e necessidade de ser uma mulher corajosa, que nunca ninguém pudesse machucar, que nunca ninguém pudesse fazer chorar, magoar. Que sempre tivesse uma saída para tudo. Foi daí. Eu criei essa personagem aí”, diz.

Miriam Macedo, mãe da cantora, e Renan Machado, irmão da artista, também falaram sobre a agressão vivida por Anitta. Eu via ela triste de vez em quando, via chateada mas, pra mim, era as coisas que ela não conseguia”, explicou Miriam. “Faz muito pouco tempo. Ela chamou eu, meu pai e minha mãe pra conversar. Ela pediu que a gente nem olhasse pra ela. Estava começando a se boicotar, não comer, não estar feliz, criar defesas dentro dela pra suportar esse segredo. Resolveu botar isso pra fora, nos contar”, diz Renan.

Nas redes sociais, Anitta recebeu muito apoio dos fãs, com mensagens de carinho e força. “Eu queria entrar na tela do celular e abraçar ela, como você é forte mulher”, disse uma fã. “Eu NUNCA vou superar isso aqui, me quebrou la no fundo, eu só consigo chorar”, confessou outra seguidora. Vontade de abraçar, colocar num potinho proteger de todo mal. Como amo meu bebê. Obrigada por encorajar outras mulheres”, escreveu mais uma.

Istoé

Governo lança plano nacional de vacinação contra a Covid-19

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Vacinação contra a gripe Influenza em postos de Drive-Thru, no Lago Norte . Sérgio Lima/Poder360 24.02.2020

Material já havia sido apresentado ao Supremo Tribunal na semana passada. Plano prevê vacinação inicial de 51 milhões de pessoas dos grupos prioritários.

O governo federal lançou oficialmente nesta quarta-feira(16), em cerimônia no Palácio do Planalto, o plano nacional de vacinação contra a Covid-19.

Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), o Ministério da Saúde já havia apresentado uma versão do material na semana passada.

O documento prevê a vacinação primeiro de grupos considerados prioritários, por estarem mais expostos ao coronavírus ou serem mais vulneráveis à doença. Segundo o governo, 51 milhões de pessoas serão vacinadas nessa etapa, o que vai exigir 108, 3 milhões de doses. Cada pessoa toma duas doses, e há uma perda de 5% de vacina decorrente dos processos de transporte e aplicação.

Ainda de acordo com o governo, a vacinação no Brasil deve ser concluída em 16 meses – quatro meses para vacinar todos os grupos prioritários e, em seguida, 12 meses para imunizar a “população em geral”.

A vacinação ainda não tem uma data para começar. O governo afirma que é preciso esperar a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o registro de vacinas. Até agora, nenhum pedido de registro chegou à Anvisa (veja informações sobre vacinas mais abaixo).

O presidente Jair Bolsonaro, sem máscara, participou do lançamento do plano na tribuna das autoridades. Ele estava ao lado do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que também não usava máscara. Algumas autoridades estavam com o equipamento, considerado fundamental por especialistas em saúde para conter a propagação do coronavírus.

Governadores e parlamentares também acompanharam o evento.

Vacinas
Em seu discurso, Pazuello afirmou que todas as vacinas produzidas no Brasil, sejam as produzidas pelo Insituto Butantan, pela Fiocruz, ou “por qualquer indústria, terão prioridade no Sistema Único de Saúde (SUS). “Isso está pacificado”, disse o ministro.

nicialmente, o plano leva em conta apenas a vacina desenvolvida em parceria da Universidade de Oxford com o laboratório AstraZeneca. O Brasil tem acordo para receber 100 milhões de doses dessa vacina até julho. No segundo semestre, a previsão é de que a Fiocruz, parceira de Oxford e da AstraZeneca, produza 160 milhões de doses.

Mas o governo já informou que pretende comprar todas as vacinas avalizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Além da Fiocruz, o Instituo Butantan, ligado ao governo de São Paulo, também vai produzir uma vacina contra a Covid-19. No caso do Butantan, é a vacina Coronavac, produzida pelo laboratório Sinovac.

Até o momento, ainda não chegou à Anvisa o pedido de registro de nenhuma vacina.

“Não haverá nenhuma diferença. Todas as vacinas produzidas no Brasil, ou pelo Butantan ou pela Fiocruz, por qualquer indústria, ela terá prioridade do SUS. E isso está pacificado. Isso está discutido”, completou.

Pazuello também destacou a capacidade do Brasil de produzir vacinas e aplicá-las na população.

“Vamos levantar a cabeça. Acreditem. O povo brasileiro tem capacidade de ter o maior sistema único de saúde do mundo, de ter o maior programa nacional de imunização do mundo, nós somos os maiores fabricantes de vacinas da América Latina. Pra quê essa ansiedade, essa angústia? Somos referência na América Latina e estamos trabalhando”, afirmou o ministro.

O secretário de vigilância do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, disse que o governo vai começar nesta quarta uma campanha de comunicação dividida em duas etapas. A primeira é voltada a “transmitir segurança à população” em relação à eficácia das vacinas que o Brasil vier a utilizar. A segunda etapa será o momento de chamar as pessoas para receber as doses.

“Prepare-se e cuide-se porque o que nós queremos um é um Brasil imunizado, porque somos todos uma só nação”, disse Medeiros.

G1

Caso Jonhliane: Família faz protesto durante audiência que decide se motorista que matou mulher vai a júri

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Com o que sobrou da moto de Jonhliane Paiva, familiares aguardam em frente a Cidade da Justiça, o resultado da audiência que deve decidir se Ícaro Pinto, motorista da BMW que matou Jonhliane e o comparsa, vão à Júri Popular.

Com moto caída em frente à Cidade da Justiça, representando o acidente, família de Jonhliane pede Justiça — Foto: Tálita Sabrina/Rede Amazônica

Com moto caída em frente à Cidade da Justiça, representando o acidente, família de Jonhliane pede Justiça — Foto: Tálita Sabrina/Rede Amazônica

Familiares de Jonhliane Paiva de Souza, de 30 anos, que morreu em um acidente de trânsito, no último dia 6 de agosto, na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco, fazem um protesto nesta quarta-feira (16) em frente à Cidade da Justiça.

A manifestação pacífica acontece no dia em que Ícaro José da Silva Pinto, o motorista da BMW que atropelou e matou Jonhliane passa por audiência de instrução e julgamento.

Conforme o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), além do réu, 12 testemunhas devem ser ouvidas durante a audiência. Ao final, o juiz Alesson Braz, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, vai decidir se o réu vai a júri popular. Ainda na audiência, o magistrado também vai analisar mais um pedido de revogação de prisão de Pinto.

Com cartazes e até uma motocicleta caída em frente ao prédio, representando o acidente, os familiares de Jonhliane pedem que a Justiça seja feita e que o réu vá a júri popular.

“Faz mais de cinco meses desde o falecimento da minha irmã. A família vive um momento muito triste ainda, uma perda dessa é irreparável. Mas, hoje é um dia especial, porque estamos esperançosos de que a Justiça se faça valer, que o juiz tome a decisão pelo júri popular, porque não foi um crime banal, foi um crime onde duas pessoas disputavam um racha em uma avenida aonde era permitido, no máximo, 50km/h e eles estavam a 150km/h. Então, houve a intenção de mantar”, disse o irmão Jhonatas Paiva.

Entre lágrimas, a irmã de Jonhliane, Olívia Paiva, falou sobre como tem sido passar os dias sem ter mais a presença da caçula da família.

“É difícil ver minha mãe sofrendo, eu acabo sofrendo duas vezes, por ela e por mim. Procuro dar força para ela. Hoje mesmo eu estava conversando com ela, dizendo que nós temos que ser fortes, temos uma luta pela frente. Esse ano está sendo totalmente diferente, devastador para a gente, nossa família está muito abalada, muito triste, nossos dias não estão sendo fáceis. Minha mãe não consegue dormir. Eu digo que é uma dor insuportável, uma dor que jamais passará.”

Pedido de revogação da prisão

Ícaro José da Silva Pinto fez um novo pedido de revogação da prisão preventiva. Após esse novo pedido, o Ministério Público do Acre (MP-AC) se manifestou contra a revogação, por entender que a defesa de Pinto não apresentou nada de novo para voltar a recorrer da decisão.

“Os pressupostos e motivos que justificaram a decretação da prisão preventiva foram devidamente avaliados e ainda persistem, não havendo sequer mudança fática ou argumentos convincentes que possam justificar a revogação da prisão já decretada, razão pela qual não há que se falar em revogação da prisão preventiva”, pontuou o órgão em sua manifestação.

Ícaro Pinto foi preso no dia 15 de agosto, no posto da Tucandeira, divisa do Acre com o estado de Rondônia. Ele voltava de Fortaleza, para onde tinha ido após sofrer ameaças, segundo informou a defesa dele ainda na sexta. Ele está preso no Batalhão de Operações Especiais (Bope).

Em entrevista ao G1 na segunda-feira (14), o advogado de Pinto, Luiz Carlos da Silva, se disse otimista com a análise do novo pedido e disse que a defesa se preparava para a primeira audiência de instrução do caso.

“Estamos otimistas porque trata-se de um delito de trânsito em que o réu é colocado em um processo de júri. Um réu que é universitário, tem emprego fixo, uma família de bem, um pai juiz no estado e está preso como se fosse um assassinado, alguém voltado a cometer crimes. Isso foi um acidente de trânsito. A prisão é uma medida extrema que deve ser aplicada aos marginais de último grau. Nesse caso, se perverteu este instituto tão importante da prisão preventiva. Estamos nos preparando para a audiência, creio muito na honestidade e direção do juiz que está conduzindo o caso”, afirmou o advogado.

Família pede justiça pela morte da jovem  — Foto: Tálita Sabrina/Rede Amazônica Acre

Família pede justiça pela morte da jovem — Foto: Tálita Sabrina/Rede Amazônica Acre

 

G1 Acre

Bocalom é recebido por Bolsonaro e recebe apoio à sua administração em Rio Branco

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O prefeito eleito em Rio Branco, Tião Bocalom (PP), foi recepcionado na manhã desta quarta-feira, 16, no Palácio do Planalto, pelo presidente Jair Bolsonaro. A reunião foi uma agenda extra, conseguida pelo senador Marcio Bittar (MDB). Estavam também com o prefeito, sua vice Marfisa Galvão e os senadores Mailza Gomes (PP) e Sérgio Petecão (PSD).

Jair Bolsonaro foi bem receptivo e até gravou um vídeo com os senadores e o prefeito. No segundo turno das eleições, o presidente chegou a declarar apoio à Tião Bocalom e agora foi informado que Bocalom foi eleito na capital acreana.

Bolsonaro garantiu que vai apoiar a administração de Bocalom em Rio Branco. “Você tem um bom time de senadores e uma bancada para estar solicitando apoio aqui. E claro, nosso amigo senador Marcio Bittar que tem acesso ao meu gabinete, estará nos lembrando sempre de você e de Rio Branco. Conte comigo”, disse o presidente da República ao prefeito eleito de Rio Branco.

“Ficamos muito felizes com a receptividade do presidente e sua manifestação de apoio a Rio Branco. Estou muito satisfeito também com nossos senadores, nesse caso aqui em particular, agradeço ao senador Marcio Bittar que agilizou esse encontro. Juntos, com certeza vamos trabalhar muito pelo nosso povo”, disse Tião Bocalom.

Queda de energia queima equipamentos no Depasa e 13 bairros de Rio Branco ficarão sem água

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O Departamento Estadual de Água e Saneamento do Acre (Depasa) divulgou nota para esclarecer que 13 bairros de Rio Branco terão o fornecimento de água comprometidos nos próximos dias por causa de um problema com o Centro de Reservação (CR) Central.

O Depasa informa que a queda de energia na rede elétrica queimou equipamentos no centro responsável pela distribuição de água na capital acreana.

Confira a nota:

O Departamento Estadual de Água e Saneamento do Acre (Depasa) informa que a falha ocorrida na rede elétrica na segunda-feira, 14, em Rio Branco, ocasionou a queima de dois inversores de frequência que compõem o sistema de acionamento de motores elétricos do Centro de Reservação (CR) Central, prejudicando a distribuição de água de todos os bairros que são abastecidos por ele.

A substituição dos equipamentos, que são de aplicação específica e alto custo, é a única alternativa técnica para a plena retomada das atividades de bombeamento dessa unidade.

Entretanto, esses itens não estão disponíveis à pronta entrega no mercado acreano.

Com o objetivo de solucionar o problema no menor tempo possível, o governo do Acre, por meio do Depasa, já providenciou a aquisição dos equipamentos e o transporte via aérea para agilizar a substituição.

Localidades afetadas:

– Adalberto Aragão
– Cadeia Velha
– Castelo Branco
– Base
– Bela Vista
– Centro
– Parte do Bosque
– Estação Experimental
– Ivete Vargas
– Manoel Julião
– Mascarenhas de Moraes
– Morada do Sol
– Tropical

Alan Ferraz