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Anvisa cria página para que cidadão possa acompanhar andamento da análise das vacinas

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A Agência de Vigilância Nacional (Anvisa) criou um página na internet com objetivo de garantir a qualquer cidadão do país a consulta como está o andamento da análise das vacinas contra a Covid-19.

Das quatro principais vacinas, a Astrazeneca/Fiocruz e a Sinovac/Butantan aguardam a Certificação de Boas Práticas de Fabricação, referente à etapa em que inspetores têm de garantir que uma fábrica, em qualquer lugar do mundo, cumpra com os requisitos determinados pela legislação brasileira. São avaliadas as estruturas físicas das áreas de produção, armazenamento e laboratórios de controle de qualidade, além de toda a documentação do sistema de garantia de qualidade da empresa. As vacinas Janssen e Pfizer já solicitaram essa certificação, mas o pedido ainda está em análise.

Após esse processo, e dando tudo certo com as vacinas, é possível os laboratórios entrarem com o pedido de registro, que é quando a Anvisa dá o sinal verde para que o imunizante seja comercializado e disponibilizado por todo o País.

Vacinação pelo mundo

Os últimos 15 dias foram marcados pelo início da vacinação contra a Covid-19 nos primeiros países do mundo. A Rússia foi o primeiro país a começar a vacinação contra a doença no dia 5 de dezembro, usando a vacina desenvolvida por lá, a Sputnik V.

Alguns dias depois, 8 de dezembro, o Reino Unido deu início ao processo de vacinação da sua população, mas com o imunizante da Pfizer/BioNTech. Essa também foi a vacina usada por EUA e Canadá, que tiveram a ação iniciada na segunda-feira (14).

É importante destacar aqui que nenhuma das duas vacinas tiveram os estudos totalmente finalizados nos países onde estão sendo aplicadas, mas foram aprovadas pelos governos locais e oferecidos à população. 

Acesse a página da Anvisa aqui.

AC 24 hrs

Estudante de Cruzeiro do Sul, passa 5 meses presa após ser confundida com criminosa de Belém: ‘Estou à base de remédios’

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“Fui humilhada, desacreditada, sofri e tive os priores dias da minha vida”. É assim que a estudante Janaína Araújo Silva fora, de 23 anos, descreve os últimos cinco meses do ano. Em julho, a jovem foi presa por engano em Cruzeiro do Sul pela Polícia Civil em cumprimento de um mandado de prisão por tráfico de drogas e organizações criminosas.

Janaína nunca teve envolvimento com crimes, mas tem o nome semelhante ao de uma mulher procurada pela Justiça chamada Janaína Araújo da Silva e que morava em Belém, no Pará. Com receio de expor mais ainda a família, a jovem pediu para não ter a imagem divulgada.

O erro só foi descoberto quando a mãe de Janaína tentou tirar a carteirinha de visitantes no Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC), meses depois, para ver a filha. Contudo, as informações que constavam no sistema eram da suspeita procurada e não batiam com as informações da mãe dela.

A família contratou um advogado e confirmou que Janaína estava presa injustamente. No dia 14 de dezembro, a estudante deixou o presídio após meses encarcerada por um crime que não cometeu.

“Sou estudante, perdi mais de um ano de estudo e um emprego que minha irmã ia conseguir pra mim, além de muitas coisas que poderia ter aproveitado. Não tinha ansiedade, problemas para dormir e passei a ter durante esses meses. Estou à base de remédios”, relatou.

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) informou que o erro na prisão ocorreu no momento do cumprimento do mandado. A Polícia Civil é responsável por fazer a identificação do indivíduo e encaminhar ao presídio com os autos da prisão. No presídio, é feita a inclusão da pessoa no sistema e não tem como conferir as informações. O instituto destacou que descobriu o erro quando a família revelou a situação e entrou com advogado.

O Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) afirmou que a Corregedoria-Geral está levantando informações sobre o fato e irá realizar a apuração detalhada. Já a Polícia Civil diz que não consta nos registros nenhuma prisão nesse sentido e que está buscando em outras forças policiais de onde partiu a prisão.

Prisão

O mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil estava no nome de Janaína e não da suspeita. No dia do cumprimento, a jovem tinha acabado de chegar de um seringal, onde estava com o sogro plantando algumas sementes. Ela resolveu ir na zona urbana comprar mais sementes e descobriu que era procurada pela polícia.

Por volta do meio-dia de 13 de julho, uma equipe chegou na casa da cunhada de Janaína e deu cumprimento ao mandado judicial em nome dela. A jovem alega que os policiais foram grosseiros, algemaram e a colocaram dentro de uma viatura e não pediram os documentos de identificação dela.

A ação ainda foi filmada pela polícia. Em todo instante, a jovem dizia que era inocente e perguntava o motivo de estar sendo levada para a penitenciária.

“Não me pediram os documentos, na delegacia pedi para conversar com o delegado e disseram que não, que se eu quisesse esperasse minha audiência na penitenciária. Não deixaram minha família falar comigo, ia ser transferida para Rio Branco e fiquei desesperada porque não conhecia ninguém”, lamentou.

Presa e sem conseguir provar a inocência, Janaína desenvolveu uma crise de ansiedade, passou a ter problemas para dormir e precisou passar por um médico. O profissional receitou um remédio controlado para a jovem, que ela toma até hoje.

“Erraram na hora de expedir o mandado. Minha família sabia que eu era inocente, mas não tinha como provar. Não fui agredida fisicamente, mas fui verbalmente. Quando você chega no presídio querem saber o porquê que você está lá. No caso, eu não sabia e não acreditavam em mim”, falou.

A situação quase acaba também com o casamento de Janaína. No mandado de prisão dizia que ela era casada com homem chamado Alfredo, que não é o marido dela. Além disso, ela revelou que foi reprovada nos estudos. Ela tentava concluir o ensino médio quando foi presa.

“Só Deus sabe o que passei. Agradeço a oportunidade para me explicar. Só porque a gente mora em um bairro periférico não quer dizer que somos bandidos”, lamentou.

Soltura

Ainda segundo Janaína, a mãe dela tentou tirar a carteira de visitantes para ver a filha, mas as informações contidas no sistema não batiam. A partir de então, a família da jovem iniciou uma corrida contra o tempo para provar a inocência dela e retirá-la da prisão.

“O nome dela estava na lista de visitantes, mas não batiam com as do sistema. No sistema tinha as informações da Janaína Araújo da Silva, CPF e nome dos pais dela. No processo também tinham outras informações que não eram minhas. Minha família conseguiu o advogado e ele viu todo erro e, de imediato, foi conversar com a juíza pedindo minha liberdade”, explicou.

Ao saber que deixaria o presídio, Janaína relembra que sentiu a maior felicidade do mundo. Mesmo com o alvará de soltura expedido, a jovem contou que a direção do presídio não queria soltar ela.

“Foi uma lição para vida. Tive a maior felicidade do mundo quando soube que ia sair. Minha família sofreu junto comigo, somos humildes. Meu alvará chegou cedo no presídio, mas não queriam me liberar, foi preciso meu advogado ligar pro diretor para perguntar porque não tinham me liberado. Minha irmã estava me esperando e minha família em casa. Não quero que isso aconteça com ninguém”, acrescentou.

Em casa com a família e os amigos, Janaína contou que vai em busca de justiça para o erro ser reparado. Ainda como consequência da prisão, a estudante complementou que precisa de acompanhamento psicológico para se recuperar do trauma.

“Não fiz nada de errado. Até agora não recebi nada de ninguém nem um pedido de desculpas. Minha família está lutando para conseguir um psicólogo para mim porque estou depressiva e angustiada por conta disso. Vou processar [o Estado], a todo momento falava que não era eu e ninguém acreditou em mim. Fora a humilhação que passei no presídio, você ficar longe da sua família, passei o meu aniversário e da minha mãe lá dentro. Foi um sofrimento horrível, só Deus sabe quantas lágrimas derramei sem saber o que tinha feito”, finalizou.

Processo

Ao G1, o advogado Levi Bezerra, que representa Janaína, explicou que o mandado de prisão contra a cliente foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Rio Branco. Esse mandado é resultado de uma operação policial realizada em 2009 no Acre, Manaus e Belém, contra tráfico de drogas e o crime organizado.

Não houve prisão no dia da operação. Entre 2009 a 2018, o caso foi desmembrado e o Ministério Público pediu a prisão dos envolvidos. Porém, a Janaína Araújo da Silva não foi achada e considerada como foragida.

“Na época dos fatos, da operação contra uma organização que operava no Acre, Manaus e Belém, ela tinha 11 anos, então a família sabia que não era ela. Em 2018, em razão da suspeita não ter sido encontrada, a Justiça determinou a prisão dela. No momento da expedição, o nome da Janaína aparece no processo sem nenhuma diligência ou algo que indicasse o envolvimento dela”, pontuou.

G1 Acre

Jojo Todynho é a grande campeã de ‘A Fazenda 12’, com 52,54% dos votos

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Jojo Todynho é a campeã de “A Fazenda 2020” (RecordTV) e levou o prêmio de R$ 1.5 milhão. A final do reality bateu mais um recorde, ultrapassando a marca de mais de 1 bilhão de votos e mais de 100 mil votos por segundo.

Antes de anunciar o campeão, Marcos Mion fez um discurso para cada um, começando por Jojo:

Jojo, o povo brasileiro que só tinha ouvido falar daquela funkeira espaçosa, de falar alto, que dá bandão e soco no olho e veio procurar ela aqui na ‘Fazenda’, não achou. O que todos conheceram foi a Jordana, uma menina extremamente madura e carinhosa. Quem diria, Jojo Todynho, carinhosa? Sim e muito”.

Uol

Prefeita de Rio Branco entrega quadra de grama sintética do bairro Manoel Julião

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No início da noite desta quinta-feira (17), na companhia do senador Sérgio Petecão e do deputado Alan Rick, a prefeita Socorro Neri, entregou a quadra de grama sintética do bairro Manoel Julião no início da noite desta quinta-feira, 17.

Em suas redes sociais, a prefeita, citou que em seus dois anos de gestão, somaram-se 13 novos equipamentos esportivos de Rio Branco.

O novo espaço foi construído com emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão e contrapartida do Município, em um investimento de mais de R$ 365 mil.

E de acordo com a prefeita, até o dia 31 de dezembro, ainda serão entregues mais 5 equipamentos esportivos na capital, que possibilitarão com que as crianças, jovens e adultos tenham condições para manter suas práticas saudáveis por meio do esporte, perto de suas casas.

Confira as fotos da entrega da quadra:

‘Tinha uma fé inabalável’, diz mulher de empresário que morreu de Covid-19 em Cruzeiro do Sul

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Foi aos 19 anos que a servidora pública Carla Fernanda Sampaio, de 33 anos, casou com o empresário Janderson de Melo Sampaio, de 39, conhecido como Dandy Melo. Apesar de ainda muito jovens, os sonhos e planos do casal foram interrompidos com o falecimento de Sampaio nessa quarta-feira (16), em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, por complicações da Covid-19.

O empresário do ramo de material de construção era muito conhecido na cidade e, segundo a mulher com quem foi casado por 14 anos, sempre teve um espírito empreendedor. Ele deixa dois filhos, de 8 e 22 anos, e muita saudade em toda família e amigos. Sampaio é uma das mais de 750 vítimas da doença no Acre.

“Ele era uma pessoa muito alegre, brincalhona, de muitos amigos, todos gostavam muito dele. Era alto-astral, responsável, tinha um espírito empreendedor, era trabalhador e gostava muito de cumprir com suas obrigações. Nós estamos aqui apenas suportando essa dor”, disse Carla.

Sampaio teve os primeiros sintomas da doença no início da semana passada e na quarta-feira (9) foi ao hospital e, após ser medicado, voltou para casa. No entanto, a febre começou a ficar mais intensa na quinta (10) e ele voltou para unidade de saúde. Na sexta (11), fez uma tomografia que indicou lesão no pulmão e o médico informou que ele precisaria ficar internado.

Como a situação não melhorava, na segunda (14) ele deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e durante a madrugada foi intubado. Horas depois, Carla recebeu uma ligação do hospital informando que ele tinha tido uma parada cardíaca e não resistiu.

“Eu tinha certeza de que ele sairia dessa. Todos os médicos falavam que ele não tinha perfil grave, não era gordo, não tinha outros problemas de saúde, estavam todos otimistas, acreditando na boa recuperação dele. Ele era uma pessoa religiosa, tinha uma fé inabalável. Quando ele entrou lá no hospital, fiquei um pouco abalada quando o médico disse que ele seria internado e ele falou para eu não ficar triste, apontou pra cima e disse que Deus estava cuidando de tudo. Então, tínhamos certeza que era só uma situação que estávamos passando, mas que iríamos contemplar a vitória”, lembrou.

‘Tinha uma fé inabalável’, diz mulher de empresário que morreu de Covid-19 no AC após cinco dias internado — Foto: Arquivo pessoal

Além do empresário, a mulher e o filho mais novo de 8 anos também foram contaminados pelo novo coronavírus. “Apesar de toda situação, estamos nos recuperando bem, a nossa infecção foi bem leve, graças a Deus”, disse.

Eram muitos os sonhos de Sampaio para a vida profissional e para a família. Carla contou que ele estava construindo uma loja para deixar de pagar aluguel e que tinha uma meta de morar em uma cidade mais tranquila quando fosse curtir a aposentadoria.

“Ele estava construindo a loja dele própria e tinha muitos planos. Queria trabalhar até certa idade e depois nos mudaríamos para uma cidade tranquila para curtir a aposentadoria. Nós tínhamos muitos planos, muitos sonhos. Éramos muito unidos mesmo, mas infelizmente isso aconteceu”.

G1 Acre

 

Ministério evita comentar sobre mudança do dia da inauguração da Ponte do Madeira

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O Ministério da Infraestrutura do governo Jair Bolsonaro vem fazendo suspense para não dizer “vista grossa” ou “silêncio” quanto à mudança da data da inauguração da ponte sobre o Rio Madeira, no Distrito do Abunã, em Rondônia. Mas, funcionários e um representante da empresa responsável pela obra confirmam que ela só será entregue em março de 2021.

No início deste ano, o governo federal por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que a previsão de entrega seria justamente em dezembro, no entanto, os trabalhos no local não terminaram e o cronograma foi novamente alterado sem ampla justificativa à população.

Por duas vezes, em 2019, o Governo Federal já havia anunciado datas para entregar a obra, o que manifestou ansiedade nos acreanos bem como nos rondonienses que vivem do lado de cá das margens do imponente rio. Aos moradores desta ponta, a construção da ponte é algo realmente importante tendo em vista os benefícios na economia e de logística que ela trará aos dois estados.

Nesta semana, a equipe do Portal O Rio Branco acompanhou uma coletiva à imprensa do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, onde prestou um balanço de sua pasta, informou as obras entregues e as que vão ser concluídas nos próximos meses. Entre as citadas, a ponte do Madeira que tem o objetivo de ligar de vez essa parte do norte ao Brasil pela malha viária. Só que a informação repassada foi superficial, sem muitos detalhes importantes.

Nossa equipe foi convidada para enviar perguntas ao ministro e os questionamentos não poderiam ser diferentes: Quando a ponte será entregue e quais os motivos para mudar, novamente, a data? O fato é que as perguntas não foram respondidas nem pelo ministro, muito menos por sua assessoria que manifestou compromisso de encaminhar as respostas à redação.

No mesmo dia da coletiva, um deputado federal de Rondônia, o Coronel Chrisóstomo (PSL) foi até o canteiro da obra para “fiscalizar” as atividades. E de acordo com o parlamentar, os técnicos estão realizando a etapa final do asfaltamento da rodovia do lado de Rondônia, além da concretagem de um trecho da ponte. A previsão dos engenheiros é de que ela estará pronta para ser inaugurada pelo Presidente Jair Bolsonaro em março de 2021. Após a cerimônia, mais de dois mil veículos vão cruzar, diariamente, entre o Acre e Rondônia, em frações de minutos.

As obras de construção da ponte iniciaram em 2014, no Governo Dilma Rousseff (PT), passou ainda pelo Governo de Michel Temer (MDB) e segue no Governo Jair Bolsonaro. Os recursos para a construção é do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mais de R$ 130 milhões de reais já foram gastos no acesso.

 

Jornal O Rio Branco

Visitante é presa ao tentar entrar com entorpecente no presídio de Senador Guiomard

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Uma visitante recebeu voz de prisão, na manhã desta quarta-feira, 16, na entrada da Unidade Penitenciária do Quinari, localizada no município de Senador Guiomard. Ela tentava entrar com 42 gramas de uma substancia aparentando ser maconha e 130 gramas de outra substância aparentando ser tabaco.

De acordo com o diretor operacional do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Glauber Feitosa, por volta das 9h30, durante a visita familiar, a visitante foi submetida ao scanner corporal, onde foi identificado algo estranho na região genital. Ao ser indagada, a mulher informou que estava menstruada.

Diante da informação, a policial responsável submeteu a visitante novamente ao scanner corporal e observou que o objeto estranho continuava a aparecer. Desta forma, a operadora foi falar com o diretor sobre o caso. Foi então neste momento que a visitante retirou o objeto e jogou por cima do muro.

Um dos policiais avistou quando o pacote caiu e levou até a guarda para a verificação na presença da visitante. A mulher disse que o material pertencia a ela que se tratava apenas de tabaco. Porém, ao abrir o pacote, foram encontradas 42 gramas do que aparentava ser maconha e 130 gramas do que aparentava ser tabaco.

Ao ser indagada, a mulher informou que receberia R$ 200,00 para levar a droga para dentro da cela, mas não informou para quem seria entregue.

Diante do ocorrido, a visitante recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia de Senador Guiomard para as medidas cabíveis. No âmbito da unidade, um procedimento administrativo será aberto para investigar quem receberia o material ilícito.

 

ASCOM/IAPEN

A Escola Ponto.com está com o programa “Qualifique-se – Curso preparatório para o Mercado de Trabalho” voltado a crianças, jovens e adultos; confira

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A Escola Ponto.com está com o programa “Qualifique-se – Curso preparatório para o Mercado de Trabalho”, onde são oferecidos cursos para jovens, crianças e adultos. A ideia é encaminhar posterior ao curso, o currículo do aluno para o mercado de trabalho!

São oferecidos pacotes de cursos por apenas R$ 99,99
e apostila gratuita para os cursos de informática.

Dentre os cursos ofertados:
* Informática, operador de caixa, técnica de vendas, telemarketing, excel avançado, gestão administrativa, gestão em RH, departamento pessoal, hotelaria e turismo, empreendedorismo, administritvo, normas da ABNT e outros.

As vagas são limitadas!

Informações e reservas pelo link: https://wa.me/message/RM3FG54VWROKJ1

(68) 99907-3004 / (68) 98403-6766

R. Benjamin Constant, 863 – Centro, Rio Branco/AC.

 

Vagas limitadas, não perca tempo!

Corregedoria do Iapen investiga mais de 100 denúncias contra policiais penais no Acre

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Ao todo, seis policiais estão afastados, segundo o Iapen. Ao todo, 17 procedimentos administrativos disciplinares foram abertos neste ano; nove ainda seguem em andamento.

A Corregedoria do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) registra cerca de 100 investigações abertas contra policiais penais. Além disso, ao todo, foram abertos 17 processos administrativos disciplinares apenas este ano. Sendo que nove ainda estão em andamento e seis servidores foram afastados.

Dos policiais afastados, um está por determinação judicial; dois por medidas administrativas e três foram presos, com isso sofrem as sanções também.

O corregedor do Iapen, Fábio Menezes, explica que existem algumas fases a serem cumpridas até que um servidor seja punido. O primeiro passo é a investigação que funciona como um inquérito. Caso a denúncia tenha fundamento, essa investigação se transforma em um processo administrativo disciplinar (PAD).

“O PAD é que vai fazer que ele seja suspenso ou demitido. Até terminar o PAD que tem prazo de 60 dias, podendo ser prorrogado por mais 60, o servidor não pode fazer banco de horas e fica proibido de algumas medidas”, explica.

A investigação que ocorre antes da abertura desse processo serve para que mais provas sejam colhidas. O ideal é que ela seja rápida, mas na prática não funciona desta maneira.

“Por conta da falta de efetivo e, às vezes, a gente depende do diretor de uma unidade. Então nem sempre a gente consegue finalizar de forma rápida”, diz.

‘Os olhos do governo têm que estar voltados para à Segurança’

O presidente do Sindicato dos Policiais Penais, Joelison Ramos, reconhece a problemática dentro do sistema penitenciário, mas diz que é algo histórico dentro das forças policiais devido ao desgaste físico e mental dos servidores.

“Os olhos da sociedade, do governo, têm que estar voltados para a Segurança Pública, para a saúde dos operadores de Segurança Pública, mas, principalmente do policial penal que tem menos meios e condições de trabalho e sofre muito mais pressão. Mas, não é de hoje que policiais cometem erros por conta da falta de acompanhamento da saúde mental desses trabalhadores que vivem sob pressão, ameaçados, sem condições de trabalho. Tudo isso faz que um policial esteja sempre à flor da pele”, pontua.

Ele voltou a dizer que para ter acesso a um acompanhamento psicológico, o servidor precisa procurar o serviço. Disse ainda que a saúde do servidor acaba ficando em segundo plano.

“O Iapen tem tantas demandas, tantos problemas, e olham mais para as demandas dos reeducandos e o trabalhador vai ficando de lado”, enfatiza.

Sobre o sindicato oferecer algum tipo de apoio nesse sentido para a categoria, Ramos diz que atualmente não tem como, mas que a pauta é discutida com a administração.

“Essa deveria ser uma ação prioritária do Iapen que é o órgão na qual o servidor é vinculado. O que a gente tem feito é apontar essa problemática em reunião com a administração e tentar viabilizar um projeto, incentivando que, junto com a Sesacre [Secretaria Estadual de Saúde], o Estado ofereça essa atenção. Tivemos uma reunião e estamos com um projeto de diagnosticar como está a saúde mental do servidor do sistema penitenciário, especificamente do policial penal”, diz.

O Iapen informou que para o policial ter o porte e posse de arma, que é a cautela, ele precisa preencher alguns requisitos como: apresentar laudo psicotécnico por alguma psicóloga da Polícia Federal; teste de aptidão de tiros; curso de armamento e tiro; tem que apresentar certidões criminais da Justiça Federal, Eleitoral e Estadual e nada constar da Corregedoria Administrativa do Iapen.

Além disso, informou que é feita uma atualização cadastral do material bélico. Porém, não especificou se pensa em algum projeto ou mudança após os casos registrados, também reforçou que o acompanhamento psicológico é dado, mas apenas caso o próprio servidor procure.

 

G1