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Polícia militar de Acrelândia intercepta veículo e prende um dos últimos acusados na chacina de família boliviana

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Na manhã desta quarta-feira, (30), a Equipe de Investigações da Polícia Civil de Acrelândia com pose de informação que GILVAN NASCIMENTO DA SILVA se deslocaria do ramal do Pelé até a cidade de Plácido de Castro, um dos acusados em participar da chacina de uma família boliviana ocorrido há seis meses na Bolívia fronteira com Acrelândia.

A Equipe de Investigações compartilhou a informação com Polícia Militar repassando os detalhes inclusive e característica do veículo.

A guarnição da Polícia militar de Acrelândia vez diligência na cidade, ao avistar o indivíduo, os militares deu ordem de parada, porem o mesmo não obedeceu empreendendo fuga, na perseguição os militares conseguiram interceptar o veículo na altura do Polo Cedup já avenida Adenilson Rogerio de oliveira, o acusado ainda tentou se evadir, mas foi preso pelos militares.

O mesmo recebeu voz de prisão pelos militares e foi encaminhado para delegacia de Acrelândia onde está a disposição do poder judiciário.

Gilvan é um dos membros envolvido na chacina de uma família Boliviana ocorrido na Bolívia fronteira com o município de Acrelândia este ano.

A polícia militar de Plácido de Castro e civil por vezes tentaram prender o acusado que tem um mandato de prisão expedido pela justiça, mas sem excedo. O acusado deverá ser encaminhado ao presidio de Rio Branco onde irá agudar julgamento.

Acrelândia News

Grupo Recol está com duas vagas de emprego em aberto; confira

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1 ESTAGIÁRIO e 1 GERENTE GERAL FARMA

Bocalom e os 17 vereadores eleitos tomam posse nesta sexta, em cerimônia restrita na Câmara

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A espera de 16 anos de Tião Bocalom do PP acaba na sexta-feira,1, Isis porque, o veterano tomará posse em seu mandato à frente da prefeitura de Rio Branco.

Além da posse de Bocalom e Marfisa, os 17 vereadores também assumirá o cargo em evento que ocorrerá às 16h desta sexta-feira (1º), na Câmara dos Vereadores da capital, localizada no Segundo Distrito da cidade.

A solenidade será restrita às autoridades e jornalistas, mas haverá transmissão ao vivo e aberta no canal da Câmara no YouTube.

A vereadora mais votada, Michelle Melo, do PDT, conduzirá os trabalhos iniciais da posse dos 17 vereadores eleitos, além da troca de faixa entre os prefeitos, no caso Socorro Neri e Bocalom.

Proprietários de veículos ficarão isentos de pagamento do seguro DPVAT em 2021

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O seguro de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) não será cobrado no próximo ano, conforme decisão do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), vinculado ao Ministério da Economia, nesta terça-feira, 29.

O seguro continua existindo e vai seguir cobrindo as indenizações dos acidentes de trânsito em 2021, pois o DPVAT tem recursos suficientes para as operações. O Conselho ainda não definiu como ficará o pagamento da taxa para 2022.

“Em 2020, o seguro DPVAT passou por uma considerável redução de 68% para carros e 86% para motos, para o próximo ano o proprietário do veículo vai precisar pagar apenas as taxas de IPVA e licenciamento para que o veículo seja considerado apto à circulação”, afirmou o presidente do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC), Luiz Fernando Duarte.

Para que serve o DPVAT?
O seguro DPVAT cobre indenizações de acidentes de trânsito ocorridas em vias terrestres de todo o território nacional em casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistência médica e suplementares por lesões de menor gravidade.

As vítimas de acidentes têm um prazo de até 3 anos após o acidente para dar entrada no seguro. Mais informações, os interessados podem obter pelo telefone 0800-022-1204.

Destinação dos recursos
– 50% são destinados ao pagamento das indenizações;

– 45% vão para o Ministério da Saúde (pagamento do atendimento médico de vítimas);

– 5% vão para programas de prevenção de acidentes.

ASCOM

MDR lança programa de desenvolvimento para cidades fronteiriças

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Ruas da cidade de Pacaraima.

Para tentar reduzir as desigualdades econômicas e sociais e fortalecer o desenvolvimento de cidades localizadas na faixa de fronteira, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) lançou ontem (29) o Programa Fronteira Integrada (PFI), cuja portaria pode ser consultada no Diário Oficial da União. O programa entra em vigor a partir da próxima terça-feira (5).

A meta do governo é criar oportunidades de desenvolvimento que gerem renda, crescimento econômico e melhoria da infraestrutura urbana das cidades que se localizam em uma área de 150 quilômetros de largura ao longo das fronteiras terrestres brasileiras. Entre os objetivos do programa estão o estímulo ao empreendedorismo, ao cooperativismo e à inclusão produtiva, fortalecendo as redes produtivas locais; e a promoção da inovação tecnológica nas atividades produtivas.

A prioridade no atendimento será para as 33 cidades-gêmeas reconhecidas pelo ministério nas áreas fronteiriças das regiões norte, centro-oeste e sul do país, além dos municípios classificados como polos das regiões intermediárias priorizados pelos Planos de Desenvolvimento Regional da Amazônia (PRDA) e do Centro-Oeste (PRDCO) e das localidades enquadradas como de baixa renda pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR).

“O PFI é mais um instrumento para fortalecer o desenvolvimento regional da faixa de fronteira, o que reforça a preocupação do governo federal em levar mais oportunidades de crescimento econômico e social para áreas mais afastadas”, disse Adriana Melo Alves, diretora de Desenvolvimento Regional e Urbano do ministério.

O programa é baseado em quatro eixos de ação: desenvolvimento produtivo; infraestrutura econômica e urbana; desenvolvimento social e acesso a serviços públicos essenciais; e fortalecimento das capacidades governativas dos entes federativos. No próximo ano deverá ser publicado um edital para a implementação de projetos nesses eixos. Segundo o ministério, poderão ser firmados convênios, acordos de cooperação, ajustes ou outros instrumentos com órgãos públicos e privados, além de consórcios públicos.

Essas atividades poderão ser financiadas com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), dos Fundos Constitucionais do Norte (FNO) e do Centro-Oeste (FCO); de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Centro-Oeste (FDCO); e por outras fontes nacionais e internacionais.

 

Agência Brasil

Taxa de ocupação na UTI sobe para 66% e Acre contabiliza 41.355 casos confirmados de Covid-19

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O Acre atingiu a marca de 41.355 infectados pelo coronavírus nesta quarta-feira (30). O número tem 123 casos a mais do que o registrado pelo boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) de terça-feira (29), quando o estado tinha 41.232 registros da doença. Com mais duas mortes confirmadas, o número de vítima da Covid subiu para 793.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de 4.730 casos para cada 100 mil habitantes e a de mortalidade é de 90,7 para o mesmo grupo. Já a letalidade está em 1,9%.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI nos hospitais da rede SUS no estado permanece em 66%. Dos 65 disponibilizados, 42 estão ocupados. Os leitos de UTI estão concentrados em Rio Branco, com 55 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 10.

Mortes
As duas mortes deste boletim foram de homens. Um é morador de Feijó, de 76 anos, que deu entrada no dia 26 de dezembro no Hospital Geral da cidade e morreu no mesmo dia.

O segundo é o morador de Cruzeiro do Sul, de 83 anos, que deu entrada no dia 21 de dezembro no Hospital Regional do Juruá e morreu na terça (29).

Números
Das 793 mortes registradas até esta segunda, 515 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde, e 278 das vítimas não tinham outras doenças. Do total de mortos, 479 eram homens e 314 mulheres. Do total de vítimas, 559 tinham acima de 60 anos.

O Acre registra 116.630 notificações de contaminação pela doença, sendo que 74.774 casos foram descartados.

G1 AC

Prefeitura de Cruzeiro do Sul cancela queima de fogos do réveillon

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A prefeitura de Cruzeiro do Sul cancelou a queima de fogos que havia preparado para o réveillon no Morro da Glória. O objetivo é evitar aglomeração de pessoas.

A secretaria Municipal de Cultura vai fechar o ano com uma live de artistas contemplados com recursos da Lei Aldir Blanc, que destinou cerca de R$ 600 mil , beneficiando 150 projetos em Cruzeiro do Sul.

As festas particulares de réveillon, que estavam programadas, também foram canceladas

Após 10 anos, mulher no AC que teve diagnóstico de infértil comemora gravidez do 1º filho

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Após 10 anos de tentativas e passar por vários tratamentos para engravidar que não deram resultado, a funcionária pública Kamila Costa, de 36 anos, de Rio Branco, havia parado de tentar e achar que ser mãe não seria para ela e, como ela mesmo diz, descansou. Mas, foi nesse momento que a vida lhe reservou a grande surpresa da sua história; a chegada de um bebê.

Em uma luta travada por meio de tratamentos há oito anos, Kamila chegou a criar o movimento “Toda mulher tem o direito de ser mãe”. A campanha tinha como objetivo quebrar tabus e abrir uma discussão política e social sobre tratamento para mulheres que têm dificuldade para engravidar. Pedia que os tratamentos para possibilitar a gravidez fossem tratados como uma questão de saúde pública.

Além disso, o tema virou tese de mestrado e, até hoje, o trabalho é fonte de pesquisas para elaboração de leis.

Diagnosticada com sinéquia uterina [cicatrizes no útero], ovário policístico e endometriose [inclusive, teve dificuldades para conseguir um diagnóstico] Kamila fez tratamento no Acre e outra parte em Fortaleza, no Ceará. E além destes problemas que causam infertilidade, durante o tratamento ela teve uma lesão no útero, o que dificultava ainda mais a situação. Hoje, ela caminha para o quarto mês de gestação.

“Foram oito anos de tratamento, mas, eu já vinha tentando dois anos antes. Comecei com tratamentos experimentais, naturais, depois medicamentosos até chegar a fertilização in vitro”, contou sobre os anos de luta.

A descoberta da gravidez
Apesar de todo o sofrimento, viagens para fora do estado, gastos financeiros e o fim de uma relação que já durava 15 anos, Kamila mal sabia que 2020 havia lhe preparado a grande surpresa de sua vida.

Bom, mas, surpresa só é surpresa quando você não está esperando, e a servidora pública não estava mais na corrida para conseguir engravidar por meio de tratamentos, quando começou a sentir os sintomas. Por um momento, ela chegou a pensar que estava doente e suspeitou até de um câncer, porque já tinha feito cirurgia para remover dois cistos.

Por conta disso, Kamila ia tomar um medicamento para fazer a menstruação ‘descer’. Só que antes de qualquer atitude, ela decidiu fazer o teste, mas sem nenhuma expectativa. O que ela queria era descartar a possibilidade para iniciar o tratamento.

“E, surpreendentemente, deu positivo e vi que todos aqueles sintomas não eram doença, como eu achava. Foi um ano bem atípico, uma surpresa. O atraso menstrual não me assustava porque era comum acontecer, sempre convivi com a amenorreia, que é a ausência da menstruação. Só que eu estava sentindo muitos sintomas da gravidez: enjoada, seios doloridos, vomitando e com muita prisão de ventre. Então, eu achava que estava doente. Não imaginei que era gravidez”, contou.

‘Milagre’
Sem ter conhecimento de casos semelhantes ao de Kamila, a médica ginecologista e obstetra Samara Messias falou ao G1 que as chances de gravidez, em mulheres que apresentem algum destes problemas – sinéquia uterina, ovário policístico e endometriose – varia de 30% a 40%.

“Não tem nenhum caso que una as três coisas juntas. O que encontrei foi que, mesmo quem tem ovário policístico, para uma mulher engravidar é de 34%, se ela tiver acima de 35 anos essa chance cai muito. Se ela tem sinéquia uterina só resolve depois de fazer o tratamento para desfazer essas cicatrizes e se ela ficar com sequela a chance também é baixíssima, em torno de 20% a 30%. A endometriose é a mesma coisa, e a chance de gravidez gira em torno de 40%”, explica.

A médica diz que em nenhum destes três casos é impossível a gravidez quando se olha separadamente. Mas, a raridade do caso está no fato de a servidora pública ter os três problemas juntos.

“Porém, hoje não encontramos o relato de caso que tenha tudo em uma mulher só, ainda mais em uma gravidez espontânea. Ainda tem outra situação, que é ela ter mais de 35 anos, então a chance de gravidez reduz muito mais do que quando a gente considera antes dos 35. Então, a gente considera uma raridade. Um milagre, é Deus purinho nisso. Fiz uma busca e não encontrei registro, é uma raridade”, acrescentou.

A surpresa
Agora que já passou o momento da surpresa, a mamãe de primeira viagem está aproveitando todo o momento de início da gestação e recebendo o carinho da família que acompanhou todo a batalha.

“Já estive mais ansiosa, mas, estou mais tranquila depois que vi que está tudo bem. E, agora, estou tentando viver o que toda mulher vive na gravidez. Na verdade, quando você faz fertilização você não tem a surpresa, não tem aquela coisa de contar para as pessoas e eu achava que um dia ia sentir falta disso. Mas, Deus me proporcionou isso. Tive a chance de fazer um teste de farmácia como toda mulher, fazer a ultrassom e ver o coraçãozinho e isso me deixa extremamente emocionada”, relata.

Kamila diz que “foi bem inesperado”. Ela conta que não estava fazendo nenhum tipo de tratamento. Usava óleos essenciais, mas não para engravidar, e sim para melhorar a condição hormonal.

“Fiquei muito surpresa, muito feliz, ainda com muito medo devido aos traumas do passado, mas agora estou mais confiante e, graças a Deus, está tudo bem com o bebê e com a gestação. Está todo mundo feliz e querendo participar de alguma forma, na expectativa de ver barriga crescer, me pedem fotos. A família do meu marido não mora no Acre e eles vivem pedindo foto, fazem vídeo chamada para ver”, acrescenta.

Infertilidade
Com toda a luta que passou, o desabafo da Kamila é que não é fácil conviver com a doença e com as pressões sociais.

“Conviver com a infertilidade é muito difícil, porque você tem o desejo de ser mãe, tem a pressão social de que a maternidade é muito romantizada, é algo que toda mulher almeja que é concepção e que tinha que ser algo natural e bom para todo mundo. A partir do momento que a gente passa conviver com a infertilidade é difícil. A gente recebe o julgamento da sociedade, tem a questão religiosa que vê a infertilidade como maldição e concepção como benção, então a gente se sente até amaldiçoada de certa forma”, desabafa.

Os tratamentos foram difíceis, caros, longos e dolorosos. Ela chegava a tomar quatro injeções na barriga por dia, medicação extremamente cara, que não tinha no estado e precisava mandar buscar fora. Às vezes, o tratamento era comprometido pela ausência de medicação e, mesmo assim, ela tentou incansavelmente.

“A minha condição reprodutiva era tão grave que até para uma fertilização era difícil. Receber todos esses diagnósticos é dolorido, eu viajava para fortaleza, ficava longe da família, fiquei endividada e no final não consegui realizar o sonho, até que descansei. Achei que não era pra ser, que essa não era a vontade de Deus para a minha vida e passei a sentir ainda esse desejo, mas de maneira mais tranquila, mais consciente”, relembra.

Mas, agora, todo esse sofrimento faz parte de sua história, que deu uma virada. E ela aguarda receber nos braços, em breve, o filho que tanto sonhou. Ela conta que ainda não comprou nada para o enxoval e aguarda saber o sexo do bebê para começar os preparativos.

 

G1 AC

Em suas redes sociais, Presidente Bolsonaro prometeu assinar ainda hoje, MP que eleva salário mínimo para R$ 1.100,00

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a solenidade de posse dos ministros da Justiça e Segurança Pública; e da Advocacia-Geral da União no Palácio do Planalto

Na tarde desta quarta-feira, 30, publicou em suas redes sociais que assinará ainda hoje, MP que eleva o salário mínimo para R$ 1.100,00 (mil e cem reais), com vigência a partir de 1º de janeiro de 2021.

“É um aumento de 5,26% em relação ao valor atual 1.045 (mil e quarenta e cinco reais)”.

Na publicação, o presidente explica, que o valor de R$ 1.100,00 se refere ao salário mínimo nacional. O valor é aplicável a todos os trabalhadores, do setor público e privado, e também para as aposentadorias e pensões.