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Helicóptero faz o primeiro transporte de paciente no Juruá

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O helicóptero Harpia 4 do governo do Estado fez na tarde deste sábado, 9, o transporte do paciente, José Maria da Silva, 36 anos, com Covid 19, do município de Marechal Thaumaturgo para Cruzeiro do Sul.

Em Marechal Thaumaturgo o helicóptero pousou na quadra ao lado da construção do estádio de futebol. O paciente estava na unidade mista de saúde e foi levado de Samu até a aeronave. Depois de um voo de 45 minutos a aeronave pousou no estacionamento do hospital do Juruá em Cruzeiro e foi levado para o Hospital de Campanha, onde está internado.

Segundo Catiana Rodrigues da Silva, coordenadora da Regional de Saúde do Juruà/Tarauacá e Envira, o quadro do paciente é estável.

Ela explica que o transporte de pacientes para Tratamento Fora do Domicílio – TFD, de Marechal Thaumaturgo e Porto Walter, será feito pelo helicóptero , que ficará 3 meses em Cruzeiro do Sul.

Os aeródromos das duas cidades foram interditados pela Agência Nacional de Aviação Civil- ANAC, por causa das condições das pistas. O governo do Estado já deu a Ordem de Serviço para as obras.

Nas redes sociais o governador Gladson Cameli relatou o primeiro transporte de paciente e parabenizou as quipes da ciopaer e do SAMU

AC24H

Saúde Janeiro é mês de conscientização sobre a hanseníase

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Purple violet ribbon symbolic bow color on doctor's hand support for Hodgkin's lymphoma and testicular cancer awareness

O Janeiro Roxo foi criado em 2016 e tem o último domingo do mês como data símbolo. Nesse dia é celebrado o Dia Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase. São 30 mil novos casos da doença por ano no Brasil, que é o país com o segundo maior número de casos, perdendo apenas para a Índia.

Neste mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) vai divulgar, com apoio de médicos da área, material sobre a doença. Entre as informações, a descrição de sinais e sintomas da hanseníase e orientações sobre onde buscar diagnóstico e iniciar o tratamento. A hanseníase, segundo especialistas, é uma doença estigmatizada e cercada de preconceito.

“Combater o estigma é salvar vidas. Por isso, queremos auxiliar a sociedade a compreender essa doença. Desfazer mitos e fazer prevalecer a verdade sobre a hanseníase são as principais formas de ajudar profissionais da área de saúde, familiares, amigos e principalmente aqueles que buscam por tratamento”, afirmou o vice-presidente da SBD, Heitor Gonçalves.

Hanseníase

A bactéria Mycobacterium Leprae atinge os nervos e se manifesta na pele – Secretaria Municipal de Saúde – Mesquita (RJ)

De acordo com a Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM), a partir de dados do Ministério da Saúde, a doença é mais frequente nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte, que respondem por quase 85% dos casos do país. O Brasil concentra mais de 90% dos casos da América Latina.

A campanha de 2021 tem como slogan: A hanseníase é negligenciada, mas a saúde não!. Além da SBD, participam da campanha de esclarecimento à população as secretarias de Saúde dos estados, o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB), a Confederação Nacional de Municípios (CNM), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Os portadores da doença eram, até a década de 70, excluídos do convívio social e condenados ao confinamento em colônias”, explica o Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase, em seu site. A hanseníase é uma doença causada pela bactéria Mycobacterium Leprae que atinge os nervos e se manifesta na pele.

Apesar do passado triste envolvendo a hanseníase, a doença tem cura, seu tratamento é simples e custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). E tão logo ele seja iniciado, a doença deixa de ser transmissível. O tratamento pode ser buscado, no caso da rede pública, em postos de saúde ou com uma equipe de saúde da família.


O portador da doença perde a sensibilidade ao calor e ao toque nas regiões onde se formam manchas esbranquiçadas – Divulgação

Sintomas

Os sintomas da doença aparecem, principalmente, nas extremidades das mãos e dos pés, no rosto, orelhas, nádegas, costas e pernas. São manchas esbranquiçadas, amarronzadas ou avermelhadas, com perda de sensibilidade ao calor, ao toque e à dor. É possível uma pessoa queimar a pele na chama do fogão ou em uma superfície quente e sequer perceber. A sensação de formigamento também é um sinal da doença.

Outros sintomas são sensação de fisgada, choque, dormência e formigamento ao longo dos nervos dos membros; perda de pelos em algumas áreas e redução da transpiração; redução de força na musculatura das mãos e dos pés; e caroços no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos. Condições precárias de moradia e saneamento favorecem a ação da Mycobacterium Leprae.

Quem tem diagnóstico para hanseníase deve começar a tomar os medicamentos prescritos de imediato. O tratamento deve ser seguido à risca. As pessoas que convivem com pacientes diagnosticados com a doença devem ser examinadas pelo médico.

“A prevenção consiste no diagnóstico e tratamento precoces, o que ajuda a evitar a transmissão e o consequente surgimento de novos casos. Precisamos frisar: hanseníase tem cura e quanto antes o tratamento for iniciado, menor o risco de sequelas”, afirmou Sandra Durães, coordenadora do Departamento de Hanseníase da SBD.

 

Agência Brasil

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 12 milhões na próxima quarta-feira (13)

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Nenhuma apostador acertou as seis dezenas do concurso 2333, da Mega-Sena, sorteado ontem (9). Com isso, o prêmio acumulou e o sorteio da próxima quarta-feira (13) tem prêmio estimado em R$ 12 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 09, 16, 31, 41, 53 e 55.

Dezesseis apostas acertaram cinco dezenas sorteadas e vão receber R$ 128 mil, cada. Já a quadra teve 1.994 apostas vencedoras e paga prêmio de R$ 1.470 cada.

O apostador que acertou a quina ou a quadra pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Se o prêmio for maior que R$ 1.903,98, o pagamento só pode ser feito em agências da Caixa, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e recibo de aposta. Já prêmios em valores iguais ou acima de R$ 10 mil são pagos no prazo mínimo de 2 dias a partir da apresentação da aposta vencedora em uma agência da Caixa.

 

Agência Brasil

Inep diz à Justiça Federal que tem condições de manter a realização do Enem em janeiro

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Defensoria Pública da União pediu o adiamento por considerar que não há forma segura de realizar as provas. Versão impressa do Exame está marcada para os dias 17 e 24 de janeiro.

O Inep, que organiza o Enem, defendeu na Justiça Federal de São Paulo a manutenção das datas da prova impressa para os dias 17 e 24 de janeiro. De acordo com a autarquia, a realização “na data marcada é perfeitamente possível e segura para todos os envolvidos, não havendo riscos de ordem sanitária”.

Nesta sexta-feira (8), a Defensoria Pública da União acionou a Justiça Federal para pedir o adiamento da aplicação do exame sob o argumento de que não há forma segura de para realizar o exame em meio ao aumento de casos da doença.

Por meio de advogados da União, o Inep se manifestou na noite da sexta e rebateu os argumentos da defensoria. Declarou que o exame já foi adiado por conta da pandemia e, neste período, foram adotadas “todas as medidas sanitárias para que o mesmo seja realizado com segurança”

“Cabe destacar que não se está desconsiderando, aqui, a preocupação maior com a vida e a saúde”, ressalta o documento, que apontou as medidas que o Inep adotou para evitar a transmissão da doença entre os candidatos.

Entre elas, uso de máscaras, distanciamento social, reorganização da quantidade de pessoas em sala, higienização e uso de álcool gel.

Os advogados da União também apresentaram argumentos que apontam as consequências do adiamento da prova.

“Reorganizar um calendário a nível de Enem é fragilizar e colocar em risco políticas públicas dele decorrentes como sistema de cotas, financiamento estudantil, instrumentos que por sua vez são as chaves para minorar as desigualdades sociais tão alarmantes hoje no nosso país. Tirar a chance do estudante de prestar este Exame é acentuar, ainda mais, qualquer discrepância social, econômica, é colocar em um local ainda mais distante as perspectivas de ascensão e crescimento dessa juventude”, afirmam.

O documento lembra ainda que a nota do exame é usada em programas de acesso ao ensino superior do Ministério da Educação. “[O adiamento] Pode inviabilizar o início do ano letivo nas universidades federais, bem como a adesão aos programas Prouni e Fies”. Pontua ainda que ameaça a própria edição do exame de 2021.

“O exame tem um custo aproximado de R$ 700.000.000,00 (setecentos milhões de reais), não podendo ser desconsiderado o impacto financeiro para o país decorrente de um eventual adiamento. Por fim, há que registrar que eventual adiamento do Enem 2020 pode inviabilizar o Enem 2021 previsto para novembro 2021, já que o planejamento do Enem começa em janeiro”.

Representação de entidades estudantis

A advogada Thais Bernardes, que representa a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a União Nacional dos Estudantes (UNE) nesse processo considera que não há indicação de que os cuidados serão intensificados neste momento.

“A manifestação do INEP reitera as medidas já anunciadas na defesa apresentada no início da ação, em outra fase da pandemia. Não há indicativo de que os cuidados serão intensificados em razão do novo pico da doença, ao contrário, ao comparar o exame com as eleições municipais, ignorando o fato de os estudantes permanecerem por horas no local de realização das provas e não apenas nos instantes da votação, o INEP parece subestimar o poder de contágio da doença. Além disso a petição dá a entender que o que a DPU pretende é o adiamento por tempo indeterminado do exame e sugere que isso ponha em risco a sua realização (por conseguinte, o acesso ao ensino superior por parte dos estudantes mais carentes), o que não é verdade”, declarou.

Pedido de entidades científicas

Entidades científicas publicaram nesta sexta uma carta endereçada ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, em que expressam preocupação pela realização do exame. O texto é assinado pelos presidentes da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped) e Presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), além de outras 45 entidades da área.

A carta diz que as “propostas apresentadas pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), como medidas de segurança para evitar a infecção pela COVID-19, não são suficientes para garantir a segurança da população brasileira, num momento de visível agravamento da pandemia no país”.

Afirma também que “os participantes do exame (mais de cinco milhões) são adolescentes e adultos jovens, segmento que tem a maior probabilidade de ter participado das aglomerações recentes, resultantes das festas de fim de ano”.

G1 AC

Acre estabiliza na Bandeira Amarela com tendência de aumento nos casos e mortes por Covid-19

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O governo do Estado, por meio do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, realizou na tarde de sexta-feira, 8, a décima quinta coletiva de anúncio de classificação de risco do avanço da pandemia, que colocou todo o Acre em Bandeira Amarela (Nível de Atenção) no período avaliado entre 20 de dezembro e 2 de janeiro.

Segundo a avaliação do Comitê, as três regionais de saúde do Estado registraram aumento no número de óbitos pela doença. Se no período epidemiológico passado haviam sido 13 mortes, agora o número passou para 32. Os dados recentes de confirmação da doença por RT-PCR também apontam para um aumento no número de casos para os próximos dias.

Segundo a coordenadora do Grupo de Apoio ao Pacto Acre Sem Covid, Karolina Sabino, a pandemia não está perto de acabar e a manutenção dos cuidados básicos segue essencial. O Comitê já está procurando se alinhar com as novas prefeituras, lembrando que o trabalho de controle da doença só é possível com a participação de todos. Até mesmo o estado vizinho, Amazonas, foi lembrado devido ao aumento drástico dos casos e mortes por Covid-19.

“O Comitê já se colocou à disposição dos novos prefeitos para que possamos trabalhar em conjunto. Por isso, alertamos a população de que a pandemia não acabou e as medidas sanitárias precisam ser adotadas e cumpridas. Usem máscaras, lavem as mãos, evitem a aglomerações”, reforça a coordenadora.

A próxima avaliação da classificação de risco do estado está marcada para o dia 22 de janeiro.

Confira o relatório completo da classificação de risco.

Funcionamento de setores comerciais e sociais

O Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 atualizou ainda em 2020 a Resolução que trata sobre o enquadramento dos setores e das atividades comerciais autorizadas a funcionar de acordo com cada um dos Níveis de Risco estabelecidos no Pacto Acre Sem Covid.


Resolução trata sobre o enquadramento dos setores e das atividades comerciais autorizadas a funcionar de acordo com cada um dos Níveis de Risco estabelecidos no Pacto Acre Sem Covid Foto: Diego Gurgel/Secom
A nova resolução unifica todas as anteriores relacionadas ao funcionamento dos setores comerciais e sociais durante a pandemia, dando abertura para que praticamente todos possam operar a partir da Bandeira Laranja, com quantitativo de capacidade reduzido e adoção de protocolos sanitários, além das medidas de proteção individuais. Assim, atividades como a abertura de academias, igrejas, bares e restaurantes, que não eram permitidos na Bandeira Laranja, passam a ser com uma redução ainda maior da encontrada na Bandeira Amarela.

A nova resolução foi fruto de um trabalho coletivo, onde o governo do Acre, ouviu e ponderou os anseios dos representantes comerciais e sociais, mudando níveis de abertura e medidas para que haja segurança para toda a população.

Metodologia

O Pacto Acre sem Covid é uma ferramenta destinada a viabilizar a harmonia entre o desenvolvimento econômico, o direito de proteção à saúde e os valores sociais do trabalho, tendo por finalidade fundamental a efetiva proteção do direito à vida.

De acordo com o método definido pelo Pacto Acre sem Covid, a classificação em nível de risco é realizada conforme a delimitação territorial das regionais de Saúde do estado, a saber: região do Alto Acre (Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri), Baixo Acre e Purus (Acrelândia, Bujari, Capixaba, Jordão, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Santa Rosa do Purus, Sena Madureira e Senador Guiomard) e a região do Juruá e Tarauacá-Envira (Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves e Tarauacá).

A classificação em níveis de risco (bandeiras), expressa por meio de uma nota geral que varia de 0 a 15, é obtida por meio da mensuração de sete índices, sendo eles: isolamento social; notificações por síndrome gripal; novas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave; novos casos por síndrome gripal Covid-19; novos óbitos por Covid-19; ocupação de Leitos Clínicos Covid-19 e ocupação de UTIs Covid-19.

Os níveis de classificação de risco foram divididos em Vermelho, Laranja, Amarelo e Verde, respectivamente do mais restritivo para o mais flexível. A cada 14 dias é realizada uma nova avaliação dos indicadores, cabendo às prefeituras realizar a autorização das atividades permitidas no respectivo nível de risco apurado por meio de decreto municipal, bem como a instituição de protocolos sanitários a serem seguidos pelos setores da economia que estejam autorizados a funcionar.

Um trabalho que envolve Estado, prefeituras e entidades e que deve contar com o apoio de toda a comunidade. Para mais informações de protocolos, acesse: http://covid19.ac.gov.br/

Jornal A Tribuna

Prefeito Tião Bocalom é o escolhido para presidir Amac

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Os prefeitos homologaram o nome do prefeito da capital acreana, Tião Bocalom (Progressistas), para presidente da Associação dos Municípios do Estado do Acre (Amac). Em seguida, eles escolheram a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), para assumir a vice-presidência; o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), como Primeiro-Secretário.

O prefeito de Feijó, Kiefer Cavalcante (Progressistas) designado para o Conselho Fiscal, mas como suplentes, o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (Progresssistas) e o prefeito de Marechal Thaumaturgo, Isaac Piñako (PSD). A nova gestão comandará a entidade pelos próximos dois anos, com possiblidades de concorrer a mais uma reeleição.

Assim que começou a assembleia deliberativa para apresentação das chapas que pretendiam concorrer à eleição da entidade municipalista, o prefeito de Porto Acre, Benê Damasceno (Progressistas), defendeu o nome do correligionário, Tião Bocolam. Destacou que a prefeita de Rio Branco que mais destina mais recursos para financiar a Amac, mas que o momento exigia a unidade dos novos gestores. “A experiência que tiveram com a eleição da ex-prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino gerou muitas contendas entre pares”, lamentou.

O prefeito do Bujari, Antonio Teles (Padeiro), pediu o apoio dos outros prefeitos para reformulação do estatuto da entidade para determinar que somente o prefeito da capital poderia concorrer ao pleito de presidente, mas o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes discordou da proposta do pedetista. Disse que apoiava uma chapa única, com os nomes dos candidatos que tinham intenção de fazer parte da nova direção. “Não podemos impedir que qualquer prefeito de concorrer a presidência da entidade”, ponderou.

Zequinha Lima (Progressistas), deu uma de bombeiro parabenizando os prefeitos favoráveis a unidade da nova gestão. Destacou os desafios que os gestores municípios enfrentarão daqui pra frente, mas que o prefeito Bocalom poderia contribuir com essa travessia. Concordou com uma chapa única, mas defendeu a escolha de representantes do Vale do Juruá para fazer parte da nova gestão da Amac.

O prefeito Tião Bocalom agradeceu o apoio dos pares e prometeu trabalhar em prol de todos os municípios. Agradeceu a presença do senador Sérgio Petecão no encontro intermunicipal. Falou das peregrinações para captar recursos nos ministérios em Brasília, capital do Distrito Federal (DF), mas dos compromissos de prestar contas das verbas liberadas. “Destinamos quase um milhão de reais para manter a nossa entidade municipalista, mas o que falei com a imprensa que cobraríamos mais resultados em projetos”, ponderou.

Bocalom enalteceu a equipe de técnicos a frente da Amac para carrear recursos para os municípios acreanos. Destacou que a representação em Brasília funciona como um ponto de apoio para os prefeitos acreanos que acompanham a liberação de verbas e emendas previstas no Orçamento da União deste ano.

Em seguida, pediu que a coordenadora da entidade divulgasse os recursos deixados pela gestão passada. A servidora prontamente comunicou que a Amac conta com um aporte de recursos na ordem de R$546 mil.

Jornal A Tribuna

Edital para concurso da PF deve sair ainda esse mês, afirma o presidente Bolsonaro

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Em publicação no Twitter, na manhã deste domingo (10), o presidente Jair Bolsonaro informou que o edital para o concurso da Polícia Federal deve ser publicado ainda em janeiro.

Em dezembro, o Diário Oficial da União publicou autorização para a realização do concurso para o preenchimento de cargos na Polícia Federal. No total, o concurso prevê a disponibilização de 1,5 mil vagas de nível superior para os cargos de delegado, escrivão, papiloscopista e agente de polícia federal.

De acordo com a Portaria 14.358, que trata do assunto, o prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições será de até seis meses.

São 123 postos para delegado, 400 vagas para escrivão, 84 para papiloscopista e 893 para agentes.

O último concurso da PF foi realizado em 2018 e ofereceu 500 vagas de nível superior.

Agência Brasil

Com pistas de pouso em obras, cidades isoladas do AC vão transferir pacientes do TFD de helicóptero

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Helicóptero Harpia 4 e seis profissionais da Sejusp estão em Cruzeiro do Sul para atender emergências das cidades de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, que estão com as pistas de pouso interditadas pela Anac desde dezembro de 2020.

Com as pistas de pouso interditadas pela Agência Nacional de Aviação (Anac) desde dezembro de 2020, as cidades de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, no interior do Acre, contam agora com o helicóptero Harpia 4 e uma equipe de seis profissionais da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) para os atendimentos emergenciais de saúde e segurança.

Dentre esses atendimentos estão as transferências do Tratamento Fora de Domicílio (TFD) de pacientes dessas duas cidades isoladas. A gerência administrativa do TFD no Vale do Juruá explicou que essas transferências eram feitas com uma aeronave, mesmo durante a pandemia. Mas, com a interdição dos aeródromos, os serviços só podem ser realizados agora com o helicóptero, que tem a autorização de pouso em caso de urgências e emergências.

“As aeronaves estavam indo buscar os pacientes em Porto Walter e Marechal Thaumaturgo normalmente. O governador disponibilizou o helicóptero para ficar em Cruzeiro do Sul e fazer o deslocamento dos pacientes”, explicou a gerente administrativa do TFD na Região do Vale do Juruá, Manuela Cameli.

Interdição de pistas

A Anac determinou a suspensão de voos para as cidades devido às más condições das pistas de pouso. As cidades são isoladas com acesso apenas por barco ou avião. Na época, a agência destacou que problemas encontrados nas pistas ofereciam ‘risco potencial às operações aéreas’.

O helicóptero de apoio foi encaminhado para Cruzeiro do Sul, também no interior, na sexta-feira (8) e deve ficar na região por 90 dias, prazo que devem ser concluídas as obras de manutenção das pistas. Também na sexta, o governo assinou a ordem de serviço no valor de R$ 4 para os serviços.

O Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária do Acre (Deracre) destacou, logo após o envio da aeronave, que já iniciou parte da manutenção, como roçagem e construção das cercas ao redor das pistas de pouso.

G1 AC

Pesquisadores do Amazonas investigam potencial do mastruz como fitomedicamento para uso contra a Covid-19

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A decisão de investigar o mastruz partiu de relatos, mundialmente conhecidos, de que a planta tem efeitos benéficos contra doenças respiratórias.

Os pesquisadores Felipe Moura da Silva, Emmanoel Costa, Maria Lúcia Pinheiro, Antonia de Souza e Afonso de Souza e o pós-graduando Luiz Paulo de Oliveira, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), em parceria com o pesquisador Hector Koolen da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a pesquisadora Katia Pacheco da Silva, da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Itabirito (MG), em maio, publicaram no fast track da Revista Internacional Memórias do Instituto Oswaldo Cruz estudo referente ao potencial do mastruz (Dysphania ambrosioides) como fitomedicamento para uso contra covid-19.

Intitulada ‘Flavonoid glycosides and their putative human metabolites as potential inhibitors of the SARS-CoV-2 main protease (Mpro) and RNA-dependent RNA polymerase (RdRp)’, a publicação apresenta, por meio de uma abordagem computacional, o potencial de compostos presentes no mastruz como inibidores de enzimas envolvidas na replicação do vírus SARS-CoV-2, responsável por provocar a covid-19. A decisão de investigar o mastruz partiu de relatos, mundialmente conhecidos, de que a planta tem efeitos benéficos contra doenças respiratórias.

Os pesquisadores explicaram que os flavonóides presentes no mastruz e seus derivados, que ocorrem no organismo humano após a ingestão, apresentaram boa capacidade de ancoragem a enzimas do vírus, inibindo-as e indicando, preliminarmente, o seu potencial contra a covid-19.

“O mastruz (Dysphania ambrosioides, syn. Chenopodium ambrosioides) tem origem na América Latina e está presente no Brasil e em várias partes do mundo. Esta planta é relatada por muitos povos no tratamento de doenças respiratórias e a ela são atribuídas propriedades expectorante, cicatrizante, anti-inflamatória e antiviral, entre outras. A motivação do início das pesquisas do mastruz foram, portanto, as propriedades a ela atribuídas, hipoteticamente úteis para o combate a covid-19”, contaram.

A abordagem computacional, usada pelo estudo, é teórica (in silico) e simula processos naturais em um ambiente virtual. No caso específico, a abordagem utilizada (ancoragem molecular) permitiu simular as interações de substâncias conhecidas (ligantes) com enzimas específicas do coronavírus. O resultado sugere as substâncias rutina e nicotiflorina, dois dos principais flavonóides do mastruz, como possíveis alternativas no combate ao vírus da covid-19. O estudo aponta a rutina como uma possível alternativa à heparina de baixo peso molecular (HBPM), devido aos seus efeitos anticoagulantes e anti-inflamatórios e sua proteção potencial contra lesões agudas do pulmão (LAP).

“O estudo computacional é um primeiro passo e tem, por natureza, diversas limitações. Somente estudos mais aprofundados, in vitro,in vivo e clínicos, poderão nos conduzir a um porto seguro sobre o uso da planta e dos seus flavonóides ou outras substâncias que sejam detectadas, como medicamento – há um caminho longo até lá. Obviamente, são necessárias mais pesquisas para atestar os resultados relatados no paper. No entanto, nos parece evidente, a necessidade de investigar o potencial de D. ambrosioides como fitomedicamento para uso contra Covid-19”, explicaram.

“Não podemos indicar o uso da planta como remédio caseiro. As pessoas têm tomado o chá, tendo ou não a covid-19, como algumas têm relatado, inclusive porque a planta tem sido utilizada para diversos fins em todo o mundo. É evidente que mesmo um chá utilizado por pessoas em diversos países, como é o caso, pode ser prejudicial se for utilizado de forma errada e abusiva. É importante pontuar que havendo a covid-19, o uso da planta não dispensa os cuidados médicos, pois não existe, até onde temos conhecimento, estudos conclusivos que garantam que esta planta é remédio contra essa pandemia”, elucidaram.

Fica claro, no próprio manuscrito, que esse estudo não é conclusivo e precisa ser confirmado ou desmentido por estudos mais aprofundados.

“Aqui, vale alertar às pessoas que consomem o mastruz por algum motivo, que as sementes e as flores, bem como a planta crua, podem causar intoxicação, conforme descrição na literatura científica. Destaque-se também que o mastruz é relatado como abortivo, não devendo ser consumido por mulheres grávidas”, finalizaram os pesquisadores.

Os próximos passos são os estudos in vitro, in vivo e clínicos. Há uma parceria entre a Ufam e a Universidade de São Paulo (USP) para seguir com ensaios de células infectadas com o Coronavírus.

Previsão do tempo para domingo (10) no Acre é de sol em todas as regiões acreanas

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No domingo (10), o sol aparece com mais força em todo o Acre. A previsão é de um dia de céu parcialmente nublado a nublado em todo o estado. No período da tarde e a noite ocorrem pancadas de chuva com trovoadas em todas as regiões acreanas.

Confira as temperaturas em todas as regiões:

Alto Acre

Em Assis Brasil, Brasileia, Epitaciolândia e Xapuri, as temperaturas oscilam entre a mínima de 22°C e a máxima de 33ºC.

Baixo Acre

Mínima de 23°C e máxima de 33ºC são as temperaturas registradas em Acrelândia, Bujari, Capixaba, Plácido de Castro, Porto Acre, Senador Guiomard e Rio Branco.

Vale do Juruá

Já em Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Rodrigues Alves os termômetros ficam entre 22ºC e 33°C.

Vale do Purus

Em Manoel Urbano, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira faz entre 23º C e 32°C.

Vale do Tarauacá/Envira

Por fim, em Feijó, Jordão e Tarauacá a variação de temperatura fica entre a mínima de 22°C e a máxima de 32°C.

G1 AC