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Feijó e Sena Madureira entram para lista das que mais desmataram a Amazônia e terão ações prioritárias

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Feijó e Sena Madureira entraram para a lista dos locais prioritários para ações de prevenção, monitoramento e controle do desmatamento no Bioma Amazônia. Portaria do Ministério do Meio Ambiente foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (13).

amento na Amazônia. A lista foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (13).

Feijó tem cerca de 34.884 habitantes e sua área territorial é de 24.202 quilômetros quadrados. O município fica a 366 quilômetros da capital Rio Branco. Já a cidade de Sena Madureira tem 46.511 habitantes, um território de 25.278 km² e fica a 145 quilômetros de Rio Branco.

As listas são atualizadas periodicamente com a entrada ou regresso de municípios do Bioma Amazônia como prioritários para prevenção, monitoramento e controle do desmatamento, além de identificar locais com desmatamento monitorado e sob controle.

Conforme a portaria, outros seis municípios da região Norte também entraram na lista de prioridade para controle do desmatamento. Entre eles, Humaitá, no estado do Amazonas; Jacareacanga, Medicilândia, Rurópolis e Trairão, no Pará; e o município de Rorainópolis, em Roraima.

O município de Peixoto de Azevedo, no Mato Grosso, regressa à lista, e Rondon do Pará passa a integrar os municípios com desmatamento monitorado e sob controle do governo federal.

A fiscalização do governo federal nessas localidades foi criada em 2007 para combater desmatamentos ilegais. As cidades que são incluídas na lista sofrem sanções como a não liberação de crédito agrícola a produtores rurais, por exemplo.

De acordo com a portaria nº 161 de 15 de abril de 2020, os critérios para inclusão de municípios na lista de ações de combate ao desmatamento são:

  • Área total de floresta desmatada em 2019 igual ou superior a 80 km²;
  • Área total de floresta desmatada nos últimos três anos igual ou superior 160 km²; e
  • Aumento da taxa de desmatamento em pelo menos três, dos últimos cinco anos.

Para ser identificado como municípios com desmatamento monitorado e sob controle é preciso que o município possua 80% de seu território com imóveis rurais monitorados por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e manter desmatamento inferior a 40 km² nos últimos quatro anos.

Focos de queimadas

Dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que, entre os dias 1º a 13 de janeiro, o Acre registrou 62 focos ativos de incêndios.

Desse total, a maioria foi registrada na cidade de Sena Madureira, com um total de 14 focos. Seguidos dos municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Assis Brasil, com 12,9 e 5 focos, respectivamente.

Já a cidade de Feijó, que foi incluída na lista dos municípios prioritários do Ministério do Meio Ambiente, registrou apenas um foco de incêndio nos primeiros 13 dias do ano. Mas, sempre conta com alto número de queimadas em períodos mais críticos.

Em todo o ano de 2020, segundo os dados do Inpe, o Acre teve 85.243 focos de incêndio ativos. Sendo que a maioria foi registrada nas duas cidades incluídas na lista do ministério. Feijó ficou no topo da lista dos municípios acreanos com relação às queimadas, com 12.673 focos. Seguido de Sena Madureira, com 10.151 focos em todo o ano.

G1

Gladson encontra Pazuello para tratar da vacina contra Covid-19

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O governador Gladson Cameli, que vem cumprindo agendas em diversos Ministérios em Brasília (DF) desde segunda-feira, 11, deverá ter uma quarta-feira, 13, bem extensa, principalmente para tratar sobre a programação da campanha de vacinação contra a Covid-19.

Um encontro está marcado entre o chefe do Palácio Rio Branco e o Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para assuntos relacionados à questão da vacina. O secretário de saúde, Alysson Bestene, deverá acompanhá-lo na reunião ministerial juntamente com o procurador-geral do Estado, João Paulo Setti.

Antes da agenda com o Ministro, Cameli fará uma reunião de alinhamento entre o gabinete do governador, Casa Civil e Secretaria de Planejamento no escritório da Representação do Estado do Acre em Brasília.

Após o encontro, o governador seguirá em outra agenda no Ministério da Economia para tratar sobre a Zona de Processamento de Exportação (ZPE). Nesta pauta, o secretário Anderson Lima, da da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict).

AC24H

Governo dos EUA executa 1ª mulher em quase 70 anos

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Lisa Montgomery foi condenada por matar, remover da barriga e roubar o bebê de uma mulher grávida no Missouri. Suprema Corte anulou decisão de um juiz de Indiana que impedia a execução.

O governo federal dos Estados Unidos executou, nesta quarta-feira (13), uma mulher condenada por um crime pela primeira vez depois de quase 70 anos.

Esse é um dos últimos atos do governo de Donald Trump. O presidente, um defensor da pena de morte, ignorou uma petição de clemência apresentada por apoiadores de Lisa Montgomery, de 52 anos, a condenada.

Montgomery foi morta com uma droga letal, o pentobarbital. Antes de receber a injeção no braços, ela bateu os dedos nervosamente e fechou os olhos. Ela engasgou quando a substância entrou no seu corpo –sua barriga chegou a mexer, mas ela parou rapidamente.

Um funcionário com um estetoscópio entrou na sala, ouviu o coração e o pulmão de Montgomery e, à 1h31 (horário local), declarou que ela estava morta.

Apelos antes da execução

A execução chegou a ser suspensa por um juiz de Indiana, mas o Supremo reverteu a decisão e ordenou que o ato prosseguisse.

A defesa de Montgomery, que tentava impedir a execução, alegava que ela sofria de distúrbios mentais.

Foi a primeira mulher executada pelo governo federal dos EUA desde 1953 –os estados seguiram com execuções nesse intervalo, no entanto.

O crime de Montgomery

Lisa Montgomery foi condenada por matar, remover e roubar o bebê de uma mulher grávida no Missouri.

Em dezembro de 2004, aos 36 anos, ela dirigiu por quase três horas de sua casa em Melvern, no estado do Kansas, até Skidmore, uma cidade no Missouri.

Ela foi à casa de Bobbie Jo Stinnett, uma jovem de 23 anos, que ela havia conhecido pela internet. Stinnett e o marido, Zeb, de 24 anos, esperavam o primeiro filho, e ela estava no oitavo mês de gestação.

Montgomery usou nome e e-mail falsos para marcar a visita, sob o pretexto de comprar um filhote de cachorro (a vítima era uma criadora de cães).

Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, dentro da residência, Montgomery atacou e estrangulou Stinnett, que estava grávida de oito meses, até que a vítima perdeu a consciência.

“Usando uma faca de cozinha, Montgomery então cortou o abdome de Stinnett, o que fez com que ela retomasse a consciência. Uma luta se seguiu, e Montgomery estrangulou Stinnett até a morte”, diz o texto do Departamento de Justiça dos EUA.

Montgomery usou uma corda para estrangular Stinnett. Ela então removeu o bebê do corpo da mãe e o levou de volta à casa que dividia com o marido, Kevin, no Kansas. Ela tentou fingir que o bebê era seu.

O corpo de Stinnett foi encontrado horas depois por sua mãe.

17 anos sem execuções

O governo de Donald Trump retomou as execuções depois de um hiato de 17 anos.

Desde a retomada, em julho, dez homens receberam a pena de morte.

Além de Montgomery, o governo Trump planeja executar dois afro-americanos esta semana: Corey Johnson na quinta-feira e Dustin Higgs na sexta.

Nesses casos, há incerteza após a decisão de um tribunal federal de bloquear suas execuções. Os dois condenados à morte contraíram recentemente Covid-19, e a injeção letal poderia lhes causar sofrimento ilegal, consideraram os juízes.
Ex-agentes penitenciários de Terre Haute, por sua vez, escreveram ao secretário de Justiça interino, Jeffrey Rosen, pedindo-lhe que adiasse essas execuções “até que os funcionários da prisão sejam vacinados contra a Covid-19”.

Uma execução exige que dezenas de pessoas permaneçam em um ambiente fechado, um ambiente propício à disseminação do vírus. Por esse motivo, os estados suspenderam as execuções por meses.

A postura do governo Trump vai no sentido contrário, desejando prosseguir com as execuções o mais rápido possível antes de deixar o poder.

“Nas últimas horas da presidência de Trump, há uma corrida para executar pessoas que estão no corredor da morte há anos ou mesmo décadas. É uma loucura”, denunciou o senador democrata Dick Durbin na rádio NPR na segunda-feira.

G1

Líder norte-coreano se compromete a reforçar arsenal nuclear

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Mudança de poder nos EUA deverá alterar políticas da Coreia do Norte: Joe Biden chamou o líder norte-coreano de ‘bandido’ durante a campanha.

Kim Jong-un, o líder da Coreia do Norte, prometeu reforçar o arsenal nuclear de seu país, em discurso de encerramento do congresso do partido no poder, anunciou nesta quarta-feira (13) a imprensa oficial.

“Ao reforçarmos nosso arsenal de guerra nuclear, devemos fazer todo o possível para construir o exército mais poderoso”, declarou Kim durante o Congresso do Partido dos Trabalhadores, segundo a agência de notícias oficial KCNA.

O evento durou oito dias, duas vezes mais do que o último, realizado em 2016. Kim criticou os Estados Unidos, país que classificou como “principal obstáculo ao desenvolvimento da nossa revolução e nosso principal inimigo”.

“A verdadeira intenção da sua política para a República Democrática da Coreia do Norte não mudará nunca, independentemente de quem estiver no poder”, disse Kim, que não mencionou o nome do presidente eleito Joe Biden.

Submarino nuclear

Kim anunciou que a Coreia do Norte concluiu seus planos para desenvolver um submarino nuclear e enunciou a lista de objetivos armamentistas, como ogivas nucleares supersônicas, satélites de reconhecimento militar e mísseis balísticos intercontinentais de combustível sólido.

Coreia do Norte suspende planos de ação militar contra Coreia do Sul, diz KCNA.

Os programas armamentistas da Coreia do Norte aceleraram desde a chegada de Kim ao poder, entre eles, a bomba nuclear mais potente até a presente data e mísseis capazes de atingir o território americano.

O avanço desses programas, proibidos por várias resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, levou ao fortalecimento das sanções internacionais contra Pyongyang.

Durante um desfile militar em outubro passado, a Coreia do Norte apresentou um novo míssil balístico intercontinental (ICBM), que os especialistas dizem ser o maior míssil movido a combustível líquido conhecido no mundo.

Kim e Trump

O Congresso do Partido dos Trabalhadores e as fortes declarações de Kim vêm no momento em que o democrata Joe Biden se prepara para substituir o republicano Donald Trump na Casa Branca.

Kim e Trump mantiveram uma relação tumultuada, que começou com trocas de insultos e ameaças recíprocas de guerra total antes de culminar em uma reaproximação diplomática e uma cúpula em junho de 2018 em Singapura.
Uma segunda cúpula entre os dois homens, em fevereiro de 2019 em Hanói, fracassou devido a diferenças de opinião sobre o alívio das sanções internacionais que Kim pediu antes de iniciar um processo de desnuclearização. Desde então, as negociações estagnaram.

‘É preciso espancá-los até a morte’
A mudança de liderança em Washington constitui um desafio para Kim. Mesmo antes da campanha para as eleições presidenciais de novembro passado, durante a qual Biden chamou o líder norte-coreano de “bandido”, Pyongyang não escondia sua antipatia pelo ex-vice-presidente democrata.

A agência KCNA lançou um ataque verbal de rara violência contra ele em novembro de 2019. “Cães raivosos como Biden podem machucar muitas pessoas se forem deixados livres”, atacou a agência oficial. “É preciso espancá-los até a morte”.

Durante o congresso, Kim foi eleito no domingo secretário-geral do Partido dos Trabalhadores, do qual era presidente, uma mudança simbólica de nome com o objetivo de fortalecer seu poder, segundo analistas.

A Coreia do Norte, duramente atingida por sanções internacionais e mais isolada do que nunca devido à pandemia do coronavírus, passa por imensas dificuldades econômicas.

Durante o congresso, Kim constatou o fracasso da política econômica conduzida recentemente na Coreia do Norte, declarando que “quase todos os setores” não haviam alcançado seus objetivos.

G1

Eleitor que não votou no primeiro turno tem até quinta-feira (14) para justificar voto

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Os eleitores que não votaram no primeiro turno das Eleições 2020 têm até 14 de janeiro para justificar a ausência para a Justiça Eleitoral.

Neste ano, por conta da pandemia, a justificativa deve ser feita pelo aplicativo e-Título ou por meio do Sistema Justifica. No caso de ausência no segundo turno, o prazo expira em 28 de janeiro.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caso o eleitor não tenha smartphone ou acesso à internet, o processo pode ser feito, excepcionalmente, em qualquer seção eleitoral.

É possível justificar ausência em qualquer local de votação do país no dia da eleição e em postos da Justiça Eleitoral até 60 dias após cada turno. Caso o eleitor esteja fora do país, o cidadão tem até 30 dias contados da data de retorno ao Brasil.

A justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu. Assim, se ele deixou de votar no 1º e no 2º turno, terá que justificar a ausência em ambos, separadamente.

Prazos para justificativa
1º turno: 14 de janeiro.
2º turno: 28 de janeiro.

Multa e consequências
O eleitor que não justificar a ausência dentro do prazo estipulado pelo TSE terá que pagar multa para regularizar a situação. A multa é de R$ 3,50 por turno.

Enquanto estiver em débito com a Justiça Eleitoral, ele não pode, por exemplo, tirar ou renovar passaporte, receber salário ou proventos de função em emprego público, prestar concurso público e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo – entre outras consequências.

Aquele eleitor que não votar por três eleições seguidas, não justificar nem quitar a multa devida terá sua inscrição cancelada. A regra não vale para eleitores que não são obrigados a votar, como analfabetos, maiores de 16 e menores de 18, e maiores de 70 anos.

G1 AC

Bujari deixa de aplicar dinheiro na educação e vira alvo do Ministério Público

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A Prefeitura de Bujari está sendo investigada pelo Ministério Público do Acre após informações de que não teria respeitado o limite mínimo de investimentos na educação municipal no ano de 2017, primeiro ano de gestão de Romualdo Araújo.

O MPE abriu procedimento investigatório nesta quarta-feira (13) após analisar que o percentual máximo das receitas do FUNDEB não aplicados no ano, seria de 5%, sendo que o município de Bujari deixou de aplicar 6,96%, porcentagem acima da permitida.

“Conclui-se que o total de repasses feito pela União ao Município de Bujari-AC, foi de R$ 6.103.299,11 (seis milhões, cento e três mil, duzentos e noventa e nove reais e onze centavos), no exercício de 2017, conforme demonstra o Banco do Brasil S/A”.

Em sua resposta, a PMB informou que o montante não aplicado do FUNDEB no ano de 2017 foi de R$ 119.428,60, correspondente a 1,96% do valor total. Além disso, o ente municipal afirmou que tais valores foram dispendidos no ano de 2018 e que o erro se deu pela inexperiência dos administradores.

UPA da Sobral muda fluxo de atendimentos para evitar proliferação da Covid-19

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Com o objetivo de evitar aglomerações, a UPA da Sobral, em Rio Branco, está mudando a logística de atendimentos. Como anexo da estrutura principal, foi montada nesta terça-feira, 12, uma tenda externa, garantindo mais espaço e segurança para os pacientes que estejam no aguardo.


Como anexo da estrutura principal, foi montada nesta terça-feira, 12, uma tenda externa, garantindo mais espaço e segurança para os pacientes Foto: Cedida

A iniciativa, segundo a diretora da unidade, Michela Lemos, é uma parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre) e outras secretarias, que viabilizaram a montagem da tenda.

“Vimos a necessidade de ter um local para o aguardo dos exames, pois, a maioria dos casos são de suspeita de dengue. E precisávamos de um ambiente para classificação e outro para o atendimento, então, para evitarmos aglomerações, viabilizamos esse espaço na unidade”, explica a diretora.

Michela afirma ainda que o fluxo de pessoas tem sido muito alto naquela UPA. Somente pelo período do dia, são mais de 300 atendimentos e pela noite, quando a rotatividade era menor, agora ocorre um aumento, circulando ali mais de 180 pessoas.

ASCOM

Avião para buscar 2 milhões de doses de vacina na Índia decola nesta quarta, diz Pazuello

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que o avião para buscar as duas milhões de doses da vacina contra a Covid-19 do laboratório Serum decola nesta quarta-feira (13) para a Índia. O imunizante é desenvolvido pela AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford.

No dia 2 de janeiro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um pedido feito pela Fiocruz para importação das duas milhões de doses da vacina.

Segundo Pazuello, as doses devem chegar no Brasil no dia 16 de janeiro. “É o tempo de viajar, apanhar e trazer, já está com documento de importação pronto […]. Então quando nós tivermos a posição da Anvisa, temos material para distribuir e temos capacidade para vacinar no país todo”, disse.

A Fiocruz entregou na sexta-feira (8) o pedido de uso emergencial da vacina à Anvisa. Na terça (12), a agência disse que a reunião para definir a autorização emergencial das vacinas está prevista para domingo (17).

De acordo com o ministro, ainda em janeiro, a partir de liberação da Anvisa, o governo terá 8 milhões de doses de dois tipos de vacina contra a Covid-19 para vacinar a população. Serão 6 milhões de doses da CoronaVac, imunizante produzido pelo Butantan em parceria com o laboratório Sinovac, e essas duas milhões de doses da vacina de Oxford importadas da Índia.

Pazuello afirmou ainda que vai levar de 3 a 4 dias para iniciar a distribuição do imunizante ao estados após a aprovação da agência.

“A Anvisa vai se pronunciar no dia 17. Se se a Avisa se alongar, para o dia 21 ou 22, botem os números pra frente, mas é janeiro [que começa a vacinação]”, afirmou.

Jovem é agredido a caminho do Centro de Recuperação em Rio Branco

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O jovem Venceslau Souza da Silva, de 24 anos, foi agredido a golpes de ripa na noite dessa terça-feira, 12, no Ramal do Canil, situado no bairro Vila Acre, região do Segundo Distrito de Rio Branco. Populares informaram que Venceslau estava a caminho do Centro de Recuperação Caminho de Luz quando membros de uma facção criminosa o abordaram e o agrediram com ripas.

Mesmo ferido, a vítima conseguiu correr até o Centro de Recuperação e pedir ajuda. Ele sofreu fraturas no braço direito e nas costelas. Após a ação, os agressores fugiram do local.

A ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada pelo responsável do Centro de Recuperação. Os paramédicos prestaram os primeiros atendimentos e encaminharam Venceslau ao Pronto-Socorro de Rio Branco em estado de saúde estável.

Policiais Militares estiveram no local, fizeram patrulhamento na região em busca de prender os agressores, mas ninguém foi encontrado. O caso será investigado pela Polícia Civil.

AC24H

Bombeiros resgatam cachorro que estava se afogando em poço no Acre

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Uma equipe do Corpo de Bombeiros resgatou, na tarde de segunda-feira (11), um cachorro que havia caído em um poço artesiano de 6 metros de profundidade e estava se afogando no bairro Copacabana, em Cruzeiro do Sul.

Ao serem acionados, os bombeiros foram até o local e usaram técnicas de salvamento terrestre com tripé, roldanas e cabos, efetuaram e um bombeiro desceu para resgatar.

“Tentamos agir o mais rápido possível para montar o sistema, conseguir resgatar o animal e entregá-lo com vida aos seus donos”, disse o sargento Filipe Cavalcante, comandante da guarnição.
O resgate foi feito em oito minutos e o animal devolvido à família sem ferimentos.

Com informações Juruá Online