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Neném Almeida mostra indignação com reestruturação do Banco do Brasil: “Isso é revoltante”

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O deputado estadual Neném Almeida disse que está revoltado com o Banco do Brasil, que aprovou um conjunto de medidas que diminuem sua estrutura de atendimento com o fechamento de aproximadamente 360 unidades.

Segundo ele, no Estado do Acre, está previsto o fechamento de 3 agências, 3 postos e algumas agências serão transformadas em postos, isso vai acontecer em sete municípios.

“O deputado Neném Almeida, que é presidente licenciado do Sindicato dos Bancários do Acre (SEEB/AC), acha que essa medida, haverá trabalhadores que perderão remuneração e outros empregos – e nós não cairemos sem lutar. Isso é revoltante”, disse.

Almeida frisou que essa medida traz também um grande prejuízo para a população, que perderão atendimento em alguns municípios e nas demais agências o tempo de espera vai aumentar e a qualidade do atendimento vai diminuir.

“A discussão sobre o enxugamento da estrutura do BB passou a existir a partir de meados de 2020, mas ganhou força com a mudança da sua presidência em setembro do ano passado”, relatou.

As medidas anunciadas afirmam que a economia alcance R$ 353 milhões em 2021 e R$ 2,7 bilhões até 2025, de acordo com a nova diretoria.

O atual presidente do SEEB/AC, Eudo Raffael, afirma que o sindicato é contra o corte de cerca de 5 mil funcionários. “Nesse modelo, até as cartas de crédito oferecidas pelos bancos irão diminuir. Perde todos, o empregado, o empresário e perde o cidadão comum. Para sermos ouvidos, é necessário que haja ações efetivas”, afirma Raffael.

O sindicato organizou um protesto com o uso da cor preta e o atraso de uma hora para o início de todas as atividades dos bancários. Além disso, está programada uma assembleia hoje às 16h para discutir as próximas ações da categoria.

Acre registra mais 3 mortes e 88 casos de Covid-19 nesta sexta-feira

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Dados da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), registra 88 casos de infecção por coronavírus nesta sexta-feira, 15, sendo todos resultados de exames de RT-PCR. O número de infectados subiu de 44.068 para 44.156 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 125.168 notificações de contaminação pela doença, sendo que 80.474 casos foram descartados e 538 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 38.970 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 127 pessoas seguem internadas.

Mais três óbitos foram registrados nesta sexta-feira, 15, sendo um do sexo masculino, e dois do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes pela Covid-19 suba para 835 em todo o estado.

Informações sobre os óbitos:

Moradora de Porto Acre, M.O.G., de 51 anos, deu entrada no dia 13 de janeiro, no Pronto-Socorro de Rio Branco, e faleceu no dia seguinte.

Morador de Feijó, J.I.S., de 61 anos, deu entrada no dia 12 de janeiro, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), e faleceu nesta quinta-feira, 14.

Moradora de Senador Guiomard, M.I.N.C., de 73 anos, deu entrada no dia 13 de janeiro, no Into-AC, e faleceu no dia seguinte.

Ministério Público Federal pede adiamento das provas do Enem no Acre

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O Ministério Público Federal (MPF), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público do Acre (MPAC), em atuação conjunta, pediram à Justiça Federal, em caráter urgente, o adiamento da aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Acre, em razão da continuidade no âmbito estadual da crise de saúde pública decorrente da pandemia de covid-19 no estado, que enfrenta aumento no número de casos registrados da doença e de óbitos. A aplicação das provas do exame está marcada para 17 e 24 deste mês, em todo o país.

Na ação ajuizada nesta sexta-feira (15), os órgãos responsáveis pela ação pedem que as provas do Enem sejam aplicadas no Acre somente quando existir estrutura suficiente e necessária na rede de saúde, pública e privada, para atendimento dos índices de casos relacionados à pandemia de covid-19 – condição que deve ser atestada por órgão técnico do governo estadual.

Em reunião do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 realizada no mesmo dia do ajuizamento da ação, (15/1), houve expressa sugestão, por parte do corpo técnico do comitê, para o adiamento da aplicação das provas do Enem.

Por ocasião da avaliação do cenário de colapso da rede de saúde no Estado do Amazonas, os técnicos de saúde que dão apoio à Secretaria de Saúde do Acre descreveram que situação alarmante que acomete o Amazonas tem alto potencial de reprodução no Estado do Acre.

Ainda durante esta reunião os técnicos alertaram que, além da pandemia de Covid-19, estudos de monitoramento dos rios acreanos indicam uma tendência positiva para enchentes no mês de fevereiro, já estando em trâmite os passos iniciais para enfrentamento dessa calamidade, que deve vir seguida do aumento de casos de dengue, zika e Chikungunya, o que pressionará ainda mais o já sobrecarregado sistema de saúde local.

Além de toda a situação exposta pelos técnicos, os autores da ação chamam a atenção para a o fato de que as medidas apresentadas pelo INEP se mostram insuficientes para garantir a não propagação dos casos, de modo que não é presumível que serão suficientes para a aplicação do exame sem o risco de contágio entre os participantes.

Diante de todos os fatos e da argumentação jurídica apresentada na ação, os autores declaram que “insistir na aplicação de provas presenciais em momento tão sensível, em que se deve lidar com perdas de pessoas queridas, além da necessária intensificação das medidas preventivas e combativas, revela-se desumano e, sobretudo, inconstitucional o intento do Ministério da Educação e do INEP, principalmente por potencialmente tolher o pleno acesso dos examinandos ao ensino superior, pois muitos irão privar-se de participar do ENEM.”

O pedido da ação é para que a Justiça Federal obrigue a União e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a adiar a aplicação das provas do Enem no Acre ou, caso não entenda ser possível, que a prova seja remarcada para data alternativa já prevista pelo Ministério da Educação (MEC), em fevereiro, para os alunos que não poderiam realizar o exame em janeiro.

A ação civil pública, assinada pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias, pelo defensor público federal Matheus Nascimento e pelo promotor de Justiça Glaucio Ney Shiroma Oshiro tramita com o número 1000183-72.2021.4.01.3000 na 1ª vara da JF do Acre.

Desembargador determina posse imediata de Ribamar Trindade no TCE nesta sexta-feira

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O desembargador Roberto Barros determinou ao presidente do Tribunal de Contas do Estado – TCE, Ronald Polanco, dar posse ao ex-chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade, no cargo de conselheiro no lugar[tps_header][/tps_header] de José Augusto, morto em 2020, vítima da Covid-19.

“Em razão de urgência, essa decisão será de mandado judicial. Cumpra-se com cautela, e em hipótese alguma deverá usar força policial”, diz trecho da decisão.

O STF decidiu esses dias que a decisão que impedia a posse do ex-chefe da Casa Civil, fosse anulada pelo ministro Luiz Fux.

Ribamar foi indicado pelo governador Gladson Cameli e teve o nome aprovado na Aleac.

Acre é destaque nacional na redução de óbitos por Covid-19

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No combate à Covid-19, o Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) tem saído à frente no que diz respeito ao esforço, ações e espírito solidário, na gestão de Gladson Cameli.

Nesta quinta-feira, 14, o estado foi o único a apresentar redução de óbitos, com um percentual de -31%, o que  demonstra o cuidado e o compromisso com a saúde e a vida da população acreana.

“Estamos trabalhando para atender a todos, e muito nos alegra constatar que fomos destaque nacional na redução de óbitos”, ressalta o secretário de Saúde, Alysson Bestene.

Outro ponto positivo a ser destacado é que o Acre foi o primeiro estado a apresentar o plano de vacinação contra a Covid-19, uma iniciativa cujo objetivo tem sido a imunização e a redução de casos graves e óbitos. O governo tem atuado de forma incansável no combate ao vírus, inclusive buscando recursos em Brasília, garantindo a estrutura e o suporte necessário para que a população receba a devida assistência.

Com hospitais lotados em Manaus, médico cuida da mãe com covid-19 em casa

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“Tive medo da minha mãe morrer nos meus braços”, conta Marcos Fonseca Barbosa, um médico de Manaus, que optou por tratar na própria casa de sua mãe, gravemente doente com o coronavírus, por falta de leito nos hospitais.

Como médico de emergência, Marcos, de 36 anos, tentou que ela fosse internada em uma unidade de terapia intensiva na semana passada, mas o hospital público 28 de Agosto estava completamente saturado pela constante chegada de novos pacientes, em uma cidade onde o número de infecções por covid-19 aumentou exponencialmente no início do ano.

Sua mãe, Ruth, de 56 anos, “estava com febre, passando mal. Me apresentei como médico, mas eles nos deixaram esperando por quatro horas, sentados em cadeiras de plástico”, disse ele à AFP.

“Não posso culpar os meus colegas porque é uma zona de guerra”, admite este médico que trabalha em várias clínicas privadas, também saturadas pela pandemia.

Com 2 milhões de habitantes, Manaus já vivenciou cenas de terror nos meses de abril e maio do ano passado, com valas comuns cavadas em cemitérios públicos e caminhões refrigerados instalados fora dos hospitais para preservar os corpos dos mortos.

Mas a situação está pior desde o início do ano: entre 1º e 11 de janeiro, foram registradas 1.979 novas internações por coronavírus, contra 2.128 em abril de 2020, pior mês desde a chegada da pandemia.

Improvisar em casa

“Nunca teria imaginado uma situação como essa, nem mesmo nos meus piores pesadelos”, diz Marcos.

Ao perceber que sua mãe poderia morrer por falta de leito na UTI, ele assumiu o controle da situação.

UOL

Estudo aponta que quem contraiu Covid-19 tem proteção por 5 meses, mas pode transmitir o vírus

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A maioria dos profissionais de saúde que contraíram a Covid-19 estão protegidos contra uma nova infecção por um período de pelo menos cinco meses. A conclusão é de um estudo da agência de saúde pública britânica Public Health England. O trabalho alerta, no entanto, que há evidências de que pessoas imunizadas podem contrair o vírus assintomaticamente e contribuir para sua disseminação.

De acordo com pesquisadores da agência, 44 pessoas teriam sido reinfectadas com o novo coronavírus de 6.614 trabalhadores do setor de saúde que apresentaram anticorpos no decorrer de um período de cinco meses entre junho e novembro de 2020.

Isso representa uma proteção de 83% em relação aos trabalhadores que não foram expostos ao Sars-CoV-2, conclui o estudo publicado nesta quinta-feira, que ainda não foi revisado por pesquisadores independentes.

Por outro lado, os pesquisadores britânicos alertam que, embora os anticorpos pareçam evitar o adoecimento pela Covid-19 novamente, os dados preliminares do estudo sugerem que alguns participantes carregaram o vírus assintomaticamente em suas vias aéreas em quantidades que possibilitam sua transmissão para outras pessoas. Esse cenário reforça a necessidade de respeitar o isolamento social e medidas de higiene pessoal, além do uso de máscaras.

— Agora sabemos que grande parte das pessoas que tiveram o vírus e geraram anticorpos estão protegidas contra reinfecção, mas essa proteção não é completa e ainda não sabemos quanto tempo dura. E, o mais importante, acreditamos que as pessoas podem continuar a transmitir o vírus — resume a autora principal do estudo, Susan Hopkins.

Ainda segundo Hopkins, é improvável que casos de reinfecção levem a casos severos:

— A descoberta significa que, se você acredita que já contraiu a doença e está protegido, pode ter a segurança de que é altamente improvável o desenvolvimento de infecções severas (em caso de reinfecção). Mas ainda há o risco de contrair o vírus e transmití-lo para os outros.

O trabalho, no entanto, reforça que quem contraiu a Covid-19 na primeira onda da doença, no início de 2020, em boa parte do mundo está novamente vulnerável ao coronavírus.

O Globo

Morador denuncia que Marechal Thaumaturgo está sem médico há mais de um mês

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Um morador da cidade de Marechal Thaumaturgo procurou a reportagem da Folha do Acre na quinta-feira (14) para denunciar que a cidade de Marechal Thaumaturgo, no Vale do Juruá, está sem médicos há mais de um mês na única unidade mista de atendimento da cidade.

“Não temos médicos e já faz tempo, as autoridades não fazem nada pela situação. Quem nos atende são enfermeiros e técnicos”, explicou.

Tentamos contato com a Secretária de Saúde do Acre, mas não obtivemos respostas sobre o caso. O jornal mantém o espaço reservado para os devidos esclarecimentos do diretor e Sesacre.

Alysson diz que AC não corre risco de colapso como do AM: “Temos insumos estocados”

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O secretário de Saúde Alysson Bestene declarou em entrevista exclusiva ao ContilNet na tarde desta quinta-feira (14), que o Acre não corre risco de enfrentar um colapso na saúde, como vivenciado em Manaus, no Amazonas, onde faltam leitos e oxigênio e pacientes tiveram que ser transferidos para outros estados.

Segundo o gestor, o governo do Estado se antecipou a um possível aumento de casos da covid-19, uma das ações, foi realizar a compra dos insumos antecipados. “A gente tem insumos estocados para garantir o melhor atendimento a nossa população. Fizemos a compra para o fornecimento pelos próximos três meses”, declarou.

Bestene ponderou que além do estoque de oxigênio, medicamentos e equipamentos de proteção individual, a equipe da Sesacre trabalha com a possibilidade de aumentar a capacidade de leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Contilnet

Rio Branco confirma início da vacinação contra Covid para a próxima semana

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O prefeito Tião Bocalom e o secretário municipal de Saúde, Frank Lima, participaram de videoconferência com ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, promovida pela Frente Nacional de Prefeitos, em que o ministro anunciou que a vacinação contra a Covid-19, em todo o país começará na próxima quarta-feira (dia 20).

Pazuello disse que aguarda apenas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial da Coronavac processada pelo Instituto Butantan e da vacina de Oxford processada pelo laboratório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e que essa decisão deve sair até domingo (dia 17).

Frank Lima disse, em entrevista coletiva, analisando a reunião, que está tudo pronto para começar a imunizar população da capital na próxima semana. “O ministro disse que assim que a Anvisa liberar o uso emergencial das vacinas, começa a distribuição para os estados”, declarou.

A previsão é que a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), receba a um lote de 189.105 doses da Coronavac que foi encomendado pelo Ministério da Saúde (MS) ao Instituto Butantan. Para os idosos na faixa etária dos 55 a 59 anos, a quantia de 10.555 doses, enquanto entre 50 a 54 anos, a quantidade de 13.769 doses. As demais faixas etárias ficaram assim distribuídos: 45 a 49 anos (16.749), 40 a 44 anos (21.579), 35 a 39 anos (25.006), 30 a 34 anos (31.193), 25 a 29 anos (34.956) e 20 a 24 anos (35.298).

A recomendação do MS que nesta primeira fase da campanha de imunização contra a covid-19, é a vacinação dos profissionais de saúde, os idosos, as pessoas com comorbidades (doenças pré-existentes), o pessoal da segurança e professores. “Começamos capacitar as nossas equipes de imunização nas unidades de atenção básica, como devemos adquirir mais seis geladeiras para o armazenamento das vacinas destinadas ao nosso município”, revelou Frank Lima.

O secretário disse que a rede municipal de saúde conta com 46 Unidades Básicas e Saúde (UBS) e 12 URAP’s (Unidades de Referência da Atenção Primária) que estão conectadas por internet. Esclareceu que estas unidades básicas têm o cadastro de todos estes pacientes idosos e com morbidades assistidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Que não tem cadastro deve procurar a unidade mais próxima da sua residência para confirmar o seu nome para a campanha de vacinação. “Queremos orientar as pessoas com doenças pré-existentes que aguardem serem chamadas pelos nossos agentes de saúde para tomarem a primeira dose da vacina, pois queremos evitar aglomerações nos postos de vacinação”, sugeriu.

A população de Rio Branco é estimada em cerca de 413.418 pessoas, com pelo menos 50 mil idosos. No estado, eles chegam às 71,1 mil pessoas com mais de 60 anos de idade, segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A chegada de novos lotes da vacina vai tornar possível imunizar as outras parcelas da população da capital no decorrer dos próximos meses. “A nossa expectativa é das melhores possíveis, pois devemos solicitar um alvará da Vigilância Sanitária para começar a imunizar população nos próximos dias”, finalizou Frank Silva, animado, depois da audiência online com o ministro da Saúde.

A Tribuna