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Gladson Cameli vai a Brasília pedir fechamento de fronteiras do Acre com países e estados

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O governador Gladson Cameli está decidido a evitar um colapso na saúde do Estado. O governador deverá pedir ao ministério das relações exteriores o fechamento das fronteiras.

Cameli poderá argumentar que com as fronteiras abertas, o risco de contágio da nova variante do vírus do Covid-19, poderá aumentar a quantidade de pacientes nas Unidades de Terapia Intensiva – UTI.

Caso as fronteiras sejam fechadas, o Acre não terá contato com o Estado do Amazonas e Rondônia, além dos pai

Acre já imunizou quase 4 mil acreanos contra Covid em menos de uma semana

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Foi divulgado nesta segunda-feira, 25, pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesacre, no Painel de Vacinas, ferramenta para divulgar a evolução da campanha de vacinação em todos os municípios acreanos, que quase 4 mil pessoas já foram vacinados.

De acordo com o painel, 3.985 pessoas já receberam a primeira dose da Coronavac no estado. O total de imunizados corresponde ao grupo prioritário de trabalhadores da saúde.

De acordo com a Sesacre, a partir desta semana também começam a ser administradas as 5.080 doses da vacina Oxford/AstraZeneca.

Acre registra mais 4 mortes por Covid e 110 novos infectados nesta segunda-feira

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), registra 110 novos casos de infecção por coronavírus nesta segunda-feira, 25, sendo 60 casos confirmados por exame de RT-PCR e 50 testes rápidos. O número de infectados subiu de 46.429 para 46.539 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 131.925 notificações de contaminação pela doença, sendo que 84.145 casos foram descartados e 1.241 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 39.335 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 166 pessoas seguem internadas.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 no Acre já podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas de acordo com a plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitas a alterações constantes, em razão dos dados inseridos a partir de cada município.

Mais 4 notificações de óbito foram registradas nesta segunda-feira, 25, sendo 2 do sexo masculino e 2 do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 854 em todo o estado.

Óbitos do sexo masculino:

Morador de Sena Madureira, A. S. A. C., de 64 anos, deu entrada no dia 20 de janeiro, no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), vindo a óbito no dia seguinte, 21.

R. N. F. S., de 61 anos. Morador de Santa Rosa do Purus, deu entrada no dia 14 de janeiro, no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, e faleceu nesta segunda-feira, dia 25.

Óbitos do sexo feminino:

A. L. S., de 86 anos. Moradora de Rio Branco, deu entrada no dia 8 de dezembro de 2020, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), vindo a falecer no dia 13 do referido mês.

Moradora de Rio Branco, R. C. S., de 55 anos, deu entrada no dia 16 de janeiro, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), vindo a falecer no dia 22 de janeiro.

Sob forte esquema de segurança, mais de 4 mil doses da Coronavac chegam ao Acre

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O governo do Acre recebeu na tarde desta segunda-feira, 25, cerca de 4.800 doses da vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan. O governador Gladson Cameli não esteve no ato de entrega.

As vacinas desembarcaram às 13h30 minutos e seguiram sob escolta policial até ao setor de Imunização onde serão armazenadas.

Ao todo, mais de 50 mil doses já chegaram ao Acre. Esse lote será para servidores de saúde e idosos.

Funcionário da Ufac que teria dito que odiava indígenas é investigado pelo MPF

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Universidade deverá encaminhar dados ao MPF para análise de providências quanto a casos concretos

O Ministério Público Federal instaurou procedimento para apurar a condução, por parte da Universidade Federal do Acre (Ufac), de medidas contra o racismo e a discriminação étnico-racial no âmbito daquela Instituição de ensino.

O procurador da República Lucas Costa Almeida Dias, responsável pelo procedimento, argumenta que vem sendo notado o crescimento de casos de racismo e discriminação étnico-culturais no Acre, e cita um caso relacionado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Segundo o relatório Violência Contra os Povos Indígenas, do Cimi, uma estudante de mestrado da Ufac foi vítima de preconceito por parte de funcionários e estudantes, tendo sua imagem atacada e até sendo registrado o caso de um funcionário que não a atendeu, admitindo que odiava indígenas. O caso foi registrado na ocasião do Acampamento Terra Livre (2019). A entrada da indígena no mestrado pelo sistema de cotas também era contestada abertamente.

Sobre este caso específico, Lucas Dias deu prazo para a Ufac informar se houve procedimento administrativo para apurar a conduta do funcionário envolvido, encaminhando cópia integral do procedimento, caso haja. O procurador vai estudar a possibilidade de requisição de inquérito policial federal que para a possível responsabilização criminal dos envolvidos.
Em termos gerais, a Ufac deverá também informar de maneira fundamentada quais as ações em curso para o enfrentamento do racismo e discriminação étnico culturais na
Instituição, bem como encaminhar todos os relatos de racismo e discriminação étnico culturais registrados pela Universidade.

Governo decreta toque de recolher de 22 às 6 horas; saiba o que pode funcionar

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O governo do estado publicou uma edição extra do Diário Oficial na manhã desta segunda-feira, 25, com o decreto que determina toque de recolher no Acre entre 22 e 6 horas. O decreto, que tem vigência até o dia 25 de fevereiro, estabelece que todos os estabelecimentos e atividades comerciais com atendimento ao público, assim como de eventos em geral, deverão permanecer fechados no período de 22h às 6h do dia.

Também neste horário fica proibido o ingresso e a permanência de pessoas, em qualquer número, em espaços públicos e privados acessíveis ao público.

O que pode funcionar

O Artigo 2 da portaria estabelece quais as atividades, sejam comerciais ou públicas, que podem permanecer em funcionamento: postos de combustíveis, especificamente para a comercialização de combustíveis; farmácias e serviços de saúde; serviços de delivery e drive-thru em geral; funerárias; coleta de lixo e demais ações destinadas ao enfrentamento da Covid-19.

Os estabelecimentos que se mantiverem em funcionamento após às 22h, por meio de delivery ou drive-thru, deverão manter fechados os acessos, sendo vedado o ingresso do público nas dependências internas e a disponibilização de mesas e cadeiras no local, devendo a venda ocorrer através de circuito que permita ao cliente recepcionar os produtos sem adentrar no recinto.

O decreto explica ainda que o toque de recolher se aplica a todo o estado do Acre, independente da classificação do nível de risco que a região esteja.

Os órgãos de segurança pública atuarão para garantir o cumprimento da restrição de que trata este Decreto, inclusive por intermédio de seus canais de denúncia, devendo, no exercício do poder de polícia, dispersar as ocupações.

Os estabelecimentos que desobedecerem ao decreto podem sofrer penalidades que vão desde o encerramento da atividade, multa e até perda do alvará de funcionamento.

 

AC24H

Biden anula proibição de Trump de transgêneros nas Forças Armadas

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, derrubou nesta segunda-feira (25) a proibição que seu antecessor, Donald Trump, havia colocado para transgêneros nas Forças Armadas do país. A medida era uma promessa de campanha.

“O presidente Biden acredita que a identidade de gênero não deve ser uma barreira para o serviço militar e que a força da América está em sua diversidade”, escreveu a Casa Branca em comunicado.

“Permitir que todos os americanos qualificados sirvam ao seu país é melhor para os militares e melhor para o país, porque uma força inclusiva é uma força mais eficaz”, aponta o documento. “É a coisa certa a se fazer e é do nosso interesse nacional”.

O ex-presidente Barack Obama permitiu em 2016 que transgêneros servissem abertamente e recebessem cuidados médicos para a transição de sexo, mas Trump congelou o recrutamento.

Ao anunciar a decisão, o então presidente dos EUA afirmou que os militares não poderiam ser “sobrecarregados com o tremendo custo médico e com a perturbação que a presença dos transgêneros causaria”.

A medida chegou a ser suspensa pela Justiça, por considerá-la discriminatória, mas em janeiro de 2019 a Suprema Corte americana autorizou que o veto de Trump entrasse em vigor.

 

G1

Após quase 5 anos com aparelho quebrado, governo prevê retorno de radioterapia no AC ainda em janeiro

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Desde 2016 Unacom parou de fazer radioterapia por conta de problemas no equipamento. Desde então, os mais de 450 pacientes do Acre que precisam do tratamento são transferidos pelo TFD para outros estados.

Os pacientes do Acre que estão na luta contra o câncer e precisam fazer radioterapia receberam uma notícia um tanto animadora esta semana. É que o único aparelho do estado que faz o tratamento passou por manutenção e deve voltar a funcionar até o final deste mês.

Desde 2016, os 457 pacientes que necessitam da radioterapia no Acre estavam sendo enviados por meio do Tratamento Fora de Domicílio (TFD) para os estados vizinhos do Amazonas e de Rondônia para fazerem o tratamento oncológico.

Com o retorno do funcionamento do equipamento, esses pacientes vão poder voltar a fazer o tratamento no Hospital do Câncer do Acre, em Rio Branco.

O G1 questionou a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre) sobre qual valor o estado gastou durante esses cinco anos com a transferência de pacientes para outros estados, mas foi informado que os dados devem ser repassados na próxima semana.

Conforme o governo, o retorno do serviço de radioterapia no estado foi uma das metas de gestão do governador Gladson Cameli. Mas, devido à “burocracia”, a situação demorou para ser resolvida.

Segundo as informações, ao serem avaliados os critérios para o funcionamento do acelerador linear, equipamento que faz a radioterapia, foram constatados problemas tanto na estrutura física, como a falta de um físico-médico, a necessidade da substituição de peça e a aprovação por parte da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

Em 2019, na gestão de Cameli, a Sesacre iniciou uma reforma no local, além da contratação do profissional para executar o serviço e a substituição da peça do aparelho de acelerador linear.

Após esse trabalho, o Hospital do Câncer deu início aos processos de avaliação e comprovação do funcionamento do acelerador linear. Foi então que, esta semana, a CNEN autorizou o funcionamento do aparelho.

Obra e falta de recurso

A reforma no Hospital do Câncer do Acre foi iniciada em maio de 2017 e estava orçada em mais de R$ 1,2 milhão. De maio a outubro daquele ano, quando a obra foi paralisada, somente 1,6% do cronograma foi cumprido.

Na época, a Sesacre informou que por várias vezes enviou ofícios ao Ministério da Saúde justificando a importância da continuidade no repasse de verbas para a conclusão da reforma do 1º pavimento da Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon).

Porém, segundo o órgão, todos os pedidos foram indeferidos. Por isso, ficou decidido que a construção fosse retomada com recurso próprio. A previsão, na época, era de que a obra na sala de radioterapia seria concluída até o segundo semestre de 2018.

De lá para cá, os mais de 450 pacientes, além de enfrentarem as dificuldades da doença, precisam se distanciar de suas famílias e fazem o tratamento em outros estados.

G1 AC

No AC, homem entra na Justiça para alterar nome da filha e homenagear a avó

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Decidido em homenagear a avó, Clautemir Costa Lima entrou com um processo na Justiça, na cidade de Mâncio Lima, no interior do Acre, para mudar o nome da filha dele de 9 anos, após uma confusão no registro da menina. Ele conta que viveu com a mãe da criança por cerca de um ano e depois se separou.

Os dois, segundo Lima, já tinham acordado que a filha receberia o nome de Eliza em homenagem à avó dele, mas, alguns problemas aconteceram e isso acabou não acontecendo.

“Antes mesmo de ela nascer já havíamos combinado que o nome dela seria Eliza em homenagem à minha avó paterna. Ocorre que, após a separação, soube de algumas conversas que puseram em xeque a minha paternidade. Por isso, resolvi registrá-la só após um exame de DNA por meio de processo judicial no qual comprovou que eu era mesmo o pai, graças a Deus. Daí, ela [ex] ficou com raiva de tudo isso e quando foi registrar a criança registrou apenas como Raquel”, conta.

No dia 13 de janeiro saiu a decisão do juiz Marlon Machado em favor da mudança do nome de Raquel Barboza da Silva Nukini Lima para Eliza Raquel Barboza Lima Nukini. Na sentença, o magistrado destaca que a mudança não deve gerar prejuízos à menina de nove anos.

“A modificação pretendida, tendo em conta a tenra idade da criança, não causará efetivos reflexos/prejuízos a terceiros. Logo, o pleito não enseja alteração à identificação da autora e muito menos fere o princípio da modificação dos nomes de família, refletindo o exercício de um direito personalíssimo”, destaca na decisão.

O pai disse que todos da família conhecem e chamam a criança por Eliza e que chamá-la de outra forma causava constrangimento.

“Hoje, apenas os colegas de sala de aula, aqueles que ainda não a conhecem, que a chamam de Raquel. Isso gera um certo constrangimento até em mim, porque todos os demais a conhecem por Eliza, inclusive a própria mãe dela”, conta.

Além de Eliza, ele é pai de Kennya e Luiza, de 19 e 2 anos. Lima acredita que o processo aconteceu de forma bem rápida e que isso o faz ficar tranquilo. Ele explica ainda que a menina tem sobrenome Nukini porque a mãe dela é indígena.

“Estou muito feliz com o resultado, porque sei que estou chamando a minha filha pelo nome que de fato consta no seu registro. Confesso que ficava um pouco constrangido quando ouvia os colegas de escola a chamarem de Raquel, mesmo sabendo que este é seu nome”, finaliza.

Agora, o pai disse que aguarda a sentença transitar em julgado, já que ainda existe um prazo para recursos, mas, garante que a mãe concordou com o acréscimo do nome.

G1 AC