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MPAC investiga apologia ao crime em post de digital influencer de Rio Branco

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MG - CASO BRUNO/DEPOIMENTO - CIDADES - Ingrid Calheiros Oliveira(e), namorada de Bruno, autora da denúncia contra a juíza da Comarca de Esmeraldas, durante o depoimento do goleiro Bruno(d) nesta terça-feira na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, na manhã desta terça-feira. Bruno e seu advogado Claudio Dalledone Junior foram ouvidos por deputados da comissão. Eles foram convocados após a denúncia contra a juíza da Comarca de Esmeraldas , Maria Jose Starling , que estaria envolvida em suposta negociação para a concessão de habeas corpus em favor do ex-goleiro do Flamengo , acusado do desaparecimento da ex-modelo Eliza Samudio. Bruno está preso na Penitenciária Nelson Hungria , em Contagem. 28/06/2011 - Foto: ALEX DE JESUS/O TEMPO/AE

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) está apurando eventual ocorrência de apologia ao crime em postagem feita por um digital influencer de Rio Branco em uma rede social, nesta terça-feira, 26. A publicação compara uma mulher à Eliza Samúdio e diz que “uma hora ela encontra o Bruno dela”.

Bruno Fernandes de Souza foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samúdio, mãe de seu filho. O crime ocorreu em 2010.

O Centro de Atendimento à Vítima (CAV) tomou conhecimento da publicação e encaminhou para a Promotoria competente.

Em tese, o post configura apologia ao crime, cuja pena é detenção, de três a seis meses, ou multa. Será apurado se houve eventual responsabilidade criminal.

O CAV avalia adoção de outras medidas, inclusive de caráter preventivo, tendo em vista que esse tipo de publicação é inaceitável, especialmente porque o Acre lidera ranking nacional de feminicídio.

Eduardo Bolsonaro defende compra de leite condensado para militares

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Eduardo Bolsonaro (PSL), deputado federal e filho de Jair Bolsonaro (sem partido), se manifestou hoje sobre os gastos do governo federal com alimentos, algo que gerou polêmicas e memes desde ontem. Sem falar de todos produtos, ele defendeu apenas os gastos com leite condensado, que seria para o presidente e para militares do Ministério da Defesa.

Eduardo Bolsonaro disse que “o produto foi escolhido por ter virado de certa maneira uma marca do Presidente, presente até em seu café da manhã com John Bolton em sua residência no Rio durante a transição em 2018”.

Eduardo alegou também que nem todo dinheiro investido em leite condensado foi para o presidente. De acordo com o deputado, dos R$ 15,6 milhões, ao todo R$ 14,2 milhões (91%) foram para o Ministério da Defesa. O restante, R$ 1,4 milhão, teria sido investido em leite condensado para outros setores do governo, de acordo com Eduardo.

Em relação aos R$ 14,2 milhões do Ministério da Defesa, Eduardo afirmou que as Forças Armadas têm um efetivo de 334 mil pessoas, que consumiriam mais de 6.500 latas de leite condensado por dia. Segundo o deputado, é “algo bem razoável” para a tropa.

Eduardo também concluiu que o leite condensado “é um produto calórico indicado a quem faz muitas atividades físicas e serve de base para a elaboração de vários outros alimentos comuns a mesa dos brasileiros como bolos”.

Por fim, o deputado criticou políticos de oposição que se manifestaram sobre o caso, como a vereadora Sâmia Bomfim (PSOL) e o ex-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT).

Eduardo não explicou outros gastos do governo federal que geraram críticas da oposição. O Portal da Transparência apontou que foram investidos R$ 2,2 milhões em chicletes, R$ 8,9 milhões em bombons e R$ 31,5 milhões em refrigerantes, por exemplo.

UOL

Para começarmos a falar sobre relacionamento abusivo, precisamos falar sobre o amor

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Por Anieli Amorim

Como o amor se torna óbvio em uma relação? É nítido que em um primeiro momento, haverá o sentimento de admiração: lembrar em todo momento das coisas boas proporcionadas, querer estar junto a todo custo, falar sobre isso com terceiros… Um lindo capítulo esse começo de tudo, não somente entre casais, mas em todas as relações possíveis (e isso é certo para todos nós, que vivemos a vida).

Em segundo momento vem o compartilhamento disso. Existe a necessidade em mostrar para todo mundo que foi criado um laço com tal pessoa, e parece que seremos sufocados pela ausência do ar se não fizermos isso. Então vem-se a perdição.

Durante a terceira fase (e quis dividir somente em três por essa se sobressair tanto), vem à tona o único problema de todo o contexto de relacionamento possível: lidar com a situação, e muitas das vezes, lidar em silêncio.

Vamos imaginar um casal, pois é o jeito mais agressivo de se passar por um relacionamento abusivo (quando se está em um). Quando se ama, precisa haver o entendimento de um para com o outro. Precisa existir o diálogo, a persistência e acima de tudo o interesse em manter aquilo. Se a pretensão é entregar o amor para aquela pessoa e querer lapidar tudo isso, alguém acaba se perdendo e digo isso pois somos falhos. O ser humano emerge e transcende para segurar a barra das áreas da vida, seja a família, o trabalho, os estudos, a fé, os amigos… Mas entrar numa relação e levar a sério exige muita, muita, mas muita dedicação. Esquecemos tudo e vivemos por aquilo, porque deitar no final do dia e ter alguém consigo se torna o bem mais valioso. Tentamos usar toda a nossa energia para compreender o mundinho do outro, se adequar àquilo para que as coisas sejam, pelo menos, pacíficas.

Por que cometemos esse erro se sabemos que não vai funcionar assim? De repente todas aquelas áreas da vida se voltam somente a manter aquela pessoa, a qualquer custo, mesmo que tudo caminhe ladeira abaixo e ela fique. O que acontece? Bom, a maioria das vezes, apenas uma pessoa nessa relação se esforça. Vamos definir o casal em personagens: X e Y, e digamos que quem se esforça é X.

E sofre.

A pessoa ‘’X’’ precisa passar por situações em que sua dedicação não é recíproca. O desvio do ciúme torna-se comum. Não há desejo algum em querer que seu parceiro sinta interesse em outra coisa e isso é compreensível. Querendo ou não, acaba sendo algo doentio. Mas será que quem sente não tem culpa? Porque digamos que; quem cobra a satisfação tem que estar entregando e quem entrega merece ter direito de questionar atos (não?), alguns desrespeitosos, outros grosseiros e propositais e toda aquela sujeira que e cria em uma união… De repente, não tem mais família, amigos e colegas de trabalho que entendam porque essa pessoa quer ficar nessa situação e de fato ninguém conseguirá ajudar. Mas alguém precisa limpar a bagunça.

Mas X tenta.

Enquanto Y talvez ache que só amar é suficiente, X acaba se doando demais e esquecendo sua própria essência. Todo esse contexto é de um relacionamento abusivo, nome que adotamos depois de uma série de relatos onde, por sua grande maioria, as mulheres passam diariamente, e alguns homens também. E o que é o abuso afinal?

A Y não ouve, não entende o ciúme predisposto, ou talvez as dúvidas e questionamentos de X, mas ela muito menos quer que X vá embora. Enquanto X compartilha sua vida, seus sentimentos, suas ideias, seu brilho, sua alegria; em troca disso receberá o medo, a desconfiança e as frustrações. Mas não pode ir embora, tipo, de jeito nenhum mesmo.

Mas, por mais curioso e contraditório que seja, X quer ficar naquilo.

Porque aprendeu a amar. Aprendeu que existe sim uma forma de expressar esse sentimento, mesmo que em desespero, e entrega aquilo. Acorda todos os dias preocupada, durante o seu dia-a-dia, percebe coisas pela rua que quer compartilhar com o outro, respeita e apresenta a mais pura forma de fidelidade. O querer ficar junto de verdade e não querer mais ninguém. Leva esse papel tão a sério que ninguém nem duvida que tenha sentimentos profundos.

A única revolta de quem sofre o abuso é entregar o que for possível para a relação se tornar estável, mas ganhar em troca as coisas supérfluas de alguém como Y…

• O que é bom pra Y é o corpo, é a carne, o prazer.
X se recusa a achar qualquer outro atraente – Tal ato fiel deveria então vir de dentro? Porque vem de dentro pra um e não vem pra o outro?
• O que é bom é estar com os amigos.
X cortou contato com os seus a pedido do mesmo – Deveria então questionar suas amizades? Não dá. Vai receber os piores comentários possíveis se questionar.
• O que é bom é sumir por umas horas.
Se X fizer isso, é bom providenciar a ornamentação de seu velório.
• O que é bom é querer momentos prazerosos na sua hora, beijos e abraços somente quando ele o mesmo quiser te entregar.

Algumas pessoas confundem reciprocidade com caridade.

• O que é bom é Y ser vaidoso, com certeza alguém de que todos apreciam, adorado e notavelmente valorizado por pessoas solteiras, cercado de uma família que apoia os erros e ainda bate palmas, amigos que parecem mais uma cópia de si, e Y é então alguém que todos querem ser amigos.

Mas X foi esquecida. Vaidade? Se quiser fazer o cabelo e as unhas vai acabar ganhando o título de interesseira. Não ouse postar fotos mostrando um terço da sua ou vai precisar desativar a conta… Ninguém vai querer (mesmo) estar próximo de alguém que sofre tanto. Tem que tentar ser feliz tarde da noite, indo dormir. E antes do soninho da beleza, ainda tem que fazer um agrado para o rapaz (me recuso a falar “vice-versa” pois sabemos que o número maior de vítimas de relacionamento abusivo são as mulheres).

Repito estas palavras: um agrado para o rapaz.

Ainda existem cidadãos de bem que chamam isso de burrice, mas ouso chamar de desespero. Nós mulheres, muitas de nós, e não necessariamente as mais fracas mas talvez as mais fortes, vivemos isso e permitimos, caso faça necessário assinamos no cartório a autorização para tal desgaste. Nunca vai existir o pensamento de vingança em quem só quer ser amado, ou pelo menos respeitado. Não precisamos se rebaixar ao nível de um parceiro porque escolhemos lidar e ter esperança de dias bons.

E lidamos em silêncio.

Entende que vai muito além de uma agressão? E que se chegar ao nível de agressões físicas e não mais verbais, precisamos intermediar, e em boas línguas ‘meter a colher’. O que temos aqui é alguém que ama sendo obrigado a ficar com seu grande amor, mas o seu grande amor quer levar uma vida dividida: Ele dá o amor quando ele quiser, e carrega com ele uma plaquinha bem humilde, dizendo: Seja bem vinda a sua vida comigo! Você acabou de desbloquear o nível PROIBIDA DE VIVER.

E você não merece isso. Por favor, não ache que é merecedora.

Denuncie a violência doméstica. Ligue 180.

 

Mulher com transtorno mental foge do PS e desaparece em Rio Branco; família busca ajuda

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Elenice Regina Souza Silveira, natural do Paraná, desapareceu da cidade de Brasiléia e a última vez foi vista foi no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) onde fazia acompanhamento psiquiátrico por ser portadora de transtorno mental. Ela fugiu do hospital e não foi mais encontrada.

A família de Elenice entrou em contato com a reportagem da Folha do Acre para buscar ajuda para reencontrá-la já que ela não tem nenhum parente ou conhecido que resida na cidade de Rio Branco, Acre.

Segundo a irmã de Elenice, Keila Souza, sua irma está desaparecedia há 4 dias e ela ficou sabendo que ela estava no Acre após uma ocorrência do Corpo de Bombeiro que resgataram Elenice de dentro de uma área inundada no Parque Centenário, em Brasiléia.

“Liguei para o hospital e o nome dela consta como internada lá, mas não a encontraram nas enfermarias”, disse Keila Souza.

Keila conta ainda que seu irmão que também reside em Brasiléia, Nirceu Souza, ainda não foi até a delegacia registrar boletim de ocorrência porque está com Covid-19 e cumpre isolamento na sua residência.

“Ela foi levada para se tratar no Huerb em Rio Branco, mas fugiu do hospital e não foi mais vista. Meu irmão não conseguir registrar boletim de ocorrência porque está com Covid”, conta Keila.

Os familiares disponibilizaram o número de telefone (69) 98454-6852 para receberem informações do paradeiro de Elenice.

“Quem souber do paradeiro da minhã irmã pode entrar em contato conosco. Estamos transtornados porque ela não conhece ninguém em Rio Branco”, conta a irmã.

 

 

 

Casal morre vítima de Covid-19 no Acre com dois dias de diferença

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José Barbosa da Costa, 72, morreu na noite desta terça-feira, 26, no Hospital de Campanha de Cruzeiro do Sul. Após passar dias entubado e em estado gravíssimo ele não resistiu aos danos causados em seu organismo pela Covid-19.

Um dia antes, na segunda feira, 25, a esposa dele Morcina Barroso que também estava internada na Unidade já havia falecido pela mesma doença.

Eles são pais da ex-secretária municipal de Saúde, Janaina Negreiros.

O município de Cruzeiro do Sul tem passado dias difíceis por conta do crescimento dos casos do novo coronavírus durante a segunda onda.

Pra se ter uma ideia, até esta terça feira já haviam internados no Hospital Covid 60 pacientes, sendo que 49 estão na Clínica Médica Covid. Onze pessoas continuavam na UTI, sendo que dessas, 8 estavam intubadas. Quatro são do município de Mâncio Lima, 1 paciente da cidade de Tabatinga e 6 pacientes de Cruzeiro do Sul.

Ate o momento já são 5.402 casos confirmados na cidade e 79 óbitos registrados.

 

A decisão de retorno às aulas poderá custar caro para Bocalom, diz colunista

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Séria decisão

Com hospitais chegando ao limite de atendimentos, UTIs lotadas de pacientes com Covid-19 e um cenário devastador que não dá para ter perspectiva, a decisão de retomar as aulas presenciais em Rio Branco é extremamente precipitada.

Pode custar caro

Não somente é precipitada como arriscada a decisão de voltar as aulas em um momento em que a pandemia ainda não foi controlada. Poderá custar caro ao prefeito Tião Bocalom esta decisão se os casos de Covid aumentarem ainda mais.

Negacionista

Bocalom é um negacionista e isto é algo sem sentido e que poderá colocar muitas vidas em risco.

Bom senso

Não tem como negar os prejuízos causados pela pandemia. Terrível ver a quantidade de pessoas que vão a óbito pela doença. No meio disso tudo só podemos esperar bom senso das autoridades.

Apoio caro

Ainda falando em Bocalom, fontes garantem que ele está “cobrando” politicamente caro para apoiar Gladson Cameli em 2022. A julgar pelos amigos conselheiros dele imagina-se o tipo de ideia que está sendo projetada.

Estranho

Será estranho ver Bocalom apoiar Gladson Cameli em detrimento de Petecão que o ajudou a ser eleito prefeito de Rio Branco.

N. Lima

O presidente da Câmara de Vereadores de Rio Branco, N. Lima, garante que sua grande meta à frente do parlamento será a construção de uma nova sede.

Caro

Bom mesmo que seja construída uma nova sede para a Câmara de Rio Branco, pois é inadmissível um gasto mensal de R$ 70 mil reais em aluguéis.

Mandato atuante

Tudo indica que podemos esperar da vereadora Lene Petecão um mandato atuante e independente.

Boa parlamentar

Mesmo sendo do mesmo grupo político de Bocalom, não se deve esperar de Lene Petecão um mandato subserviente. Ela cumprirá seu papel de boa parlamentar.

Torcida

A coluna deseja o pronto reestalecimento do empresário Amilton Brito, internato no Into com um quadro agravado de Covid. Estamos na torcida.

Bom dia a todos

Ex-vereador de Epitaciolândia morre de Covid-19 em Rio Branco

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O ex-vereador do município de Epitaciolândia e atual secretário de Obras, Antonio Pereira de Aquino, mais conhecido como Kaki, faleceu no início da noite desta terça-feira (26) por complicações da Covid-19.

Kaki esteve internado no hospital regional do Alto Acre, mas apresentou um quandro de saúde grave e foi transferido para o Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into), em Rio Branco, onde permaneceu por duas semanas entubado.

Nas redes sociais a comoção pelo falecimento de Kaki é muito grande, onde familiares e amigos aproveitam para fazer a última homenagem ao ex-parlamentar que agora dia 14 de março completaria 47 anos.

Mailza Gomes reitera importância das igrejas e afirma que Gladson foi sensato em novo decreto

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A parlamentar reforçou a importância da união de todos para a superação dos graves impactos que a pandemia de Covid-19 tem provocado à saúde e economia do Acre e do Brasil

Após a publicação do decreto que determinou o toque de recolher desde ontem, segunda feira, 25, das 22h até às 06h com vigência até 25 de fevereiro, a senadora Mailza Gomes (Progressistas-AC) afirmou que o governador Gladson Cameli foi sensato na decisão de manter horário adequado ao funcionamento da economia do estado, sem esquecer também da importância de outras atividades.

A parlamentar destacou ainda que o governador foi sensível ao funcionamento das igrejas e templos religiosos que não foram afetadas pelo decreto e pontou que essas atividades são essenciais, na medida em que são espaços onde as pessoas buscam conforto espiritual. A parlamentar reiterou ainda a importância de as igrejas continuarem mantendo os protocolos de saúde para garantir a segurança dos fiéis.

A senadora Mailza, que desde o começo tem sido sensível e enviado recursos pra minimizar os efeitos da Covid-19, reforçou a importância da união de todos para a superação dos graves impactos que a pandemia de Covid-19 tem provocado à saúde e economia do Acre e do Brasil.

“Vencer essa pandemia é um desafio de todos. A colaboração e participação de cada um, seguindo as orientações das autoridades de saúde, como distanciamento social, uso de máscaras e álcool em gel são extremamente importantes,” finalizou Mailza.

Ruas alagadas após chuva na manhã desta quarta-feira na Baixada da Sobral; vídeo

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Moradores da Rua 27 de Julho no bairro Plácido de Castro na Baixada do Sol, relataram em vídeo a condição de alagamento que atingiu ruas na baixada; o vídeo foi registrado momentos após a chuva ocorrida na manhã desta quarta-feira, 27. 

A internauta que compartilhou o vídeo comentou “Imagina os moradores que tem terreno baixo que o nível da rua, estão com suas coisas submersas.”

Moradores da região pedem ajuda das autoridades para solução do problema.