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Edvaldo sai em defesa dos trabalhadores da Saúde e Segurança e pede retorno imediato do auxílio em saúde

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Em pronunciamento durante a sessão virtual desta terça-feira (2) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) cobrou do governo do Estado a imediata publicação do decreto que renova o pagamento do Auxílio Temporário de Emergência em Saúde (ATS), de R$ 420,00, a profissionais da Saúde e da Segurança Pública, que atuam na linha de frente no combate ao novo coronavírus.

Edvaldo Magalhães disse que “esses profissionais além de serem prejudicados, estão morrendo” e acrescentou que “as necessidades das medidas não podem esconder outro debate”, ou seja, “a necessidade de ter uma política alinhada com as secretarias estaduais e municipais e as Forças de Segurança no sentido de valer para todos, para que o justo não pague pelo pecador. Essa Casa que sempre esteve debatendo esse tema, com os cuidados, buscando os caminhos, haverá de encontrar várias sugestões para atenuar os efeitos da pandemia”.

O parlamentar ver como acertada as medidas tomadas pelo governo do Acre para conter o avanço dos casos de covid-19. “Manaus está ali para gritar no pé do ouvido de quem quer escutar que o Acre pode se Manaus amanhã, caso nada fosse feito”.

DNIT diz que BR-364 não foi recuperada em Nova Califórnia porque empresa é investigada pela PF e garante obras para maio

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Após reportagem da Folha do Acre, superintendente do DNIT garante que as obras serão retomadas em maio deste ano. Ele afirma que a recuperação do trecho entre Jaci Paraná até Nova Califórnia foi paralisada porque a empresa responsável pelas obras está sendo investigada em operação da Polícia Federal

O superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Rondônia, André Lima, entrou em contato com à reportagem da Folha do Acre para falar a respeito da matéria publicada pela própria Folha do Acre intitulada “DNIT abandona BR-364 próximo à divisa com AC com RO e ‘córrego’ corta uma das principais rodovias do país”, publicada pelo jornal na última segunda-feira (1).

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DNIT abandona BR-364 próximo à divisa do AC com RO e “córrego” corta uma das principais rodovias do País

O superintendente do DNIT afirmou que o trecho ficou com as obras paralisadas por mais de um ano por conta de um entrave judicial.

“Esse trecho aí em questão foi alvo de uma operação da Polícia Federal em 2019, daí por decisão judicial esse trecho ficou com o contrato paralisado por mais de 1 ano. O trecho que ficou embargado compreende desde Jaci Paraná até a divisa com o Acre. Quem cuidava do trecho no caso era a mesma empresa que foi alvo da operação”, diz.

 

André Lima garante ainda que as providências para resolver a questão já foram tomadas.

“O contrato foi reativado e refizemos o projeto. Pretendemos reconstruir o trecho. Pretendemos retomar em maio com força total”, diz.

Bocalom anda inacessível e Arthur Neto se achando Boris Jonhson, diz colunista

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Grave

A situação no Acre é das mais sérias. As pessoas tem que decidir se morrem de Covid-19 ou se enfrentam o fantasma da fome. Um comércio que já é fraco agora fraquejará totalmente com o novo decreto de fechamento das atividades não essenciais.

Meio termo

Entende-se a situação de emergência, porém é preciso um meio termo. Que os cérebros brilhantes e bem renumerados do governo busquem um meio termo. Os acreanos precisam sobreviver.

Só de boa

Para os parlamentares o decreto e a continuação das sessões on-line é ótimo. Continuarão longe do escrutínio da imprensa e da população. Praticamente um estado de excessão.

Petecão

O senador Sérgio Petecão já está em plena campanha. Cometido em público, mas costurando alianças por todos os lados.

Só o tempo dirá

Petecão conta com o apoio do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom. Se isso é bom ou ruim só o tempo dirá.

Sem grandes novidades

As sessões nas casas legislativas recomeçam nesta terça-feira (2). Mornas e sem grandes novidades é o que se espera.

Inacessível

O deputado Nicolau Júnior, presidente da Assembleia Legislativa, é mais real que o rei. O homem se tornou extremamente inacessível.

Não é todo mundo que é Gladson Cameli

Na verdade poucas autoridades são tão acessíveis quanto o governador Gladson Cameli. A grande maioria dos políticos ainda usa o truque da porta secreta dos fundos para evitar contato com quem quer que seja.

Bocalom

Outra figura pouco acessível é Bocalom. Arthur Neto, o primeiro-ministro no cargo de chefe da Casa Civil, pensa que é Boris Jonhson.

Arthur Neto, mais real que a Rainha Elizabeth

Estranho ver como as coisas mudam rápido. O cara mal senta na cadeira e já pensa que é o primeiro-ministro da Inglaterra ou a própria rainha em alguns casos. Devagar, meu irmão. O poder é transitório.

Normando, o conselheiro

Bocalom segue sendo assessorado na surdina por Normando Sales. Essa nota nem merece explicação porque os fatos falam por si só. Só podemos desejar boa sorte a Rio Branco.

Bom dia a todos

Produtor rural é assassinado com tiro de espingarda nas costas em Feijó

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Um produtor rural, identificado apenas como Jordiney, foi assassinado com um tiro nas costas na tarde de domingo (31) no Seringal Bom Jardim, zona rural de Feijó, interior do Acre. O principal suspeito do crime é um primo da vítima que está foragido.

O crime ocorreu durante um jogo de futebol. Jordiney era morador da cidade de Eurinepé, no Amazonas, e estava na comunidade acreana para comprar gado. Ele foi para o jogo de futebol com o primo e os dois discutiram na lateral do campo.

“Ninguém sabe a motivação. Como ontem era domingo, estavam na sede do seringal participando de um lazer. Os dois estavam na lateral do campo conversando, não sei se iam jogar, mas começaram a discutir”, contou o delegado responsável pelo caso, Railson Brasil.

Após a discussão, o suspeito saiu do local, buscou uma espingarda e se escondeu em uma mata. De lá, ele teria atirado na vítima.

“Se aproximou, ia dar um segundo tiro, mas o pai dele [do suspeito] tomou a arma e ele fugiu. A ocorrência chegou para a gente ontem à noite. Estávamos indo hoje de manhã [segunda,1º] e o corpo chegou na cidade”, frisou.

O delegado disse ainda que já presenteou pela prisão do suspeito, mas ele não foi encontrado.

G1

“Casos de dengue são 30% mais letais que a Covid”, diz secretário de Saúde de Bocalom

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O secretário de Saúde de Rio Branco, Frank Lima, revelou ao jornal Folha do Acre que os casos de dengue hemorrágica são mais letais que a Covid-19. Ele disse que somente na terceira semana de janeiro deste ano, já foram registrados mais de 500 casos da doença na capital acreana.

“Esse número não é o desejado pela equipe de saúde”, ressaltou.

Os dados mostrados por ele apontam que o vírus é mais letal que o novo coronavírus, em torno de 30%. “Essa doença não é brincadeira”, relatou.

Lima contou que os casos de dengue serão analisados por meio de exames específicos na unidade de saúde Baral y Baral. “Nada vai adiantar se as pessoas não limparem o fundo dos seus quintais”, explicou.

Indígena que morreu no Acre por parada cardíaca representava 10 aldeias

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O cacique Fernando Rosa Katukina, de 56 anos, morreu na madrugada dessa segunda-feira (1) após ter uma parada cardíaca na aldeia em que morava no interior do Acre. Segundo o Ministério da Saúde, a liderança indígena lutava há 11 anos contra diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca.

Conhecido como Kapi ijo na língua nativa, o líder representava 10 aldeias Katukinas do povo Nôke Kôi, que ficam a 56 km de Cruzeiro do Sul. O irmão dele, o também cacique Adriano Katukina, confirmou que o irmão sofria com problemas causados pela diabetes, o que piorou nos últimos dia. Há três meses, Fernando contraiu a Covid-19, segundo a família.

Representatividade

Conhecido pela luta para assegurar o direito dos aldeados, Fernando foi o escolhido, no dia 19 de janeiro, para representar os indígenas no ato que deu início a vacinação contra Covid-19 em Cruzeiro do Sul. No dia, o líder disse que a chegada do imunizante era uma vitória e defendeu que os povos indígenas tomassem a vacina.

“Primeiro quero agradecer a Deus por esse momento importante, tanto que o povo do Juruá e de todo o Brasil está esperando essa vacina. Eu, como cacique geral da etnia Nôke Kôi, sou o primeiro a tomar a vacina e vejo que isso é mais uma vitória para nós, uma renovação da nossa vida”, falou no ato da vacinação

A Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei), que acompanhavam de perto o quadro de saúde do cacique, destacaram que a morte não tem qualquer ligação com a vacina contra a Covid-19.

“Por isso, era acompanhado pela Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena (EMSI) e por especialistas. No dia 19 de janeiro de 2021, foi vacinado contra a COVID-19 e em nenhum momento foi constatada conexão entre a vacinação e seu óbito. A propagação de qualquer notícia especulativa neste momento tão importante para o combate à Covid-19 dentro das comunidades indígenas, pode ser considerada, no mínimo, irresponsável”, diz a nota do Ministério da Saúde.

Sesacre acompanha

A Secretaria de Saúde do Estado (Sesacre) informou por meio de nota assinada pela chefe do Núcleo de Imunização e Rede de Frio, Renata Quilles, que acompanha o caso e descarta qualquer ligação entre a vacina e morte do cacique.

“Foi realizado o procedimento de investigação, e pode se afirmar que a vacina é segura e continua sendo o meio necessário para reduzir o número de casos da Covid-19. Após todos os dados apurados na investigação, não apontam a vacina fator desencadeador do óbito do idoso e que os procedimentos de investigação continuam. Estão sendo feitos todos os protocolos de rotina da investigação de eventos adversos”, garantiu.

O G1 questionou a Secretaria Municipal de Saúde de Cruzeiro do Sul sobre o acompanhamento do caso, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

Legado

O cacique Fernando tinha sete filhos e quatro irmãos que vivem nas aldeias. Ele era conhecido por sempre estar entre as associações indígenas lutando pelos direitos dos aldeados, principalmente demarcação da terra. Adriano Katukina disse que o irmão sempre vai ser lembrado pela luta em defesa dos povos que representava.

“Foi um grande líder, fez muito trabalho no povo, trabalhou em organizações indígenas, saiu candidato a vereador duas vezes em Cruzeiro do Sul, mas não foi eleito. Sempre foi uma pessoa do povo. Morreu homem, lutando pelos direitos dos povos indígenas, conquista da terra e direitos dos povos Katukinas. Perdemos uma liderança política do povo. Agora vai ser enterrado na terra que ele lutou e conseguiu conquistar.”
A Comissão Pró-Índio do Acre também usou as redes sociais para lamentar a morte do cacique e enfatizou que o líder estava debilitado há um tempo.

“Atuou em diversas frentes na proteção dos povos indígenas do Acre e desde os anos 80 é parceiro da Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Acre) na área de Educação Escolar Indígena, no projeto ‘Uma Experiência de Autoria dos Índios do Acre’. O professor Fernando sofria complicações de saúde em decorrência do diabetes e hipertensão. Debilitado já há bastante tempo, mas perseverante na proteção do seu povo, Fernando foi o primeiro Noke Ko’í a ser vacinado contra COVID-19, doença que o acometeu por duas vezes, segundo seus familiares Sabemos que sua luta pela vida era grande e em uma de suas contribuições para memória.

G1

Bocalom vai decretar estado de emergência em Rio Branco por causa do surto de dengue

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A confirmação de seis casos e duas mortes por dengue hemorrágica nos bairros da capital acionou alerta máximo na Vigilância Epidemiológica Municipal. O prefeito Tião Bocalom se reuniu no dia com o secretário municipal de Saúde, Frank Lima e a chefe da Vigilância Municipal, Socorro Martins para tratar do decreto de estado de emergência a ser declarado em Rio Branco.

Houve aumento de mais de 40% dos casos com sorologia positiva para a doença no mês de janeiro, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Os exames apontaram para a tipagem do DEN-1 (dengue clássico) e DEN-4 (dengue mais virulento). Os infectologistas consultados, informaram que a dengue hemorrágica ocorrer quando uma pessoa acometida da doença sofre alterações na coagulação sanguínea, e, se não for tratada imediata e corretamente, pode ocorrer severa queda de número das plaquetas pode e levar ao óbito.

Nessa dengue hemorrágica, embora muitos sintomas sejam semelhantes à dengue clássica, no terceiro ou quarto dia podem surgir hemorragias nos pequenos vasos da pele e outros órgãos. A queda na pressão arterial, tonturas e desfalecimentos, sãos os principais sintomas da doença. Os sinais clínicos de alarme da dengue grave são: dor abdominal intensa e contínua; vômitos persistentes; hipotensão postural e/ou lipotimia (tonturas, decaimento, desmaios); hepatomegalia dolorosa (aumento de tamanho do fígado); sangramento na gengiva e no nariz ou hemorragias importantes (vômitos com sangue e/ou fezes com sangue de cor escura); sonolência e/ou irritabilidade; diminuição da diurese (diminuição do volume urinado); diminuição repentina da temperatura do corpo (hipotermia); e desconforto respiratório.

Os dados do Núcleo de Doenças de Transmissão Vetorial, da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), correspondente ao mês passado apontaram que foram registradas 636 notificações de casos de dengue no estado nas primeiras semanas de janeiro, mas apenas 159 casos tiveram a sorologia confirmada. Em 2019, foram contabilizadas 350 notificações, sendo 186 casos de dengue confirmados.

O conjunto habitacional da Cidade do Povo no Segundo Distrito registrou um elevado índice de infestação do mosquito da dengue de 9,88%, segundo revelou o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti. Os indicadores foram piores em comparação com os dados do ano passado que girou em torno dos 7.3%, enquanto o índice tolerado pelo Ministério da Saúde (MS) é de apenas 1%.

O levantamento ainda no início do mês de janeiro apontou que, em cada 100 residências visitadas, quase 10 casas tinham um elevado número do mosquito da dengue. As comunidades com os piores indicadores foram: Cidade do Povo, Belo Jardim, Vila Acre, Baixada da Sobral, João Eduardo, Jorge Lavocat, Defesa Civil, Oscar Passos, Chico Mendes, Edson Cadaxo, Loteamento São Francisco e Estação Experimental.

A Tribuna

Morte de índio acreano não foi por causa da vacina CoronaVac, diz médica infectologista

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A médica infectologista Rita de Cassia Lima, que cuidou do indígena Fernando Katukina, durante o período em que ele ficou internado com Covid-19, afirmou que a morte do indígena não foi provocada pela vacina CoronaVac , que ele tomou no dia 19 de janeiro.

A profissional da saúde diz que por motivo de ética profissional, não pode falar sobre as doenças dele, mas cita que depois que Fernando Katukina, teve Covid-19, os outros problemas de saúde dele se agravaram. “Eu cuidei dele na enfermaria Covid do Hospital de Campanha há uns dois meses atrás e ele tinha uma saúde muito frágil. Fernando não morreu por causa da vacina. Muita gente ficou preocupada com a notícia e fez ligação entre a vacinação e a morte dele. Mas quero dizer que a vacina é segura e é o único meio de evitar a doença”, afirma

De acordo com familiares de Fernando Katukina, além de diabetes e hipertensão, ele também tinha insuficiência cardíaca congestiva . Katukina morreu em casa na terra indígena Campinas, na BR-364 na madrugada desta segunda-feira, 1.

O Distrito Sanitário Especial Indígena – DSEI, não se manifestou sobre a morte de Katukina. A Funai divulgou uma nota, lamentando a morte do indígena, que era liderança do povo dele. (Informações Ac24horas)

Cruzeiro do Sul registra 3 mortes por covid na madrugada dessa terça-feira

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Na madrugada desta terça-feira (2), mais 3 óbitos por coronavírus foram registrados no hospital de campanha de Cruzeiro do Sul. A informação é do site Juruá Informativa. As vítimas são naturais de Mâncio Lima, Cruzeiro do Sul e da comunidade São Pedro, em Rodrigues Alves.

O Hospital de Campanha que atende os municípios de Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Marechal Thaumaturgo, além de regiões do Amazonas, está com 18 dos 20 leitos de UTI existentes estão estão ocupados, totalizando 90% ocupação. Os leitos clínicos, dos 74 e 71 estão ocupados, a lotação é de 95,9%, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde.

Contilnet

Presidente Davi Alcolumbre deixa um legado de liderança e protagonismo para o Brasil, diz Mailza Gomes

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Por Mailza Gomes

No começo de 2019, eu senadora Mailza Gomes, tinha acabado de tomar posse para o Senado Federal, o Brasil passava por mudanças e precisávamos escolher um presidente que representasse o diálogo, equilíbrio e que unisse as pessoas em torno de um propósito único: o desenvolvimento do Brasil, dos estados e municípios. Tínhamos passado por uma crise financeira intensa nos anos anteriores, e agora, precisávamos dar respostas para a nossa gente. Precisávamos aprovar projetos que melhorem as vidas das pessoas, e o senador Davi representava toda essa expectativa. Além disso, nossos estados ficam na região Norte, na Amazônia, ele representa o Amapá e eu, o Acre, estados que precisam do apoio federal para desenvolver. Saber que o presidente conhece a nossa realidade e dificuldades é muito importante. Fiz campanha, votei nele e fiquei muito feliz pela condução dele nos temas mais importantes de nosso país.

Este ano de 2020 foi um ano desafiador. A crise sanitária que se instalou no mundo, devido à pandemia do covid-19, trouxe muitos problemas para nosso país: mortes, medo, desemprego, isolamento e muita saudade de nossas famílias. Porém, em meio a tanta indecisão e ansiedade sobre o futuro, o Senado Federal representou muito bem nossa nação. A Casa foi o primeiro parlamento do mundo a realizar votação remota, e a primeira matéria votada remotamente foi o projeto de decreto legislativo que declarou calamidade pública no Brasil, em razão da pandemia do coronavírus (PDL 88/2020). O Sistema de Deliberação Remota (SDR), desenvolvido pela Secretaria-Geral da Mesa (SGM) em parceria com o Prodasen durante a gestão do presidente Davi foi algo que possibilitou o trabalho seguro e remoto. Assim foi possível, por exemplo, votar matérias extremamente importantes para nosso país, como o auxílio emergencial de R$ 600 para os trabalhadores informais e outras categorias. Também conseguimos aprovar o auxílio financeiro de R$ 125 bilhões a estados e municípios para combate à pandemia do covid-19. Foram mais de 300 matérias aprovadas para garantir mais tranquilidade no enfrentamento dessa pandemia. Nós senadores, somos muito gratos pelo carinho e respeito que o presidente senador Davi Alcolumbre tem conduzido o Senado Federal. Certamente, ele deixará um legado de liderança e protagonismo para nosso Brasil.

Obrigada, presidente senador Davi Alcolumbre