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Presidente Jair Bolsonaro anuncia vinda ao Acre para esta quarta-feira

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Ciente dos problemas e necessidades vivenciadas pelo estado, com a pandemia do coronavírus, surtos de dengue, crise migratória e enchentes que já atingem 10 municípios, o presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou que chega ao Acre na próxima quarta-feira, 24, a pedido do senador Márcio Bittar,

O anúncio foi feito em um breve vídeo divulgado nas redes do senador, na manhã deste domingo, 21, onde ele aparece ao lado do ministro-chefe da Secretaria de governo, Luiz Eduardo Ramos e do próprio presidente Jair Bolsonaro, com quem estava em reunião para tratar sobre a crise no Acre.

No vídeo, Márcio Bittar informa que o presidente possui uma palavra de apoio e de alento aos cidadãos acreanos, que passam por esse momento difícil. “Sabemos dos problemas através do senador Bittar. Estamos agindo, e na próxima quarta-feira, se Deus quiser, estaremos no Acre” , informou o presidente.

Mais 6 pessoas morrem vítimas da Covid e Acre chega a 957 óbitos pela doença neste sábado

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), registra 181 casos de infecção por coronavírus neste sábado, 20, sendo 68 confirmados por exames de RT-PCR e 113 por testes rápidos. O número de infectados saltou de 54.562 para 54.743 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 150.886 notificações de contaminação pela doença, sendo que 95.443 casos foram descartados e 680 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) e do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 46.016 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 278 pessoas seguem internadas.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas de acordo com a plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

Mais 6 notificações de óbitos foram registradas neste sábado, 20, sendo quatro do sexo masculino e dois do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 957 em todo o estado.

Os óbitos do sexo masculino são:

Morador de Cruzeiro do Sul, A.C.S.G., de 26 anos, deu entrada no dia 11 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá, e faleceu neste sábado, 20.

Morador de Rio Branco, P.M.M., de 52 anos, deu entrada no dia 8 de fevereiro, no Pronto-Socorro de Rio Branco, e faleceu nesta sexta-feira, 19.

Morador de Rio Branco, L.F.O., de 80 anos, deu entrada no dia 16 de fevereiro, no Pronto-Socorro de Rio Branco, e faleceu neste sábado, 20.

Morador de Cruzeiro do Sul, F.A.M, de 94 anos, deu entrada no dia 2 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá, e faleceu na segunda-feira, 15.

Os óbitos do sexo feminino são:

Moradora de Rio Branco, I.S.S., de 57 anos, deu entrada no dia 16 de fevereiro, na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), e faleceu no mesmo dia.

Moradora de Cruzeiro do Sul, M.B.S., de 80 anos, deu entrada no dia 9 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá, e faleceu neste sábado, 20.

DJ Alok inicia campanha para ajudar acreanos atingidos por enchentes

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O DJ Alok iniciou neste sábado (20) uma campanha em suas redes sociais para ajudar o estado do Acre neste momento de calamidades como enchentes, pandemia de Covid e surto de dengue.

O DJ, que conta com mais de 30 milhões de seguidores em suas redes sociais, demonstrou interesse em ajudar o Acre neste momento difícil.

Segundo dados da Defesa Civil, pelo menos seis cidades acreanas foram atingidas por enchentes. As mais afetadas até o momento são Tarauacá e Cruzeiro do Sul.

Ainda segundo a Defesa Civil, 130 mil famílias acreanas foram atingidas pelas enchentes.

Jenilson protocola ação no MPF para garantir Acre como prioridade na vacinação covid-19

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O deputado estadual Jenilson Leite ( PSB) , médico infectologista, acompanhado do advogado do PSB- Acre, Gabriel Maia, protocolaram no Ministério Público Federal um relatório epidemiológico sobre a situação pandemica do Estado do Acre, no que diz respeito à covid-19, o surto de dengue e as cheias históricas dos rios da região. ” Nosso objetivo é sensibilizar o MPF para que esteja conosco nessa luta, visando garantir no MS que a população do Acre seja prioritária na vacinação diante dessa calamidade”..

O deputado já tinha apresentado o relatório ao colegas de parlamento e encaminhou ao Ministério da Saúde e à bancada federal. O infectologista alerta ao MS sobre a grave situação epidemiológica do Acre e pede que o povo acreano seja priorizado na vacinação contra a covid-19, mediante a situação calimotosa que estão enfrentando.

Além de protocolar o relatório no site do MPF, o parlamentar esteve na sede do órgão, na manhã deste sábado (20), para da ciência da iniciativa a todos os acreanos e pede apoio a ação.

Ao apresentar o relatório na ALEAC, Leite pediu que o governador Gladson Cameli e a bancada federal faça esse relatório chegar ao Ministro Eduardo Pazuello.

“Precisamos unir forças neste momento”. O deputado relata que se a vacinação continuar nesse ritmo, a região do estado do Acre pode ter uma nova variante da Sars-Cov2, “Se não tivermos um esforço conjunto com os poderes, a possibilidade de termos uma variante é quase que certeza, pois neste momento das cheias dos rios e os imigrantes na cidade de Assis Brasil, juntar essas pessoas num mesmo local sem termos vacinado é um grande erro”.

“Solicitamos que o Acre seja prioridade no Programa Nacional de Imunização devido a vários fatores que podem colapsar ainda mais o sistema de saúde do Acre, com o aumento de casos de dengue, enchentes dos rios e o conflito migratório que ocorre na cidade de Assis Brasil”, disse o deputado.

O documento traz o seguinte cenário: aumento progressivo de casos novos e de óbitos por covid-19 no Acre, saturação e estrangulamento do sistema de saúde público e privado e a falta de profissionais de saúde, surto de dengue, cheias dos rios acreanos e o conflito migratório na fronteira.

Em Cruzeiro do Sul, secretário nacional de Defesa Civil garante apoio a afetados por enchente

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O Secretário Nacional de Defesa Civil, Coronel Alexandre Lucas Alves, realizou nesta sexta-feira, 19, vistoria em todos os municípios do Acre, que sofrem os agravos das enchentes. Em Cruzeiro do Sul, o secretário sobrevoou a área alagada junto com o Prefeito Zequinha Lima e com o Governador Gladson Cameli.  O município vive a maior cheia já registrada na história, com mais de 8 mil famílias atingidas e mais de 1000 desalojadas e desabrigadas. O manancial registrou hoje a maior marca de 14,32 metros.

O prefeito junto com o governador e o secretário nacional participaram de uma reunião, onde foram apresentados todos os dados referentes a situação de emergência que Cruzeiro do Sul vive, e em seguida visitaram dois dos abrigos montados nas escolas Flodoardo Cabral e Dom Henrique Ruth, para atender as famílias em situação de vulnerabilidade.

O Prefeito Zequinha Lima enfatizou que o município precisa de ajuda urgente do Governo Federal para vencer os agravos da cheia.

“Nossa principal dificuldade é financeira e pessoal. Apenas com os servidores do município não estamos conseguindo dar conta, por isso pedimos o apoio do governador que prontamente nos atendeu, colocando toda sua estrutura do Estado a nosso favor. A vinda do Secretário da Defesa Civil Coronel Lucas é importantíssima para gente, pois mostra o reconhecimento do Governo Federal para situação que vivemos no Acre, e há de se destacar todo esforço do nosso governador, como também do nosso Senador Márcio Bittar. Isso é uma demonstração de carinho pelo estado”, declarou o prefeito.

De acordo com o secretário nacional coronel Alexandre Lucas, poderão ser aprovados três tipos diferentes de recursos para os municípios, sendo eles o de assistência humanitária, o recurso de reestabelecimento (para limpeza de lama, lixo e entulho deixados pela enchente nas ruas), e o de reconstrução (voltado para infraestrutura danificada), obedecendo o plano de trabalho confeccionado por cada prefeitura.

O secretário Lucas garante que os recursos federais devem estar disponíveis para os municípios em um curto período de tempo, para dar celeridade às ações de suporte às vítimas das inundações.

“À medida que os projetos forem aprovados, os recursos sairão. Pelo o que vi, aqui no Estado, todos os planos estão reconhecidos e precisamos, somente, fazer uma análise. Assim que sair a votação do orçamento, em três ou quatro dias a ajuda estará disponível às prefeituras”, afirmou o secretário nacional.

Ao mesmo tempo que Cruzeiro do Sul vive a maior cheia histórica, também passa pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. O Governador Gladson Cameli destacou que neste momento a união de todos os poderes é fundamental para oferecer uma resposta imediata para população que necessita.

“Essa união é importante e necessária. Precisamos reduzir o tempo de apoio a quem precisa, a quem está com a porta da sua casa alagada. Nós como poder público temos essa responsabilidade, e nos unindo tudo se torna mais fácil. Quando soube da situação das cheias, fui à capital federal em busca de ajuda, fui atendido e isso reflete o esforço de todos”, enfatizou o Governador Gladson Cameli.

PANDEMIA, COVID-19, CALAMIDADE PUBLICA e os desafios para o Estado

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A pandemia da Covid-19 tem desafiado, de forma inédita nos tempos recentes, autoridades públicas de diversos países a conter o seu avanço e, consequentemente, evitar a numerosa perda de vidas, o esgotamento do sistema de saúde pública e a degradação da atividade econômica.

Em comparação que bem resume a dimensão do que estamos vivendo, a luta contra o vírus é o maior desafio enfrentado desde a Segunda Guerra Mundial.

No dia 20 de março, o Senado aprovou o Decreto nº 6/2020 que reconhece a ocorrência do estado de calamidade pública em função da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). Enquanto conceito, calamidade pública significa catástrofe, desgraça pública, flagelo. A construção da palavra através do Latim é calamitate, porém o conceito, de acordo Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei nº. 12.608/12), vai além.

É por este conceito necessário considerar as situações que trazem ao Estado de Calamidade Pública uma situação anormal, provocada por desastres (ou não), causando danos e prejuízos à coletividade, que impliquem o comprometimento substancial da capacidade de resposta do poder público do ente atingido.

Desde que foi detectado o primeiro caso da doença, em dezembro de 2019 (Wuhan – China), o COVID-19 tem instado desafios incalculáveis à sociedade mundial. Por se tratar de algo que afeta todas as esferas da vida social, a pandemia provocada pelo COVID-19 ou Coronavírus precisa ter nos governos e demais entes estatais, como o Parlamento e o Judiciário, o suporte necessário para uma grande ação conjunta que leve em consideração que em situações como a vivida na atualidade não há espaço para atitudes fragmentadas ou parciais.

A articulação conjunta é o que garante uma ação precisa, especialmente no tempo presente. Todavia, o que assistimos, especialmente no Brasil, ainda se aproxima mais de uma disputa vaidosa entre os governantes do que propriamente de um esforço de unidade frente à complexidade da situação.

Boa parte das recomendações de proteção contra a proliferação do vírus se mantém distantes da realidade experimentada por grande parte das classes trabalhadoras, na medida em que não são acompanhadas de medidas econômicas substanciais.

O lucro a serviço dos ricos, princípio básico da economia capitalista, impede um esforço mais concentrado sobre a importância do isolamento social em todo o mundo. Para o Sistema Capitalista e em grande parte das ações de governo no mundo, a Economia está acima das vidas humanas.

É seguro afirmar que o processo de constante expansão e de consumismo sem limites necessário à sobrevivência do capital sustenta-se na intensificação da exploração das trabalhadoras e trabalhadores, na extração desordenada da matéria prima, na produção agrária extensiva, fazendo com que a relação força de trabalho e matéria prima a cada dia se sucumbam à produção de mercadorias.

Se é tempo de pensar no isolamento social como necessário para reduzir o número de pessoas infectadas e mortas pelo COVID-19, vale a reflexão do porquê é tão difícil parar.

O reconhecimento da identidade de classe, o compromisso com àqueles que se encontram em processos de vulnerabilização e a valorização da vida devem orientar a defesa da paralisação da classe trabalhadora, assim como a garantia, por parte do Estado, de condições para que ela ocorra. Trata-se de elementos que podem contribuir para o resgate da unidade nas lutas sociais, frente um Brasil que se desdobra no Golpe contra seu próprio povo.

ADRIANO GONÇALVES

Coach Ministerial – Personal Coaching – Especialista Mindset

(Academy of Business and Coaching) Associado IAC –International Associationof Coaching

Autor do livro: MINDSET; configure sua mente para o sucesso

Calegário debate sobre gravidez na adolescência e traz números preocupantes sobre o tema

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O deputado estadual Fagner Calegário que é titular da Comissão da Criança, do Adolescente, do Idoso e do Combate a Pedofilia, da Assembleia Legislativa do Acre – ALEAC participou do evento online “Papo Reto”, organizado pelo Conselho Tutelar de Rio Branco, nesta sexta-feira, 19. O debate foi acerca de um tema de extrema importância: a gravidez na adolescência.

Durante o seu discurso, Calegário apresentou alguns dados preocupantes sobre crianças e adolescentes grávidas no Estado. Segundo dados da Secretaria Municipal de Rio Branco (SEMSA), apresentados pelo deputado, 6,2 mil mulheres fizeram o pré-natal em 2019 na capital, desse número, 1,8 mil eram adolescentes. A situação é ainda mais crítica no interior, o município de Tarauacá lidera os indicadores com 35% dos casos, seguido de Porto Valter, com 33,19% e Marechal Thaumaturgo com 32,20%, segundo os dados da SESACRE.

O deputado completou dizendo que a gestação na adolescência é um dos maiores fatores para a evasão escolar, resultando em um alto índice de meninas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Ao final, Calegário deixou o seu mandato à disposição do Conselho Tutelar para apoiar o órgão na criação de políticas públicas para a defesa e apoio dessas adolescentes.

Com atraso de Pazuello, governadores querem comprar vacina direto com laboratórios

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Além do contato com o Butantan, o grupo informou que tentará negociar com a AstraZeneca

Um grupo de governadores anunciou na sexta-feira 19 que tentará realizar compra de vacinas contra a Covid-19 diretamente com os laboratórios. A decisão foi anunciada pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que disse contar com o apoio de outros 16 governadores. Um ofício foi enviado ao Instituto Butantan para conhecer o cronograma e a capacidade de produção.

“Nossa responsabilidade é garantir mais vacinas para imunizar a população mais cedo. Nossa meta é alcançar 25% da população imunizada em abril. É isso que vai reduzir hospitalização e óbito. É isso que vai salvar vidas”, afirmou Dias em vídeo divulgado pela sua assessoria de imprensa. Até esta sexta-feira, o Brasil havia vacinado 5,7 milhões de pessoas, o que representa 2,7% da população total.

Segundo Dias, a decisão de buscar alternativas para o fornecimento de vacinas foi comunicada ao Ministério da Saúde, que teria aberto a possibilidade de reembolsar os Estados pela aquisição. Aprovaram a compra direta das vacinas os Estados do Piauí, Espírito Santo, Amapá, Pará, Rio Grande do Sul, Amazonas, Paraíba, Paraná, Ceará, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Acre e Bahia.

O governo federal vive pressão dos Estados para entrega de mais doses. Atrasos no cronograma têm feito capitais avaliarem a interrupção da aplicação da vacina. Nesta sexta-feira, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse a prefeitos que não será mais preciso reter metade dos lotes disponíveis até a aplicação da segunda dose do imunizante, dando a garantia de que haverá doses no prazo para a outra injeção. A nova orientação passaria a valer a partir do dia 23 deste mês, quando o governo federal espera receber mais 4,7 milhões de vacinas.

Um ofício assinado por Dias em nome do Fórum Nacional de Governadores foi enviado ao diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, na sexta. Nele, o governador pede acesso a um cronograma detalhado de entrega de vacinas e solicita informações sobre a capacidade máxima de produção e requisitos necessários para aumentar o volume de entrega de doses.

“Pleiteio ainda que o Instituto Butantan, por intermédio de sua reconhecida capacidade, viabilize, caso seja possível, alternativas para a vacinação no País, obtendo mais doses de imunizantes além dos já contratados, com o propósito de antecipar, para data anterior a julho deste ano, a previsão de produção de IFAs no Brasil”, escreve Dias no ofício. Ele reforça que o instituto pode contar com apoio financeiro dos Estados.

Além do contato com o Butantan, o grupo informou que tentará negociar com a AstraZeneca. As negociações devem seguir as regras do Plano Nacional de Imunizações.

“Infelizmente, depois da comemoração após a reunião, veio essa quebra de cronograma. Não é razoável os Estados ficarem nessa insegurança com algo tão sério, em que o coronavírus está ‘pipocando’ para todo lado. Por isso, os Estados vão comprar diretamente dos fabricantes e, assim, poderemos alcançar, até julho, a imunização de 70% da população, o suficiente para alcançar a imunidade do padrão da ciência e frear o contágio da covid-19”, afirmou Wellington, coordenador do tema vacina do Fórum dos Governadores.

Carta Capital

Com previsões de até 100 mm de chuva por dia, Inmet faz alerta de perigo para o Acre

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Alerta é desta sexta-feira (19) e é válido até a manhã de sábado (20). Há riscos de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de perigo relacionado ao acumulado de chuvas no Acre. O aviso começou a valer na manhã desta sexta-feira (19) e é válido até às 9h [horário do Acre] de sábado (20). Na quinta (18), um alerta amarelo de perigo também foi publicado.

A previsão é de chuvas entre 30 a 60 milímetros ou 50 a 100 milímetros por dia, o que gera risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamentos de rios. Os alertas são paras as cidades do Vale do Acre e do Juruá.

Emergência

O governador do Acre, Gladson Cameli, decretou na terça-feira (16) situação de emergência devido à cheia dos rios que desabriga centenas de família no estado do Acre. As cidades de Rio Branco, Sena Madureira, Santa Rosa do Purus, Feijó, Tarauacá, Jordão, Cruzeiro do Sul, Porto Walter, Mâncio Lima e Rodrigues Alves foram citadas no decreto.

Nesta quinta-feira (18), o governo federal reconheceu a situação de emergência na capital acreana e na cidade de Tarauacá, no interior do estado. A portaria de reconhecimento foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves.

No caso de Rio Branco, a declaração de situação de emergência foi feita no último dia 9 pela prefeitura após uma enxurrada que deixou 40 bairros atingidos pelas águas de igarapés que transbordaram.

Já no caso do município de Tarauacá, a situação de emergência é devido à enchente do rio que leva o mesmo nome da cidade. Por conta de um problema de conexão, Tarauacá e outras cidades do interior estão sem sinal de telefonia e internet desde quarta (17) e, por isso, não é possível atualizar a situação da enchente.

G1

Rio Tarauacá apresenta sinais de vazante, mas autoridades da Defesa Civil seguem em alerta

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Informações da Defesa Civil Municipal de Tarauacá são de que o rio Tarauacá apresentou sinais de vazante e baixou 5cm. Na medição das 6 horas de hoje (20), o manancial estava em 11,5 metros. Entretanto, a situação já dá um certo alívio na população.

Mais de 80% das ruas ficaram alagadas nesta sexta-feira, 8 dias após as primeiras medições dando conta que o rio iria transbordar. Esta já é classificada como uma das maiores enchentes na região. Mais de 28 mil pessoas foram atingidas.

Uma média de 500 pessoas estão em abrigos montados pela Prefeitura de Tarauacá. As equipes de assistência social e da Defesa Civil se desdobram para atender tanta gente ao mesmo tempo.