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Daniel Zen luta por renda mínima à população do Acre

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Pandemia, dengue, alagações e drama migratório reforça importância de ampliar ajuda à população

O deputado Daniel Zen defendeu, em suas redes sociais, que a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) aprove a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e o respectivo Projeto de Lei Complementar (PLC) que criam e regulamentam a Renda Mínima Cidadã no Acre, projeto de autoria do seu mandato.

O parlamentar cita que desde o início da pandemia, o Supremo Tribunal de Justiça (STF) liberou os Estados do pagamento de parcelas da dívida com a União. “No Acre, isso gera uma economia mensal de quase R$ 50 milhões. Com R$ 10 milhões daria para pagar 50 mil auxílios-emergenciais de R$ 200,00”.

Segundo Daniel, o benefício é fundamental nesse momento de crise. “Se aprovarmos o meu projeto de Renda Mínima Acreana, com menos da metade desses recursos o Governo conseguirá amenizar o sofrimento de milhares de famílias, que não irão mais depender da entrega de um sacolão, pelo político de plantão”, afirmou, ressaltando a necessidade de haver uma política de estado e não apenas assistencialismo.

Acre registra mais 5 mortes por Covid nesta segunda e se aproxima de mil óbitos

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A Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS), registra 183 casos de infecção por coronavírus nesta segunda-feira, 22, todos confirmados por exames de RT-PCR. O número de infectados saltou de 54.786 para 54.969 nas últimas 24 horas.

Até o momento, o Acre registra 151.611 notificações de contaminação pela doença, sendo que 95.749 casos foram descartados e 893 exames de RT-PCR seguem aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen) ou do Centro de Infectologia Charles Mérieux. Pelo menos 46.016 pessoas já receberam alta médica da doença, enquanto 287 pessoas seguem internadas.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 no Acre podem ser acessados no Painel de Monitoramento da Vacinação, disponível no endereço eletrônico: http://covid19.ac.gov.br/vacina/inicio. As informações são atualizadas de acordo com a plataforma do Ministério da Saúde (MS), ficando sujeitas a alterações constantes, em razão das informações inseridas a partir de cada município.

Mais 5 notificações de óbitos foram registradas nesta segunda-feira, 22, sendo 4 do sexo masculino e uma do sexo feminino, fazendo com que o número oficial de mortes por Covid-19 suba para 968 em todo o estado.

Óbitos do sexo masculino:

Morador de Cruzeiro do Sul, J. R. G. R., de 49 anos, deu entrada no Hospital Regional do Juruá, no dia 7 de fevereiro, vindo a falecer no dia 15 do referido mês.

Morador de Rio Branco, M. A. R., de 60 anos, deu entrada no dia 14 de fevereiro, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC), vindo a falecer no dia 18.

N. S. R. L., de 81 anos. Morador de Feijó, o idoso deu entrada no dia 15 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, e faleceu no dia 18.

Morador de Rio Branco, A. L. P., de 69 anos, deu entrada no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), no dia 12 de fevereiro, vindo a óbito no dia 20 de fevereiro.

Óbito do sexo feminino:

Moradora de Rio Branco, G. M. N., de 96 anos, deu entrada no dia 19 de fevereiro, no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), vindo a óbito no mesmo dia, 19.

“Queremos um prefeito não um delegado”, protestam servidores de Epitaciolândia que tiveram salários cortados

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A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, afirmou nesta segunda-feira (22) que os servidores da educação de Epitaciolândia receberam menos de um salário mínimo no último vencimento.

A sindicalista afirmou que os servidores da educação de Epitaciolândia estão revoltados com o corte nos salários.

“Os funcionários da educação estão revoltados com o prefeito que cortou seus salários deixando-os recebendo menos do que salário mínimo. Pagou R$ 400, 500 reais aos servidores nesse mês de janeiro”, denunciou.

Uma funcionária pública daquela cidade, Tânia Marques Rodrigues, também usou as redes socias para protestar.

“Funcionários da educação pedem socorro. Como viver com um salário base de R$ 750 reais?”, questiona.

A reportagem da Folha do Acre entrou em contato com o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes, que afirmou que o que aconteceu foi o cumprimento de uma determinação jurídica para que o município se adequasse à Lei de Responsabilidade Fiscal e frisou ainda que a medida não atinge professores.

“Somente o pessoal de apoio que foi afetado temporariamente, pois estamos buscando uma solução e nos comprometemos em repor no futuro quando tudo tiver legalizado”, diz.

Sérgio Lopes diz que a confusão se deu porque em 2016 foi dado um aumento ao pessoal de apoio da educação que foi considerado ilegal e, portanto, dois prefeitos foram multados por conta disso e ele apenas resolveu cumprir a lei.

“O TCE já havia considerado ilegal. Os ex-prefeitos André Hassem e Tião Flores foram multados por conta disso e nós estamos seguindo apenas orientação jurídica, mas já nos comprometemos com a categoria a repor o percentual assim que possível. Lamentável saber que tem pessoas se aproveitando politicamente desse fato. Vi fotos onde pessoas que foram derrotadas na eleição passada e que não são da educação aparecem em protesto”, diz.

Jesus Sérgio já está em Brasília para buscar recursos e ajudar municípios que foram devastados pelas enchentes

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O deputado federal Jesus Sérgio (PDT) amanheceu nesta segunda-feira (22) em Brasília para se reunir com membros do Governo Federal com a finalidade de buscar recursos para os municípios atingidos pela enchente.

O parlamentar coletou um vasto material do período da alagação e também deste momento em que o volume dos rios começa a baixar, deixando um cenário devastador.

“Alguns rios já começaram a vazar e essa baixa no volume da água deixou um cenário arrasador e sinais de destruição. São ruas e casas destruídas. As pessoas perderam tudo e vão recomeçar do zero. E como já protocolei a criação de uma comissão externa da Câmara dos Deputados vamos acompanhar todas as ações do Governo Federal e iremos buscar recursos para a reconstrução das cidades que foram afetadas pelas enchentes. E vamos também prestar assistência para as famílias que perderam tudo nesta tragédia”, afirmou Jesus Sérgio.

A seguir as imagens que o deputado coletou quando a água dos rios baixou o volume.

Shoppings, bares e restaurantes seguem fechados no Acre, decide Comitê Covid

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O governo do Acre, por meio do Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19, anunciou, na manhã desta segunda-feira, 22, que, devido ao crescimento do número de casos de Covid-19 e à sobrecarga do sistema público de saúde, todas as regionais do estado seguem no Nível de Emergência (Bandeira Vermelha).

No dia 1º de fevereiro, o governo do Estado havia adiantado a classificação de Bandeira Vermelha de todo o Acre, observando a tendência de aumentos e procurando evitar o colapso do sistema.

Com a nova avaliação, de 31 de janeiro a 13 de fevereiro, foram observados a redução do isolamento social e o disparo do número de internações, tanto em leitos de enfermaria quanto de vagas de UTIs, que hoje estão com taxas de ocupações superiores a 70% e 90%, respectivamente. Os óbitos também aumentaram consideravelmente, com 80% a mais registrados no Baixo Acre-Purus e 300% no Juruá e Tarauacá-Envira.

“Somado ao cenário de Covid-19, temos outros elementos que nos deixam numa situação ainda mais grave, como a dengue e a cheia dos rios. Estamos num momento em que precisamos da colaboração de todos para termos êxito nesse trabalho. As vigilâncias sanitárias estadual e municipais, além das forças de segurança pública, seguem em esforços pela fiscalização, mas as aglomerações continuam numerosas”, destacou a coordenadora do Pacto Acre Sem Covid, Karolina Sabino.

O diretor do Into, maior hospital de referência no combate à Covid-19 no Acre, médico Osvaldo Leal, revelou que só pela unidade são feitos cerca de 250 atendimentos por dia, com 60% necessitando de alguma medicação. Embora o Estado esteja buscando dispor de 40 novos leitos de enfermaria e 50 de UTI nos próximos dias, a sobrecarga sobre o sistema de saúde e a exaustão de seus profissionais tem sido grande.

“É o pior momento em relação à atitude da sociedade diante das orientações sanitárias. Isso está tendo um resultado, que ainda pode piorar. Não temos o que celebrar coletivamente, não é hora de aglomerar”, analisa o diretor.

O médico infectologista Thor Dantas completa de forma alarmante: “Existe a chance real de não haver atendimento médico hospitalar qualificado para todos os que ficarem doentes se os números continuarem crescendo, mesmo na rede privada”.

O secretário de Saúde do Acre, Alysson Bestene, reforçou que este é um momento que precisa do trabalho conjunto de todos, que há a união dos entes federativos, mas que os cuidados mínimos são necessários, além da necessidade do avanço da vacinação, um dos maiores esforços do governador Gladson Cameli.

“Nas próximas horas vamos ter a visita do ministro da Saúde, junto com o próprio presidente Jair Bolsonaro ao Acre. Em nome do governador Gladson Cameli, temos realizado todas as ações possíveis para reduzir os impactos dessa pandemia no estado, mas precisamos da colaboração de todos”, relata o secretário.

Restrições seguem

Segundo o decreto 5.496, durante a Bandeira Vermelha estarão autorizados a funcionar – mediante restrições e protocolos sanitários – estabelecimentos como supermercados, mercantis e congêneres; farmácias; clínicas médicas, psicológicas, odontológicas e veterinárias; espaços de fisioterapia; laboratórios; óticas; oficinas mecânicas no geral; bancos; hotéis; igrejas; funerárias; postos de combustíveis; lojas de materiais de construção; e indústria em geral, com atendimento ao público mediante agendamento; além empresas de alimentos, medicamentos, águas, gás, produtos de limpeza, higiene e de EPIs.

Ficam proibidos de realizar atividades presenciais durante a Bandeira Vermelha todos os estabelecimentos comerciais não enquadrados como essenciais, além de feiras; shoppings; cinemas; clubes; academias; bares; restaurantes (podendo funcionar por delivery); motéis, centros culturais; e clínicas de estética. A aglomeração de pessoas em espaços públicos também está restrita.

Ainda pelo decreto 7.225, as aulas de todos os segmentos estudantis estão impedidas de retomar de forma presencial durante a Bandeira Vermelha.

As avaliações de classificação de risco do estado se tornarão semanais e a próxima está marcada para o dia 1º de março.

A lista completa e os cuidados essenciais que deverão ser adotados a partir de cada setor estão disponíveis aqui. Para mais informações acesse http://covid19.ac.gov.br/

Gladson Cameli anuncia medidas para conter crises no Acre

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O governador Gladson Cameli anunciou uma série de medidas, diante da situação emergencial em que o Acre se encontra, com o crescimento dos números de internações no sistema público de saúde por Covid-19, surtos de dengue e  enchentes que já atingem dez municípios, além da crise migratória na fronteira com o Peru.

Na noite deste domingo, 21, o chefe do Executivo anunciou a chegada do quinto lote de vacinas contra a Covid-19 ao estado, previsto para a noite de terça-feira, 23. Diante do recrudescimento da curva epidemiológica da Covid-19, Cameli anunciou também a abertura de mais leitos de UTI e a instalação de usinas de geração de oxigênio hospitalar.

“Solicitei a abertura de mais vagas de UTI e usinas de oxigênio, para que não venham a faltar, caso a demanda pelo insumo na rede hospitalar aumente nos próximos dias.

”Aguardamos a chegada de mais um lote de vacinas contra a Covid-19, inclusive pedi o apoio do Ministério da Saúde para que o Acre, diante da situação emergencial que enfrenta, tivesse uma quantidade maior de doses para imunizar e alcançar mais pessoas neste momento”, anuncia Cameli.

Sensível ao sofrimento dos acreanos, o governador Gladson Cameli vem  acompanhando de perto a situação, indo aos municípios, levando ajuda humanitária e buscando de forma incansável recursos junto ao governo federal.

Diante do caos, com enchentes, crise migratória e alta taxa de ocupação de leitos de UTI Covid, o presidente da República, Jair Bolsonaro, virá ao Acre nesta quarta-feira, dia 24.

“A presidência da República começou a nos dar retorno, autorizando algumas medidas que solicitamos de forma urgente para que o Acre não venha a sofrer um colapso. Uma delas foi a transferência de pacientes com Covid-19 para outros estados, o que já nos foi autorizado”, disse o governador.

Acre permanece na bandeira vermelha e comércio deve continuar fechado até março

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Acreanos na fila da Caixa/Foto: Sérgio Vale/Ac24horas

Membros do Comitê de Combate à Covid-19 se reuniram nesta segunda-feira (22) para divulgarem a classificação de risco das regionais do Acre quando à pandemia da Covid-19.

Segundo dados do comitê, a capital do Acre, Rio Branco, e demais cidades da regional Baixo Acre e Purus, permanecem na faixa vermelha da pandemia.

Com a manutenção da faixa vermelha, o comércio deverá se manter com restrições de funcionamento neste final do mês de fevereiro nessas cidades.

Em razão das alagações, Mara Rocha propõe suspensão de dívida de produtores rurais

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Nesta segunda-feira (22), a deputada federal Mara Rocha (PSDB/AC) apresentou Projeto de Lei que suspende por três anos o pagamento de financiamentos relacionados às atividades agrícolas e pecuárias em virtude dos alagamentos no estado do Acre.

Segundo a parlamentar tucana, o Acre passa por uma crise econômica e social de proporções muito graves, e a situação se tornou ainda pior com os alagamentos que atingem diversos municípios do estado.

Essa enchente inesperada causou sérios danos à produção agrícola e pecuária do estado. É certo que teremos baixa nas colheitas, em sua maioria destruídas pela força das águas, além de queda na produção de carne e leite, uma vez que diversos produtores rurais sofreram perdas das suas poucas cabeças de gado”, afirmou a parlamentar tucana.

O Projeto de Lei engloba a suspensão, por 36 meses, do pagamento dos financiamentos obtidos no âmbito dos seguintes programas de crédito:

– Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra);

– Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro);

–  Programa de desenvolvimento cooperativo para agregação de valor à produção agropecuária (Prodecoop);

– Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf);

– Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp);

Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), dentre outros financiamentos de custeio rural.

Segundo Mara Rocha, “fica claro que que os produtores rurais acreanos, na sua maioria pequenos agricultores, passarão por enormes dificuldades nos próximos meses e anos, existindo uma real preocupação com a capacidade de quitação de financiamentos decorrentes de diversos programas de crédito rural”.

O montante das parcelas suspensas será dividido em parcelas anuais, a vencer posteriormente ao período da suspensão, mantidos os encargos originalmente contratados. 

Tarauacá vive cenário pós-guerra após águas dos rios baixarem na cidade

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Os moradores da cidade de Tarauacá, no Acre, têm encontrado uma cidade marcada pelos efeitos da maior alagação de sua história. Entulhos, árvores caídas e móveis e casas destruídas se tornaram cenas comuns neste momento em que as águas dos rios Muru e Tarauacá baixaram e as famílias puderam retornar para suas casas.

Cerca de 28 mil pessoas foram atingidas pela cheia na cidade. O rio Tarauacá marcou 11,05 metros na medição e chegou a 1,5 metro acima da cota de transbordo, (9,50 metros).

O desafio agora dos autoridades é combater as doenças pós-alagação e garantir que os moradores retornem para suas casas com segurança em meio à pandemia de Covid.

Muitas pessoas perderam seus pertences, móveis e grande parte dos balseiros que entraram na cidade ficaram presos em ruas no centro de Tarauacá.

O fotógrafo Jardy Lopes registrou o cenário de destruição na cidade. Confira as fotos:

 

Acre vive “3ª Guerra Mundial” com enchente, covid e dengue, diz governador Gladson

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O governador do Acre, Gladson Cameli (PP), comparou hoje a situação do estado a uma “3ª Guerra Mundial” por enfrentar simultaneamente enchentes, a pandemia de covid-19 e um surto de dengue.

“A questão das cheias — uma das piores nos últimos anos —, dengue, covid-19, e imigrantes na fronteira do Brasil… Temos ainda o Peru e a Bolívia, a questão dos haitianos [cerca de 200 famílias querem passar, mas os países não abrem fronteiras]. E isso me causa uma preocupação. É uma situação delicadíssima porque eu preciso proteger a população. E, com tudo o que está acontecendo, eu vou te dizer que vivemos uma terceira guerra mundial”, afirmou Cameli à CNN Brasil.

Além disso, o estado vive um número crescente de internações em decorrência da covid-19. Cerca de 92% dos hospitais no Acre dependem do SUS (Sistema Único de Saúde), segundo o governador. O que estamos vivenciando aqui é, realmente, uma situação de calamidade humanitária. São vários problemas em uma hora só”, disse Gladson Cameli.

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