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Entregadores fazem protesto contra aumento na gasolina no Acre: “Um absurdo”

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Foi realizada nesta terça-feira, 23, uma manifestação no centro da cidade dos estregadores que trabalham com aplicativos contra os aumentos no preço da gasolina.

Ricardo Sales Almeida contou que é inadmissível que o Acre tenha a gasolina mais cara do Brasil.

“É um absurdo, tem que melhorar. Como não melhorar vamos protestar”, disse.

Os motoristas saíram em direção aos postos de gasolina para realizar abastecimentos baratos em forma de engrandecimento ao ato.

Avião com 2 milhões de doses da vacina de Oxford chega ao Brasil

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Um avião com 2 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca chegou ao Brasil no início da manhã desta terça-feira (23). A aeronave posou no Aeroporto de Guarulhos e, após passar por trâmites alfandegários, seguirá para o Rio de Janeiro, onde as doses serão entregues à Fiocruz.

Na Fiocruz, as vacinas vão passar por conferência de temperatura e integridade da carga, receberão etiquetas com informações em português e terão amostras encaminhadas para análise de protocolo e liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde.

O processo acontecerá ao longo do dia e a previsão é de que as doses estejam prontas ainda na madrugada desta quarta-feira (24) para serem incorporadas ao Plano Nacional de Imunização.

O G1 perguntou ao Ministério da Saúde, na manhã desta terça-feira (23), quando será feita a distribuição das doses e quantas cada estado receberá, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

O Instituto Butantan, em São Paulo, também comunicou que vai entregar outros 3,4 milhões de doses da CoronaVac esta semana.

A expectativa inicial era a de fazer oito remessas diárias de 426 mil. Entretanto, segundo Dimas Covas, diretor do Instituto, já nesta terça serão entregues 1,2 milhão de doses.

No sábado, há a previsão de entrega de mais dois lotes do IFA (ingrediente farmacêutico ativo). Com isso, a expectativa é que a Fiocruz produza mais 2 milhões de doses.

G1

Pfizer: vacina recebe aprovação definitiva da Anvisa

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Autorização ocorre dezessete dias depois da farmacêutica protocolar o pedido junto à agência

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta terça-feira, 23, que concedeu o registro definitivo da vacina contra Covid-19 desenvolvido pela farmacêutica Pfizer e pela empresa de biotecnologia BioNTech.

Em nota assinada pelo diretor-presidente da agência, Antônio Barra Torres,  foi informado que a análise de aprovação durou dezessete dias. Trata-se do primeiro orgão regulador de medicamentos referenciado pela Organização Pan-Americana de Saúde a conceder tal autorização.

“O registro abre caminho para a introdução no mercado de uma vacina com todas as salvaguardas, controles e obrigações resultantes dessa conversão”, diz a nota da Anvisa.

O Brasil não tem doses garantidas desse imunizante para distribuir para a população. No último comunicado do Ministério da Saúde, em que esclarecia quais imunizantes devem chegar ao país ainda neste 2021, a farmacêutica não estava citada entre os candidatos com acordos fechados ou em negociação avançada.

Ou seja, ainda que o imunizante tenha o aval da agência, não há previsão conhecida para que seja aplicado no Programa Nacional de Imunizações.

Pacientes com sintomas de Covid esperam até 4h por atendimento em hospital de campanha

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Com o aumento no número de casos de Covid-19, procura por atendimentos no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) tem aumentado muito e, nesta segunda-feira (22), pacientes reclamaram de demora.

Moradores de Rio Branco que buscaram atendimento nesta segunda-feira (22) no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) e que estão com sintomas de Covid-19 reclamaram da demora para serem atendidos. Uma equipe da Rede Amazônica Acre esteve na unidade e encontrou pessoas que esperavam há quase quatro horas por atendimento.

Laildo Dantas de Lima disse que ele e a esposa estão com sintomas da doença há 16 dias e que por isso resolveram ir até o hospital de campanha. “Eu e minha esposa estamos sentindo muitas dores nas costas, na cabeça e com vômito. Já estamos assim há mais de 16 dias. Estamos aqui desde às 14 horas esperando por atendimento”, criticou.

O G1 tenta contato com a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre). A reportagem tentou também contato com a direção da unidade, mas não obteve sucesso até a última atualização desta reportagem.

Outra que aguardava o atendimento era Tânia Linhares. Ela contou que também havia chegado às 14h e três horas depois ainda não tinha sido atendida.

“Ainda têm 10 pessoas na minha frente, acho que vou sair daqui lá para meia-noite. Estou com febre, dor nas juntas, no corpo inteiro, dor de cabeça e a vontade é de ficar deitada o tempo todo, mas tenho que ficar, porque tenho que enfrentar a fila para fazer o exame, não tem outra opção”, falou.

José Pereira Nunes lamentou a demora e criticou as pessoas que desrespeitam as normas sanitárias. “O povo não procura se cuidar, esse ‘boom’ da doença e as pessoas ficam na farra, nas praças e o que acontece é que essa doença está afetando o mundo todo. Enquanto o povo ficar solto por aí sem máscara vai continuar piorando. Tem muita gente morrendo, os jovens não querem usar máscaras aí eles passam para os parentes mais velhos que estão em casa e eles acabam pegando e, por isso, os mais velhos estão indo embora”, questionou.

Com informações do G1

Mais 20 imigrantes chegam ao Acre tentando passar para o Peru enquanto 300 seguem retidos

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Grupo estava em cinco táxis que chegaram à cidade nessa segunda-feira (22), segundo prefeito. Coordenador do Gefron, que faz o policiamento na região de fronteira, diz que chegada tem sido praticamente diária e que imigrantes tentam rotas alternativas pela Bolívia, mas também estão sendo impedidos de entrar no país vizinho.

Um grupo com 20 imigrantes chegou na cidade de Assis Brasil, no interior do Acre, que faz fronteira com o Peru, nessa segunda-feira (22), na tentativa de atravessar para o país vizinho. A informação foi confirmada pelo prefeito Jerry Correia.

Os imigrantes chegaram em cinco táxis lotados e, como a fronteira com o Peru segue fechada, não conseguiram seguir viagem, assim como os demais que continuam na cidade. O Grupo Especial de Fronteiras (Gefron) disse que esses imigrantes saíram de São Paulo, pegaram um voo até Rio Branco, onde pegaram os táxis até Assis Brasil.

Já são quase dez dias que a tensão na fronteira tem aumentado, porque imigrantes, em sua maioria haitianos, tentam atravessar para o Peru, cujas fronteiras estão fechadas por causa da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o prefeito, pelo menos cerca de 40 a 60 imigrantes continuam acampados na Ponte da Integração, que liga o Acre ao Peru. Outros 63 imigrantes estão no abrigo montado Escola Edilsa e 152 na Escola Irís Célia. Tem ainda aqueles grupos que ficam em hotéis da cidade ou pelas ruas, somando ainda mais de 300 imigrantes retidos na cidade.

“Está aquele vai e volta, conseguimos enviar alguns para Rio Branco, um grupo de 20 imigrantes e nessa segunda [22] um outro grupo de 12, a maioria de venezuelanos também foi para Rio Branco. Mas, fui informado que ontem chegaram cinco táxis em Assis Brasil. Então, está dessa forma, a gente consegue trazer 20 e chega lá mais 20”, disse o prefeito.

A secretária de Assistência Social, dos Direitos Humanos e Políticas para Mulheres do Acre (Seasdhm), Ana Paula, confirmou que 12 imigrantes que estavam em Assis Brasil estão em um abrigo montado no Centro Dia, que fica anexo à secretaria. Os outros 20 imigrantes que saíram da cidade do interior do Acre seguiram viagem para São Paulo.

Policiamento

Além dos policiais do batalhão de choque da Polícia Militar e do Gefro, mais de 12 militares da Força Nacional e mais de 20 policiais rodoviários federais fazem o policiamento na região de fronteira.

Uma portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, publicada na quinta (18), autorizou o emprego da Força Nacional no Acre, no apoio às forças policiais no estado. A autorização é válida por 60 dias e pode ser prorrogada.

A determinação estabelece que as Forças Nacionais devem auxiliar “nas atividades de bloqueio excepcional e temporário de entrada no País de estrangeiros, em caráter episódico e planejado”.

O coordenador do Gefron, Rêmullo Diniz informou que a chegada de imigrantes tem sido praticamente diária e que eles tentam rotas alternativas pela Bolívia, mas também estão sendo impedidos de entrar no país vizinho.

“Esse movimento está sendo constante, eles estão chegando através de voos que saem de São Paulo e seguem até Assis Brasil. Outros estão tentando passar pela Bolívia, inclusive, eles alugaram um ônibus para poder chegar em La Paz, na Bolívia, e a polícia de lá mandou eles de volta para o Brasil. Eram mais de 40 pessoas que estavam tentando fazer essa rota alternativa, mas sem sucesso”, disse Diniz.

G1

Jenilson Leite lança abaixo-assinado pedindo vacinação em massa no Acre

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O deputado estadual, Jenilson Leite, lançou um abaixo-assinado pedindo a vacinação em massa da população acreana. A petição online já conseguiu mais de 3 mil assinaturas em menos de 24 horas.

“Nosso objetivo é que a população acreana seja vacinada massivamente e o mais rápido possível”, disse o deputado. Jenilson, que atuou na UTI do Pronto Socorro na primeira onda do covid-19, protocolou junto ao Ministério Público Federal, Casa Civil do Estado e Gabinetes da Bancada Federal Acreana, um relatório sanitário com detalhes do cenário em que o Acre vem passando, “Junto com o nosso relatório, precisamos que este abaixo-assinado chegue até o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da saúde, Eduardo Pazuello”.

O relatório traz o diagnóstico do aceleramento de novos casos e morte em decorrência da covid-19, surto de dengue, cheias dos rios e conflito migratório na fronteira.

“Este abaixo-assinado é muito importante, iremos encaminhar ao presidente do Brasil e ao ministro da saúde,” destacou Jenilson.

Para assinar a petição online, acesse http://chng.it/65ZrwhpwDq

Secretário cita guerra de “gato e rato” para evitar aglomerações e pede respeito à vida

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O Secretário de Justiça e Segurança Pública, coronel Paulo Cézar Santos, publicou desabafo em suas redes contra as aglomerações que continuam a acontecer em todo o estado, mesmo com decreto de emergência e a proibição em vigor, além e dizer que só o fechamento do comércio não vai mitigar a contaminação. Para Paulo Cézar, “percebo que o Estado está só nesta guerra e regras que limitem apenas o funcionamento regular de empresas e/ou estabelecimentos comerciais não mitigarão o índice de contaminação”.

Em termos fortes, o secretário classificou a situação como uma guerra de “gato e rato” na fiscalização feita pelas forças de segurança do Estado durante a bandeira vermelha e disse que o maior desafio é provocar empatia nas pessoas. Ele diz que é fundamental “fazer surgir no seio da população o senso de coletividade, ou seja, que vivemos em sociedade e o comportamento inadequado de qualquer um gera danos ao coletivo”

Ressalta que esse tipo de fiscalização já é uma atividade extraordinária, que não faz parte da ação cotidiana do policial. E é feita no sentido de auxiliar os que na verdade, têm o poder de polícia e de fiscalização dos estabelecimentos”.

O coronel ressalta que, embora parte da sociedade estar cumprindo as medidas de distanciamento e os protocolos sanitários, outra parcela da população ignora as orientações. Diz que “o Estado está sufocado, com diversas frentes extraordinárias de ação, e boa parte de sua capacidade de respostas está estrangulada”.

Ele ainda registra que, nos eventos de aglomeração registrados na Gameleira nos últimos dias, o coronel revela que os cidadãos driblam os bloqueios. “O local foi fechado pela RBTrans e pelo Batalhão de Trânsito, mas as pessoas deixavam os carros até no Bairro XV, depois voltavam a pé e ocupavam o passeio público”.

Eis a íntegra do desabafo do secretário de Segurança Paulo Cezar dos Santos:

“Percebo que o Estado está só nesta guerra e regras que limitem apenas o funcionamento regular de empresas e/ou estabelecimentos comerciais não mitigarão o índice de contaminação. Temos que fazer surgir no seio da população o senso de coletividade, ou seja, que vivemos em sociedade e o comportamento inadequado de qualquer um gera danos ao coletivo. Acredito que esse é o maior desafio nesse momento, pois a fiscalização tem sido uma guerra de gato e rato, bem como a observância de parcela significativa da sociedade sem máscara ou qualquer outro cuidado sanitário tem sido regra. Existem diversos esforços concomitante à fiscalização, que já é uma atividade extraordinária, pois não faz parte da ação cotidiana do policial. A fiscalização das forças de segurança é no sentido de auxiliar aqueles que na verdade têm o poder de polícia e de fiscalização dos estabelecimentos. Não percebo a sociedade preocupada, ou parcela dela, pois não podemos generalizar e culpar a todos. O Estado está sufocado, com diversas frentes extraordinárias de ação, e boa parte de sua capacidade de respostas está estrangulada. Para você ter uma ideia, o Calçadão da Gameleira foi fechado pela RBTrans e pelo Batalhão de Trânsito, mas as pessoas deixavam os carros até no Bairro XV, depois voltavam a pé e ocupavam o passeio público”.

A Tribuna

 

Bolsonaro confirma vinda ao Acre, chegará às 8:30h e vai sobrevoar Sena Madureira

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(Florianópolis - SC, 04/07/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaroo durante encontro de trabalho. Foto: Isac Nóbrega/PR

Após desembarcar no Acre na quarta-feira, 24, o presidente Jair Bolsonaro fará às 8h30 um sobrevoo nas regiões afetadas pelas enchentes, com foco especial em Sena Madureira, que é a única cidade no momento, que não apresentou sinais de vazante.

Segundo informações repassadas pelo governo federal, logo em seguida ocorrerá uma coletiva de imprensa, no Aeroporto Internacional de Rio Branco.

Segundo informações, Bolsonaro verá os prejuízos causados pelas enchentes ao lado do Coordenador Nacional de Defesa Civil, coronel Alexandre Oliveira e o governador, Gladson Cameli (Progressistas).

Informações Ac24horas

Texto do relator da PEC Emergencial acaba com piso para gastos em saúde e educação

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Senador Márcio Bittar entregou relatório nesta segunda. Caso o texto seja aprovado como está, estados e municípios ficam desobrigados de fazer investimento mínimo nessas duas áreas.

O relator da proposta de emenda à Constituição conhecida como PEC Emergencial, senador Márcio Bittar (MDB-AC), divulgou o parecer sobre o assunto nesta segunda-feira (22). O texto acaba com os pisos para gastos em saúde e educação dos estados e municípios.

Com isso, caso a proposta passe pelo Legislativo, os governantes ficam desobrigados de efetuar gastos mínimos nessas áreas. O senador já havia defendido essa medida anteriormente.

Atualmente, no orçamento do governo federal, os pisos de saúde e educação têm de ser corrigidos pela inflação do ano anterior – conforme regra do teto de gastos aprovada em 2016 no governo do então presidente Michel Temer.

No caso dos estados, a Constituição diz que devem destinar 12% da receita à saúde e 25% à educação. Municípios, por sua vez, têm de gastar, respectivamente, 15% e 25%.

A proposta do senador difere do que foi apresentado pelo governo em novembro de 2019, pela qual os pisos seriam mantidos, mas unificados, dando uma maior flexibilidade a estados e municípios para gastarem mais em uma área do que em outra.

Em entrevista à GloboNews, Bittar afirmou que, embora essa proposta seja polêmica, resolveu incluí-la no texto final de seu relatório. Segundo ele, vincular (definir valores fixos) os gastos com saúde e educação não surtiu os efeitos esperados ao longo dos anos.

“[A ideia é] devolver aos municípios, aos estados e à União o poder de legislar uma das leis mais importantes, que é a do orçamento. Até porque, vincular o orçamento da União, que é o único país democrático no mundo que tem esse grau de vinculação, não resolveu nada. Nós gastamos 6,3% do PIB nacional com educação e estamos com educação brasileira entre as 20 piores nações do mundo”, declarou.

Segundo a assessoria de imprensa do senador, Bittar não incluiu no relatório a proposta do governo de reduzir jornada e salário de servidores públicos em até 25%. Essa ideia era cogitada como uma foram de ajustar as contas públicas, mas ficou de fora.

Também não foi incluída no relatório da PEC emergencial, segundo a assessoria do senador, a possibilidade de congelar benefícios de aposentados, que chegou a ser discutida com a área econômica no ano passado.

Essa alternativa foi criticada pelo presidente Jair Bolsonaro. Ele ameaçou dar um cartão vermelho a quem defendesse a medida no seu governo.

Votação da PEC

A votação da PEC Emergencial está prevista para começar nesta semana no Senado. Por se tratar de uma emenda constitucional, ela precisará ser aprovada em dois turnos. Em seguida, vai para a Câmara dos Deputados.

Em uma rede social, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta segunda-feira que, assim que a matéria chegar na casa legislativa, poderá ter tramitação prioritária e ser votada ainda em março, desde que ouvidos os líderes partidários.

Na semana passada, Lira havia dito que a tramitação da PEC no Congresso poderia levar até três meses. O argumento dele foi que o prazo na Câmara costuma ser mais longo do que no Senado em razão das exigências regimentais.

O rito na Câmara prevê que a proposta seja primeiro analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, depois, por uma comissão especial com prazo mínimo de dez sessões. No entanto, se houver acordo entre os partidos, a discussão poderá ser acelerada e feita diretamente no plenário.

G1

Empresário de Sena Madureira morre em grave acidente na BR-364

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Um acidente de carro no início da noite desta segunda-feira, 22, tirou a vida do comerciante Ismael da Farinha, como é bastante conhecido na cidade de Sena Madureira. Ele conduzia uma caminhonete de cor branca ao lado da esposa quando perdeu controle e capotou o veículo nas proximidades do quilômetro 58 da BR-364, saindo de Rio Branco e a caminho de Sena Madureira.

Conhecidos do comerciante informaram que ele costumava fazer esse trajeto devido ao trabalho. A esposa, chamada Marcilene e conhecida na cidade como ‘Lourinha’, lamentou a tragédia ao lado do corpo do marido, à beira da rodovia.

“Ele era muito querido na cidade. As pessoas estão tristes pela partida dele. Comerciante conhecido, trabalhador, pai de família”, disseram as pessoas que presenciaram o acidente.

Ismael havia se deslocado até Rio Branco para fazer compras e, na volta, aconteceu o acidente. A esposa sofreu apenas escoriações leves pelo corpo. O comerciante deixa um jovem casal de filhos.

O comércio do casal fica localizando na rua Newton Prado, na antiga Feira Livre dos Colonos, no município. “Além de comerciante, ele era desportista. Participou de inúmeros campeonatos no município. A cidade toda está em choque e lamentando”, disse o assessor de comunicação na cidade, Ricardo Amaral.