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Bittar critica decisão sobre transferência de Bolsonaro à Papuda e alega tortura e perseguição política

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O senador Márcio Bittar (PL) usou as redes sociais na quinta-feira, 15, para comentar, por meio de um vídeo, a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para a Penitenciária da Papuda, em Brasília.

Na gravação, Bittar afirma que a medida não se limita a um procedimento administrativo e sustenta que o caso representa perseguição política. “O que está acontecendo hoje no Brasil não é justiça, é perseguição política”, declarou o senador.

Segundo o parlamentar, a decisão ignora aspectos pessoais e jurídicos que deveriam ser considerados. “Ignoram a idade, o histórico, a saúde e o princípio mais básico da dignidade humana”, afirmou, ao criticar a condução do caso pelo Judiciário. Em outro momento, ele questiona a urgência da transferência. “Será que essa pressa toda não tem relação com o fato de que a Comissão de Direitos Humanos poderia constatar que o barulho ensurdecedor está acima do permitido?”, disse, acrescentando que a situação poderia caracterizar tortura.

Bittar também reforçou o pedido apresentado pela defesa e pela família do ex-presidente. “A defesa e a família do presidente Bolsonaro pedem a prisão domiciliar. Aliás, ele nem deveria estar preso. Mas, estando preso, pedimos prisão domiciliar, e não que o presidente fosse levado para a Papuda”, afirmou.

No vídeo, o senador amplia a crítica e afirma que o episódio ultrapassa a figura de Bolsonaro. “Isso não é apenas sobre Bolsonaro. Isso é um recado para todos que ousarem levantar a sua voz”, disse. Para ele, quando o Estado “usa o poder para perseguir um adversário político” e “transforma a prisão em instrumento de vingança”, a democracia é colocada em risco.

Em um dos trechos mais enfáticos, Bittar afirma que há uma tentativa deliberada de enfraquecer politicamente o ex-presidente. “Eles querem eliminar Bolsonaro. E quando eu falo eliminar, não é força de expressão. É pela exaustão, pelo medo e pela intimidação”, declarou. Segundo o senador, o objetivo seria “quebrar um homem para intimidar milhões”.

Por fim, Bittar reafirmou sua ligação política com Bolsonaro e prometeu seguir atuando em sua defesa. “Bolsonaro é o meu líder político, e jamais arredarei o pé dessa luta até ver Bolsonaro livre”, concluiu.

Golpistas se passam pela secretária Nayara Lessa para aplicar golpes no WhatsApp

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Criminosos estão usando a imagem da secretária de Comunicação do Acre, Nayara Lessa, no aplicativo WhatsApp, para aplicar golpes na internet. A ação dos criminosos foi alertar pela própria secretária na quinta-feira (15).

De acordo com Nayara, ela teve o seu WhatsApp clonado. A partir daí, o golpistas começaram a ultilar o aplicativo para aplicar golpes entre os contatos e familiares da secretária.

Nayara afirmou que recebeu relatos de pessoas que procuradas pelos golpistas. Ela também publicou um print de uma conversa em que os criminosos fingem ser ela em uma mensagem com a mãe, que questiona quem fala.

“Atenção: Alguém tentando dizer ser eu. É falso. Não mudei meu número”, enfatizou na mensagem. “Estão usando a mesma foto que o meu. Mesmo assim, não sou eu”.

Por fim, Nayara orienta que quem for procurado pelos golpistas não responda às mensagens e nem realize transferências bancárias, pagamentos ou envio de dados pessoais.

 

Rio Acre atinge 13,90 metros e fica a 10 centímetros da cota de transbordo em Rio Branco

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O nível do Rio Acre chegou a 13,90 metros na manhã desta sexta-feira, 16, em Rio Branco, ficando a 10 centímetros da cota de transbordo, fixada em 14,00 metros. A informação consta no boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal.

A medição foi realizada às 5h18, indicando tendência de elevação. Nas últimas 24 horas, a capital registrou 43 milímetros de chuva, volume que contribuiu para a subida do manancial.

A cota de alerta para o Rio Acre é de 13,50 metros, nível que foi ultrapassado na manhã de quinta-feira, 15. A Defesa Civil segue monitorando a situação e acompanhando a evolução do nível do rio.

De acordo com o coordenador municipal da Defesa Civil, Cláudio Falcão, as equipes permanecem em atenção diante da proximidade do transbordamento, mantendo o acompanhamento hidrológico e pluviométrico na capital.

Sobrinho da deputada Socorro Neri morre afogado no Ceará ao tentar salvar as filhas

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Márcio Neri Leite, de 46 anos, sobrinho da deputada federal Socorro Neri (Progressistas), morreu afogado na tarde desta quinta-feira (15) ao tentar salvar as filhas que se afogavam no mar em Fortaleza, no Ceará. A deputada lamentou a morte do sobrinho em uma nota de pesar.

“Uno-me à dor de sua mãe, minha irmã Missilene; de suas filhas, Sofia e Valentina; de seus irmãos, Marcelo e Márcia Richelle; de seu pai, Mirabor Leite; de seus sobrinhos e de todos nós, familiares, que tivemos o privilégio de conviver com alguém tão dedicado à família e generoso. Meu primeiro sobrinho, meu primeiro amor incondicional”, diz trecho da nota de pesar.

Márcio estava de férias com as duas filhas e, ao perceber que elas estavam se afogando, entrou no mar para salvá-las. Infelizmente, ele não conseguiu sair logo, e quando foi retirado já estava sem vida.

A vítima atuava como especialista em captação de recursos e morava atualmente em São Paulo (SP). Porém, era natural de Tarauacá, interior do Acre, cidade natal também da deputada federal.

Ainda conforme a nota, o corpo de Márcio deve ser trasladado para a capital Rio Branco para velório e sepultamento. A data ainda não foi divulgada.

Nota na íntegra da deputada

É com profundo pesar que comunico o falecimento do meu amado sobrinho Márcio Neri Leite, ocorrido nesta quinta-feira, em Fortaleza (CE).

Márcio estava de férias com as duas filhas e, ao perceber que elas estavam se afogando, conseguiu salvá-las. Infelizmente, ele não conseguiu sair do mar, e quando foi retirado já estava sem vida.

Uno-me à dor de sua mãe, minha irmã Missilene; de suas filhas, Sofia e Valentina; de seus irmãos, Marcelo e Márcia Richelle; de seu pai, Mirabor Leite; de seus sobrinhos e de todos nós, familiares, que tivemos o privilégio de conviver com alguém tão dedicado à família e generoso. Meu primeiro sobrinho, meu primeiro amor incondicional.

Estamos cuidando das providências para o traslado do corpo para Rio Branco e, em breve, informaremos a data, o horário e o local do velório e do sepultamento.

Com informações G1

Rio Acre chega a 13,66 metros e se mantém acima da cota de alerta em Rio Branco

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O nível do Rio Acre seguiu em elevação ao longo desta quinta-feira, 15, e atingiu 13,66 metros às 18h, segundo boletim divulgado pela Defesa Civil de Rio Branco. Com isso, o manancial permanece acima da cota de alerta, estabelecida em 13,50 metros, e se aproxima da cota de transbordamento, que é de 14,00 metros.

De acordo com os registros do monitoramento, às 5h59 o rio marcava 13,44 metros. Às 9h, o nível subiu para 13,53 metros, ultrapassando a cota de alerta. Ao meio-dia, o Rio Acre chegou a 13,56 metros, avançando para 13,60 metros às 15h e alcançando 13,66 metros no fim da tarde.

Nas últimas 24 horas, foi registrado acumulado de 4,00 milímetros de chuva na capital. A Defesa Civil segue acompanhando a situação e mantendo o monitoramento contínuo do rio.

MPAC investiga suspeita de funcionários fantasmas na Câmara de Rio Branco

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Promotoria apura se servidores recebem salários sem trabalhar e aponta possível prejuízo ao dinheiro público

O Ministério Público do Acre (MPAC) abriu uma investigação para verificar se existem pessoas em cargos de confiança que estariam recebendo salários sem trabalhar na Câmara Municipal de Rio Branco. A medida foi tomada pela promotora de Justiça Laura Cristina de Almeida Miranda e publicada no Diário Eletrônico.

A apuração começou em 2025, depois de uma denúncia que levantou indícios de irregularidades nas nomeações. Na época, a Casa Legislativa enviou documentos de nomeação e exoneração, além de explicações iniciais. Com o fim do prazo e diante da necessidade de mais informações, o MPAC decidiu aprofundar o caso.

O objetivo da investigação é comparar os registros oficiais com o trabalho realmente feito, identificar possíveis prejuízos aos cofres públicos e verificar se houve intenção de burlar o sistema. A promotoria afirma que a apuração deve esclarecer se os salários foram pagos mesmo sem os servidores exerceram de fato suas funções.

Entre as medidas já adotadas estão o registro do procedimento nos sistemas internos, a publicação da portaria e a solicitação de novos documentos e informações considerados importantes para esclarecer os fatos.

Ministério Público pede indenização milionária à família de vítimas do Crime da Motosserra

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Família de Agilson Firmino e filho pode receber reparação quase três décadas após os assassinatos

O Ministério Público do Acre (MPAC) entrou com uma ação civil pública para que o Estado seja condenado a pagar indenização de R$ 1 milhão à família de Agilson Firmino dos Santos, conhecido como Baiano, e de seu filho Wilder Firmino dos Santos, mortos em 1996 no episódio que ficou marcado como Crime da Motosserra. O órgão também solicita mais R$ 1 milhão por danos coletivos, pensão vitalícia de um salário mínimo e um ato oficial de pedido de desculpas.

Os crimes ocorreram em Rio Branco por um grupo de extermínio liderado pelo então deputado federal Hildebrando Pascoal. Segundo o MPAC, policiais civis e militares participaram das execuções utilizando a estrutura do governo. A ação foi protocolada na Vara da Fazenda Pública e sustenta que houve omissão prolongada diante de graves violações de direitos humanos.

Agilson dos Santos foi capturado ilegalmente em setembro de 1996, mantido em cárcere e submetido a tortura extrema. Mutilado ainda vivo com uma motosserra, teve braços e pernas amputados antes de ser morto. O filho dele, de apenas 13 anos, foi sequestrado, torturado e executado com dois tiros na cabeça. Os corpos foram abandonados em locais públicos como forma de intimidação.

O MPAC argumenta que a condenação penal dos envolvidos não foi suficiente para reparar os danos emocionais e materiais da família. A ação destaca que os homicídios configuram violações de direitos humanos praticadas por agentes estatais e, por isso, são imprescritíveis. O promotor Thalles Ferreira Costa afirmou que a reparação civil é necessária para preservar a memória das vítimas e assegurar justiça mínima diante de crimes que chocaram o país.

Na década de 1990, o grupo de extermínio comandado por Hildebrando Pascoal foi associado a mais de cem assassinatos, desaparecimentos e outros crimes. A gravidade da situação levou à atuação da Polícia Federal, à instalação de uma CPI no Congresso e à cassação do mandato do deputado. Como resultado das ações, ele foi condenado a mais de 100 anos de prisão e cumpre pena em regime semiaberto.

A família das vítimas, que precisou deixar o Acre apenas com a roupa do corpo, ainda carrega sequelas emocionais quase três décadas depois. Em 2015, o MPAC tentou viabilizar administrativamente uma reparação, mas a proposta não avançou no Executivo nem no Legislativo. Agora, a ação civil pública busca responsabilizar o Estado e garantir que a memória de Agilson e Wilder não seja esquecida.

Programa 1.001 Dignidades acumula atrasos, falhas, vira sinônimo de desperdício de dinheiro e poderia se chamar “1.001 problemas”

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O Programa 1001 Dignidades bem que poderia mudar de nome, dado o volume de atrapalhos que acumulou desde o seu anúncio, e passar a se chamar “1001 Problemas”. Com quase três anos de lançado, o programa, que já teve o lançamento adiado, segue sendo modelo de entrave e suposto desperdício de dinheiro público. Após a Prefeitura de Rio Branco já ter pago, em dezembro de 2025, a empresa responsável pela construção dos graiders, placas construídas como uma espécie de fundação, a reportagem da Folha do Acre esteve no local de construção e constatou que o trabalho está sendo refeito, supostamente após sido mal construído. Outra denúncia dá conta que a empresa que ganhou a licitação passou parte da obra para ser executada por outra empresa.

Lançado oficialmente em 2023, o programa foi apresentado pela gestão do prefeito Tião Bocalom como uma iniciativa ousada, com a promessa de construir 1.001 casas populares em um único dia, atendendo famílias em situação de vulnerabilidade e moradores de áreas de risco. A proposta chegou a ser divulgada como candidata a recorde no Guinness Book, tornando-se uma das principais vitrines da administração municipal.

Entretanto, passados quase três anos do anúncio, o que se vê é um programa marcado por atrasos sucessivos, falhas de planejamento, retrabalho e ausência de resultados concretos. A entrega das casas, inicialmente prometida para o Dia das Mães de 2024, não ocorreu. Posteriormente, novas datas foram anunciadas e também não cumpridas.

Ao que tudo indica os problemas não se limitam ao cronograma. O programa passou a ser alvo de denúncias de desperdício de dinheiro público, especialmente relacionadas ao pagamento de empresas contratadas, aluguel de galpões e máquinas, compra e armazenamento de madeira e execução de serviços que precisaram ser refeitos. O caso mais recente envolvendo os graiders reforça esse cenário, pois mesmo após o pagamento, a estrutura apresentou falhas técnicas, exigindo nova intervenção e levantando questionamentos sobre a qualidade da execução e a fiscalização dos contratos.

Vale frisar que os vereadores de oposição realizaram fiscalizações em 2025  nos locais onde a madeiras da construção das casas estavam armazenadas e denunciaram a existência de materiais deteriorando por falta de uso, além de estruturas paralisadas. As críticas apontam que recursos públicos foram empregados sem o devido planejamento, resultando em prejuízos e atraso ainda maior na execução do programa.

Outro ponto que contribuiu para o desgaste do 1001 Dignidades foi o ano eleitoral de 2024. A prefeitura alegou impedimentos legais para realizar entregas naquele período, mas, mesmo após as eleições, o programa continuou sem avançar no ritmo anunciado. Em 2025, a própria gestão municipal confirmou a suspensão do formato original do projeto, informando que os terrenos preparados para o 1001 Dignidades seriam destinados ao programa federal Minha Casa, Minha Vida.

A mudança, embora apresentada como uma readequação estratégica, foi interpretada por críticos como o esvaziamento do programa, que deixou de existir como concebido inicialmente. Na prática, a promessa de construir 1.001 casas em um único dia foi abandonada.

O Ministério Público do Estado do Acre também passou a acompanhar o caso, instaurando procedimentos para apurar falhas no planejamento, ausência de projeto executivo completo e problemas de licenciamento urbanístico e ambiental. O Tribunal de Contas do Estado foi acionado para analisar contratos e despesas vinculadas ao programa, diante das denúncias públicas.

Enquanto isso, as famílias que aguardavam uma moradia digna continuam vivendo em áreas alagadiças ou de risco, enfrentando enchentes e insegurança. Para esses moradores, o 1001 Dignidades representa hoje mais uma promessa frustrada do poder público.

A respeito dos “gradiers” e sublocação de parte da obra, o secretário de infraestrutura, Cid Ferreira, negou qualquer irregularidade. Cid afirmou que a sub-rogação de contrato está prevista em lei, sendo que o contrato está segundo dentro dos trâmites legais. Até o fechamento desta matéria, Cid Ferreira não havia exercido o direito de contraditório quando a denúncia dos “gradiers”. O espaço segue aberto.

Polícia prende 3 suspeitos de integrarem organização criminosa com armas e drogas no Segundo Distrito da capital

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A Polícia Militar através da companhia ROTAM, do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), com apoio da Força Tática do 2º Batalhão, prendeu três suspeitos de integrarem organização criminosa na noite da última quarta-feira (14), no Segundo Distrito de Rio Branco.

A operação policial aconteceu na Rua 11 de Fevereiro, no bairro Belo Jardim II, local de intenso conflito entre organizações criminosas que atuam naquela localidade.

De acordo com informações da polícia, a guarnição da ROTAM realizava um patrulhamento preventivo e ostensivo quando recebeu a informação de que dois indivíduos estariam armados nas proximidades de apartamentos na Rua 11 de Fevereiro. Prontamente os militares se dirigiram até o local para verificar a veracidade das informações, ao se aproximarem, duas pessoas em atitude suspeita empreenderam fuga e entraram em um apartamento.

Foi solicitado o apoio da Força Tática do 2º Batalhão para prosseguirem na ação. No local, três pessoas foram detidas, um dos indivíduos é monitorado por tornozeleira eletrônica, ele foi identificado como Wellington Souza da Silva, de 27 anos, os outros dois detidos é um homem de 44 anos e um jovem de 19 anos.

A polícia informou que Wellington e o jovem de 19 anos estavam armados com duas garrunchas .28 com vários cartuchos intactos, já o homem de 44 anos afirmou que era o responsável pelo imóvel e teria dado abrigo aos dois detidos que estavam fugindo de um possível confronto armado com integrantes de facções rivais.

Após uma varredura no local, a polícia encontrou as duas armas de fogo escondidas, vários cartuchos e um invólucro grande de substância análoga a cocaína.

O local era monitorado por câmera de vigilância, toda vez que a polícia se aproximava os suspeitos empreendiam fuga.

Diante das evidências, o trio recebeu voz de prisão por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.

Na Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA), Wellington informou que responde a processo judicial por roubo e é investigado por tentativa de homicídio.

Prefeito Gerlen Diniz é multado por falta de transparência em contratos de Sena Madureira

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TCE-AC aponta falhas em cadastro de contratos e determina correções

O Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) aplicou multa ao prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP), por descumprimento da resolução que obriga o registro de contratos públicos.

A penalidade, no valor de R$ 2.726, foi definida após a constatação de que documentos referentes ao exercício de 2025 foram cadastrados fora do prazo ou sequer inseridos no sistema oficial.

A decisão foi tomada de forma unânime pela 2ª Câmara do TCE. O relator, conselheiro Ronald Polanco Ribeiro, destacou que a falha representa desrespeito à Resolução nº 129/2024, que estabelece regras para transparência e controle das contratações municipais.

Além da multa, a prefeitura deve inserir todas as informações pendentes no portal de licitações (Licon), com seus respectivos anexos, em até 30 dias. O pagamento da penalidade também deve ser comprovado junto à Corte dentro do mesmo período.

Caso o prazo não seja cumprido, novas responsabilidades poderão ser atribuídas ao gestor.

O processo foi acompanhado pelo Ministério Público de Contas (MPC), representado pela procuradora Anna Helena de Azevedo Lima. Após as medidas determinadas, os autos serão arquivados.