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Vereador Fábio Araújo convoca Bocalom e Joabe Lira para falar sobre agressão a garis

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O vereador de Rio Branco pelo PDT, Fábio Araújo, apresentou requerimento à Mesa Diretora da Casa Legislativa para que seja encaminhado à Prefeitura de Rio Branco para que o prefeito Tião Bocalom e o secretário de Zeladoria, Joabe Lira, compareçam à Câmara para explicar o que aconteceu para que a Polícia Militar fosse chamada para conter uma manifestação pacífica de garis que protestavam pela falta de salários.

Fábio diz que é necessário que o prefeito venha a público e diga o que aconteceu durante a ação que ele considera absurda.

“O prefeito sumiu. A imprensa não conseguiu achar ele para falar sobre o assunto e por isso apresento requerimento para que o prefeito, o secretário e, se for o caso, os donos dessas empresas terceirizadas venham a público dizer o que aconteceu”, diz.

O vereador Joaquim Florêncio apoiou a ideia de Fábio Araújo e diz que é absurdo que garis e margaridas estejam sem receber seus respectivos salários.

Senadora Mailza Gomes destaca a importância da promulgação do novo auxílio emergencial

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“Para muitas famílias no Acre e no Brasil que foram duramente afetadas pela pandemia a retomada do pagamento é essencial” , diz a senadora

A senadora Mailza Gomes (Progressista – AC) destacou a importância da promulgação pelo Congresso Nacional da PEC Emergencial que vai permitir ao governo federal o pagamento de um novo auxílio às pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social decorrente da pandemia da covid-19 que ainda se alastra pelo país.

Logo após a sessão solene ocorrida ontem, 15, no Senado Federal, a senadora Mailza, que na condição de líder do Bloco Unidos Pelo Brasil atuou fortemente pela aprovação e promulgação da PEC, salientou que o esforço de todos os parlamentares foi importante. A parlamentar também reiterou que o Congresso está preocupado com a população carente que sofre com o aumento do desemprego ocasionado pela paralisação de alguns setores da economia. “Não podemos deixar essas pessoas desassistidas e o Congresso Nacional deu a resposta ao permitir que o Poder Executivo ofereça esse amparo assistencial a muitos brasileiros duramente atingidos pela pandemia”, disse a senadora.

A senadora Mailza Gomes disse ainda que este novo auxílio emergencial é ainda mais significante para a população carente de seu estado, pois além da pandemia, o Acre enfrenta um surto de dengue e a cheia dos rios que afetaram mais de 100 mil pessoas e deixaram alguns municípios em situação de calamidade pública. “Estive semana passada nos municípios que sofreram com as alagações, acompanhei de perto milhares de famílias desabrigadas, muitas sem ter o que comer. O Acre ainda se recupera deste que foi um dos períodos mais sofridos de nossa história. Mantenho a fé e a esperança de que venceremos esta situação tão difícil e que o meu estado e o Brasil partirão para tempos de prosperidade por meio de investimentos nos setores produtivos da nossa economia”, acrescentou Mailza.

A PEC Emergencial tem um valor de R$ 44 bilhões e será paga em quatro parcelas de março a junho. O governo federal deve editar agora duas medidas provisórias: uma para liberar dinheiro para os pagamentos; e outra para estabelecer quem vai receber, qual o valor e em quantas parcelas.

Deputado diz que Bocalom se declarou incapaz de administrar Rio Branco e fala em impeachment

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O deputado estadual Edvaldo Magalhãe (PCdoB) usou a sua fala na sessão remota desta terça-feira (16) da Assembleia Legislativa para cobrar um diálogo e que a Prefeitura de Rio Branco pague os salários atrasados dos garis, margaridas e roçadores da capital acreana que está dois meses sem receber.

Edvaldo comentou sobre as agressões sofridas pelos servidores da Zeladoria durante protesto na segunda-feira (15).

“As imagens são chocantes. Aquilo foi uma covardia. Os garis estavam cobrando seus salários atrasados e receberam spray de pimenta na cara, cassetetes e cachorros valentes a pedido da prefeitura”, disse o deputado.

O deputado comunista afirmou que Bocalom não tem capacidade para administrar a cidade de Rio Branco.

“O prefeito Bocalom não tem capacidade de gerenciamento de crise e não tem capacidade administrativa. Bocalom se declarou imcapaz de administrar. Se o contrato e a medição é suspeita pague aos trabalhadores. Não se puna os trabalhadores. Pela primeira vez na história da administração pública municipal o prefeito antes dos 100 dias se declarou imcapaz de gerenciar a cidade. E já se fala em impeachment”, finalizou.

Câmara de Rio Branco mantém suspenso expediente dos servidores não essenciais

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O presidente da Câmara Municipal, vereador N Lima, resolveu manter suspenso o expediente interno dos setores não essenciais ao funcionamento da Casa Legislativa, em Rio Branco.

Os servidores lotados nos setores executarão suas atribuições em home office, sem prejuízo de eventual convocação para execução das atribuições presencialmente, ressalvados os que recebem vantagem acessória ao vencimento (Função Gratificada ou Cargo em Comissão) pelo exercício de encargos de direção, chefia, assessoramento e outros conforme ato oficial.

A medida foi publicada na edição do Diário Oficial desta terça-feira, 16.

Já as sessões ordinárias da Câmara Municipal de Rio Branco, continuarão em formato eletrônico, às terças e quintas-feiras, às 8h, sem prejuízo de eventual convocação de sessões extraordinárias.

 

Deputado pede que Bocalom e Gladson peçam desculpas aos garis após agressões da PM

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O deputado estadual Jenilson Leite (PSB) pediu que o governador do Acre, Gladson Cameli, e o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PP), peçam desculpas aos garis e roçadores que foram agredidos por homens da tropa de choque da Polícia Militar durante protesto pacífico na Secretaria de Zeladoria da Prefeitura de Rio Branco ocorrido na segunda-feira (15).

“O prefeito de Rio Branco, Bocalom, e o governador do Acre, Gladson Cameli, precisam vir a público pedir desculpas aos garis agredidos ontem. O prefeito por atrasar salários de dois meses e o governador por liberar a PM para agredir os trabalhadores”, disse o deputado.

Jenilson lembra também que Bocalom usou a campanha para fazer promessas que melhoraria as condições de trabalho dos servidores, mas que o que tem feito é perseguir trabalhadores e atrasar salários.

“Deixar trabalhadores que estão trabalhando dois meses sem receber e ainda recebem spray de pimenta na cara. que falta de sensatez e compromisso com o trabalhador. Tantas promessas na campanha e agora começa o mandato atrasando salários e mandado bater em trabalhadores”, lamenta o parlamentar.

Gladson é contra agressões a garis: ‘O respeito à democracia é também respeito à vida’

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O governador do Acre, Gladson Cameli, posicionou-se sobre as agressões sofridas por garis e roçadores durante protesto pacífico na seda da Secretaria de Zeladoria de Rio Branco.

Cameli afirmou que não compactua com abuso contra qualquer profissional, sejam eles garis, policiais militares ou qualquer integrante de classe trabalhadora.

Confira o texto:

“O Governo do Estado do Acre e eu não compactuamos com nenhuma desordem ou abuso contra qualquer profissional, sejam eles garis, policiais militares ou qualquer integrante de classe trabalhadora.

Lamento que, em plena expansão da pandemia da Covid-19 no Estado, pessoas mal intencionadas aproveitem a fragilidade do momento para desqualificar autoridades e pais de família que atuam na defesa de seus direitos e no cumprimento de suas funções junto à sociedade.

O respeito à democracia é também respeito à vida e às leis.

Esposa do deputado Alan Rick é transferida para Brasília após complicações da Covid

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Deputado diz que Michele já está entubada em hospital do DF e seu estado de saúde é considerado estável

O deputado federal Alan Rick (DEM) confirmou nesta terça-feira (16) que sua esposa, Michele Miranda, foi transferida para um hospital de Brasília para dar prosseguimento ao tratamento contra a Covid-19.

O parlamentar pediu aos amigos e familiares orações para que sua esposa consiga se recuperar da doença.

“Tivemos que transferir a Michele para Brasília nesta madrugada. Ela já está na UTI entubada, mas estável. Venho pedir novamente que mantenham as orações. Digo a vocês que se eu pudesse daria minha vida para ver minha esposa recuperada, amamentando nosso filho que ela ainda não teve a alegria de pegar nos braços e amamentar. Sigo orando, crendo e grato a Deus”.

Segue boletim da Michele:

A paciente Adriana Michele de Araújo Miranda, internada com covid crítico na UTI do Hospital Santa Juliana, está em curva de melhora progressiva graças ao excelente trabalho da equipe liderada pelos médicos intensivistas Eduardo Passos e Márcia Vasconcelos, pela Fisioterapeuta chefe Simone Fernandes e pela Enfermeira chefe Edna Lopes.

O cuidado de pacientes críticos, como o seu, no entanto, é um caminho longo, sinuoso e cheio de incertezas.

Como médico assistente, minha obrigação última é com a integridade do cuidado à saúde dos pacientes sob minha responsabilidade.

Como responsável por seu cuidado, tomei a decisão de recomendar e solicitar sua transferência para um serviço de maior complexidade, uma vez que conseguimos alcançar a estabilidade clínica necessária para o transporte seguro.

Julgo importante, por fim, lembrar que a situação pela qual passamos todos, no Acre e no Brasil, é de absoluta excepcionalidade pelo risco real de colapso de serviços e sistemas de saúde, públicos e privados.

Nos cuidemos todos.

Thor Dantas – CRM/AC: 560

Postado pelo Alan no Facebook

Bolsonaro é denunciado por tragédia humanitária na pandemia

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Governo brasileiro terá que responder ao Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas

O governo do presidente Jair Bolsonaro foi denunciado nesta segunda-feira no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra pela gestão que faz da pandemia de covid-19, doença que já matou mais de 278 mil pessoas no Brasil, maior número do mundo atrás apenas dos Estados Unidos.

A denúncia foi feita pelas organizações não-governamentais de defesa dos direitos humanos Comissão Arns e Conectas Direitos Humanos, que apontaram que o governo Bolsonaro levou o país a uma “devastadora tragédia humanitária”.

“Viemos aqui hoje para criticar as atitudes recorrentes do presidente Jair Bolsonaro sobre a pandemia”, disseram as entidades ao conselho.

“Ele desdenha das recomendações dos cientistas; ele tem, repetidamente, semeado descrédito em todas as medidas de proteção – como o uso de máscaras e distanciamento social; promoveu o uso de drogas ineficazes; paralisou a capacidade de coordenação da autoridade federal de Saúde; descartou a importância das vacinas; riu dos temores e lágrimas das famílias e disse aos brasileiros para parar ‘de frescura e mimimi’.”

Por várias vezes Bolsonaro minimizou a pandemia de Covid-19, afirmando que ela estava sendo superdimensionada e classificando a doença de “gripezinha”.

Ele também ataca constantemente as medidas de distanciamento social e restrições adotadas por governadores e prefeitos, além de raramente usar máscaras e de frequentemente promover aglomerações, desrespeitando assim recomendações de entidades internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), para conter a disseminação do vírus.

O presidente também já criticou vacinas e chegou a comemorar como uma vitória pessoal a breve interrupção, determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), dos testes no Brasil da CoronaVac, vacina contra Covid-19 do laboratório chinês Sinovac que foi testada no Brasil pelo Instituto Butantan, vinculado ao governo do Estado de São Paulo.

Bolsonaro chegou a afirmar que seu governo não compraria a CoronaVac e que ela não inspirava confiança por causa de sua origem chinesa. Atualmente, no entanto, a vacina da Sinovac responde pela esmagadora maioria das doses disponíveis na campanha nacional de vacinação contra a Covid-19.

Ele também defende medicamentos sem comprovação científica no tratamento da Covid, como a hidroxicloroquina, e afirma, contrariando as evidências disponíveis, que juntamente com outros remédios o medicamento, usado no tratamento de malária e doenças autoimunes, compõe um “tratamento precoce” contra o coronavírus.

Terra

Acre registra 132 mortes por Covid somente nas 2 primeiras semanas de março

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Coronavirus-Covid-19 - Movimentação de ambulâncias, pacientes, enfermeiros, bombeiros e socorristas no Hospital Regional da Asa Norte, local de referência para paciebtes com a Covid-19. Sérgio Lima/Poder360 04.04.2020

O Acre registrou apenas nos primeiros 15 dias do mês de março deste ano, 5.406 novos casos de infecção pelo coronavírus, além de 132 óbitos em decorrência da doença na mesma data.

As informações foram apuradas pelo site Agazeta.net com base nos boletins covid-19 divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) ao longo dos dias.

O mês de fevereiro de 2021 havia apresentado o maior número de casos de infecção pela covid-19, além do maior número de mortes, durante toda a pandemia. Foram 9.067 novos casos e 131 óbitos em decorrência da doença no Acre.

Em comparação ao mês de fevereiro, apenas na primeira metade de março o número de óbitos já foi ultrapassado, possivelmente se tornando o pior mês da pandemia até o momento.

Se lockdown nos finais de semana não surtir efeito, Acre vai fechar comércio na semana

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No último sábado e domingo, 13 e 14, todo o Acre viveu o primeiro fim de semana de medidas restritivas para conter o avanço da Covid-19, que segue em seu momento de ápice, com a ocupação de leitos de UTI e enfermaria chegando próximo ao limite, além de uma explosão de novos casos da doença, tendência observada praticamente em todo o país hoje e que colocou o Brasil como epicentro da pandemia mundial.

Apresentado em junho do ano passado, o Pacto Acre Sem Covid é a ferramenta usada pelo Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 para avaliar o cenário da pandemia no estado com o principal intuito de preservar vidas, mas criando também um equilíbrio harmônico entre a saúde, a economia e o direito do trabalho.

Com diversas atualizações realizadas pelos integrantes do Comitê de acordo com o cenário da doença no estado e sabendo que o isolamento social ainda é a medida mais eficaz de contenção do vírus, o governo do Estado optou recentemente por tomar um modelo de abertura que tenta não prejudicar os pilares da sociedade.

“Essa é uma tentativa de dar um fôlego para a economia do Acre, tomando a medida de manter as atividades comerciais e sociais abertas durante a semana, com um quantitativo mínimo. Mas, como contraponto, a fim de reduzir esse impacto da flexibilização e circulação do vírus na semana que ainda existe, foi tomada a medida de um isolamento mais rígido para redução do contágio no fim de semana. É um contrapeso”, conta Karolina Sabino, coordenadora do Pacto Acre Sem Covid.

A medida segue como excepcional e temporária, em que as regras mais rígidas são válidas somente nos fins de semana, feriados e pontos facultativos, e permitem apenas a abertura de serviços essenciais, como hospitais, farmácias, postos de gasolina para veículos do setor público e funerárias. Durante o horário em que o decreto vigora, não é permitida a permanência de pessoas, em qualquer número, em espaços públicos e privados destinados à recreação e ao lazer.

Vale lembrar que o esforço no combate à pandemia de Covid-19 tem que vir de toda a população. Mesmo com o relaxamento durante a semana, o isolamento e distanciamento social seguem como cuidados essenciais para a contenção da doença. O próprio governo do Estado tem adotado o trabalho remoto para seus servidores, para que haja sempre o mínimo de pessoas nas ruas. Já para os cidadãos que ainda precisam sair de casa, as medidas já conhecidas por todos devem ser adotadas integralmente, como o uso de máscaras e a higienização das mãos.

“Essa é uma tentativa que o Estado tem adotado para não prejudicar de forma muito agressiva a economia, mas, se for comprovado que esses dois dias de restrição não estão surtindo o efeito esperado, pode ser necessário aumentar a quantidade de dias ou medidas mais rígidas precisarão ser tomadas. Por isso, precisamos da compreensão de toda a população, que deve fazer a sua parte”, completa Karolina.