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“Saio animado da reunião com a vice-governadora Mailza”, diz pré-candidato ao Senado, Eduardo Veloso

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O deputado federal Eduardo Veloso ( União Brasil) concedeu entrevista ao jornal Folha do Acre na manhã de sexta-feira (23) afirmando que saiu otimista da reunião com a vice-governadora Mailza, que percebe que ela tem um carinho pela pré-candidatura dele ao Senado e que não considera a menor possibilidade de retirada da pré-candidatura.

Veloso que vem trabalhando há meses na pré-candidatura diz que entende que o momento é de mudanças na política e se sente pronto para a disputa. Ele reforçou a afinidade com a vice-governadora Mailza que é pré-candidata ao governo do Acre.

“Foi uma ótima reunião, eu percebo que ela tem um respeito e um carinho pelo nosso projeto. Sou do União Brasil e estamos nessa aliança com o PP da vice-governadora. Sou pré-candidato e irei buscar construir isso da melhor forma possível”, diz.

Em meio à alagação e desabrigados, secretário de Assistência Social deixa Rio Branco e vai participar de caminhada em apoio a Bolsonaro no DF

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João Marcos Luz viajou para participar de caminhada em apoio à anistia de Bolsonaro/Foto: Reprodução Instagram

Em meio à alagação que atinge Rio Branco e deixa famílias em situação de vulnerabilidade, o secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), João Marcos Luz, deixou a capital acreana para participar de uma manifestação em apoio à anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro e de presos pelos atos de 8 de janeiro, em Brasília (DF).

Nas redes sociais, o gestor publicou vídeos anunciando sua participação na chamada “Caminhada da Liberdade”, organizada por apoiadores do ex-presidente e liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG). Em uma das gravações, Luz afirma que está deixando Rio Branco para integrar o ato político, representando o prefeito Tião Bocalom, o senador Márcio Bittar e o movimento de direita no Acre.

“Meu espírito me diz que eu preciso ajudar. Estou saindo daqui a pouco e vou para a caminhada até Brasília. Vou representando o líder da direita, o movimento da direita do Acre, o prefeito Tião Bocalom. Eu tenho certeza, que de coração, todos os patriotas”, disse o secretário em um vídeo publicado em seu perfil.

Na legenda da publicação, Luz destacou a dependência financeira do estado em relação à União. “Nosso estado depende em cerca de 70% de recursos federais. O que acontece em Brasília reflete diretamente no Acre. Por isso, precisamos lutar por um Brasil melhor, para termos um Acre mais forte”, escreveu.

Em outro vídeo, o secretário reforçou o discurso religioso e político, afirmando que “a solução que o Acre precisa passa pelo Congresso Nacional e pela Presidência da República” e que o momento exige “a junção do esforço físico com a fé”.

“Meus irmãos, tudo é possível ao que crê, nós cremos em Deus, e também fazemos a nossa parte. Estamos aqui fazendo a nossa parte, é a junção do esforço físico com a fé, certamente a vitória virá”, destacou Luz.

Já em uma terceira gravação, ao lado do senador Márcio Bittar, o gestor defendeu a mobilização em favor de Bolsonaro e dos presos do 8 de janeiro, afirmando que se trata de uma luta “pela liberdade”.

“Eu falei senador que essa guerra não é só física é espiritual também. Eu estou fazendo a parte física e certamente quem está em casa está orando. Vamos vencer!”, declarou João Marcos.

A manifestação, chamada de “Caminhada da Liberdade”, está no quinto dia de mobilização. O grupo saiu do interior de Minas Gerais na segunda-feira, 19, e segue em direção a Brasília, com previsão de chegada neste domingo, 25, ao meio-dia, na Praça do Cruzeiro, onde está programado um ato público. O percurso desta semana teve como ponto de partida a cidade de São Bartolomeu, a cerca de 40 quilômetros de Luziânia.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram manifestantes vestindo roupas verdes e amarelas, camisetas com frases de apoio ao ex-presidente e bandeiras do Brasil. A mobilização reúne políticos, apoiadores e lideranças conservadoras de diversas regiões do país.

Rennan Biths diz que não vê motivos para a exoneração do primo de cargo no governo

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Após a exoneração do primo que ocupava um cargo de confiança no governo do Acre, o secretário de Articulação da Prefeitura de Rio Branco, Rennan Biths, afirmou à Folha do Acre que não vê motivos para exoneração e que conversou com o próprio secretário de Saúde, Pedro Pascoal, onde Rogério Biths estava lotado e este também não saberia explicar as causas da dispensa.

Evitando falar em perseguição, Rennan afirmou apenas que não vê justificativa e que Rogério estava na Secretaria de Saúde desde o primeiro governo de Cameli.

“Eu não sei explicar o motivo, liguei para o secretário de Saúde e ele também não sabe. Só sei que ele trabalhava normalmente desde o primeiro governo do Gladson” frisou.

TCE investiga contratação de show de drones de R$ 743 mil e dá prazo de 15 dias para prefeitura de Rio Branco se explicar

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O Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) instaurou uma representação para apurar a regularidade do Pregão Eletrônico nº 085/2025, que destinou R$ 743 mil em recursos públicos para a contratação de um show de drones no evento Natal Iluminado de Rio Branco. A licitação foi conduzida pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra), sob responsabilidade do secretário Antonio Cid Rodrigues Ferreira.

O processo administrativo, de nº 148.473-TCE/AC, foi publicado no Diário Eletrônico de Contas na quarta-feira, 21, e trata da contratação de apresentações artísticas com drones, incluindo espetáculos aéreos com efeitos cênicos e luminotécnicos, além do fornecimento de equipamentos, suporte técnico e execução dos serviços operacionais previstos na programação natalina da capital acreana.

A medida foi adotada após análise técnica preliminar do corpo técnico do Tribunal, que apontou indícios de possíveis irregularidades no procedimento licitatório. A representação está sob relatoria do conselheiro Valmir Gomes Ribeiro.

Por determinação do relator, o secretário Antonio Cid Rodrigues Ferreira foi formalmente citado para tomar ciência do Relatório Preliminar de Análise Técnica e apresentar justificativas no prazo improrrogável de 15 dias úteis, referentes aos pontos levantados nos subitens 3.1 e 3.2 do documento.

O TCE-AC informou que o não envio das justificativas dentro do prazo poderá resultar em sanção administrativa, conforme previsto no artigo 89, inciso II, da Lei Complementar Estadual nº 38/1993. O órgão também destaca que, na ausência de manifestação, o responsável poderá ser considerado revel, conforme a legislação vigente.

O relatório técnico que fundamenta a representação está disponível no Portal do Gestor do TCE-AC, acessível por meio do sistema eletrônico do Tribunal. Até o momento, a Prefeitura de Rio Branco não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

Após Bocalom lançar pré-candidatura, Gladson exonera primo do secretário de Articulação Política da Prefeitura de Rio Branco

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Demissão amplia tensão no tabuleiro político da direita conservadora

O governador Gladson Camelí (PP) exonerou Rogério Biths de Lima do cargo de chefia em comissão no setor de transportes da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O ex-servidor é primo do secretário municipal de Saúde e Articulação de Rio Branco, Rennan Biths.

A medida, publicada no Diário Oficial da última quarta (21/1), veio poucos dias depois do anúncio da pré-candidatura do prefeito Tião Bocalom (PL) ao governo do Acre, gesto que ampliou a disputa política e trouxe repercussões imediatas na administração estadual.

O documento oficial registra a saída do grupo de Chefia, Assistência e Assessoramento, referência CAS-3. Lotado na Sesacre desde janeiro de 2023, Rogério Biths recebia remuneração bruta de R$ 3.821,61 e vencimento líquido de pouco mais de R$ 2.400, conforme demonstrativo de pagamento.

A ligação familiar com Rennan Biths, que atua também como articulador político de Bocalom junto à Câmara Municipal, dá à decisão de Camelí um peso simbólico. Mais do que um ato administrativo, trata-se de uma disputa de forças nos bastidores da política acreana, que se intensifica antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral.

Boletim da Fiocruz aponta risco elevado de SRAG no Acre com avanço de internações por influenza A

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O Acre segue registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com tendência de crescimento no longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada na quinta-feira, 22, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

De acordo com o levantamento, o aumento dos casos no estado está sendo impulsionado principalmente pela influenza A, que tem elevado o número de hospitalizações em diferentes faixas etárias, incluindo crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.

A análise considera a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também identifica cenário semelhante no Amazonas. Já o panorama nacional apresenta comportamento distinto: no Brasil, há queda nos casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.

Nas quatro semanas epidemiológicas mais recentes no país, entre os casos positivos de SRAG, a distribuição dos vírus foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, os percentuais foram de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.

Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, destacou a necessidade de medidas de proteção, como o uso de máscaras em unidades de saúde e em ambientes fechados com grande circulação de pessoas, além do reforço da vacinação, especialmente entre os grupos prioritários. “É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.

Abrigo de migrantes em Rio Branco opera acima da capacidade e alerta para aumento do fluxo em 2026

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A Casa de Passagem e Abrigo para Migrantes de Rio Branco tem desempenhado um papel fundamental no atendimento à população migrante que entra diariamente no Brasil pelo estado do Acre e segue até a capital acreana. Há cinco anos em funcionamento, o espaço tem como principal missão retirar os migrantes da situação de vulnerabilidade extrema, oferecendo acolhimento imediato, alimentação, cuidados de saúde e orientação social.

Muitos dos migrantes chegam a Rio Branco após longas jornadas a pé, em condições precárias, necessitando de atendimento urgente. O trabalho desenvolvido na casa inclui apoio para emissão de CPF, acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS), encaminhamento para atendimento médico, assistência jurídica e parcerias voltadas à inserção no mercado de trabalho.

Segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), mais de 650 migrantes passaram pela capital acreana em 2025, sendo cerca de 70% de nacionalidade venezuelana. A predominância de venezuelanos entre os acolhidos reflete a crise humanitária no país vizinho e o fluxo contínuo de pessoas em busca de melhores condições de vida.

O diretor de Assistência Social do município, Ivan Ferreira, destacou que o fluxo migratório tem aumentado significativamente nos últimos anos. “A casa de passagem é nossa referência. Nós temos um veículo próprio que transporta os migrantes para emissão de documentação na Polícia Federal, encaminhamos para a saúde e realizamos todo esse acompanhamento. Em 2025, tivemos 654 migrantes que passaram pela casa, sendo a maioria venezuelanos”, afirmou.

Atualmente, o abrigo possui capacidade para cerca de 50 migrantes, mas tem sido comum receber um número superior a esse limite, o que gera superlotação. Ferreira explica que o atendimento deveria seguir um fluxo que começa em Assis Brasil, na fronteira, mas muitos migrantes chegam diretamente a Rio Branco, sem triagem prévia, o que dificulta o planejamento das políticas públicas. “Quando o imigrante vem sem esse fluxo, ele acaba ficando em situação de rua, e a nossa política não é essa”, ressaltou.

A situação é agravada por dificuldades no financiamento do serviço. A capital recebe cerca de R$ 740 mil por semestre do governo federal, mas o repasse referente ao segundo semestre de 2025 ainda não foi efetuado. Com isso, a casa de acolhimento tem funcionado com cerca de 70% de recursos próprios do município, o que limita a capacidade de atendimento e expansão do serviço.

Recentemente, cerca de 20 migrantes permaneceram na rodoviária de Rio Branco, onde recebem alimentação, como café da manhã, almoço e jantar, além de apoio para utilização dos banheiros do local, enquanto aguardam encaminhamentos para outros estados ou oportunidades de trabalho.

De acordo com a SASDH, a movimentação tende a aumentar em 2026, especialmente após o agravamento da crise política na Venezuela, com a captura do presidente Nicolás Maduro em 3 de janeiro, durante uma operação liderada pelos Estados Unidos, o que intensificou a instabilidade no país e pode impulsionar novos fluxos migratórios.

Sob chuva, Bittar continua caminhada pela anistia de Bolsonaro e diz que pesquisas indicam vitória de Flávio sobre Lula

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Sob chuva, o senador Márcio Bittar (União Brasil/AC) continua a caminhada de Paracatu (MG) até Brasília (DF) em ato de apoio à anistia do ex-presidente Jair Bolsonaro e demais presos do 8 de janeiro.

Em vídeo publicado nesta sexta (23/1), Bittar afirmou nas redes sociais que “as pesquisas já indicam a vitória de Flávio Bolsonaro” e que o Partido dos Trabalhadores (PT) estaria “desesperado”.

A marcha, organizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), percorre a BR-040 desde a última segunda (19/1) e já ultrapassou 120 quilômetros. Ao chegar à capital federal, os organizadores prometem uma manifestação no domingo (25/1), com o lema “Acorda Brasil”.

Enquanto o movimento acusa o PT de tentar impedir a caminhada, o partido, por meio do deputado Lindbergh Farias (RJ), pediu à Polícia Rodoviária Federal que interrompa o deslocamento por falta de comunicação prévia e riscos à segurança viária.

A PRF confirmou que acompanha o trajeto e alertou para os perigos da rodovia.

Zé Lopes cobra limpeza dos igarapés e critica prioridades da prefeitura após alagações

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Vereador Zé Lopes/Foto: Reprodução

Enquanto o agora pré candidato ao governo Tião Bocalom reunia imprensa para anunciar sua intenção de disputar vaga ao Governo do Estado, o vereador Zé Lopes foi às ruas para fiscalizar e denunciar a falta de limpeza dos igarapés da cidade.

Diante dos impactos causados pelas fortes chuvas e das recorrentes alagações em Rio Branco, Zé Lopes voltou a cobrar da prefeitura ações efetivas de prevenção, especialmente a limpeza constante dos igarapés da capital, que segundo denúncias de moradores, não acontecem com frequência.

Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta quarta-feira (21), o parlamentar criticou o que chamou de inversão de prioridades da gestão municipal: enquanto alguns bairros estão sofrendo com alagações, outros sofrem com a falta de água nas torneiras, comerciantes se sentem abandonados pela Prefeitura que segue anunciando obras milionárias, como a construção de mais um viaduto.

O vereador também criticou que, em meio a esse cenário de caos enfrentado pela população, o prefeito tenha anunciado sua candidatura ao governo do Estado.

Para o parlamentar, uma cidade que se propõe a ser moderna e com estrutura de capital, precisa garantir o básico: limpeza pública e cuidado com as pessoas. Ele também criticou ações pontuais realizadas apenas após as tragédias, classificando-as como tardias e ineficazes.

“Depois não adianta aparecer em abrigo serrando madeira para dizer que está fazendo alguma coisa. Prevenção é o que evita o sofrimento”, declarou.

Para o vereador, a solução passa por uma parceria entre moradores e prefeitura.
Ele informou que irá apresentar uma indicação na Câmara Municipal cobrando ações contínuas de limpeza e manutenção dos igarapés, ao mesmo tempo em que salientou a importância da colaboração da população.