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Funcionários terceirizados da Saúde denunciam atraso de salários em Rio Branco

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Funcionários terceirizados que atuam na Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa), em Rio Branco, denunciaram atraso no pagamento de salários. Segundo relato encaminhado à reportagem do Folha do Acre, os trabalhadores afirmam que estão sem receber e que, até o momento, não há previsão para o depósito dos vencimentos.

De acordo com os funcionários, a situação não seria inédita e vem se repetindo ao longo do tempo. Eles relatam dificuldades financeiras e dizem que muitos estariam sendo “obrigados a pedir dinheiro emprestado para um e outro”.

Ainda segundo os trabalhadores, a falta de pagamento tem causado impactos diretos no cotidiano das famílias. “Com a conta de luz vencida, sem o que comer em casa, porque simplesmente a secretaria não fez o pagamento das empresas e nem sequer dão alguma justificativa”, diz um dos trechos do relato enviado à reportagem.

Em nota encaminhada ao jornal, os funcionários terceirizados vinculados à Secretaria Municipal de Saúde formalizaram denúncia contra as empresas Effort e Asa, responsáveis pelos contratos de prestação de serviços. Segundo o relato, os atrasos vêm ocorrendo desde 2025 e têm causado prejuízos financeiros e pessoais aos trabalhadores.

“Muitos profissionais dependem exclusivamente desses valores para cumprir seus compromissos básicos, como aluguel, alimentação, transporte e demais despesas essenciais”, destaca a nota.

Os denunciantes também afirmam que, apesar das reclamações anteriores, não houve solução definitiva até o momento, classificando a situação como descaso e desrespeito aos direitos trabalhistas.

“Diante dos fatos, solicitamos a apuração imediata da situação, a fiscalização dos contratos firmados com as empresas Effort e Asa e a adoção das medidas legais cabíveis para garantir a regularização dos pagamentos”, conclui a nota.

MPF recorre de sentença para garantir proteção a migrantes em situação de vulnerabilidade no Acre

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Órgão aponta risco de agravamento da crise humanitária na fronteira e defende medidas estruturais para assegurar acolhimento digno

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu de decisão da Justiça que rejeitou ação civil pública destinada a assegurar a proteção de direitos de migrantes que ingressam no Brasil pela fronteira do Acre. Para o órgão, a decisão deixou de considerar a gravidade da situação enfrentada por migrantes em condição de vulnerabilidade e a necessidade de adoção de medidas estruturais permanentes pelos entes públicos envolvidos.

A ação foi apresentada contra a União, o estado do Acre e os municípios de Rio Branco, Assis Brasil, Brasileia e Epitaciolândia, diante da constatação de falhas no acolhimento, na oferta de vagas em abrigos e na organização de fluxos de atendimento. O MPF destacou que a região de fronteira tem histórico de sobrecarga nos serviços públicos, especialmente em períodos de aumento do fluxo migratório, o que exige planejamento prévio e atuação coordenada dos entes federativos.

“Busca-se, assim, a inserção do migrante na sociedade que o acolhe, com o estabelecimento de direitos e promoção de políticas públicas necessárias a esta parcela da população”, diz trecho do recurso assinado pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias.

Recurso do MPF – No recurso, o MPF sustenta a urgência das medidas diante da vulnerabilidade dos migrantes — muitos em situação de extrema pobreza, sem documentação regular e com necessidade imediata de alimentação, abrigo e atendimento de saúde — impõe ao poder público o dever de estruturar políticas públicas capazes de responder a crises migratórias de forma eficaz.

“De outro lado, a presença do perigo de dano decorre de que a cada dia que se passa, direitos são violados e o sofrimento acumula. O que tem se verificado nesses últimos meses é a presença de grupos de pessoas compostos de mulheres, crianças, idosos; pessoas vulneráveis, migrantes, pobres e sem assistência de políticas públicas, que não se estabelecem em local fixo e apenas buscam alternativas de “sobrevivência” e estão nos fluxos migratórios na busca de reais soluções para a pobreza – o mínimo para dignidade humana”, frisa o procurador da República.

O órgão aponta, ainda, que alterações na política migratória de países vizinhos podem provocar aumento repentino no número de ingressos pela fronteira acreana, o que demanda medidas preventivas e não apenas reativas e traça um histórico do fluxo migratório na região.

Entre os pedidos do MPF, estão a ampliação da capacidade de acolhimento nos municípios fronteiriços e na capital, a garantia de alimentação adequada e culturalmente compatível, a disponibilização de equipes técnicas permanentes para atendimento em campo e a elaboração de plano de contingência interinstitucional para situações de emergência migratória.

O MPF também sustenta a necessidade de assegurar acesso efetivo a serviços de saúde, assistência social e educação, bem como a regularização documental e organização de fluxos de atendimento e interiorização.

Para o órgão, a ausência de estrutura adequada pode resultar em violações de direitos fundamentais e agravamento da situação humanitária na região de fronteira. O recurso foi interposto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que analisará o caso.

Ascom MPF

60% dos eleitores de Rio Branco são contra renúncia de Bocalom para disputar governo, aponta pesquisa

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Com a proximidade das eleições de 2026, diversas pesquisas têm sido encomendadas para medir o cenário político e as expectativas do eleitorado. Nesse contexto, a última pesquisa realizada pelo instituto Data Control, em parceria com o jornal A Tribuna, indica que a maioria dos eleitores é contrária à possibilidade de o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), renunciar ao cargo ainda no segundo ano de seu segundo mandato para disputar o governo do Acre.

Na capital, 60,3% dos entrevistados afirmaram ser contra a renúncia. Outros 29% disseram ser favoráveis, enquanto 10,7% não opinaram.

No cenário estadual, o percentual de eleitores contrários à renúncia é de 40,8%, defendendo que o prefeito permaneça no cargo até o fim do mandato. Já os favoráveis à saída antecipada somam 19,98%. Um total de 39,4% dos entrevistados afirmou não saber ou preferiu não se posicionar sobre o tema.

O prefeito Tião Bocalom já declarou publicamente sua intenção de disputar o cargo de chefe do Executivo estadual e, desde então, vem articulando possíveis alianças para o pleito.

Gladson Camelí tem aprovação de mais de 53% dos acreanos, aponta pesquisa Data Control

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Após pouco mais de três anos no segundo mandato à frente do Palácio Rio Branco, o governador do Acre, Gladson Camelí (PP), é aprovado por 53,3% da população acreana. Outros 10,7% afirmaram reprovar a gestão, enquanto 34,5% classificaram a administração como regular e 1,5% não souberam ou não responderam, de acordo com a última pesquisa encomendada pelo instituto Data Control, em parceria com o jornal A Tribuna.

De acordo com os dados detalhados da pesquisa, 14% dos entrevistados avaliam a gestão como ótima e 39,3% como boa, somando o índice de aprovação. Já 3,4% consideram o governo ruim e 7,3% classificam como péssimo.

O levantamento ouviu 800 eleitores em nove cidades do estado, municípios que concentram cerca de 80% do eleitorado acreano. A margem de erro é de 3,46 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral.

Gladson já declarou publicamente que pretende se afastar do cargo de governador para disputar uma das vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026.

TCE envia ao governador na próxima semana lista tríplice de procuradores

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O Ministério Público de Contas deve encaminhar na próxima semana aos conselheiros do TCE a lista tríplice para a escolha do novo conselheiro na próxima semana. Imediatamente, a corte deve enviar a seleção para o governador Gladson Camelí realizar a escolha do nome que vai substituir o conselheiro Valmir Ribeiro, aposentado no começo do mês.

Vão compor a lista, em posições ainda não definidas, a procuradora Anna Helena de Azevedo Lima, o procurador Mario Sérgio Neri de Oliveira e o procurador Sérgio Cunha Mendonça. Para o cargo de conselheiro, o postulante deve ter os seguintes atributos: reputação ilibada, possuir nível superior, com notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros e/ou de administração pública, mais de 10 anos no serviço público, com idade acima dos 35 anos e menor de 65 anos.

Vaga é indicação exclusiva do MPC, com base no cumprimento ao artigo 108, inciso II, da
Lei Complementar nº 38/1993 que estabeleceu os critérios de escolha dos conselheiros.

A vaga de conselheiro é um cargo vitalício, com um salário mensal de R$ 40 mil e com o direito de nomear um chefe de gabinete e dois assessores de livre escolha para auxiliá-lo no gabinete.

O procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Sérgio Cunha Mendonça deve encaminhar a lista tríplice na próxima semana. A procuradora Anna Helena graduada em Ciências Econômicas (1985) e em Direito (1990), pela Universidade Federal do Acre. É especialista em Direito Constitucional, pela Universidade Federal do Acre (2001), em Direito Processual Civil, pela Universidade Cândido Mendes (2002) e em Direito Público, pela Faculdade Integrada de Pernambuco (2005).

Mário Sérgio é graduado em Geografia (1988) e Direito (1990) e pós-graduado em Direito Constitucional (2001) pela Universidade Federal do Acre. Especialista em Direito Processual Civil pela Universidade Cândido Mendes (2002).

O procurador Sérgio Mendonça tem graduação em Administração de Empresas pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro e em Direito pela Universidade Federal do Acre. É especialista em Direito Constitucional pela Universidade do Sul de Santa Catarina e faz parte da segunda turma que ingressou no Tribunal por concurso.

Informações A Tribuna

Polícia prende acusado de matar jovem de 22 anos com tiro na cabeça no interior do Acre

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A Polícia Civil do Acre (PCAC) demonstrou mais uma vez a força do trabalho investigativo ao cumprir, na última quinta-feira, 12, um Mandado de Prisão Preventiva contra M. D. A. B., conhecido como “Maikin”, de 23 anos, morador de Xapuri. A ação foi coordenada pela Delegacia-Geral do município e coroou dias de diligências intensas em uma das regiões mais desafiadoras do estado.

Os investigadores se deslocaram até a Reserva Extrativista Chico Mendes, seguindo pelo Ramal São João do Guarani, nas proximidades da Comunidade Rio Branco. O suspeito estava escondido em uma residência localizada em uma propriedade rural, no Seringal Floresta, Colocação Putiú, onde acabou cercado e preso sem chance de fuga. Em seguida, a equipe conduziu o capturado até a unidade policial de Xapuri para a realização dos procedimentos legais.

Durante o interrogatório, “Maikin” confessou o crime e admitiu que foi ele quem matou com um tiro na cabeça Ruan Pablo da Silva Franco, de 22 anos, na madrugada do último domingo (8). Após o assassinato, o autor fugiu para a zona rural, tentando se esconder em meio à mata.

O homicídio causou forte comoção na cidade. Na noite do crime, a vítima saía de um bar quando dois homens encapuzados chegaram em uma motocicleta e efetuaram os disparos antes de fugir, deixando a população em choque e cobrando respostas rápidas das autoridades.

Assim que tomou conhecimento do caso, o delegado titular de Xapuri, Luccas Vianna, instaurou o inquérito policial e determinou uma série de diligências ininterruptas para identificar e localizar os responsáveis. O trabalho minucioso da equipe resultou na representação à Justiça e, posteriormente, na expedição do mandado que levou à captura do autor.

“A prisão reforça o compromisso da Polícia Civil com a elucidação de crimes graves e com a resposta firme à criminalidade, mesmo quando isso exige enfrentar longas distâncias, áreas de difícil acesso e dias de investigação incansável. Cada caso solucionado é também uma mensagem clara de que o crime não ficará impune”, declarou o delegado Luccas Vianna.

Com informações Ascom Polícia Civil

Rio Acre volta a subir e ultrapassa cota de atenção em Rio Branco

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O nível do Rio Acre voltou a subir nesta sexta-feira (13), em Rio Branco. De acordo com a última medição realizada pela Defesa Civil, o manancial chegou à marca de 10,14 metros.

Embora o nível ainda apresente uma tendência de subida, o volume de chuvas nas últimas 24 horas foi considerado baixo, registrando apenas 01,40mm. Atualmente, o rio permanece bem abaixo da cota de alerta (13,50m) e da cota de transbordo (14,00m).

O coordenador da Defesa Civil da capital, coronel Cláudio Falcão, informou que, apesar da elevação registrada em Rio Branco, o comportamento do rio em municípios vizinhos sinaliza uma trégua momentânea.

“Já demos sinais de vazante em outros municípios, inclusive em Capixaba. É uma vazante lenta, mas já está ocorrendo”, explicou o Coronel Falcão.

De acordo com o coordenador, a previsão é que o nível suba levemente nas próximas horas, mas sem expectativa de atingir a marca dos 11 metros de imediato. A tendência apontada pela Defesa Civil é de estabilização seguida de vazante.

 

Foragido é preso e confessa que matou homem por causa de tapa no rosto, no Acre

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Em uma ação conjunta, as Polícias Civil e Militar do Acre prenderam, na tarde da última quinta-feira,12, o autor do homicídio que vitimou Raimundo Nonato Vieira da Silva, ocorrido na última terça-feira,10. O suspeito foi localizado no município de Porto Walter após diligências integradas das forças de segurança.

De acordo com o delegado Marcílio Laurentino, como não houve situação de flagrante pelo homicídio, foi dado cumprimento a um mandado de prisão já existente em desfavor do investigado pelo crime de estupro. A representação pela prisão havia sido feita em janeiro de 2025, após o suspeito praticar dois estupros de vulneráveis contra uma adolescente de 13 anos e outra de 11 anos no Ramal dos Pinheiros, zona rural de Rodrigues Alves.

Em interrogatório, o preso informou que matou a vítima após uma discussão, alegando ter recebido um tapa no rosto e ter sido ameaçado com uma faca. Segundo o relato, quando à vítima teria soltado a arma branca, ele a pegou e desferiu um único golpe na altura do peito, fugindo em seguida pela mata até chegar a Porto Walter, onde acabou localizado e preso.

O detido será apresentado em audiência de custódia, e caberá ao Judiciário decidir sobre a manutenção de sua prisão. As investigações seguem para a completa elucidação dos fatos e a responsabilização criminal do envolvido.

 

Briga entre mulheres causa tumulto na entrada do Pronto-Socorro, em Rio Branco

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Uma confusão entre três mulheres foi registrada na entrada do Pronto-Socorro de Rio Branco nesta quinta-feira (12). O vídeo da briga, que circulou nas redes sociais, mostra as mulheres trocando agressões físicas, enquanto populares e familiares tentam conter a situação.

O tumulto chamou a atenção de pessoas que estavam no local em busca de atendimento médico. A Polícia Militar foi chamada e interveio para encerrar a briga e restabelecer a ordem.

Até o momento, não há informações oficiais sobre o que teria motivado o desentendimento entre as mulheres. Também não foi divulgado se houve registro de ocorrência ou se alguma das envolvidas precisou de atendimento médico em decorrência das agressões. As autoridades competentes ainda não se manifestaram sobre o caso.

“Eu não devo nada ao senhor, o senhor que deve à população”, dispara Gerlen Diniz contra Gladson Camelí

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O prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP), divulgou vídeo onde afirma que o governador Gladson Camelí (PP) mentiu ao dizer que ele invandiu a obra da Casa do Produtor. Ele afirmou que não deve nada ao governador Gladson, disse que Camelí que deve explicações e citou processos judiciais onde o governador é réu.

Gerlen gravou o vídeo na tarde desta quinta-feira (12) após Gladson afirmar que o prefeito devia explicações a ele após o episódio na Casa do Produtor.

“Vi uma entrevista onde o governador diz que invadimos uma obra em Sena Madureira. Isso é uma mentira deslavada. O governador está mal assessorado e sai repetindo o que ouve dos seus assessores. Governador, não aconteceu invasão nenhuma. O Deracre tentou impedir nossa entrada em um prédio que é da prefeitura. O senhor diz que eu lhe devo explicações, eu não lhe devo nada, o senhor que deve explicações à população do Acre que vive na miséria enquanto o senhor responde inúmeros processos na Justiça”, frisou.