Início Site Página 269

Caminhonete passa por cima de mulher durante acidente na Avenida Ceará, em Rio Branco

0

O acidente aconteceu por volta das 09h30 desta sexta-feira (13), na Avenida Ceará, no bairro Estação Experimental, em Rio Branco.

De acordo com informações obtidas no local, a motociclista Kamilla Matos de Lima, de 31 anos, seguia pela Avenida Ceará, no sentido centro ao bairro, conduzindo sua moto modelo Honda Bis quando foi imprensada por dois veículos, na queda, as rodas da caminhonete Hilux passaram por cima de suas pernas.

O condutor do veículo Chevrolet Onix informou que seguia devagar pela Avenida Ceará, quando de forma inesperada, um terceiro carro modelo Wolksvagem Golf estacionou de forma repentina. O motorista do Onix informou que ao frear para evitar a colisão, a motociclista Kamilla bateu atrás do veículo e caiu embaixo das rodas de uma caminhonete Hilux conduzida por Francimar Santos.

Imediatamente os condutores pararam para prestar socorro e ligaram para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Diante da gravidade das informações, a ambulância 01 de suporte avançado foi enviada para atender a ocorrência. Os paramédicos realizaram todos os procedimentos no local e, logo após estabilizarem a paciente, ela foi levada para o Pronto-Socorro.

O enfermeiro socorrista do Samu, Marcos Gomes, informou que Kamilla sofreu uma possível fratura no joelho da perna direita e múltiplas escoriações pelo corpo, contudo, seu quadro clínico foi considerado estável.

Uma guarnição do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) passava no momento do acidente e parou para prestar apoio até a chegada de uma equipe do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN).

Os condutores envolvidos no acidente permaneceram no local e prestaram todas as informações para as autoridades de trânsito. Em seguida, foi realizado os procedimentos periciais, e posteriormente os veículos foram liberados.

Câmara de Sena aumenta valores do auxílio-saúde e alimentação dos vereadores para R$ 2,5 mil

0

A Câmara Municipal de Sena Madureira publicou, nesta sexta-feira (13), a Resolução nº 01/2026, que fixa novos valores para os auxílios-saúde e alimentação destinados aos vereadores e servidores efetivos do Poder Legislativo em Sena Madureira. A medida tem como base a Lei Municipal nº 701/2021, com alterações posteriores promovidas pelas Leis nº 889/2025 e nº 944/2025.

De acordo com o documento, o benefício possui caráter indenizatório e tem como objetivo subsidiar despesas relacionadas à saúde dos parlamentares e servidores em efetivo exercício das funções. Por não possuir natureza salarial, o auxílio não será incorporado à remuneração mensal, aposentadoria ou pensão, além de não sofrer incidência de contribuição previdenciária nem de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF).

Conforme a resolução, os valores estabelecidos são de R$ 2.500 para vereadores e R$ 800 para servidores efetivos. O benefício não será concedido a servidores em licença não remunerada, afastados por punição administrativa, inativos, pensionistas ou àqueles que já recebam auxílio equivalente por outra forma.

O texto também autoriza a contabilidade da Casa Legislativa a abrir crédito especial, caso necessário, para custear as despesas decorrentes da medida, utilizando recursos próprios do orçamento do Poder Legislativo municipal.

Além da fixação do auxílio-saúde, a resolução altera o artigo 4º da Resolução nº 037/2025, atualizando os valores do auxílio-alimentação, que passam a seguir os mesmos montantes estabelecidos para o auxílio-saúde: R$ 2.500 para vereadores e R$ 800 para servidores efetivos.

A nova resolução entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros retroativos a 1º de janeiro de 2026, conforme definido no documento aprovado pela Mesa Diretora da Câmara.

Mais de 1,2 mil escolas do Acre poderão contratar serviços de manutenção por meio da plataforma federal Contrata+Brasil

0

Mais de 1,2 mil escolas públicas de educação básica do Acre que recebem recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) passaram a contar com a possibilidade de contratar serviços de manutenção e pequenos reparos por meio da plataforma Contrata+Brasil, ferramenta digital do governo federal que simplifica contratações públicas de menor valor.

No estado, o PDDE atende 485 escolas da rede estadual e 787 da rede municipal, que juntas somam mais de 225 mil estudantes, segundo dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Em 2025, essas unidades receberam cerca de R$ 8,7 milhões para investimentos em necessidades prioritárias, incluindo melhorias de infraestrutura.

Com a integração ao Contrata+Brasil, as escolas podem utilizar parte desses recursos para contratar serviços como conserto de ventiladores, pintura de paredes, manutenção elétrica e reparos em mobiliário. O sistema permite que as instituições publiquem demandas e recebam propostas diretamente de prestadores cadastrados, em um processo simplificado.

A plataforma também amplia oportunidades para trabalhadores locais. De acordo com o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, cerca de dois mil microempreendedores individuais (MEIs) no Acre atuam em áreas compatíveis com os serviços disponíveis para contratação. Sempre que uma escola publica uma demanda, profissionais da região cadastrados recebem aviso e podem enviar orçamentos pelo sistema.

Atualmente, o Contrata+Brasil disponibiliza 47 tipos de serviços de manutenção e pequenos reparos, com limite de até R$ 12,5 mil por contratação. Para utilizar a ferramenta, as unidades executoras das escolas, como associações de pais e mestres e conselhos escolares com CNPJ ativo, devem acessar o sistema com login GOV.BR, registrar a necessidade e analisar as propostas recebidas.

Lançado em fevereiro de 2025, o Contrata+Brasil foi criado para facilitar o acesso de pequenos negócios às contratações públicas e estimular a economia local. No Acre, além das escolas, 63 órgãos e entidades públicas já estão cadastrados na plataforma, entre prefeituras, câmaras municipais e instituições estaduais e federais, aptos a publicar demandas por serviços.

Marina Silva diz que Amazônia pode registrar em 2026 a menor taxa de desmatamento desde 1988

0

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que espera que o desmatamento na Amazônia atinja, em 2026, o menor índice da série histórica. Dados preliminares sobre a supressão da floresta apontam uma redução de cerca de 35% em seis meses. A declaração foi feita na última quinta-feira, 12, no Palácio do Planalto.

“Temos a expectativa, acompanhando os últimos seis meses, de agosto a 31 de janeiro, de alcançarmos a menor taxa de desmatamento da série histórica, caso os esforços sejam mantidos”, disse a ministra.

Segundo Marina Silva, em 2025 a taxa de desmatamento na Amazônia foi a terceira menor desde o início da série histórica, em 1988. “Os dados que temos até agora apontam para uma queda em torno de 35% em 2026. É claro que ainda são números referentes aos primeiros seis meses, mas já indicam uma forte tendência de redução”, declarou.

O período considerado nos cálculos de desmatamento corresponde aos 12 meses entre o início de agosto e o fim de julho do ano seguinte. As informações citadas pela ministra têm como base o sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, ferramenta de monitoramento que identifica focos de desmatamento e auxilia na fiscalização em tempo real.

Vereador propõe PL que altera nome de avenida no Conjunto Universitário para homenagear Dr. Osmar Girardi

0

O vereador Eber Machado (MDB) protocolou na Câmara Municipal de Rio Branco um projeto de lei que propõe a alteração do nome da Avenida Maria José de Oliveira, no Conjunto Universitário, para Avenida Osmar Antônio Girardi. A proposta ainda será analisada pelas comissões permanentes antes de seguir para votação em plenário.

De acordo com o texto, a iniciativa busca homenagear o empresário e farmacêutico Osmar Antônio Girard, reconhecido pela atuação no bairro e pela contribuição ao comércio local. O projeto estabelece que, caso seja aprovado e sancionado, o novo nome da via entrará em vigor a partir da publicação da lei.

Na justificativa, o parlamentar destaca que Girardi era natural do Paraná e se mudou para o Acre no início da década de 1980. Em 1988, ele fundou a Drogaria Universitária, instalada na própria avenida que poderá receber seu nome. O estabelecimento funcionou por mais de 30 anos e se tornou conhecido entre os moradores da região.

Ainda conforme o documento, o farmacêutico era lembrado pela proximidade com a comunidade e pela participação na vida social do Conjunto Universitário. Osmar Girardi faleceu no dia 6 de fevereiro de 2026, aos 65 anos.

Na justificativa encaminhada aos demais vereadores, Eber Machado afirma que a mudança de denominação representa uma forma de reconhecimento público à trajetória do empresário e à sua contribuição para a história do bairro.

Governo intensifica ações preventivas e reforça proteção de crianças e adolescentes durante o Carnaval no Acre

0
Equipes atuam com atividades educativas e informativas nos espaços de maior circulação de público. Foto: Ingrid Kelly/Secom

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), intensifica, durante o período carnavalesco, ações preventivas voltadas à proteção de crianças e adolescentes. A iniciativa integra a política estadual de promoção e defesa de direitos e reforça o compromisso da gestão com a segurança e o bem-estar da população.

As equipes da SEASDH atuam com atividades educativas e informativas nos espaços de maior circulação de público, orientando sobre a prevenção à violência, o enfrentamento à exploração sexual, o combate ao trabalho infantil e a proibição da venda de bebidas alcoólicas a menores de idade. As abordagens também destacam que toda forma de discriminação é crime, promovendo o respeito à diversidade e à comunidade LGBTQIA+.

A diretora de Direitos Humanos, Joelma Pontes, destacou a importância da atuação do Estado durante o período festivo. “A presença da Secretaria durante o Carnaval reforça o compromisso do governo com a proteção da população, especialmente de crianças e adolescentes. Nosso trabalho vai além da orientação: buscamos sensibilizar a sociedade para que cada cidadão compreenda seu papel na garantia de direitos, no enfrentamento à violência e no respeito à diversidade. Queremos que a festa aconteça com alegria, mas também com responsabilidade, assegurando que o Acre seja um espaço cada vez mais seguro, humano e inclusivo para todos”, afirmou.

De acordo com a Secretaria, o objetivo é garantir que a festa popular seja um ambiente de celebração cultural, mas também de conscientização e responsabilidade social. As ações são realizadas de forma integrada com órgãos parceiros, fortalecendo a rede de proteção e ampliando o alcance das orientações à população.

Avanços e fortalecimento das políticas públicas

Nos últimos anos, a SEASDH tem ampliado sua presença nos grandes eventos públicos, consolidando uma atuação preventiva mais efetiva e estratégica. Entre os avanços estão o fortalecimento das campanhas educativas, a intensificação das articulações com a rede socioassistencial e a ampliação das ações de sensibilização direcionadas à sociedade.

A Secretaria também vem investindo no fortalecimento das políticas públicas voltadas às populações em situação de vulnerabilidade, com foco na promoção de direitos, no atendimento humanizado e na garantia da proteção integral de crianças e adolescentes, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A atuação durante o Carnaval reafirma o papel institucional da SEASDH como órgão responsável pela coordenação das políticas de assistência social e direitos humanos no Acre, promovendo ações que contribuem para uma sociedade mais justa, inclusiva e comprometida com a defesa da dignidade humana.

Agência de Notícias do Acre

STF afasta responsabilidade do Estado do Acre por dívidas trabalhistas de empresa terceirizada

0

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu cassar parte de um acórdão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que atribuía ao Estado do Acre responsabilidade subsidiária por débitos trabalhistas de uma empresa terceirizada. A decisão foi proferida na última quarta-feira, 11, ao julgar procedente reclamação apresentada pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE/AC).

No entendimento do ministro, a administração pública não pode ser responsabilizada de forma automática pelo inadimplemento de obrigações trabalhistas por parte de empresas contratadas. Segundo Moraes, a condenação do ente público exige a comprovação de conduta negligente e a existência de nexo causal entre a atuação do Estado e o prejuízo sofrido pelo trabalhador.

O caso teve origem em uma ação trabalhista movida por José de Araújo Silva, que afirmou ter sido contratado em outubro de 2015 pela empresa Premium Serviços Eireli – ME para atuar como atendente de portaria em órgão do governo estadual. Ele relatou que foi dispensado sem justa causa em abril de 2017 e que não recebeu verbas rescisórias, como aviso prévio, 13º salário proporcional, férias, FGTS, multa de 40%, entre outros valores.

Na tramitação do processo, o Estado do Acre foi incluído como responsável subsidiário, o que poderia obrigá-lo a arcar com a dívida caso a empresa não efetuasse o pagamento. Ao recorrer ao STF, o governo estadual sustentou que a decisão do TST teria se baseado apenas na presunção de falha de fiscalização, contrariando precedentes da Corte.

Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes concluiu que não houve comprovação de omissão ou negligência suficiente por parte do Estado que justificasse a condenação. O ministro destacou que a responsabilização do poder público não pode decorrer apenas da inadimplência da empresa terceirizada, nem da inversão do ônus da prova em desfavor da administração.

Com a decisão, fica anulada a parte do acórdão que atribuía ao Estado a responsabilidade subsidiária. O entendimento reforça a jurisprudência do STF de que a condenação de entes públicos em contratos de terceirização depende de prova concreta de falha na fiscalização ou de comportamento omisso reiterado diante de irregularidades.

Funcionários terceirizados da Saúde denunciam atraso de salários em Rio Branco

0

Funcionários terceirizados que atuam na Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa), em Rio Branco, denunciaram atraso no pagamento de salários. Segundo relato encaminhado à reportagem do Folha do Acre, os trabalhadores afirmam que estão sem receber e que, até o momento, não há previsão para o depósito dos vencimentos.

De acordo com os funcionários, a situação não seria inédita e vem se repetindo ao longo do tempo. Eles relatam dificuldades financeiras e dizem que muitos estariam sendo “obrigados a pedir dinheiro emprestado para um e outro”.

Ainda segundo os trabalhadores, a falta de pagamento tem causado impactos diretos no cotidiano das famílias. “Com a conta de luz vencida, sem o que comer em casa, porque simplesmente a secretaria não fez o pagamento das empresas e nem sequer dão alguma justificativa”, diz um dos trechos do relato enviado à reportagem.

Em nota encaminhada ao jornal, os funcionários terceirizados vinculados à Secretaria Municipal de Saúde formalizaram denúncia contra as empresas Effort e Asa, responsáveis pelos contratos de prestação de serviços. Segundo o relato, os atrasos vêm ocorrendo desde 2025 e têm causado prejuízos financeiros e pessoais aos trabalhadores.

“Muitos profissionais dependem exclusivamente desses valores para cumprir seus compromissos básicos, como aluguel, alimentação, transporte e demais despesas essenciais”, destaca a nota.

Os denunciantes também afirmam que, apesar das reclamações anteriores, não houve solução definitiva até o momento, classificando a situação como descaso e desrespeito aos direitos trabalhistas.

“Diante dos fatos, solicitamos a apuração imediata da situação, a fiscalização dos contratos firmados com as empresas Effort e Asa e a adoção das medidas legais cabíveis para garantir a regularização dos pagamentos”, conclui a nota.

MPF recorre de sentença para garantir proteção a migrantes em situação de vulnerabilidade no Acre

0

Órgão aponta risco de agravamento da crise humanitária na fronteira e defende medidas estruturais para assegurar acolhimento digno

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu de decisão da Justiça que rejeitou ação civil pública destinada a assegurar a proteção de direitos de migrantes que ingressam no Brasil pela fronteira do Acre. Para o órgão, a decisão deixou de considerar a gravidade da situação enfrentada por migrantes em condição de vulnerabilidade e a necessidade de adoção de medidas estruturais permanentes pelos entes públicos envolvidos.

A ação foi apresentada contra a União, o estado do Acre e os municípios de Rio Branco, Assis Brasil, Brasileia e Epitaciolândia, diante da constatação de falhas no acolhimento, na oferta de vagas em abrigos e na organização de fluxos de atendimento. O MPF destacou que a região de fronteira tem histórico de sobrecarga nos serviços públicos, especialmente em períodos de aumento do fluxo migratório, o que exige planejamento prévio e atuação coordenada dos entes federativos.

“Busca-se, assim, a inserção do migrante na sociedade que o acolhe, com o estabelecimento de direitos e promoção de políticas públicas necessárias a esta parcela da população”, diz trecho do recurso assinado pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias.

Recurso do MPF – No recurso, o MPF sustenta a urgência das medidas diante da vulnerabilidade dos migrantes — muitos em situação de extrema pobreza, sem documentação regular e com necessidade imediata de alimentação, abrigo e atendimento de saúde — impõe ao poder público o dever de estruturar políticas públicas capazes de responder a crises migratórias de forma eficaz.

“De outro lado, a presença do perigo de dano decorre de que a cada dia que se passa, direitos são violados e o sofrimento acumula. O que tem se verificado nesses últimos meses é a presença de grupos de pessoas compostos de mulheres, crianças, idosos; pessoas vulneráveis, migrantes, pobres e sem assistência de políticas públicas, que não se estabelecem em local fixo e apenas buscam alternativas de “sobrevivência” e estão nos fluxos migratórios na busca de reais soluções para a pobreza – o mínimo para dignidade humana”, frisa o procurador da República.

O órgão aponta, ainda, que alterações na política migratória de países vizinhos podem provocar aumento repentino no número de ingressos pela fronteira acreana, o que demanda medidas preventivas e não apenas reativas e traça um histórico do fluxo migratório na região.

Entre os pedidos do MPF, estão a ampliação da capacidade de acolhimento nos municípios fronteiriços e na capital, a garantia de alimentação adequada e culturalmente compatível, a disponibilização de equipes técnicas permanentes para atendimento em campo e a elaboração de plano de contingência interinstitucional para situações de emergência migratória.

O MPF também sustenta a necessidade de assegurar acesso efetivo a serviços de saúde, assistência social e educação, bem como a regularização documental e organização de fluxos de atendimento e interiorização.

Para o órgão, a ausência de estrutura adequada pode resultar em violações de direitos fundamentais e agravamento da situação humanitária na região de fronteira. O recurso foi interposto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que analisará o caso.

Ascom MPF

60% dos eleitores de Rio Branco são contra renúncia de Bocalom para disputar governo, aponta pesquisa

0

Com a proximidade das eleições de 2026, diversas pesquisas têm sido encomendadas para medir o cenário político e as expectativas do eleitorado. Nesse contexto, a última pesquisa realizada pelo instituto Data Control, em parceria com o jornal A Tribuna, indica que a maioria dos eleitores é contrária à possibilidade de o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), renunciar ao cargo ainda no segundo ano de seu segundo mandato para disputar o governo do Acre.

Na capital, 60,3% dos entrevistados afirmaram ser contra a renúncia. Outros 29% disseram ser favoráveis, enquanto 10,7% não opinaram.

No cenário estadual, o percentual de eleitores contrários à renúncia é de 40,8%, defendendo que o prefeito permaneça no cargo até o fim do mandato. Já os favoráveis à saída antecipada somam 19,98%. Um total de 39,4% dos entrevistados afirmou não saber ou preferiu não se posicionar sobre o tema.

O prefeito Tião Bocalom já declarou publicamente sua intenção de disputar o cargo de chefe do Executivo estadual e, desde então, vem articulando possíveis alianças para o pleito.