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Bocalom destaca Carnaval com segurança e anuncia 100 câmeras de monitoramento no evento

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Em entrevista à Folha do Acre, na noite de sexta-feira (13), o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou que a prefeitura tem resgatado um Carnaval tradicional feito pela família e destacou que a gestão investiu em tecnologia para garantir a segurança dos foliões.

“Um toque de modernidade. Temos espalhadas aqui pela praça 100 câmeras para garantir a segurança dos foliões. As pessoas têm que vir para se divertir, aproveitar”, declarou.

Bocalom abriu oficialmente a quina carnavalesca por volta das 19h40 com uma grande queima de fogos de artifício.

O evento realizado na praça central é organizado pela Prefeitura de Rio Branco com apoio da Acisa.

“Carnaval não é apenas uma festa de alegria, mas um motor importante para a nossa economia”, diz presidente da Acisa

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“Carnaval não é apenas uma festa de alegria, mas um motor importante para a nossa economia”, disse Patrícia/Foto: Folha do Acre

A presidente da Associação Comercial do Acre (Acisa), Patrícia Dossa, apoiadora do Carnaval 2026 participou da abertura da quina carnavalesca na Praça da Revolução, no centro de Rio Branco, nesta sexta-feira (13), e afirmou que o evento é uma oportunidade de diversão para a população e lucro para o comércio.

“Carnaval não é apenas uma festa de alegria, mas um motor importante para a nossa economia. A parceria entre a Acida e a Prefeitura de Rio Branco garante que o microempreendedor e o comerciante local tenham uma oportunidade única de gerar renda. Estamos unidos para fazer uma festa linda, segura e que valorize quem produz em nossa capital”, afirmou Patrícia.

Patrícia Dossa também parabenizou a prefeitura pela realização do evento e desejou uma festa popular de alegria para todos.

“Carnaval não é apenas uma festa de alegria, mas um motor importante para a nossa economia”, disse Patrícia/Foto: Folha do Acre

“A Acisa como apoiadora desse evento sabe que nada se faz sozinho, por isso queremos parabenizar o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, a equipe municipal e todos que ajudaram. Sabemos do esforço que o prefeito fez para que esse evento fosse realizado. Está uma linda festa e desejamos que todos aproveitem muito essa festa popular”, declarou.

“Isso aqui é para a gente esquecer um pouco os problemas”, diz Bocalom na abertura do Carnaval 2026

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), abriu oficialmente o Carnaval 2026 às 19h50 desta sexta-feira (14) ao som da bateria do bloco “06 é Demais” e afirmou que o Carnaval é a oportunidade da população se distrair e esquecer um pouco os problemas.

Entusiasmado, Bocalom declarou aberto o Carnaval 2026 enquanto uma chuva de fogos cobria o céu de Rio Branco.

“Isso aqui é oportunidade da gente esquecer um pouco os problemas. Nossa população merece e tudo foi feito com muito carinho. Aproveitem em paz o Carnaval e se divirtam”, declarou o prefeito.

Bocalom abre oficialmente o Carnaval 2026, em Rio Branco/Foto: Folha do Acre

Bocalom reforçou que fez todo o esforço para manter o calendário carnavalesco por entender que a população precisa de distração.

“As pessoas têm problemas demais e merecem se distrair. Ficou a dúvida se deveríamos fazer ou não, mas optamos por fazer e deu tudo certo. Cuidamos dos desabrigados e resolvemos tudo que era preciso”, frisou.

Bocalom abre oficialmente o Carnaval 2026, em Rio Branco/Foto: Folha do Acre

MPAC recomenda medidas de controle para proteger crianças e adolescentes durante o Carnaval em Brasileia

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, expediu recomendação com orientações voltadas à segurança e à proteção de crianças e adolescentes durante as festividades de Carnaval no município. O documento estabelece diretrizes para o controle de acesso aos eventos e para a proibição da venda e do fornecimento de bebidas alcoólicas a menores de idade.

A recomendação é direcionada a proprietários e responsáveis por clubes, boates, casas noturnas, bares e outros estabelecimentos que promovam festas ou comercializem bebidas alcoólicas. Entre as orientações, está a necessidade de realizar controle de entrada, impedindo o acesso ou a permanência de crianças e adolescentes desacompanhados dos pais ou responsáveis legais, conforme determina portaria judicial vigente.

De acordo com o Ministério Público, a entrada de menores deve ocorrer apenas mediante apresentação de documentos de identificação da criança ou adolescente e do responsável, incluindo, quando for o caso, documentos que comprovem guarda ou tutela. Na ausência de documentação ou em caso de dúvida quanto à autenticidade, o acesso não deve ser permitido. O órgão também orienta que, quando acompanhados, os responsáveis sejam alertados para não deixar os menores desacompanhados nos locais dos eventos.

O documento reforça a proibição da venda, do fornecimento ou do consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes. Os estabelecimentos devem afixar avisos visíveis informando a proibição e o enquadramento da prática como crime. Também é recomendado que os responsáveis impeçam que terceiros ofereçam bebidas a menores, interrompendo a venda e acionando a Polícia Militar quando houver constatação da irregularidade.

Outra medida prevista é a exigência de documento de identidade sempre que houver dúvida sobre a idade de pessoas que estejam adquirindo ou recebendo bebidas alcoólicas. O MPAC também orienta que seja garantido o acesso de representantes do Ministério Público, do Poder Judiciário, do Conselho Tutelar e das forças de segurança aos eventos, para fiscalização do cumprimento das normas.

Por fim, a recomendação determina que cópias da portaria judicial que regulamenta o acesso de crianças e adolescentes aos eventos, bem como do próprio documento expedido pelo MPAC, sejam afixadas em locais visíveis e que as regras sejam informadas ao público no momento da venda de ingressos ou da distribuição de convites.

Entre os Jetsons e o CyberDog: para onde caminha o ser humano?

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Durante a Eletrolar Show 2025, em São Paulo, a Xiaomi apresentou oficialmente ao público brasileiro o CyberDog 2, seu cão-robô equipado com inteligência artificial. Segundo informações divulgadas pela própria empresa no evento, o robô possui design mais compacto e realista, é capaz de reconhecer rostos, vozes e gestos, além de executar movimentos complexos como cambalhotas e até andar de skate, operando com o auxílio de 19 sensores.

O lançamento é mais um exemplo de como, a cada dia, a tecnologia baseada em inteligência artificial ocupa espaço crescente em nossas vidas. Táxis autônomos, casas e carros automatizados e cirurgias realizadas com auxílio de robôs já não pertencem apenas ao imaginário futurista — fazem parte da realidade contemporânea.

Curiosamente, esse futuro foi imaginado décadas atrás. Em 1963, estreava no Brasil o desenho animado Os Jetsons, que projetava o cotidiano do ano de 2062. A série apresentava carros voadores, casas inteligentes, robôs domésticos e uma sociedade totalmente integrada à tecnologia. Entre 1984 e 1987, novos episódios reforçaram essa visão de um mundo altamente automatizado, que à época parecia distante e improvável. Hoje, a pergunta é inevitável: chegamos a essa era?

Ainda não nos deslocamos em carros voadores, mas convivemos com algoritmos que decidem rotas, indicam conteúdos, diagnosticam doenças e aprendem comportamentos humanos. A ficção científica, aos poucos, vem sendo incorporada ao cotidiano.

Esse avanço, porém, levanta questionamentos profundos. Qual será o destino do ser humano daqui a 30 anos? Existirão empregos como os conhecemos hoje? Em um mundo onde máquinas demonstram eficiência, precisão e até “empatia programada”, nossos animais de estimação poderão ser substituídos por versões artificiais, como o CyberDog?

As respostas ainda não estão claras. O progresso tecnológico avança em ritmo acelerado, enquanto as reflexões éticas, sociais e humanas tentam acompanhar esse movimento. O grande desafio não está apenas em desenvolver máquinas cada vez mais inteligentes, mas em definir os limites e o papel da tecnologia na preservação daquilo que nos torna humanos. Hoje, essas perguntas permanecem em aberto. Amanhã, talvez façam parte do cotidiano. E, possivelmente, serão nossos netos os responsáveis por responder aquilo que hoje apenas ousamos questionar.

Lúcio Costa – Jornalista/Articulista

Gladson assina lei que autoriza internato de estudantes de medicina do exterior na rede estadual

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Solenidade foi prestigiada pelo deputado autor da emenda, Pablo Bregense, alunos do exterior e demais autoridades locais. Foto: Diego Gurgel/Secom

O governador Gladson Camelí sancionou, na manhã desta sexta-feira, 13, a Lei nº 4.775, que permite aos estudantes de medicina formados no exterior realizarem o internato nos hospitais da rede estadual de saúde. A solenidade ocorreu em Rio Branco e contou com a presença de alunos e autoridades locais.

A nova legislação, intitulada Lei nº 4.775, de 19 de janeiro de 2026, autoriza oficialmente que estudantes graduados fora do país possam cumprir o internato nas unidades hospitalares do Estado. O texto estabelece ainda que a norma será regulamentada pelo Poder Executivo no prazo de até 90 dias e entrará em vigor na data de sua publicação.

Durante o ato, o governador destacou a importância da medida para fortalecer a saúde pública no Acre. “Desejo boa sorte e sucesso na trajetória profissional de vocês. Precisamos da competência e do compromisso de vocês com a saúde da nossa população. Estamos interessados em promover o bem-estar do nosso povo e valorizar o conhecimento dos nossos profissionais. O Estado é de todos, contem comigo para apoiá-los”, afirmou.

“Estamos interessados em beneficiar nossos profissionais. O Estado é de todos, contem comigo para apoiá-los”, disse o governador Camelí. Foto: Diego Gurgel/Secom

A secretária adjunta de Saúde, Andréia Pelatti, ressaltou que a sanção representa um avanço significativo para os estudantes acreanos que buscam formação fora do Brasil. “Esse é um passo muito importante para os nossos estudantes que estudam no exterior e vão ter mais oportunidade de atuarem nos hospitais da rede estadual, após a publicação desta lei. Com certeza esse é um bom reforço que beneficia tanto os nossos alunos quanto os nossos pacientes”, declarou.

A solenidade foi prestigiada por estudantes e entre eles, Joquebede Dantas, interna da Santa Casa da Amazônia. Nascida em Rio Branco, ela comemorou a iniciativa. “Eu e meus colegas estamos muito contentes com essa lei que permite o exercício do nosso internato no Acre. Para nós, brasileiros que estudamos na fronteira, é de extrema importância ter essa oportunidade de trabalhar em nosso país”, destacou.

A Lei nº 4.775, de autoria do deputado estadual Pablo Bregense, foi assinada na ocasião e entrará em vigor após publicação no Diário Oficial.

Agência de Notícias do Acre

Lei do deputado Tio Pablo regulamenta internato médico e marca avanço histórico na saúde do Acre

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O Acre deu um passo histórico na consolidação da educação superior e no fortalecimento da saúde pública com a sanção da Lei nº 4.775, que regulamenta o internato dos estudantes de Medicina no estado. A nova legislação estrutura oficialmente uma das etapas mais importantes da formação médica e abre caminhos para ampliar a qualidade do atendimento à população acreana.

De autoria do deputado estadual Tio Pablo (PSD), a lei estabelece diretrizes, critérios técnicos e segurança jurídica para a realização do internato médico na rede pública estadual. O internato é a fase final da graduação, quando os estudantes passam a atuar diretamente nas unidades de saúde, sob supervisão de profissionais habilitados, vivenciando na prática a rotina hospitalar, o atendimento clínico e os desafios reais da profissão.

Com a regulamentação, o Estado passa a ter respaldo legal para organizar, planejar e estruturar a atuação desses futuros médicos, garantindo melhores condições de aprendizado, acompanhamento pedagógico adequado e integração eficiente com a rede pública de saúde.

Um dos pontos mais relevantes da nova legislação é a autorização para que estudantes de Medicina formados no exterior realizem o internato nos hospitais da rede estadual. A medida atende uma demanda antiga de acadêmicos acreanos que buscam formação fora do país e que, até então, enfrentavam dificuldades para concluir essa etapa no próprio estado.

Autor da proposta, o deputado Tio Pablo destacou que a conquista representa uma resposta concreta a esses estudantes e suas famílias.

“Essa é uma vitória aguardada há muitos anos. São jovens dedicados, que saem do Acre para estudar fora do país, enfrentam distância da família, desafios financeiros, adaptação cultural e inúmeras dificuldades para realizar o sonho de se tornarem médicos. Agora, com a Lei nº 4.775, o Estado poderá se preparar, estruturar suas unidades de saúde e oferecer o internato aqui mesmo, garantindo oportunidade, dignidade e valorização desses futuros profissionais.”

O parlamentar enfatizou ainda que a iniciativa vai além da formação acadêmica, refletindo diretamente na qualidade do serviço prestado à população.

“Estamos falando de investimento em pessoas, em qualificação e em futuro. Quando fortalecemos a formação médica, fortalecemos também a saúde pública. Essa lei cria um ambiente mais organizado, seguro e eficiente tanto para os estudantes quanto para os profissionais que atuam como preceptores.”

Segundo Tio Pablo, a regulamentação também contribui para ampliar a capacidade de atendimento da rede estadual, uma vez que os estudantes em internato, devidamente supervisionados, passam a integrar o fluxo de trabalho das unidades de saúde.

O governador Gladson Cameli ressaltou que a sanção da lei reforça o compromisso do governo com a qualificação profissional e com a melhoria contínua dos serviços públicos.

“Seguimos trabalhando para fazer do Acre um estado cada vez mais estruturado. Investir na formação dos nossos profissionais é investir na qualidade do atendimento à população. Essa lei fortalece nossa rede de saúde e amplia as oportunidades para quem quer servir ao nosso estado.”

Com a Lei nº 4.775 em vigor, o Acre consolida um avanço estratégico na política pública de saúde e educação. A iniciativa simboliza não apenas a regulamentação de uma etapa acadêmica, mas a construção de um modelo mais organizado, inclusivo e eficiente de formação médica, preparando novos profissionais e contribuindo para um atendimento mais humanizado e qualificado à sociedade acreana.

Justiça anula condenação de ex-prefeito de cidade acreana por improbidade e reconhece prescrição

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A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Acre anulou a condenação por improbidade administrativa imposta a um ex-prefeito de Santa Rosa do Purus e declarou prescrita a pretensão punitiva do Estado. A decisão foi tomada no julgamento da Apelação Cível nº 0800004-43.2023.8.01.0018, sob relatoria do desembargador Roberto Barros.

O recurso foi apresentado por José Brasil Barbosa da Silva contra sentença da Vara Única da Comarca de Santa Rosa do Purus, que havia julgado procedente ação civil pública por ato de improbidade administrativa. A decisão de primeiro grau impôs multa civil de R$ 217.796,41, suspensão dos direitos políticos por seis anos, proibição de contratar com o poder público pelo mesmo período e inscrição no Cadastro Nacional de Condenados por Ato de Improbidade Administrativa (CNCIA).

A ação foi movida pelo Ministério Público do Estado do Acre e apontava contratações diretas sem licitação realizadas durante o exercício de 2012.

No recurso, a defesa alegou prescrição da pretensão punitiva, ausência de dolo específico e inexistência de prejuízo efetivo ao erário. Também sustentou que a condenação se baseou exclusivamente em relatório do Tribunal de Contas do Estado.

Ao analisar o caso, o colegiado aplicou entendimento do Supremo Tribunal Federal no Tema 1.199, segundo o qual a Lei nº 14.230/2021 não retroage para alcançar novo regime prescricional em relação a fatos anteriores à sua vigência. Considerando a redação anterior da Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), os desembargadores reconheceram que transcorreu prazo superior a cinco anos entre o término do mandato, em 2012, e o ajuizamento da ação, em 2023.

Além da prescrição, a Câmara entendeu que não houve comprovação de dolo específico nem de efetivo prejuízo aos cofres públicos. Segundo o voto, as contratações questionadas referem-se a serviços efetivamente prestados, sem indícios de superfaturamento ou enriquecimento ilícito.

O relator destacou que apontamentos do Tribunal de Contas não são suficientes, por si só, para caracterizar improbidade administrativa na esfera judicial, sendo necessária a demonstração inequívoca de conduta dolosa com finalidade ilícita.

Sem a presença de dolo, o colegiado também afastou a aplicação da regra de imprescritibilidade do ressarcimento ao erário fixada pelo STF no Tema 897.

Por unanimidade, a Primeira Câmara Cível deu provimento ao recurso para declarar, de ofício, a prescrição da pretensão punitiva e julgar improcedente o pedido de ressarcimento ao erário, sem prejuízo de eventual apuração em ação própria. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico de 13 de fevereiro de 2026.

MPAC abre procedimento para acompanhar investigação sobre suspeita de agiotagem com uso de PIX e remessa ao exterior

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) instaurou procedimento administrativo para acompanhar a apuração de possível prática de agiotagem envolvendo transferências via PIX e posterior envio de recursos a instituição financeira no exterior.

A decisão é assinada pelo promotor de Justiça Flávio Bussab Della Líbera e consta na edição do Diário Eletrônico do MPAC publicada em 12 de fevereiro.

Segundo a portaria, o procedimento tem origem em ofício da Procuradoria-Geral de Justiça que encaminhou cópia integral de expediente extrajudicial para análise e adoção das providências cabíveis. Os autos foram remetidos à Promotoria de Justiça Criminal de Brasiléia para apuração, em tese, da prática de ilícito penal.

De acordo com o documento, há notícia de realização de transferências de valores por meio de contas de terceiros, via PIX, no território nacional, com posterior remessa a instituição financeira sediada fora do país. O fato pode configurar crime de agiotagem.

A portaria destaca que os fatos narrados possuem natureza eminentemente penal e não se enquadram no âmbito de inquérito civil ou procedimento preparatório de natureza cível, sendo vedada a utilização de instrumentos extrajudiciais como substitutos de investigação criminal.

O MP também registra que a Notícia de Fato anteriormente aberta sobre o caso estava com prazo extrapolado, o que motivou a adoção de providência formal adequada para acompanhamento institucional.

Homem de 31 anos é barbaramente assassinado a golpes de facão na zona rural de Bujari

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Fábio Amorim da Silva, de 31 anos, foi morto a golpes de facão na madrugada desta sexta-feira (13) em uma propriedade rural localizada no bairro Polo Antônio de Holanda, no km 07 do Ramal Valdo Aires, zona rural do município do Bujari.

De acordo com informações repassadas pelas autoridades locais, a vítima consumia bebidas alcoólicas na companhia de duas pessoas, identificadas como Edivaldo Boaventura da Silva, de 53 anos, e Josué Ramos de Andrade, de 35 anos, também conhecido como “Periquito”.

A polícia informou que recebeu uma solicitação na manhã desta sexta-feira para averiguar um possível homicídio ocorrido no local. Uma guarnição da Polícia Militar foi até a propriedade e encontrou o corpo de Fábio Amorim no chão do terreno com marcas de perfurações. A casa é de propriedade do senhor Edivaldo, que relatou que não sabia de nada e só lembrava que havia ingerido bebidas alcoólicas com a vítima e “Periquito”.

Investigadores da Delegacia Geral do Bujari compareceram ao local e obtiveram informações de que Josué Ramos estava em uma propriedade próxima. As equipes policiais se dirigiram ao local indicado e encontraram Josué. Ao perguntar o que havia ocorrido, “Periquito” informou que os três passaram a noite bebendo, e em determinado momento, Edivaldo, proprietário da casa, ficou transtornado e se apossou de um facão, proferindo ameaças contra Fábio. Josué relatou que ficou com medo e foi embora, na manhã seguinte soube por informações de terceiros que Fábio havia sido morto com três golpes no tórax.

O Departamento de Polícia Técnico Científico (DPTC) foi informado. A equipe plantonista do Instituto Médico Legal (IML), de Rio Branco, foi ao município do Bujari para os procedimentos de perícia e remoção do corpo.

O facão possivelmente utilizado no crime foi apreendido no local. A polícia deu voz de prisão para Edivaldo Boaventura e Josué Ramos e os encaminharam para a Delegacia do município para prestar esclarecimentos.

O caso está sob investigação, buscando esclarecer a veracidade do homicídio, as circunstâncias exatas e a autoria.