O dentista e empresário Dr. Júnior Nascimento oficializou, nesta terça-feira, 31, sua filiação ao partido Republicanos, no Acre. O ato reforça o quadro da sigla no estado e marca a confirmação de sua pré-candidatura a deputado estadual nas eleições deste ano.
A ficha de filiação foi abonada pelo presidente estadual do partido, deputado federal Roberto Duarte, com a presença do senador Alan Rick, pré-candidato ao governo do Acre pela sigla.
Durante o evento, Roberto Duarte deu as boas-vindas ao novo integrante da legenda. “Mais uma filiação para o Republicanos 10”, afirmou.
O senador Alan Rick também destacou a entrada de Nascimento no partido e a pré-candidatura. “E não é uma filiação qualquer. O nosso pré-candidato a deputado estadual, o doutor Júnior Nascimento, esse trabalha pelo povo, mesmo sem mandato ainda. Nosso pré-candidato é 10”, disse.
Em sua fala, Dr. Júnior Nascimento ressaltou o compromisso com o estado. “Não tenho dúvidas que estaremos juntos em busca de um Acre justo e melhor de se viver para todos. O Republicanos é 10!”, declarou.
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo (Sehurb), realizou nesta terça-feira (31) a terceira entrega de 100 unidades habitacionais no loteamento Cidade do Povo, em Rio Branco. A ação marca mais um avanço no Programa Pró-Moradia e eleva para 286 o total de casas entregues apenas em 2026.
As novas moradias, com cerca de 44,05 m² cada, contam com dois quartos, sala de estar, cozinha, banheiro e área de serviço. Elas estão inseridas em uma área urbanizada, com infraestrutura completa e acesso a serviços públicos essenciais, como saúde, educação e transporte.
O investimento nas 100 unidades, incluindo construção e terrenos, supera R$ 12,5 milhões, com recursos provenientes do Estado e operações de crédito. As obras foram executadas em 646 dias e integram um total de 383 unidades construídas pelo programa até o momento.
As casas foram destinadas prioritariamente a famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com prioridade para grupos em situação de vulnerabilidade: idosos, pessoas com deficiência, mulheres chefes de família, vítimas de violência doméstica e famílias afetadas por enchentes ou que viviam em áreas de risco.
A cerimônia contou com a presença do governador Gladson Cameli e da vice-governadora Mailza Assis, além de representantes da Sehurb e do Conselho Estadual de Habitação.
O gestor da Sehurb, Egleuson Santiago, destacou a importância da iniciativa.
“Essa entrega representa mais do que 100 moradias: são 100 famílias iniciando uma nova etapa com dignidade e segurança. Cada casa simboliza um recomeço para quem mais precisa. É o resultado de um trabalho feito com responsabilidade, compromisso e transparência, garantindo que o direito à moradia se torne realidade na vida dessas pessoas”.
Com esta entrega, o governo soma 286 unidades habitacionais entregues em 2026. Até então, já haviam sido entregues 91 casas em fevereiro, 80 em outra etapa de março e 15 unidades em ação especial pelo Mês da Mulher, totalizando 186 moradias antes desta terça-feira.
A Cidade do Povo é um dos principais conjuntos habitacionais de reassentamento urbano da capital acreana e continua recebendo investimentos para ampliar o acesso à moradia digna.
A iniciativa faz parte dos esforços do governo estadual para reduzir o déficit habitacional no Acre, promovendo inclusão social e melhorando a qualidade de vida de centenas de famílias.
O vereador Eber Machado oficializou, nesta terça-feira (31), sua filiação ao Republicanos, reforçando o quadro do partido no Acre e confirmando sua pré-candidatura a deputado federal. A ficha foi abonada pelo presidente estadual da sigla, deputado federal Roberto Duarte, com a presença do senador Alan Rick, pré-candidato ao governo do estado.
Machado destacou que a decisão foi construída ao longo dos últimos meses.
“A gente já vem fazendo esse trabalho ao longo desse início do ano. Depois de muitas discussões, entendemos que o melhor caminho para que eu pudesse realmente ser candidato a deputado federal seria aqui no Republicanos, até porque é um partido em que eu consigo me enxergar. Saio com muita tranquilidade do MDB, que é um partido onde tenho minhas raízes, mas, no momento que eu estava vivenciando, esse foi o melhor caminho”, afirmou.
Eber também ressaltou que as questões burocráticas relacionadas à fidelidade partidária foram negociadas com a direção nacional do MDB.
“Questões burocráticas resolvidas. Agora é só a gente trabalhar bastante”, disse.
O presidente do Republicanos no Acre, deputado Roberto Duarte, destacou que a chegada de Eber faz parte de um movimento de fortalecimento da sigla.
“É com muita alegria que recebemos Eber Machado no Republicanos, assim como outras lideranças que estão vindo e que ainda virão. Esse movimento fortalece o partido e o projeto que estamos construindo para o Acre”, afirmou.
O senador Alan Rick também celebrou a filiação e destacou a atuação de Eber na Câmara de Rio Branco.
“É um momento de grande felicidade para o Republicanos, de celebração. Recebemos, em um momento tão importante da pré-campanha, um dos vereadores mais atuantes não apenas desta legislatura, mas da história de Rio Branco. Eber Machado é uma voz do povo, de quem sofre com a falta de água, de transporte público e de serviços de qualidade. É a voz dos desassistidos e de quem quer um estado melhor”, declarou.
O empresário Rizo Araújo, uma das principais lideranças do setor de turismo no Acre, oficializou sua filiação ao Republicanos, em ato realizado na presença do senador Alan Rick, pré-candidato ao governo do estado. Presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens no Acre (ABAV/AC) e do Conselho Municipal de Turismo de Rio Branco (COMTUR), Rizo chega ao partido como pré-candidato a deputado federal e declarando apoio ao projeto político liderado pelo senador, reforçando a adesão do segmento turístico a uma agenda de desenvolvimento para o Acre.
Com trajetória consolidada na área, Rizo também foi presidente do Conselho Estadual de Turismo entre 2019 e 2024. É formado em Administração e Direito e atua há anos na defesa do fortalecimento do turismo como vetor de desenvolvimento econômico no estado.
Ao explicar sua decisão, destacou que a filiação é resultado de um propósito claro de contribuir com o futuro do Acre.
“A decisão não foi por conveniência nem por oportunidade. Foi por propósito. Eu acredito em um Acre que possa crescer, atrair investimentos, fortalecer o turismo e gerar oportunidades para o seu povo”, afirmou.
Segundo ele, o setor de turismo enxerga na construção desse projeto político uma oportunidade concreta de avanço.
“O turismo é uma das grandes vocações do nosso estado e precisa de ambiente favorável, planejamento e investimento. Acredito que, com Alan Rick liderando esse processo, podemos criar as condições necessárias para transformar esse potencial em desenvolvimento real”, destacou.
Rizo também ressaltou a necessidade de um projeto sólido e comprometido com resultados.
“Precisamos de um projeto forte, sério e comprometido com resultados. Mais do que esperança, o que a gente precisa é de ação. Não basta sonhar, é preciso realizar”, disse.
Ao final, reafirmou seu compromisso com o futuro do estado e a identificação com os valores do Republicanos.
“Hoje, não estou apenas dando mais um passo político. Estou assumindo um compromisso com o futuro do Acre. O Acre pode mais, e nós vamos provar isso”, concluiu.
A recente foto que reúne o senador Ciro Nogueira, o presidente nacional do União Brasil Antônio Rueda e novos filiados da federação União Progressista no Acre tornou-se um marco político de grande relevância no cenário atual.
Mais do que um registro, a imagem carrega forte simbolismo: ela traduz unidade, articulação e, principalmente, crescimento. Em um momento em que os partidos buscam consolidar alianças estratégicas para as próximas eleições, a presença de lideranças nacionais ao lado de novos quadros reforça a musculatura política da federação.
A União Progressista, formada pela junção de forças do União Brasil e Progressistas, demonstra, com esse movimento, sua capacidade de atrair lideranças e fortalecer seus quadros. A fotografia evidencia um ambiente de coesão interna, onde nomes experientes e novas lideranças caminham lado a lado, sinalizando um projeto político sólido e competitivo.
Uma ação integrada das forças de segurança do Acre através do Grupo Especial de Operações em Fronteira (GEFRON), Patrulhamento Rural e Força Tática do 1º Batalhão na manhã desta terça-feira (31), resultou na prisão de dois foragidos da justiça de Rondônia acusados de homicídio qualificado no dia 29 de abril de 2025, no ramal das Torres, zona rural do distrito de Nova Califórnia.
De acordo com as investigações, três homens encapuzados invadiram uma fazenda de propriedade de João Paulino da Silva Sobrinho, conhecido como “João Sucuri”, o mantiveram em cárcere privado juntamente com seus filhos e sua esposa, incluindo um bebê de apenas dois meses. Os criminosos executaram João Sucuri com disparos de arma de fogo na cabeça, além de ferirem o caseiro Hueberson da Silva que sobreviveu após fugir pela área de mata. Após a ação criminosa, os suspeitos apontados como integrantes de uma facção criminosa, voltaram na propriedade para tocar fogo no imóvel.
Durante as investigações presididas pela Delegacia de Polícia Civil Keity Mota, titular da 9ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito de Extrema, de Porto Velho, foi revelado a participação de Nilson Pereira dos Santos, Elves de Carvalho Ferreira, Kenas de Carvalho Ferreira e Jaime Vilchez de Souza, todos apontados nas investigações como autores do homicídio de João Sucuri.
Os irmãos Elvis de Carvalho Ferreira, de 44 anos, Eliandro de Carvalho Ferreira, de 47 anos e Kena de Carvalho Ferreira, de 43 anos, fugiram para o Acre.
A operação realizada nesta terça-feira (31), no km 160, em uma área de difícil acesso na região da Transacreana, nas proximidades do Rio Yaco, no Seringal Oriente, zona rural do Acre, resultou na captura de dois dos três irmãos fugitivos.
Por conta do terreno fechado, mata densa e ramais de difícil acesso, as equipes precisaram utilizar quadriciclos para chegar até o local onde os suspeitos estavam escondidos. Durante a abordagem em uma residência, houve troca de tiros com a Patrulha Rural, mas um dos suspeitos conseguiu fugir aproveitando a mata e as dificuldades de mobilidade na região.
Apesar da fuga, dois homens foram presos. Um deles foi identificado como Elvis de Carvalho Ferreira, de 44 anos, apontado como foragido e um dos autores do homicídio do fazendeiro João Sucuri.
O segundo preso foi Eliandro de Carvalho Ferreira, de 47 anos, irmão de Elvis, que foi autuado por porte ilegal de arma de fogo.
O terceiro suspeito, identificado como Kena de Carvalho Ferreira, de 43 anos, conseguiu escapar e segue sendo procurado pelas forças de segurança. Durante a operação, foram apreendidas espingardas calibres 16 e 22, além de uma pistola 9 mm municiada. A ação contou com apoio e coordenação do coronel Assis Santos, coordenador do Gefron no Acre.
Os presos foram encaminhados para a Delegacia Central de Flagrantes (Defla), onde permanecem à disposição da Justiça, enquanto as buscas continuam na região para localizar o foragido que conseguiu escapar do cerco policial.
Os deputados estaduais Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram, nesta terça-feira (31), suas filiações ao União Brasil, em ato realizado em Brasília com a presença de lideranças nacionais e estaduais da sigla.
A articulação contou com a participação do presidente nacional do partido, Antônio Rueda, e do dirigente estadual, Fábio Rueda, consolidando o movimento que já vinha sendo costurado nos bastidores da política acreana.
A chegada dos quatro parlamentares fortalece significativamente o União Brasil no estado, ampliando sua bancada e tornando a chapa mais competitiva nas eleições de 2026.
Na última semana, a sigla já havia recebido reforço com a filiação do deputado Afonso Fernandes.
O delegado de Polícia Civil do Acre, Judson Barros Pereira, denunciou ao Ministério Público do Estado (MPAC) o que classifica como “perseguição religiosa” dentro da corporação. Adventista do Sétimo Dia, ele afirma estar sendo obrigado a cumprir plantões aos sábados, dia considerado sagrado por sua fé.
Segundo Judson, a determinação partiu da direção da Polícia Civil, mesmo havendo, segundo ele, outros delegados disponíveis para substituição nas escalas.
“Eu sou adventista do Sétimo Dia e, por lei, temos o direito de resguardar o sábado. Principalmente na Polícia Civil, onde há vários delegados que poderiam me substituir”, afirmou.
O delegado relata que foi designado para trabalhar aos sábados após decisão do diretor do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI), Roberth José de Sousa Alencar, com aval do delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel.
“Eles resolveram me colocar para trabalhar no sábado. Conseguiram um parecer superficial dizendo que eu teria que trabalhar, sem sequer levar em conta as teses do STF”, declarou.
Delegado Judson Barros/Foto: Arquivo Pessoal
Judson afirma ainda que se recusou a cumprir a ordem por considerá-la ilegal e que, a partir disso, passou a sofrer ameaças administrativas.
“Eu não fui trabalhar no sábado e houve toda essa situação de ameaças. Disseram que tomariam providências administrativas e jurídicas, inclusive que poderiam bloquear meu salário”, relatou.
Para ele, a situação configura discriminação religiosa e perseguição. “Entendo isso como discriminação religiosa. É uma perseguição. Tentei resolver administrativamente, mas não foi possível”, completou.
Na representação encaminhada ao MPAC, o delegado sustenta que a medida viola a liberdade religiosa prevista na Constituição Federal e aponta possível abuso de autoridade, desvio de finalidade e coação.
Polícia Civil nega perseguição e diz que houve parecer jurídico antes da decisão
Procurado pela reportagem, o delegado Henrique Maciel negou qualquer tipo de perseguição religiosa e afirmou que a convocação ocorreu dentro da rotina administrativa da instituição. Ele frisou que as determinações foram técnicas e comuns. Henrique salientou que nem ele, nem o diretor Roberth Alencar, têm nada contra o denunciante e nem contra qualquer tipo de religião.
“Temos uma rotatividade. Algumas pessoas entram de férias, ficam doentes, são situações temporárias. Ele foi convocado para substituir outro delegado”, explicou.
Delegado-geral da Polícia Civil, Henrique Maciel
Segundo Maciel, a decisão foi baseada em parecer jurídico interno, feito de forma consultiva previamente.
“Encaminhei para nossa assessoria jurídica e eles se manifestaram. Seguimos a orientação jurídica, que deu parecer para que ele cumprisse o plantão normalmente”, disse.
O delegado-geral informou ainda que o caso também foi submetido à Procuradoria-Geral do Estado (PGE) para análise.
“Também encaminhei à PGE, já que é um tema que ainda não é totalmente pacificado. Estamos aguardando esse posicionamento”, afirmou.
Maciel destacou que, caso haja entendimento contrário por parte da PGE, a orientação será revista.
“Se a PGE disser que estamos errados, vamos comunicar ao DPCI que nenhum outro adventista poderá ser convocado para trabalhar no sábado”, declarou.
Ele reforçou que não há motivação pessoal na decisão. “Não foi perseguição religiosa. Respeitamos todas as religiões. Não temos nada pessoal contra ele, foi uma questão de fluxo do dia a dia da Polícia Civil”, concluiu.
De acordo com o Decreto Estadual nº 11.809/2025, o governo do Acre estabeleceu ponto facultativo para a próxima quinta-feira, dia 2, em razão da Quinta-Feira Santa, e mantém o feriado nacional da sexta-feira, 3, em celebração à Paixão de Cristo. Com isso, os órgãos e entidades da administração direta e indireta do Poder Executivo estadual não terão expediente nessas datas.
Esta medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e segue o calendário oficial de feriados e pontos facultativos de 2026.
A população deve ficar atenta ao funcionamento dos serviços públicos durante o período. Os serviços essenciais, como Saúde e Segurança Pública, continuarão operando normalmente. Permanecem em funcionamento as unidades de pronto atendimento (UPAs), o Pronto-Socorro de Rio Branco (Huerb) e as delegacias de polícia.
Já as unidades da Organização em Centros de Atendimento (OCA) e as secretarias de Estado estarão fechadas durante o feriado e o ponto facultativo, com retomada do expediente normal na segunda-feira, 6.
O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) defendeu hoje (31/3) a discussão concreta de uma proposta que contemple todos os servidores do Estado. Ele pontou que a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) pode ser essa mediadora, uma vez que até agora o governo não chegou a um consenso.
“A maior contribuição que podemos dar para esses servidores, é a gente exigir do governo que ele mande uma proposta para ser discutida hoje nesta Casa. Se não está pronta, não tem problema. A gente espera até de tarde, até de noite. Mas, precisamos dar um ponto final nessa novela que está comprida demais, que está tirando a tranquilidade e paciência dos servidores do Estado. A Assembleia precisa mediar esse momento”, disse o parlamentar.
Edvaldo Magalhães pontuou ainda que está escrito no Orçamento do Estado a Revisão Geral Anual (RGA). “Esse debate não começou ontem, nem no ano passado, nem no ano atrasado. Ele se aprofundou muito e avançou muito no final do ano passado quando da votação do Orçamento. Porque em meio a uma revolta justa das categorias, essa Assembleia alterou a peça orçamentária. Incluiu algumas obrigatoriedades, entre uma delas, está escrito no orçamento a Revisão Geral Anual. O governo poderia ter vetado. Não! Sancionou, é lei!”, explicou.
O deputado mencionou que o governo Gladson Camelí já poderia ter chegado a uma sinalização positiva com os servidores, porém, o Estado resolveu adotar o discurso da ‘arrogância’. “Qual foi a resposta, pelo menos até ontem, do governo, com relação a contraproposta do movimento? Foi a pressão e a arrogância através de declarações públicas em vários sites, dizendo assim: ‘Já que não fizeram acordo em torno da minha proposta, eu não vou mandar nada para a Assembleia’. O nome disso é desrespeito ao servidor público. O nome disso é autoritarismo. O nome disso é intolerância, porque no processo de negociação, desde que o mundo é mundo. Desde antes do nascimento de Jesus, numa negociação sempre tem debate, desentendimento, voltam para a mesa e chegam, a um entendimento. É assim que gente grande deve agir. E, ao governo, cabe a tolerância porque a paciência dos servidores está esgotando”.