Início Site Página 252

Homem é encontrado morto às margens da BR-317, no interior do Acre

0

Um homem foi encontrado mortos às margens da BR-317, na divisa de Capixaba com Xapuri, na manhã desta terça-feira (17). A Polícia Rodoviária Federal (PRF-AC) foi acionada por volta das 10h e se deslocou ao local, no km 138 da rodovia.

Imagens feitas no local mostram que o corpo estava caído fora da pista, quase sem roupas, coberto apenas parcialmente por peça íntima. A Polícia Militar também foi acionada e o corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) da capital Rio Branco.

O diretor-geral do departamento de Polícia Técnica Científica, Mário Sandro Martins, relatou que o corpo ainda não foi identificado e ainda não foi possível constatar possíveis ferimentos.

O corpo passará por exames cadavéricos que poderão determinar a causa da morte.

 

Jogadores do Vasco-AC suspeitos de estupro de mulheres se entregam à polícia: ‘Não fiz nada de errado’

0
Alex Pires Júnior, no centro, se entregou à polícia na tarde desta terça-feira (17) — Foto: Gustavo Almeida/Rede Amazônica Acre

Os jogadores do Vasco da Gama-AC Alex Pires Júnior, o Lekinho, Matheus Silva e Brian Peixoto Henrique Iliziario se apresentaram à Polícia Civil na tarde desta terça-feira (17). Eles são investigados pelo estupro de duas mulheres dentro do alojamento do time.

Os três jogadores tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça no domingo (15). O primeiro a se entregar foi Lekinho, que foi até a Delegacia de Flagrantes (Defla), em Rio Branco, acompanhado do treinador Eric Rodrigues e do advogado Robson Aguiar. Os outros dois suspeitos foram até a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) com o advogado Atevaldo Santana.

Os jogadores Erick Luiz Serpa Santos Oliveira, Matheus Silva, Brian Peixoto Henrique Iliziario e Alex Pires Júnior, da Associação Desportiva Vasco da Gama (Vasco-AC), são investigados pelo estupro de duas mulheres dentro do alojamento do clube, na madrugada da última sexta-feira (13), em Rio Branco. O primeiro está preso preventivamente desde domingo (15).

Ao sair da Defla, Lekinho conversou com a imprensa e negou as acusações. Da Defla, ele foi levado para a Deam, responsável pelas investigações, para prestar esclarecimentos. Os três devem passar por audiência de custódia nesta quarta (18).

“Eu tô aqui de livre e espontânea vontade, sei que não fiz nada de errado. Conversei com o Eric [treinador], mostrei tudo que tinha, tenho a mensagem da pessoa que, na verdade, nem me acusou, mas meu nome está sendo citado. Estou aqui para dar minha versão, estou à disposição da Justiça, porque sei que não fiz nada, não cometi nenhum tipo de crime, Deus é justo e vou provar isso na Justiça”, declarou Lekinho.

O delegado Alexnaldo Batista, plantonista da Defla, disse que foi procurado pelo treinador do time e comunicado sobre a apresentação de Lekinho. “Comunicamos aos nossos superiores, ao delegado da Deam e fizemos o recebimento da apresentação dele para darmos o cumprimentos do mandado de prisão”, resumiu.

O advogado Robson Aguiar confirmou que orientou o cliente a se apresentar à polícia e que a defesa vai apresentar novas provas à polícia.

“Provaremos que o Alex não tem nenhum envolvimento com essa situação. Disse que deveria se apresentar, cumprir um decisão judicial, levaremos as provas que a autoridade policial ainda não tem e, com toda certeza, haverá uma revogação dessa prisão”, concluiu.

O advogado de Matheus Silva e Brian Peixoto, Atevaldo Santana, chamou a denúncia de frágil e acusou as vítimas de terem ido ao local fazer programa. Ele negou que os clientes tenham abusado das vítimas.

Os jogadores chegaram na Deam dentro do carro do advogado e não falaram com a imprensa.

“São narrativas ficcionais criadas por essas pessoas que se dizem vítimas. Foram lá fazer programa. Uma delas postou no outro dia que, infelizmente, estava arrependida por não ter ido para o Carnaval do Tucumã. Ora, uma mulher que é estuprada no mínimo fica com problemas psicológicos, não fica no outro dia dizendo que vai pro Carnaval”, argumentou.

‘Não vamos passar a mão na cabeça’

O treinador Eric Rodigues também afirmou que a denúncia é frágil, mas que acredita na Justiça e na versão dos atletas. Eric destacou ainda que os jogadores são do Rio de Janeiro e que o time presta assistência necessária no processo.

“A gente acredita na autoridade policial e na Justiça. Vão fazer o que tiver que ser feito. Quero deixar bem claro que, com o clube, eles erraram e não estamos aqui para passar a mão na cabeça, é terminantemente proibido acesso de qualquer pessoa ao alojamento, que não sejam dos alojados, principalmente de mulheres”, complementou.

Informações G1/AC

 

Supremo Tribunal Federal determina o afastamento dos servidores que vazaram dados

0

O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta terça-feira (17), o afastamentoimediato de quatro servidores da Receita Federal investigados por possível vazamento de dados sigilosos de ministros da Corte, do Procurador-Geral da República e de familiares.

A decisão foi tomada após relatório apontar acessos ilegais ao sistema da Receita Federal, sem justificativa funcional, e divulgação das informações.

A medida atende a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), e a Polícia Federal (PF) cumpriu mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

A PGR afirmou que os acessos “apresentam aderência típica inicial ao delito previsto no art. 325 do Código Penal (violação de sigilo funcional)”, mas destacou que “o caso não se exaure apenas na violação individual do sigilo fiscal, uma vez que a exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas, divulgadas sem contexto e sem controle jurisdicional, tem sido instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais, de difícil dissipação”.

Medidas determinadas

Por decisão do STF, foram impostas medidas cautelares aos servidores, Luiz Antônio Martins Nunes, funcionário do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) no Rio de Janeiro; Ricardo Mansano de Moraes, auditor-fiscal da Receita Federal em São José do Rio Preto (SP); Luciano Pery Santos Nascimento, técnico do Seguro Social na Bahia; e Ruth Machado dos Santos, técnica do Seguro Social no Guarujá (SP).

Entre elas estão busca e apreensão domiciliar e pessoal, afastamento dos sigilos bancário, fiscal e telemático, proibição de deixar a comarca e recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana com uso de tornozeleira eletrônica.

Também foi determinado o afastamento imediato das funções públicas, a proibição de acesso às dependências da Receita Federal e do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), além da vedação de uso dos sistemas e bases informatizadas.

Os investigados ainda estão proibidos de sair do país, tiveram passaportes cancelados e estão sujeitos a impedimento migratório.

Os quatro deverão prestar depoimento à Polícia Federal, que dará continuidade às investigações.

Auditoria interna na Receita

Em nota, a Receita Federal informou que “não tolera desvios, especialmente relacionados ao sigilo fiscal, pilar básico do sistema tributário”. O órgão destacou que, além das medidas no inquérito, já havia procedimento de investigação em parceria com a autoridade policial.

No dia 12 de janeiro deste ano, o STF solicitou auditoria nos sistemas da Receita para identificar eventuais desvios no acesso a dados de ministros, parentes e outros contribuintes nos últimos três anos. A apuração foi incorporada a procedimento aberto um dia antes pela Corregedoria da Receita, com base em notícias divulgadas pela imprensa.

A auditoria está em andamento e envolve dezenas de sistemas e contribuintes. Segundo o órgão, desvios já detectados foram informados preliminarmente ao relator do caso no STF.

A Receita também afirmou que seus sistemas são totalmente rastreáveis, permitindo a identificação e punição de irregularidades, inclusive na esfera criminal.

Desde 2023, informou ter ampliado os controles de acesso a dados, com restrição de perfis e criação de alertas. No período, foram concluídos sete processos disciplinares, com três demissões e aplicação de sanções nos demais casos.

Fonte: iG

Redução da jornada para 36 horas pode derrubar PIB em 6,2%, diz estudo

0

A redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 36 horas semanais, impulsionada pela mobilização pelo fim da escala 6×1, pode provocar queda de 6,2% no Produto Interno Bruto (PIB). As estimativas são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e consideram o trabalho como fator de produção.

Além do impacto negativo no PIB, a adoção da jornada de 36 horas elevaria em 22% o custo da hora trabalhada para quem atualmente cumpre o teto constitucional de 44 horas, segundo os estudos. No conjunto dos empregos formais, a alta média seria de 17,6%.

O custo operacional das empresas subiria em menor proporção, variando conforme a intensidade de uso de mão de obra em cada atividade.

Centrais sindicais defendem o fim da escala 6×1 sob o argumento de que há exploração excessiva da mão de obra. Essas entidades sustentam que eventuais perdas seriam compensadas por maior consumo, estímulos à inovação e ganhos de produtividade.

A produtividade por hora trabalhada no Brasil cresceu apenas 0,5% ao ano entre 1981 e 2023, segundo o Observatório da Produtividade Regis Bonelli. A agropecuária avançou 6% ao ano, enquanto a indústria registrou queda média de 0,3% (–0,9% na indústria de transformação).

O setor de serviços, responsável por 70% das horas trabalhadas, permaneceu praticamente estagnado. No conjunto da economia, a renda do trabalho tem crescido acima da produtividade, pressionando os custos empresariais sem aumento proporcional da produção.

No último dia 9, o presidente da Câmara, Hugo Motta, encaminhou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) sobre o fim da escala 6×1 à Comissão de Constituição e Justiça. De olho na reeleição, o governo Lula pretende tratar do assunto por meio de projeto de lei, caminho considerado mais ágil do que uma emenda constitucional.

De acordo com simulações do FGV-Ibre, a retração do PIB ocorreria caso a redução da jornada não viesse acompanhada de aumento de produtividade — ponto considerado central, já que, exceto na agropecuária, os ganhos produtivos estão praticamente estagnados há décadas.

Fim da escala 6×1 impactaria setores de modos diferentes

Os efeitos não seriam homogêneos. Setores com jornadas médias mais longas teriam maiores dificuldades de adaptação. O transporte aparece entre os mais vulneráveis, com perda estimada de 14,2% no valor adicionado.

Na indústria extrativa, o recuo projetado é de 12,6%, e no comércio — grande empregador com média de 41 horas semanais —, de 12,2%. Especialistas alertam que, no comércio, a redução pode afetar trabalhadores que dependem de comissões. Já a administração pública teria impacto mais limitado, de 1,7%, por já operar próxima das 36 horas.

Fernando de Holanda Barbosa, do FGV-Ibre, avalia que a medida teria efeito regressivo, ao beneficiar principalmente servidores públicos e trabalhadores formais. Segundo ele, informais e autônomos continuariam submetidos a longas jornadas, e serviços informais ligados ao setor público poderiam sofrer redução de oferta.

Atualmente, a média semanal trabalhada no Brasil é de 38,4 horas, com variações significativas entre setores. A última mudança no teto ocorreu na Constituição de 1988, quando a jornada máxima caiu de 48 para 44 horas, e a média efetiva recuou de 42,8 para 41,8 horas entre 1988 e 1989.

Com informações Folha de S. Paulo

Bocalom estima público de até 60 mil pessoas e destaca clima familiar no encerramento do Carnaval 2026

0

No encerramento da quinta e última noite de programação do Carnaval 2026, realizado nesta terça-feira, 17, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), afirmou que a festa deste ano foi marcada por um novo formato, voltado às famílias, com espaço remodelado, reforço na segurança e melhorias na estrutura para o público.

Em entrevista durante a cobertura do Jornal Folha do Acre, o prefeito destacou a reformulação da passarela do samba e o aproveitamento de parte da estrutura montada nas festividades de fim de ano. Segundo ele, a proposta foi oferecer um ambiente mais organizado e confortável.

De acordo com Bocalom, a contagem parcial de público indica grande participação popular, mesmo com noites de chuva. “Mais de 40 mil pessoas passaram por aqui até ontem. Hoje o resultado sai depois, pelas câmeras de monitoramento. Mesmo com chuva em algumas noites, a expectativa é passar de 60 mil pessoas no total”, afirmou.

Um dos dados ressaltados pela gestão foi a presença de crianças e adolescentes. Conforme informado, mais de 4.800 pulseiras de identificação foram distribuídas para menores de idade ao longo das noites de festa, como medida de segurança e controle.

O vice-prefeito Alisson Bestene também avaliou positivamente o evento e disse que o foco foi garantir um carnaval acessível e seguro. “A gente pensou nas famílias de Rio Branco, nas crianças, nos idosos. Ver esse público participando enche o coração de alegria”, declarou.

Entre as novidades citadas pela prefeitura está a implantação de banheiros femininos com ar-condicionado, monitoramento e equipe de apoio permanente. Segundo o prefeito, o modelo foi inspirado em estruturas vistas em eventos de outros estados e, neste ano, passou a ser contratado de fornecedor local, como forma de incentivar a economia da região.

Representantes da gestão e familiares que acompanharam a agenda destacaram o clima de tranquilidade e a proposta de fortalecer o caráter familiar do carnaval. A avaliação final da prefeitura é de que a edição de 2026 consolida um novo padrão de organização para os próximos anos.

Coronel Bino celebra segurança e grande público no Carnaval 2026

0

Durante o Carnaval 2026 em Rio Branco, o Coronel Bino, responsável pelo monitoramento de câmeras do evento, destacou o sucesso da festa em termos de segurança e organização. Segundo ele, a combinação de diversão, inovação e proteção garantiu um carnaval seguro para toda a família.

Até o momento, foram distribuídas 5.500 pulseiras para crianças e adolescentes, reforçando a proposta de um evento familiar e controlado. Na noite anterior, cerca de 45.800 pessoas circularam pelo circuito do carnaval, número considerado expressivo e representativo do envolvimento da população.

Bino ressaltou a importância da parceria entre a prefeitura e a ACISA, afirmando que a colaboração entre órgãos públicos e equipes de apoio foi essencial para que o evento transcorresse sem intercorrências. “O resultado é esse: muita diversão com segurança, e os acrianos de Rio Branco estão todos de parabéns”, declarou, destacando a eficiência do monitoramento e o trabalho das equipes durante todas as noites de festa.

Patrícia Dossa destaca organização e tranquilidade do Carnaval 2026

0

Durante a cobertura do Carnaval 2026 em Rio Branco, Patrícia Dossa, presidente da ACISA, avaliou positivamente as cinco noites de festa. Segundo ela, o evento foi marcado por organização, segurança e ambiente familiar, permitindo que crianças, idosos e famílias aproveitassem o carnaval de forma tranquila.

Patrícia reforçou a parceria da ACISA com a prefeitura, destacando que todas as secretarias se envolveram no planejamento e execução do evento. “Foi mais um carnaval bem organizado, realmente que a família pode prestigiar. Eu sou muito parceira da Prefeitura porque eles são muito unidos. Todas as secretarias ajudam umas às outras, e o carnaval foi de excelência, sem nenhuma intercorrência”, afirmou.

A presidente ainda ressaltou que o sucesso do evento é fruto da união de esforços entre órgãos públicos e equipes de apoio, garantindo um ambiente seguro e de qualidade para a população. Ela finalizou agradecendo a imprensa e o público presente, reforçando o convite para a próxima edição.

Bloco 6 é D+ é campeão do Carnaval 2026 com tema “Favela ou periferia: A origem não define meu futuro”

0

O Bloco 6 é D+ conquistou o primeiro lugar no Carnaval 2026 de Rio Branco, com 59,2 pontos, levando para casa o prêmio de R$ 20 mil. O bloco apresentou o enredo “Favela ou periferia: A origem não define meu futuro”, que destacou a importância de romper estigmas sociais e mostrar que a origem não determina o futuro de ninguém.

Em segundo lugar, ficou o bloco Unidos do Fuxico, com 58,9 pontos, que garantiu o prêmio de R$ 10 mil. O terceiro lugar foi ocupado por outro bloco carnavalesco, com 57,4 pontos, que recebeu R$ 6 mil.

A apresentação do Bloco 6 é D+ chamou atenção não apenas pela bateria e fantasias, mas também pela mensagem social e engajada, que emocionou o público e os jurados. Integrantes afirmaram que a vitória representa reconhecimento do esforço coletivo e da criatividade do grupo em levar uma temática relevante para a avenida.

Bloco 6 é D+ desfila com tema “Favela ou periferia: A origem não define meu futuro” no Carnaval 2026

0

O Bloco 6 é D+ levou às ruas de Rio Branco um desfile carregado de mensagem social e crítica, com o tema “Favela ou periferia: A origem não define meu futuro”. A apresentação ocorreu nesta terça-feira (17), marcando a participação do bloco em mais um circuito de carnaval de rua da capital.

O enredo destacou a importância de romper estigmas e preconceitos, ressaltando que o ambiente em que uma pessoa nasce não determina seu destino. A performance contou com alas temáticas, fantasias criativas e a bateria característica do bloco, que buscou combinar ritmo, cor e consciência social em cada passo.

Integrantes do bloco afirmaram que a ideia do tema surgiu para dar voz a jovens das comunidades e periferias de Rio Branco, mostrando que talento, esforço e determinação podem transformar vidas independentemente das dificuldades iniciais. “Queremos levar para a avenida uma mensagem de esperança e empoderamento. Mostrar que a origem não nos limita, mas sim nos fortalece”, disse um dos organizadores.

 

Apesar de contratempos climáticos nos últimos dias, o desfile transcorreu com animação e grande participação do público, reforçando a força do carnaval como ferramenta de expressão cultural e social. O bloco recebeu aplausos e destaque pela forma como uniu ritmo e reflexão, tornando o desfile uma das atrações mais comentadas do Carnaval 2026.

A apresentação do Bloco 6 é D+ reforça a tradição do carnaval de rua em Rio Branco, valorizando a diversidade, a representatividade e o protagonismo das comunidades locais.

Adolescente passa mal após desfile do Bloco 6 é D+ no Carnaval de Rio Branco

0

Uma adolescente passou mal no fim da apresentação do Bloco 6 é D+, na noite desta terça-feira (17), durante a programação de Carnaval da Família, na Praça da Revolução, em Rio Branco.

De acordo com a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o quadro foi provocado por uma sobrecarga psicológica.

A jovem integrava o bloco de frente e começou a apresentar sinais de mal-estar logo após o encerramento do desfile. Os primeiros atendimentos foram realizados por socorristas do Corpo de Bombeiros Militar que atuavam no apoio ao evento.

Em seguida, a ambulância 05 do Samu chegou ao local e assumiu a ocorrência, realizando o atendimento pré-hospitalar e o encaminhamento para avaliação médica.

A organização do evento informou que manteve o espaço isolado durante o atendimento para garantir segurança e agilidade no socorro. O estado de saúde foi tratado e considerado situação relativamente comum em ambientes de esforço físico intenso e grande aglomeração.