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Acre é o 8° estado mais caro do Brasil para se viver, diz levantamento

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Rio Branco, capital do Acre/Foto: Marcos Vicentti

O custo médio mensal de vida no Acre alcançou R$ 3.550 em 2026, segundo levantamento divulgado com base em dados da Serasa e da Opinion Box. O valor coloca o Estado acima da média nacional, estimada em R$ 3.520, e entre os mais caros da Região Norte.

O estudo considera despesas básicas mensais, como moradia, alimentação, transporte, saúde e serviços essenciais. No recorte nacional, o Distrito Federal lidera o ranking, com custo médio de R$ 4.920, seguido por Paraná (R$ 4.300) e São Paulo (R$ 4.270).

Na outra ponta, os menores custos foram registrados em Sergipe (R$ 2.010), Maranhão (R$ 2.230) e Alagoas (R$ 2.450).

Dentro da Região Norte, o Acre aparece entre os estados com maior custo mensal. O valor acreano (R$ 3.550) supera o de Amazonas (R$ 2.990), Pará (R$ 3.050), Rondônia (R$ 3.100) e Amapá (R$ 2.830). Apenas Roraima (R$ 3.710) e Tocantins (R$ 3.810) apresentam valores superiores na região.

Especialistas apontam que fatores logísticos influenciam diretamente no custo de vida no Acre. A dependência do transporte rodoviário para abastecimento, a distância dos grandes centros produtores e o preço dos combustíveis impactam o valor final de alimentos e produtos industrializados.

Com um custo médio de R$ 3.550, famílias acreanas precisam comprometer parcela significativa da renda apenas para despesas básicas. O valor supera o salário mínimo vigente, o que reforça a necessidade de múltiplas fontes de renda ou divisão de despesas entre membros da família.

O levantamento foi realizado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. A base cartográfica utilizada foi a malha territorial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com sistematização de dados feita pela plataforma GeoDa.

 

Ateliê Yawa: a força ancestral e criativa das mulheres indígenas Yawanawá

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No coração da Amazônia brasileira, no Acre, às margens do Rio Gregório, no município de Tarauacá, vive o povo indígena Yawanawá, pertencente à família linguística Pano. Após séculos marcados pela colonização e dominação, hoje os Yawanawá vivenciam um profundo movimento de resgate cultural, expresso por meio de seus rituais, plantas sagradas, cantos, celebrações e transmissão dos seus saberes.

É nesse território de memória viva, na Aldeia Nova Esperança, reconhecida historicamente por ter sido a primeira aldeia a reunir o povo após a expulsão dos missionários, que nasce o Ateliê Yawa, uma iniciativa social e artística voltada à preservação cultural indígena e ao desenvolvimento socioeconômico da comunidade, a partir do fortalecimento e do protagonismo das mulheres Yawanawá.

Mais do que um projeto de moda ou comercialização de produtos, o Ateliê Yawa é um movimento que nasce do desejo genuíno das próprias mulheres de criar, expressar e compartilhar sua cultura com o mundo, sem que elas precisem sair de seu território para se fortalecer economicamente.

Com o lançamento de sua primeira coleção autoral, o projeto busca consolidar seu posicionamento e tecer uma rede de apoio para suas próximas etapas.

 

Uma semente plantada pelas mulheres Yawanawá

A proposta do Ateliê Yawa surgiu em janeiro de 2022, a pedido de Raquel Nawashahu, cacica da Aldeia Nova Esperança, coordenadora e guardiã da iniciativa, quando as mulheres, em uma roda de conversa, manifestaram o desejo de confeccionar suas próprias roupas.

“Esse é um projeto que nasceu no coração da nossa comunidade indígena, em que mulheres talentosas estão criando uma moda sustentável e culturalmente rica. Nossas peças refletem o respeito à natureza e a prática de nossos saberes ancestrais”, compartilhou Raquel Nawashahu.

Esse anseio contou com o incentivo do Instituto Guardiões da Floresta (IGF) e com a assessoria da Maloca, expandindo-se em oportunidade de geração de renda contínua, favorecendo a melhoria das condições de vida da população local e o fortalecimento das mulheres da comunidade.

Arte, espiritualidade e grafismos como linguagem viva

Os Yawanawá se reconhecem como o povo dos queixadas. Os queixadas são mamíferos da Amazônia que vivem em grandes bandos e, assim como os Yawanawá, valorizam a vida coletiva, o caminhar conjunto e a força do grupo: sabem que, unidos, seguem mais fortes.

A arte do povo Yawanawá conecta-se diretamente à forma de perceber e interagir com a vida e com a espiritualidade. Nas pinturas corporais e nos grafismos, plantas, animais e seres espirituais inspiram símbolos que comunicam e entrelaçam mundos visíveis e invisíveis, e cada padrão geométrico carrega significados, histórias e magia.

Conhecidos como “kene”, esses desenhos expressam um saber ancestral transmitido de geração em geração. É a partir dessa linguagem que o Ateliê Yawa constrói sua identidade artística, transformando grafismos tradicionais em estamparias ricas em memória, espiritualidade e pertencimento.

Uma trajetória construída em etapas

Com uma trajetória iniciada em 2021, o Ateliê Yawa vem se construindo em etapas que refletem seu crescimento e impacto positivo:

Em 2022, as primeiras oficinas focaram no tingimento natural, com a elaboração de tintas a partir de plantas e minerais, produção de fixadores naturais e aplicação em tecidos. Técnicas de estamparia manual ampliaram as possibilidades de traduzir os grafismos ancestrais para os tecidos.

Foram utilizadas matérias-primas locais como cúrcuma, urucum, jenipapo, terra, carvão e mastruz, que foram misturadas ao látex, resultando em tintas naturais surpreendentes. As mulheres participaram de todo o processo, da colheita das plantas à aplicação nos tecidos, fortalecendo o vínculo entre conhecimento ancestral e prática contemporânea.

Em 2023 e 2024, com o apoio de um edital de pré-aceleração do Impact Hub Manaus, o Ateliê Yawa evoluiu para um modelo de negócios, consolidando visão, missão e estratégia. Dessa fase, surgiu o primeiro catálogo de peças, que foram comercializadas por lojas como a Maloca, a Tucum Brasil e outros revendedores parceiros.

O ano de 2025 marcou a estreia da primeira coleção autoral. Por meio de oficinas de moda junto à Maloca Lab, as mulheres idealizaram e desenharam as peças, realizando uma votação coletiva para selecionar os modelos-piloto. A pintura manual, realizada pelas mulheres da aldeia, integrou todo o processo criativo, culminando em um desfile realizado aos pés da cachoeira na Aldeia Akasha, nas montanhas do Rio de Janeiro. Oficinas de gestão e empreendedorismo também fortaleceram o aprendizado.

Atualmente, 35 mulheres Yawanawá da Aldeia Nova Esperança estão ativamente envolvidas no Ateliê Yawa. A produção inicial das peças acontece de forma colaborativa: o corte e a costura são realizados na Maloca Lab e as peças são enviadas à Amazônia para serem pintadas pelas mulheres da aldeia, que recebem uma remuneração por cada peça, impactando positivamente a economia local e a renda de suas famílias.

Essa etapa foi viabilizada pela Teia da Sociobiodiversidade, iniciativa do Fundo Casa Socioambiental em parceria com o Fundo Socioambiental CAIXA, com apoio do Instituto Guardiões da Floresta e da Maloca.

Moda ética, economia solidária e impacto ambiental reduzido

O Ateliê Yawa é uma celebração da tradição e da sabedoria das mulheres Yawanawá. Com o uso de linho ecológico, estamparia artesanal e tintas naturais, o projeto fomenta uma moda ética e responsável, alinhada à necessidade de repensar os impactos ambientais da indústria têxtil, especialmente nos processos de beneficiamento, tingimento e estamparia, reconhecidos como altamente poluentes devido ao uso intensivo de água e produtos químicos. A proposta do Ateliê Yawa alia desenvolvimento social à responsabilidade ambiental, buscando uma produção mais limpa por meio de matérias-primas e processos que minimizem os impactos negativos e respeitem os ciclos da natureza.

Cada peça produzida é mais do que uma roupa: é a materialização do desejo de promover transformação econômica, social e cultural dentro da própria comunidade. Ao adquirir uma peça do Ateliê Yawa, o público veste uma história de resistência, sabedoria ancestral e cuidado com a floresta.

Impacto social, organização coletiva e autonomia

A organização interna do Ateliê Yawa se estrutura em grupos de gestão, estamparia, corte e costura e audiovisual. A comercialização inicial é feita por meio de parceiros e revendedores como a Maloca e a Tucum, que operam com uma taxa social justa, cobrindo os custos e garantindo a sustentabilidade do modelo. A comercialização inicial é feita por meio de parceiros revendedores.

Durante a etapa mais recente, o projeto surpreendeu e revelou o interesse espontâneo por modelagem e costura da matriarca Dona Yuvá, entusiasmada em operar a máquina de costura. Momentos de profundo significado cultural também enriqueceram o processo, como a presença de Biraci Brasil Nixiwaka e Biraci Jr Isku Kua, grandes lideranças do povo.

Pilares que sustentam a floresta e seu povo

O Ateliê Yawa se alicerça sobre pilares que reverberam a visão de um futuro próspero e autêntico para as comunidades indígenas:

Autonomia e geração de renda: O projeto mostra na prática como realizar a “economia da floresta em pé”, demonstrando como a Amazônia pode ser fonte de renda para seus povos, promovendo uma melhor qualidade de vida e o acesso a recursos sem descaracterizar seu modo de vida.
Fortalecimento cultural: Através do resgate do conhecimento dos grafismos ancestrais, o Ateliê Yawa celebra e perpetua a riqueza cultural Yawanawá.

Desenvolvimento artístico: O projeto é um espaço para a evolução contínua da expressão criativa das mulheres, impulsionando novas formas de arte.

Fortalecimento de vínculos: Acima de tudo, o Ateliê Yawa é um ambiente onde as mulheres se reúnem para colaborar, produzir e reforçar os laços comunitários que são a base de sua existência.

O Ateliê Yawa projeta um futuro de ainda maior autonomia e crescimento, com a construção de um ateliê físico na aldeia, planejado para ser erguido sobre o lago, permitindo que 100% do processo produtivo ocorra no próprio território, desde a concepção criativa até a comercialização. Este projeto, que busca captação via Lei Rouanet, representa um avanço fundamental para a autossuficiência das mulheres.

A formalização do Ateliê Yawa como cooperativa é também um passo essencial que fortalecerá a gestão coletiva e a sustentabilidade de longo prazo.

Para contribuir com sua continuidade, a iniciativa busca parcerias estratégicas, doações e apoio à divulgação desta história de arte, cultura, economia solidária e empoderamento feminino indígena. O Ateliê Yawa convida todas as pessoas a conhecer e apoiar esta causa.

Para mais informações, entre em contato:

Contato: (68) 99905-0071 – Raquel Nawashahu | (24) 999490575 – Nara Mattos
Instagram: www.instagram.com/atelieyawa/
Doações: www.igf.org.br/projetos-atuais
Assessoria de imprensa: Amanda Sul
Fotos: Coletivo audiovisual da aldeia Nova Esperança

Prefeitura de Cruzeiro do Sul intensifica campanha de vacinação contra doenças respiratórias

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A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Coordenação de Imunização, iniciou nesta segunda-feira, 23, a intensificação da campanha de vacinação contra doenças respiratórias.

A ação disponibiliza as vacinas meningocócica ACWY, pneumocócica 23-valente (Pneumo 23) e também a vacina contra a gripe (Influenza). As doses estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde.

Na quinta-feira, 26, a equipe estará realizando a campanha no Mercantil Cohab do Cais e no Mercado do Peixe, das 8h às 17h.

O objetivo da campanha é ampliar a proteção da população contra infecções graves causadas por bactérias que podem provocar meningite (infecção das membranas do cérebro), pneumonia e infecção generalizada no sangue. A vacinação contribui para reduzir complicações, internações e óbitos, principalmente entre os grupos mais vulneráveis.

O secretário de Saúde de Cruzeiro do Sul,Marcelo Siqueira, destacou a importância da imunização. “Estamos reforçando a vacinação porque essas doenças podem evoluir rapidamente e causar consequências graves. A vacina é a forma mais eficaz de prevenção e proteção coletiva”, enfatizou.

A vacina meningocócica ACWY protege contra quatro tipos diferentes da bactéria que causa a meningite (tipos A, C, W e Y), prevenindo formas graves da doença e também infecção generalizada. É indicada para adolescentes de 11 a 14 anos, crianças de 3 meses a 1 ano de idade, além de pais de bebês, conforme recomendação das equipes de saúde.

Já a Pneumo 23 protege contra 23 tipos da bactéria pneumococo, principal responsável por pneumonias bacterianas, meningites e infecções no sangue. É destinada a pessoas a partir de 5 anos de idade que fazem parte dos grupos prioritários, como idosos, pessoas com doenças crônicas, imunossuprimidos e pacientes acamados.

Polícia conclui que homem morto no interior do Acre efetuou disparo no próprio corpo

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Polícia Civil conclui investigação sobre morte no Ramal do Cassiriam, em Sena Madureira. Laudos e depoimentos confirmaram que a vítima efetuou disparo contra si durante discussão. Foto: cedida

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Sena Madureira, concluiu as investigações sobre a morte de Leonildo Martins Lourenço de Souza, ocorrida no dia 18 de janeiro deste ano, no Ramal do Cassiriam, zona rural do município. De acordo com o inquérito policial, a vítima morreu após efetuar um disparo contra si mesma enquanto tentava sacar a arma de fogo para utilizá-la contra terceiros durante uma discussão.

Segundo as apurações, Leonildo figurava entre os responsáveis por ameaçar moradores da região em razão de conflitos relacionados à extração de castanha-do-brasil. No dia do ocorrido, ele teria se dirigido à residência de um morador para proferir ameaças de morte, chegando, inclusive, a apontar a arma de fogo na direção de uma criança.

Durante uma discussão acalorada, e estando sob efeito de bebida alcoólica, a vítima acabou efetuando um único disparo contra o próprio corpo. O laudo pericial apontou que a causa da morte foi choque hipovolêmico, em decorrência de grande perda de sangue.

Após a conclusão dos trabalhos investigativos e a realização de todas as perícias necessárias, a autoridade policial responsável pelo caso, Rivânia Franklin, determinou o encaminhamento dos autos ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

A delegada destacou o empenho da equipe na apuração dos fatos. “Realizamos uma investigação criteriosa, ouvimos testemunhas e aguardamos a conclusão dos laudos periciais para esclarecer completamente as circunstâncias da morte. O conjunto probatório demonstrou que se tratou de uma autolesão ocorrida no contexto de uma discussão, não havendo indícios de participação de terceiros no disparo que vitimou Leonildo”, afirmou.

Deracre trabalha na conclusão de espaço destinado a mototaxistas em Porto Acre

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Obra de espaço para mototaxistas avança para conclusão em Porto Acre. Foto: Ascom/Deracre

O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), está na fase final da construção do espaço de apoio aos mototaxistas de Porto Acre. Nesta etapa, são executados os serviços de adequação da área de convivência, pintura e instalação de iluminação interna, além da pavimentação, pintura e cobertura da área externa. O investimento é superior a R$ 473,5 mil, com recursos próprios do Estado. O governador Gladson Camelí afirmou que a obra atende solicitação da categoria.

“Determinamos a construção desse espaço para garantir melhores condições de trabalho aos mototaxistas de Porto Acre. É recurso próprio aplicado no município”, declara Camelí.

O espaço conta com salão de descanso, banheiro e copa, destinados aos profissionais que atuam no transporte de passageiros no município. A presidente do Deracre, Sula Ximenes, destacou a fase atual da execução. “Os serviços estão concentrados nos acabamentos internos e na finalização da parte externa. Em breve, vamos concluir a obra e disponibilizar o espaço à categoria”, afirma.

Ascom Deracre

Gonzaga destaca contratação de professores e novas escolas de ensino integral durante abertura do ano letivo

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Deputado Gonzaga participou da abertura do ano letivo 2026/Foto: Assessoria

“Investimentos na contratação de professores e novas escolas de ensino integral monstram os avanços do atual governo”, disse o deputado

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB), participou na manhã desta segunda-feira (23) da cerimônia de abertura do ano letivo nas escolas da rede estadual do estado. O evento ocorreu na Escola Pedro Martinello, localizada no bairro Tancredo Neves, em Rio Branco.

O Acre contará com 35 escolas com ensino em tempo integral a partir desta segunda-feira. O governo do Estado também distribuiu tablets, material escolar, fardamento e vai oferecer internet via starlink nas unidades de ensino.

Deputado Gonzaga participou da abertura do ano letivo 2026/Foto: Assessoria

Gonzaga representou o poder Legislativo na solenidade que contou com a vice-governadora Mailza Assis, secretário de Educação, Aberson Carvalho, deputados federais Eduardo Velloso, Socorro Neri, e demais autoridades.

O deputado destacou que o início do ano letivo é um momento importante para os professores e alunos. Ele também destacou os investimentos do governador Gladson Camelí e da vice-governadora Mailza Assis na Educação do estado.

“Esse é um momento importante para os alunos e professores do nosso estado. Quero parabenizar o nosso governador Gladson Camelí, vice-governadora Mailza e o secretário Aberson Carvalho pelo trabalho que estão fazendo em prol da Educação. Nunca vi um trabalho tão bonito e tão comprometido. Hoje, grande parte dos alunos recebem tablets que ajudam na educação”, disse o parlamentar.

Autoridades participam da abertura do ano letivo de 2026/Foto: Assessoria

Gonzaga também destacou que a distribuição de equipamentos, fardamentos e material escolar se tornou uma marca do governo Gladson. Ele lembra que apenas no governo de Orleir Cameli, tio do atual governador, que os alunos da rede pública recebiam fardamento escolar e material escolar.

“Só no governo Orleir Cameli é que alunos recebiam fardamento e material escolar. Acabou o governo Orleir e voltou quando? No governo Gladson Camelí. Então isso se tornou uma marca do atual governo, assim como a implantação dos colégios militares”, disse Gonzaga.

Vice-governadora Mailza Assis/Foto: Assessoria

A vice-governadora Mailza destacou que o planejamento permitiu que o ano letivo começasse com a estrutura preparada para receber os estudantes.

“É uma satisfação, com tudo pronto, tudo organizado. A Secretaria de Educação trabalhou muito para que esse dia fosse memorável. A gente inicia com muita alegria e com muito compromisso com a educação do nosso estado”, afirmou.

Governo do Acre irá distribuir equipamentos, fardamento e material escolar a alunos/Foto: Assessoria

O secretário de Educação, Aberson Carvalho, destacou que aproximadamente 135 mil estudantes retornam às salas de aula neste início de ano letivo. O gestor afirmou que a rede estadual começa o período com planejamento concluído e investimentos em andamento.

“Temos um ano totalmente preparado, organizado, com investimentos em construção, reforma e adaptações das escolas. Avançamos na entrega de kits escolares e fardamento, além do investimento em tecnologia, com tablets com internet para garantir equidade e acesso aos alunos do ensino médio”, destacou.

Deputado Gonzaga participou da abertura do ano letivo 2026/Foto: Assessoria
Deputado Gonzaga participou da abertura do ano letivo 2026/Foto: Assessoria

OAB/AC assina documento enviado ao STF sobre o inquérito das fake News

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Rodrigo Aiache destaca compromisso com a Constituição e as garantias fundamentais

A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC) subscreveu o ofício encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) que trata da duração e da delimitação dos chamados inquéritos de natureza expansiva, com destaque para o Inquérito nº 4.781, conhecido como inquérito das fake news.

O documento, datado de 23 de fevereiro de 2026, foi dirigido ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, e é assinado pelo presidente do Conselho Federal da OAB em exercício, por integrantes da diretoria nacional e pelos presidentes das seccionais de todo o país. Entre os signatários está o presidente da OAB/AC, Rodrigo Aiache Cordeiro.

No ofício, a Ordem manifesta preocupação institucional com a permanência e a conformação jurídica de investigações de longa duração. A entidade reconhece o contexto excepcional que motivou a instauração do inquérito, mas sustenta que, superada a conjuntura mais aguda, exige atenção redobrada aos limites previstos na Constituição.

A manifestação destaca que o Inquérito nº 4.781 se aproxima de sete anos de tramitação, o que demanda análise sobre a duração do procedimento e a definição clara de seu objeto. Segundo o texto, investigações devem possuir contornos materiais definidos e base normativa adequada, em consonância com o devido processo legal.

O documento também reafirma a importância da ampla defesa, do contraditório, da liberdade de expressão e das prerrogativas profissionais da advocacia, especialmente quanto à preservação do sigilo profissional e à segurança jurídica.

A OAB pede a conclusão de inquéritos que tenham se prolongado além do razoável e defende que novas investigações não sejam abertas sem limites claros. A entidade também solicita audiência com a Presidência do STF para tratar do tema.

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC), Rodrigo Aiache, a participação da seccional acreana na manifestação nacional reforça o compromisso da advocacia com a defesa da Constituição.

“A OAB tem papel essencial na preservação da Constituição e das garantias fundamentais. É nesse espírito que a seccional acreana subscreve a manifestação nacional”, declarou.

Assessoria

Polícia Civil estabelece novas normas e fluxos para atendimento de situações de flagrante delito no Juruá

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), tornou pública nesta segunda-feira, 23, a Portaria Regulamentar nº 02, que estabelece novas normas e fluxos para o atendimento de situações de flagrante delito em Cruzeiro do Sul e nos demais municípios que integram a regional do Juruá. A medida tem como foco principal padronizar procedimentos, organizar responsabilidades e assegurar resposta rápida e eficiente às ocorrências submetidas à Polícia Judiciária.

A normativa disciplina de forma detalhada como se dará o recebimento, a autuação e o processamento dos flagrantes, considerando as particularidades geográficas e operacionais da região. O documento reforça que a organização dos fluxos busca garantir atendimento ininterrupto à população, além de otimizar a atuação das equipes policiais, conferindo maior clareza quanto às atribuições de cada unidade durante o regime de plantão.

O fluxo define quais unidades serão responsáveis pelo recebimento de flagrantes em dias úteis, fins de semana e feriados, incluindo, em determinados períodos, ocorrências oriundas de municípios como Mâncio Lima, Porto Walter, Rodrigues Alves e Marechal Thaumaturgo, além das demandas da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, à Criança e ao Adolescente (Dempca) e dos Núcleos Especializados de Investigação Criminal (Neic).

A regulamentação também estabelece critérios para o acionamento de delegados de sobreaviso, a remessa de procedimentos às unidades competentes e a atuação em casos simultâneos, observando a gravidade da ocorrência, a vulnerabilidade da vítima e a preservação de vestígios e provas. O descumprimento das escalas poderá implicar responsabilização disciplinar, reforçando o compromisso institucional com a efetividade do serviço.

Outro destaque é a definição de fluxos específicos para o atendimento de mulheres, crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica e familiar, com a adoção imediata de medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha e na Lei Henry Borel. Com a entrada em vigor da portaria na data de sua publicação, a Polícia Civil reforça a padronização dos procedimentos de flagrante delito na regional do Juruá, garantindo maior organização, segurança jurídica e eficiência na prestação do serviço à sociedade.

 

Mailza destaca investimentos e organização na abertura do ano letivo de 2026 no Acre: “Compromisso com a educação”

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Vice-governadora Mailza Assis/Foto: Assessoria

Durante a solenidade de abertura oficial do ano letivo de 2026 da rede estadual de ensino, realizada nesta segunda-feira, 23, em Rio Branco, a vice-governadora Mailza Assis (PP) ressaltou o trabalho de organização realizado pela Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) para o início das aulas e reafirmou o compromisso do governo com o fortalecimento do ensino público.

Segundo a vice-governadora, o planejamento permitiu que o ano letivo começasse com a estrutura preparada para receber os estudantes.

“É uma satisfação, com tudo pronto, tudo organizado. A Secretaria de Educação trabalhou muito para que esse dia fosse memorável. A gente inicia com muita alegria e com muito compromisso com a educação do nosso estado”, afirmou.

Mailza também destacou os investimentos previstos para a rede estadual, com foco nas escolas de tempo integral e na melhoria das condições de ensino.

“Muitos investimentos. Hoje anunciaremos aqui os investimentos do estado no prato extra, nos equipamentos, em tablets e reformas de escolas. Enfim, muitos recursos foram providenciados para qualificar o nosso ensino”, completou.

A cerimônia marcou o início das aulas para estudantes da rede estadual em todo o Acre e reuniu autoridades, gestores, professores e alunos.

Vice-governadora Mailza participa de reunião do conselho deliberativo da Sudam

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Mailza: “É uma reunião importante, que trata de recursos para o desenvolvimento da Região Norte, em especial do Acre. Cada estado apresenta seus projetos para investimento e desenvolvimento”. Foto: Neto Lucena/Secom

A vice-governadora do Acre, Mailza Assis, participou, nesta segunda-feira, 23, da 5ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo (Condel) da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), de forma híbrida, marcando a retomada dos trabalhos do colegiado em 2026. A reunião foi presidida pelo secretário executivo do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Valder Moura, e secretariada pelo superintendente da Sudam, Paulo Rocha.

As pautas tratadas durante a reunião envolveram os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) para 2026, ambos administrados pelo Banco da Amazônia, bem como o debate sobre os incentivos fiscais destinados às empresas que atuam nos estados que compõem a Amazônia Legal, além da regulamentação e aprovação da minuta para a aplicação de 1,5% dos recursos do FDA em custeio de pesquisa, desenvolvimento, inovação e tecnologia de interesse regional.

A vice-governadora destacou a importância da participação do Estado nas reuniões e da aprovação de recursos que beneficiam diretamente a população por meio de projetos e políticas públicas. “Cada estado apresenta seus projetos para investimento e desenvolvimento. No nosso caso, hoje o foco está mais voltado para a agricultura familiar, facilitando o acesso ao crédito, os investimentos nas propriedades rurais e o fomento à renda dessas famílias”, afirmou Mailza Assis.

Os membros do conselho também trataram do Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia (PRDA), com a revisão do acompanhamento das metas do PRDA 2024-2027, as proposições para o exercício de 2026 e a análise do Relatório Técnico da Agenda do PRDA 2024/2027.

O Acre é um dos membros natos do conselho, com direito a voz e voto nas decisões que impactam a região amazônica. O Estado é representado pela vice-governadora Mailza Assis, que tem atuado como porta-voz dos interesses acreanos nas reuniões mais recentes, defendendo a alocação de recursos para produtores rurais, empreendedores locais e projetos de infraestrutura estadual.

A previsão de recursos para o Estado do Acre é superior a R$ 1 bilhão, sendo que R$ 120 milhões devem ser destinados à regional do Juruá, em razão do seu potencial de desenvolvimento. Os valores foram definidos com base em estudos realizados por equipe técnica de planejamento.

Sobre o Condel/Sudam

O Conselho Deliberativo da Sudam é um órgão colegiado de decisão superior, presente em diversas autarquias e programas governamentais brasileiros, com atuação destacada no campo do desenvolvimento regional. Nesses colegiados, o Condel é a instância máxima de deliberação, responsável por aprovar planos estratégicos, diretrizes de aplicação de fundos constitucionais e projetos de incentivo fiscal. No caso da Sudam, o conselho tem foco específico no desenvolvimento da Amazônia Legal.

Agência de Notícias do Acre