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Polícia Civil do Acre deflagra Operação Alto Juruá e cumpre mandado de prisão por tráfico e organização criminosa

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A Polícia Civil do Acre (PCAC) segue intensificando o combate ao crime organizado na região do Juruá com a deflagração da Operação Alto Juruá. Na última terça-feira, 3, equipes da instituição cumpriram mandado de prisão em desfavor de T.S.N., investigado pelos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa.

O homem foi localizado na Vila São Pedro, no Ramal do Alexandre, zona rural de Cruzeiro do Sul. Após ser capturado, ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos de praxe e permanece à disposição da Justiça.

A Operação Alto Juruá é uma ação coordenada da direção geral da Polícia Civil pública com foco estratégico na região, abrangendo os municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves. A missão tem como eixos principais o cumprimento de mandados de prisão, a prestação de assessoria estratégica ao Delegado-Geral e o suporte logístico às operações em andamento.

Determinada pelo delegado-geral José Henrique Maciel, a operação conta com reforço no efetivo policial, mobilizando servidores do Gabinete, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) e do Núcleo de Investigação Criminal (Neic), com atuação escalonada entre o final de fevereiro e meados de março.

A missão é definida por quatro linhas de esforço principais: o cumprimento de mandados judiciais pendentes na região do Juruá, especialmente nos municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves. a prestação de apoio logístico à delegada Juliana De Angelis na operação “Mulher Segura”, garantindo o traslado e o retorno do efetivo empregado em missão, e a atuação como corpo consultivo e estratégico ao Delegado-Geral durante o andamento da operação, assegurando alinhamento tático e eficiência nas ações desenvolvidas.

De acordo com o delegado-geral, a iniciativa reforça o compromisso da instituição com a repressão qualificada ao crime organizado no interior do estado.

“A Operação Alto Juruá demonstra o comprometimento da Polícia Civil com a segurança da população da região. Determinamos o envio de efetivo extra para fortalecer as delegacias locais, garantir o cumprimento de mandados judiciais e dar todo o suporte necessário às operações em andamento. Nosso objetivo é enfraquecer as organizações criminosas e assegurar que a lei seja cumprida em todo o estado”, afirmou José Henrique Maciel.

A Polícia Civil destaca que as ações seguem de forma integrada e estratégica, visando ampliar a presença do Estado na região e promover maior sensação de segurança à população do Vale do Juruá.

Ascom Polícia Civil

Ator José Dumont é preso no Rio após condenação por estupro

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Artista levou um menor de 11 anos, filho de uma ambulante que vendia cuscuz, para apartamento no Flamengo; condenação por estupro de vulnerável teve pena de nove anos e quatro meses

O ator José Dumont, de 75 anos, foi preso pela PCERJ (Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro), no bairro do Flamengo, zona sul do Rio, na manhã desta quarta-feira (4). A ação se deu em cumprimento de mandado de prisão por condenação pelo crime de estupro de vulnerável.

De acordo com os registros policiais, em 2022, o artista levou um menor de 11 anos, filho de uma ambulante que vendia cuscuz, para a residência onde mora. A vendedora ficava na porta do apartamento de Dumont.

Após a ação, o homem foi denunciado por moradores do local, que disseram que a criança já teria ido mais de uma vez no apartamento do ator.

José Dumont teve a pena de nove anos e quatro meses transitada em julgado pelo TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro).

Após os procedimentos legais da prisão, o ator deve ser encaminhado ao sistema prisional onde ficará à disposição da Justiça.

A CNN Brasil tenta localizar a defesa de José Dumont. O espaço está aberto para manifestações.

CNN Brasil

Bocalom fica sem legenda às vésperas da eleição pela 4ª vez; Bittar leva a melhor sobre o prefeito em 2 ocasiões

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OMELETE

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), tentou fazer uma omelete sem quebrar os ovos. Na política, isso simplesmente não existe. Não há como estar, ao mesmo tempo, em um projeto político antagonista ao do senador Márcio Bittar (PL) e esperar contar com o apoio dele.

CAMINHO

Bittar já havia escolhido o caminho. O PL também. A legenda deixou claro, oficialmente, que não pretendia entrar na disputa pelo governo do Acre. Mesmo assim, Bocalom resolveu levar a situação adiante.

BRASÍLIA

O prefeito foi até a executiva nacional do PL tentar reverter o cenário. Ao voltar, disse que o presidente do partido, Valdemar da Costa Neto, teria ficado “muito triste” com a situação. Nos bastidores, porém, a decisão já estava tomada, e ele sabia muito bem disso.

O ÓBVIO

Ontem, Bocalom gravou um vídeo para anunciar aquilo que praticamente todo o meio político já sabia: o PL não dará legenda para que ele dispute o governo. A novela apenas chegou ao desfecho previsível e com sabor de “vale a pena ver de novo”. Foi a quarta vez que ele passou por isso e a segunda em que Márcio Bittar leva a melhor sobre ele.

QUARTA VEZ

Na coletiva, o prefeito disse não entender por que já é a quarta vez que lhe retiram a legenda às vésperas de uma eleição. Será que não sabe?

EXPLICAÇÃO

A resposta é mais simples do que parece. Os projetos pessoais de Bocalom nem sempre coincidem com as diretrizes das siglas. Na política, partidos até toleram divergências. O que raramente aceitam é disputar projetos que não são os seus.

VELHO ENREDO

Não é a primeira vez que Tião Bocalom e o senador Márcio Bittar não cabem no mesmo projeto partidário. Em 2014, os dois estavam no PSDB e pretendiam disputar o governo do Acre. Só havia espaço para um. Na queda de braço interna, Bittar levou a melhor e acabou sendo o candidato tucano. A Bocalom restou deixar o partido e se filiar ao DEM para manter a candidatura ao governo.

PARA LEMBRAR

Só para fins de registro: em 2014, o PSDB escolheu Márcio Bittar para disputar o governo, e Bocalom teve que se abrigar no DEM; em 2018, o PL não tinha interesse em candidatura majoritária; em 2024, o PP priorizou a pré-candidatura de Alysson Bestene, e Bocalom teve que migrar para o PL novamente; e agora, em 2026, ele terá que deixar o PL, que não deu legenda a ele para disputar o governo.

EDUCADO, PORÉM FIRME

Com seu jeito educado, porém muito firme, o prefeito de Feijó, Railson Ferreira, deu o recado dele à equipe do governo: não adianta tentar criar narrativa mentirosa contra ele. Ele não vai deixar passar.

RAILSON FERREIRA

Railson Ferreira negou veementemente que tenha orquestrado manifestações contra o governo no que tange ao hospital de Feijó e deixou ainda mais claro que não entende por que o governo mandou um comboio policial para tratar com manifestantes.

SEM SENTIDO

Realmente não faz muito sentido enviar dezenas de carros e aparato policial digno de filmes para lidar com manifestantes enquanto facções criminosas ‘casam e batizam’ sem serem interrompidas.

Bom dia a todos

 

Acreano é contratado pelo Corinthians após ser eleito MVP em campeonato em Brasília

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Ele tem 15 anos e 2 metros de altura. A estatura aliada a habilidade com a bola laranja têm elevado o patamar do ala/pivô acreano João Lucas Nascimento Mourão, uma das principais promessas do basquete acreano.

Depois de ser MVP – o atleta mais valioso – e assegurar prêmios individuais atuando no basquete de Brasília (DF), o atleta foi contratado recentemente pelo Corinthians para disputar competições de base na sequência da temporada.

“Sou muito grato por essa oportunidade. Sempre joguei basquete desde novo, desde os oito (…) Que eu me destaque ainda mais para uma temporada muito boa”, disse João Lucas.

João Lucas é filho de Marcel Mourão, ala acreano de 50 anos que detém, entre outros títulos, o Mundial e o Pan-Americano de Basquete Master.

Com informações Globo Esporte

 

Em reunião presidida por Adailton Cruz, Governo confirma entrega do Hospital de Feijó até 30 de abril

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A reforma do Hospital Geral de Feijó voltou ao centro do debate público na manhã desta terça-feira (3), durante reunião da Comissão de Saúde Pública e Assistência Social da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac). A iniciativa partiu do presidente do colegiado, deputado estadual Adailton Cruz, que conduziu os trabalhos e articulou a presença de lideranças políticas do município e representantes do Movimento Popular de Feijó.

A pauta foi objetiva: cobrar transparência sobre a situação atual da obra e buscar garantias concretas quanto ao cumprimento do cronograma. Há anos aguardada pela população, a reforma do hospital representa uma das principais demandas da região. Durante o encontro, foram analisados dados técnicos, discutidas etapas pendentes e avaliadas alternativas para viabilizar a entrega do primeiro bloco dentro do prazo anunciado.

Estratégica para o fortalecimento da saúde no interior, a unidade atende Feijó e moradores de comunidades próximas. A conclusão da obra significa reduzir transferências de pacientes, ampliar a capacidade de atendimento em urgência, emergência, internação e ambulatório, além de oferecer melhores condições de trabalho aos profissionais de saúde.

Ao longo da reunião, Adailton Cruz reforçou a preocupação com o ritmo dos serviços e a necessidade de assegurar que o cronograma saia do papel. Para o parlamentar, a entrega do hospital não pode ser tratada como promessa, mas como prioridade administrativa, diante da urgência enfrentada pela população que depende da unidade.

Como encaminhamento, a Comissão definiu o monitoramento do cronograma apresentado, com previsão de funcionamento do primeiro bloco até 30 de abril. Na mesma data, está prevista agenda institucional em Feijó, incluindo audiência pública na Câmara Municipal, com participação do Ministério Público, para verificar o cumprimento dos compromissos e discutir as próximas etapas da reforma.

Vereador denuncia que agricultores estão perdendo produtos por causa de péssimas condições de ramais

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O vereador Zé Lopes (Republicanos) subiu à tribuna da Câmara Municipal de Rio Branco, na sessão desta quarta-feira (04), para fazer duras críticas ao programa “Produzir para Empregar”, da gestão do prefeito Tião Bocalom.

Durante o discurso, o parlamentar questionou a efetividade do programa diante das dificuldades enfrentadas por produtores e moradores da zona rural de Rio Branco, principalmente nos ramais.

“Como é que o Produzir para Empregar vai funcionar se o produtor planta banana e agora vê a sua produção estragando porque o caminhão não consegue entrar para retirar? As crianças têm dificuldade de chegar à escola? Como é que uma pessoa que passa mal num ramal desse vai receber atendimento de uma ambulância? Como é que a ambulância vai entrar numa situação dessas? Como é que essas pessoas que estão isoladas vão ter segurança se a polícia não chega?”, questionou.

Zé Lopes classificou a situação como reflexo da ausência do poder público nas áreas mais afastadas da capital. Segundo ele, há um abandono estrutural que compromete não apenas a produção rural, mas também o acesso a serviços essenciais como saúde, educação e segurança.

“É uma ausência completa do Estado. Nós estamos vivendo esse momento. O Produzir para Empregar foi uma grande mentira colocada durante as duas eleições do prefeito e agora ele vem com essa mesma promessa para tentar ser governador do Estado. Não dá para cair nessa mentira de novo”, declarou.

O vereador também criticou o que chamou de prioridades equivocadas da gestão municipal. Ele citou investimentos em viadutos, decoração natalina e ações voltadas ao embelezamento da cidade como exemplos de gastos que, na avaliação dele, não atendem às necessidades mais urgentes da população que vive nos bairros e nos ramais.

“A gente está vendo o resultado de seis anos de ausência de gestão, de ausência de governo, enquanto as pessoas que moram nos bairros de Rio Branco e nos ramais estão passando por essa calamidade”, concluiu.

Briga generalizada mobiliza Polícia Militar no bairro Saboeiro, em Cruzeiro do Sul

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Uma briga generalizada envolvendo homens e mulheres foi registrada na tarde desta terça-feira (3), no bairro Saboeiro, em Cruzeiro do Sul. O tumulto causou grande alvoroço entre os moradores da região, que presenciaram cenas de gritos, empurrões e agressões em plena via pública.

De acordo com testemunhas, a confusão começou de forma repentina e sem uma motivação claramente definida.

Em poucos minutos, o desentendimento se intensificou e passou a envolver várias pessoas, gerando um clima de apreensão e insegurança entre quem vive nas proximidades.

A Polícia Militar do Acre foi acionada e se deslocou até o local para conter a situação. Ao chegarem, os policiais conseguiram dispersar os envolvidos e restabelecer a ordem na área.

Até o momento, não há informações oficiais sobre feridos ou pessoas detidas. O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes para esclarecer as causas e circunstâncias da ocorrência.

Acre tem o maior índice de feminicídio por 100 mil habitantes do Brasil, aponta pesquisa

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Um levantamento realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgado nesta quarta-feira (4) mostra que o estado do Acre lidera o ranking nacional de feminicídios por 100 mil habitantes.

De acordo com os dados, as maiores taxas em 2025 foram registradas no Acre (3,2 por 100 mil mulheres), Rondônia (2,9) e Mato Grosso (2,7). No quadriênio 2021–2025, os maiores crescimentos percentuais ocorreram no Amapá (+120,3%), em São Paulo (+96,4%) e em Rondônia (+53,8%).

De acordo com a diretora-executiva do FBSP, Samira Bueno, a maior incidência em cidades pequenas está ligada à ausência de infraestrutura especializada, como delegacias da mulher e casas-abrigo, além de barreiras geográficas e pressões sociais típicas de municípios menores.

A pesquisa mostra ainda que a maioria dos casos de feminicídios ocorre em cidades com menos de 100 mil habitantes. Apenas 5% dos municípios com menos de 100 mil habitantes possuem delegacia de defesa da mulher. Somente 3% contam com casa abrigo, um serviço de acolhimento provisório e sigiloso, destinado a mulheres em situação de violência doméstica e familiar que correm risco de morte iminente, segundo dados da pesquisa.

Polícia prende condenado por estuprar enteada de 7 anos de idade, em Rio Branco

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da equipe de investigação da Delegacia de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima (Decav), prendeu na manhã desta terça-feira, 3, em Rio Branco, o nacional E.L.R., de 48 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável.

O homem foi sentenciado a 12 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado. O mandado de prisão foi cumprido no bairro Bosque, onde os investigadores localizaram e capturaram o condenado.

De acordo com as investigações, à época dos fatos, o autor era padrasto da vítima, que tinha apenas sete anos de idade quando revelou os abusos à tia. Conforme apurado, o homem se aproveitava dos momentos em que ficava sozinho com a criança para praticar atos libidinosos e ameaçava a vítima, afirmando que a agrediria fisicamente caso ela contasse os abusos a alguém.

A situação veio à tona quando a tia da criança tomou conhecimento dos fatos e procurou a delegacia para registrar a ocorrência, dando início às investigações que culminaram na responsabilização criminal do autor.

Após o cumprimento do mandado, E.L.R. foi conduzido à unidade policial para os procedimentos de praxe e, em seguida, colocado à disposição da Justiça para o início do cumprimento da pena no sistema prisional.

A Polícia Civil reforça que a prisão é resultado do trabalho investigativo sério e comprometido da equipe da Decav, que atua de forma especializada na apuração de crimes contra crianças e adolescentes. A instituição destaca ainda a importância da denúncia por parte de familiares, responsáveis e da própria comunidade para que casos de violência sejam interrompidos e os autores devidamente responsabilizados.

A instituição orienta que qualquer suspeita de abuso ou violência contra crianças e adolescentes seja comunicada imediatamente às autoridades policiais ou aos órgãos de proteção, garantindo a segurança das vítimas e a adoção das medidas legais cabíveis.

Primeira fase do complexo viário em Rio Branco será entregue até final de março

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Foto: Whidy Melo

O secretário de Obras Públicas do Acre, Ítalo Lopes, afirmou que o governo deve liberar o tráfego na Avenida Getúlio Vargas até o fim de março, como parte da primeira fase de entrega do Complexo Viário da Avenida Ceará, em Rio Branco (AC). A declaração foi dada ao repórter Whidy Melo, do ac24horas Play, durante visita técnica ao canteiro de obras, no cruzamento das avenidas Ceará e Getúlio Vargas, na manhã desta quarta-feira (04)..

Segundo o titular da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), o momento é de transição entre os transtornos causados pela intervenção e o início da recuperação do fluxo na região central da capital.

“Está chegando o momento do conforto. A gente sempre disse que vem primeiro o transtorno. Agora estamos chegando no momento de recuperar o trânsito aqui na região central da cidade e melhorar ele”, afirmou.

De acordo com o secretário, até o final de março será liberado o tráfego na Avenida Getúlio Vargas. Ele explicou que a obra será entregue em duas fases como estratégia para mitigar os impactos no trânsito.

“Nós vamos liberar o tráfego na Avenida Getúlio Vargas. O viaduto vai ficar disponível para o tráfego das pessoas. Isso não é ainda a obra completa, mas a gente escolheu essa estratégia porque precisa ir mitigando o transtorno causado. A gente devolve o viaduto para a população utilizar até julho deste ano”, declarou.

Além da liberação da via principal, as quatro alças de acesso do complexo também serão abertas nesta etapa. A conclusão total da obra, incluindo o prolongamento das vias até o terminal urbano, está prevista até o final do ano. “O principal objetivo dessa obra é diminuir o tempo de transporte das pessoas no transporte coletivo e, claro, trazer mais conforto e comodidade para todos os acreanos”, destacou.

Durante a entrevista, Ítalo Lopes também comentou sobre um vídeo que circulou nas redes sociais mostrando um suposto desbarrancamento na obra. Ele confirmou que houve um problema pontual, mas garantiu que a situação foi totalmente resolvida. “Naquele momento, a gente teve uma contribuição atípica de água na região, inclusive um vazamento de rede existente, que trouxe um atrapalho para a obra. Mas isso foi contornado. Hoje não há nenhum resquício do que ocorreu”, afirmou.

O secretário detalhou ainda aspectos técnicos da construção, destacando a complexidade da intervenção. De acordo com ele, a obra começou no final de 2023 com os afastamentos e, em 2024, teve início a execução das estacas hélice contínua, estruturas profundas que garantem a sustentação do viaduto.

Ele acrescentou que apenas no viaduto foram utilizados mais de 650 metros cúbicos de concreto, o equivalente a mais de 120 caminhões. “Foi uma operação que pegou madrugada, noite e até chuva, mas a gente avançou para chegar nesse momento de entrega”, destacou.

Motoristas que quiserem acessar uma avenida a partir da outra utilizarão as alças laterais, que farão a conexão direta sem interrupções. “Esse é um dos cruzamentos mais delicados do estado, onde temos maior tempo de parada dos condutores. O objetivo é diminuir esse tempo, dar mais mobilidade ao transporte coletivo e também ao transporte individual”, finalizou.

O Complexo Viário é fruto de convênio entre o governo do Acre, por meio da Seop, e o governo federal via Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. O investimento total ultrapassa R$ 40 milhões, sendo mais de R$ 23 milhões em recursos próprios do Estado e o restante oriundo de emenda de bancada parlamentar.

Informações Ac24horas