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Luiz Gonzaga sinaliza tendência a ficar no PSDB e apoiar Bocalom ao governo

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O deputado estadual e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Luiz Gonzaga, afirmou na manhã desta terça-feira (31) que avalia a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição, condicionando a decisão à formação de uma chapa competitiva no partido. Gonzaga frisou que ficar no partido implicaria no apoio a Tião Bocalom, presidente do partido e que disputará o governo do Acre em 2026.

Em conversa com a imprensa, Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da sigla antes de bater o martelo sobre seu futuro político.

“O presidente do partido ficou de me apresentar uma lista com os nomes dos pré-candidatos. Estou esperando isso para poder decidir. Sou do PSDB, já disputei mais de oito mandatos pelo partido. Se tiver chapa, possivelmente eu vou ficar e apoiar o Bocalom”, declarou.

Gonzaga foi presidente da Aleac e atualmente é o primeiro-secretário da Casa. O parlamentar sempre foi da base de apoio ao governonador Gladson Camelí.

Apesar das sinalizações, Gonzaga reforçou que ainda não há decisão definitiva e que o cenário político segue em construção.

Com custo de R$ 1,75 milhão, Bocalom inaugura fábrica de leite de soja com capacidade para 4 mil litros por dia

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A Prefeitura de Rio Branco entregou, na manhã desta terça-feira, 31, o novo prédio da Fábrica de Leite de Soja, instalada na Rodovia Transacreana, nas proximidades da Ceasa. A unidade passa a integrar as ações voltadas à segurança alimentar no município.

De acordo com a gestão municipal, a produção será destinada a crianças da rede pública de ensino e a famílias em situação de vulnerabilidade social inscritas no Cadastro Único, atendidas pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos.

O prefeito Tião Bocalom destacou que a iniciativa retoma um projeto idealizado ainda na década de 1990. “Eu tinha um sonho que trago desde 1993, quando fui prefeito de Acrelândia. Não tive condição financeira de implantar uma usina daquela lá naquele período, mas isso ficou na minha cabeça”, afirmou.

A estrutura recebeu investimento de R$ 1,75 milhão e possui capacidade de produção de até 4 mil litros de leite de soja por dia. Inicialmente, a produção deve alcançar cerca de 2 mil litros diários. O produto será ofertado em diferentes sabores, como morango e chocolate.

Além da fábrica, o município também avança na implantação do Complexo de Agricultura Familiar, que reúne linhas de beneficiamento de arroz, feijão e milho. Parte da estrutura já está em funcionamento com o processamento de arroz, enquanto as demais linhas seguem em fase de instalação.

O complexo conta com investimento superior a R$ 20 milhões em recursos próprios, destinados à construção de galpões, aquisição de equipamentos, implantação de secadores e estruturas de armazenamento.

A proposta é ampliar o valor agregado da produção local, com utilização de tecnologia para melhorar a qualidade dos produtos. O arroz será processado com selecionadora eletrônica por cor, o feijão passará por polimento e o milho poderá ser transformado em produtos como fubá e xerém.

Segundo a prefeitura, a expectativa é que o complexo esteja totalmente operacional entre 60 e 90 dias. Atualmente, 23 produtores já cultivam arroz para abastecer a unidade.

Durante a entrega, o prefeito ressaltou que a iniciativa busca fortalecer a agricultura familiar e estimular a produção local. “Não há como melhorar a vida das pessoas sem trabalho e geração de renda. Queremos consumir o arroz do Acre, o feijão do Acre, ampliar a produção local e evitar que o dinheiro saia do estado”, declarou.

Investimentos em prédios públicos são estratégia para reduzir déficit previdenciário, diz governo do Acre

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Prédio do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) é um desses investimentos do Acreprevidência. Foto: Samuel Moura/Secom

O Instituto de Previdência do Acre (Acreprevidência) tem ampliado sua atuação para além da gestão tradicional, adotando uma estratégia considerada pioneira no país: investir em obras e infraestrutura pública como forma de contribuir para o enfrentamento do déficit previdenciário no Acre. Para isso, tem direcionado recursos para melhorias estruturais em órgãos estaduais.

De acordo com o presidente do Acreprevidência, Francisco Assis, o instituto tem promovido a valorização patrimonial e a otimização de ativos, o que fortalece sua sustentabilidade financeira a longo prazo.

“Adotamos uma medida inovadora ao investir em infraestrutura pública como forma de fortalecer o patrimônio do estado e, ao mesmo tempo, de contribuir para o equilíbrio do sistema previdenciário. Esses imóveis passam a gerar receita por meio de aluguéis, o que cria uma fonte contínua de recursos para a previdência”, ressaltou.

Os investimentos superam R$ 40 milhões, distribuídos em diversas intervenções, incluindo reformas, ampliações e adequações de espaços institucionais.

O prédio do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) é um desses investimentos do Acreprevidência e foi entregue em fevereiro de 2025. Assim como o Procon, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi beneficiado com uma nova sede, entregue pelo Acreprevidência neste mês de março. O investimento foi de R$ 7,8 milhões.

A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict) contará, ainda este ano, com uma nova sede localizada no Via Tower Corporate Buildings, na Via Verde, bairro Distrito Industrial em Rio Branco. O investimento foi de R$ 7 milhões, com a aquisição de dois pavimentos do empreendimento.

Nova sede da CGE será inaugurada em setembro deste ano. Foto: cedida

Outras obras estão em andamento e irão contemplar os órgãos: Controladoria-Geral do Estado (CGE), Núcleo de Atendimento ao Servidor Público do Iapen (Nasp), Arquivo Público e Delegacia de Polícia Civil de Brasileia. As entregas estão previstas para ocorrer entre junho e setembro de 2026, dentro de um cronograma planejado.

O investimento em imóveis públicos passa a integrar a carteira patrimonial do instituto. Esses imóveis, utilizados por órgãos do próprio estado, geram receita por meio do pagamento de aluguéis institucionais. O modelo cria um ciclo sustentável, em que o patrimônio público é valorizado e, ao mesmo tempo, passa a produzir receita contínua para a previdência estadual.

Agência de Notícias do Acre

Bocalom oficializa criação da Creche Municipal Marta Ferreira Lopes, no bairro Vila Acre

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A Prefeitura de Rio Branco oficializou, por meio do Decreto nº 618, de 30 de março de 2026, a criação da Creche Municipal Marta Ferreira Lopes, que passará a integrar a rede pública municipal de ensino. A unidade está localizada na Rodovia AC-40, nº 2.966, no bairro Vila Acre.

O decreto, assinado pelo prefeito Tião Bocalom (PSDB), estabelece que a creche ficará vinculada à Secretaria Municipal de Educação (Seme), seguindo as normas aplicáveis à educação infantil.

A criação da unidade atende à Lei Municipal nº 2.563, de 23 de abril de 2025, que já havia definido a denominação da creche. Segundo o documento, a formalização do ato é necessária para a regularização administrativa da unidade e sua inclusão nos sistemas oficiais.

O ato também considera despacho da Secretaria Municipal de Educação e destaca a necessidade de ampliar a oferta de educação infantil na rede pública do município.

O decreto entrou em vigor na data de sua publicação.

Fatores sociais empurram famílias para ultraprocessados, diz pesquisa

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© Agência Brasil

A sobrecarga materna, o preço atraente e até componentes afetivos são alguns dos fatores sociais que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas de diferentes cidades brasileiras, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O estudo entrevistou cerca de 600 famílias de três comunidades urbanas do país: Guamá, em Belém (PA); Ibura, em Recife (PE); e Pavuna, no Rio de Janeiro (RJ).

Apesar de 84% dos entrevistados se considerarem muito preocupados em oferecer uma alimentação saudável para suas famílias, em metade dos lares os alimentos ultraprocessados faziam parte do lanche das crianças. Além disso, em um a cada quatro, algum desses produtos estava no café da manhã.

Os produtos ultraprocessados mais presentes nas casas foram iogurte com sabor, embutidos, biscoito recheado, refrigerante e macarrão instantâneo.

O que são ultraprocessados?

Os ultraprocessados são produtos alimentícios de origem industrial, resultantes da mistura de ingredientes naturais com aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e emulsificantes. Isso permite a fabricação de produtos de baixo custo, longa durabilidade e com sabores intensos, que viciam o paladar.

Evidências científicas mostram que o seu consumo aumenta o risco de doenças como obesidade, diabetes, problemas cardíacos, depressão e câncer.

Sobrecarga materna

Nas famílias ouvidas pela pesquisa, 87% das mães exerceram a tarefa de comprar e servir o alimento às crianças, e 82% delas também foram responsáveis pela preparação.

Já entre os pais, apenas 40% comprou alimentos, enquanto 27% cozinharam e 31% ofereceram a comida às crianças da casa.

A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil, Stephanie Amaral, ressalta a sobrecarga das mulheres nos cuidados com a alimentação.

“Muitas mães fazem isso sozinhas, além de trabalhar fora. É uma sobrecarga que acaba fazendo com que a praticidade dos alimentos ultraprocessados pese muito mais”.

Desconhecimento

Outro ponto destacado pela pesquisa é o desconhecimento sobre os produtos ultraprocessados. Muitos alimentos que se enquadram nessa categoria foram apontados como saudáveis pela maioria dos entrevistados, como os iogurtes com sabor e os nuggets de frango fritos na airfryer.

A nova rotulagem frontal dos produtos, que traz avisos quando eles têm grande concentração de sódio, açúcar e gorduras saturadas também não cumpre seu papel de forma integral: 26% dos entrevistados disseram não saber o que esses avisos significam.

Além disso, 55% dos entrevistados nunca observam os avisos de alto teor no rótulo dos alimentos, e 62% admitem que nunca deixaram de comprar algum produto por causa deles.

Preço baixo

A percepção de preço também pode influenciar no consumo. A maioria das famílias (67%) considera que os sucos de caixinha, salgadinhos e refrigerantes são baratos.

Já legumes e verduras são considerados caros por 68% delas, proporção que sobe para 76% no caso das frutas e 94% no das carnes.

Os pesquisadores também fizeram entrevistas aprofundadas com algumas famílias e identificaram ainda um componente afetivo.

“Essas pessoas não tinham dinheiro para comprar os alimentos que elas queriam quando eram crianças, então agora elas se sentem felizes por poder comprar o que a criança quer comer. E aí esses alimentos ultraprocessados, ainda mais aqueles com desenhos e personagens, são associados a uma infância feliz”, explica Stephanie Amaral.

A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef destaca ainda que é mais difícil controlar o consumo no caso dos ultraprocessados, porque os danos que eles causam à saúde são cumulativos e não imediatos. Mesmo assim, ela acredita que as escolas podem contribuir de forma essencial:

“As famílias mostram uma confiança muito grande na alimentação escolar, o que mostra como as escolas são importantes em oferecer o alimento saudável, mas também em promover essa alimentação para as famílias”.

Recomendações do estudo

Fortalecer a regulação de alimentos ultraprocessados: avançar na regulação da publicidade infantil, na tributação de ultraprocessados e na promoção de ambientes escolares saudáveis, reduzindo a exposição e o consumo desses produtos

Expandir creches e escolas em tempo integral: a ampliação da educação infantil e da jornada escolar fortalece redes de apoio às famílias, reduz sobrecargas, especialmente sobre as mulheres, e contribui para a proteção e promoção de hábitos saudáveis.

Fortalecer a orientação alimentar nos serviços de saúde: ampliar o aconselhamento alimentar, desde a gestação, de forma a promover informação de qualidade, evitar a introdução precoce de ultraprocessados e influenciar a adoção de hábitos saudáveis desde o início da vida.

Apoiar iniciativas e lideranças comunitárias: fortalecer ações locais — como hortas, feiras, atividades esportivas e redes de apoio — amplia o acesso a alimentos saudáveis e incentiva práticas de atividade física nos territórios.

Ampliar a compreensão e o uso da rotulagem frontal: promover campanhas e ações educativas que expliquem, de forma clara, o significado da rotulagem e seu uso no dia a dia e acompanhar a efetividade da rotulagem frontal, considerando seus critérios nutricionais e formato dos alertas.

Investir em comunicação para mudança de comportamento: estratégias de comunicação devem considerar a realidade das famílias, usar linguagem simples e abordar desafios práticos, como identificar “falsos saudáveis” e melhorar formas de preparo.

Agência Brasil

TJAC reduz pena de condenado por violência doméstica ao aplicar lei vigente à época dos fatos

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A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) decidiu reduzir a pena de um homem condenado por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após reconhecer que a sentença original aplicou uma lei mais recente e mais severa de forma indevida.

O caso, oriundo da comarca de Acrelândia, trata de apelação apresentada pela defesa de L. F. de S., condenado inicialmente a 2 anos e 8 dias de reclusão, em regime aberto. A defesa argumentou que a condenação considerou a Lei nº 14.994/2024, que aumentou a pena para esse tipo de crime, mesmo os fatos tendo ocorrido em novembro de 2023, antes da vigência da norma.

Ao analisar o recurso, a relatora, desembargadora Denise Bonfim, destacou que a Constituição Federal proíbe a aplicação retroativa de lei penal mais gravosa. Com isso, o colegiado entendeu que deveria ser aplicada a legislação vigente à época dos fatos, no caso a Lei nº 14.188/2021.

Com a revisão da dosimetria, a pena foi redimensionada para 4 meses de detenção, também em regime inicial aberto. O cálculo considerou a ausência de circunstâncias judiciais desfavoráveis, além do fato de o réu ser primário.

A decisão foi unânime e teve como base o princípio da irretroatividade da lei penal mais severa, previsto no artigo 5º da Constituição.

Servidores públicos voltam à Aleac e pressionam governo por reajuste salarial e benefícios

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Servidores protestam na entrada da Aleac/Foto: Folha do Acre

Servidores públicos estaduais voltaram à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nesta terça-feira (31) para cobrar do governo do Estado respostas concretas às reivindicações acumuladas ao longo de mais de 200 dias de negociação sem avanços significativos. As principais reivindicações são o Reajuste Geral Anual (RGA) e concessão de dois auxílios, alimentação e saúde.

A mobilização reuniu nas primeiras horas da manhã representantes de 23 entidades sindicais e contou com a participação de trabalhadores de diversas áreas, como Educação, Saúde, Segurança Pública e outros setores da administração direta e indireta.

Servidores protestam na entrada da Aleac/Foto: Folha do Acre

Entre as principais pautas está o pagamento do Reajuste Geral Anual (RGA), referente à reposição das perdas inflacionárias acumuladas nos últimos anos.

“Estamos fazendo a reivindicação, que é o RGA, que é o índice inflacionário de quatro anos atrás, que o governo não nos deu”, afirmou um dos representantes sindicais.

Servidores protestam na entrada da Aleac/Foto: Folha do Acre

Outro ponto central do protesto é o aumento do auxílio-alimentação, atualmente fixado em R$ 420. Os servidores defendem a elevação do benefício para R$ 1 mil, alegando defasagem diante do custo de vida.

Além disso, foi apresentada a proposta de criação de um auxílio-saúde destinado aos servidores aposentados, que, segundo lideranças sindicais, não são contemplados com benefícios pagos aos trabalhadores da ativa.

“Os aposentados chegaram a um nível que não recebem abono, não recebem VDP, não recebem nada, só o salário. Então estamos propondo o auxílio-saúde para que eles também sejam contemplados”, destacou uma das representantes.

Servidores protestam na Aleac/Foto: Folha do Acre

De acordo com o secretário de Articulação do governo, Luiz Calixto, o governo está buscando construir pontos em comuns com os sindicatos para que se conceda os benefícios dentro do que é permitido pela lei.

“Estamos em entendimentos. Pretendemos mandar o projeto hoje para a Aleac”, disse.

Equoterapia auxilia no tratamento de crianças com autismo em Rio Branco

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A equoterapia é um método terapêutico que utiliza o cavalo como instrumento principal, melhorando o equilíbrio e o desenvolvimento cognitivo e emocional. A prática é conhecida no Brasil pela Associação Nacional de Equoterapia e pode contribuir para o tratamento de pessoas com diferentes condições de saúde, incluindo o autismo. Em Rio Branco, onde a oferta do tratamento pela rede pública é limitada, o projeto Lado a Lado, criado em 2017, surge como alternativa para famílias que não conseguem arcar com os custos na rede privada, promovendo inclusão e desenvolvimento terapêutico.

O Lado a Lado surgiu a partir de um contato com a realidade enfrentada por famílias atípicas no Acre. Segundo o deputado estadual Emerson Jarude, idealizador da iniciativa, o seu envolvimento com a pauta começou em 2017, após receber uma mensagem de uma mãe relatando a ausência de sinalização adequada para o atendimento prioritário em Rio Branco.

De acordo com a atual gestora do projeto, Natacha Bonan, as famílias interessadas em iniciar a equoterapia devem, obrigatoriamente, passar por um processo de triagem. A avaliação é realizada por profissionais especializados (psicóloga e fisioterapeuta) que coletam informações junto aos responsáveis e o próprio praticante.

As sessões acontecem uma vez por semana e duram em média 30 minutos, e o acompanhamento é feito de forma individualizada, incluindo registros e relatórios técnicos mensais elaborados pelas profissionais responsáveis. Atualmente, cerca de 550 praticantes de diferentes faixas etárias são atendidos pelo serviço de equoterapia. Segundo Natacha, a maior parte das famílias chegam ao projeto por meio da divulgação institucional das ações do mandato e também pela atuação do projeto Eu Acredito, responsável pela condução das atividades.

Para muitas famílias, a proposta tem feito a diferença no desenvolvimento das crianças. Marcela Rodrigues, uma mãe beneficiada pelo projeto, resumiu a importância da iniciativa: “Embora eu seja nova no grupo, estou achando de suma importância. Seria difícil pagar pela terapia, muitas famílias não têm condições”.

Os resultados também são percebidos no dia a dia das famílias atendidas. A mãe de um dos participantes destacou os benefícios da equoterapia para o filho: “Só tenho a agradecer. É a terapia que ele mais gosta de fazer, e ele melhorou muito, está mais calmo, tanto na escola quanto em casa”.

Fonte: A Catraia

Ieptec convoca profissionais bolsistas, docentes e não docentes, de Rio Branco e Tarauacá

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Estão sendo convocados profissionais docentes e não docentes. Foto: cedida

O Instituto Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec) publicou, no Diário Oficial do Estado do Acre (DOE/AC) desta terça-feira, 31, as convocações de aprovados em processos seletivos para profissional bolsista, docente e não docente, de Rio Branco e Tarauacá.

Os chamamentos se referem aos editais nº 3/2025 e 4/2025.

Os profissionais bolsistas docentes atuarão com mediação em sala de aula, enquanto os não docentes vão desempenhar atividades de apoio operacional. As categorias trabalharão em cursos de educação profissional e tecnológica, nos centros da Rede Ieptec.

Os candidatos listados têm os dias 31 de março, 1º e 6 de abril, das 8h às 12h, para apresentar a documentação descrita nos editais e assinar o termo de compromisso.

Os profissionais convocados de Rio Branco devem procurar a unidade central, na Rua Riachuelo, 138, bairro José Augusto. Já os candidatos de Tarauacá devem se dirigir ao Núcleo Tarauacá, na Rua João Pessoa, 1710, bairro Ipepaconha.

Medicamentos podem ter reajuste de até 3,81% a partir desta terça-feira

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Medicamentos vendidos no Brasil podem ter o preço reajustado em até 3,81% a partir desta terça-feira (31), conforme estabelecido em resolução publicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

O texto prevê três níveis máximos de reajuste aplicáveis a diferentes grupos de medicamentos, conforme a competitividade de cada categoria:

3,81% para medicamentos com concorrência;
2,47% para medicamentos de média concorrência;
1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.

Algumas categorias não se encaixam nesses critérios, como fitoterápicos, homeopáticos e determinados medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência no mercado, que possuem regras específicas dentro do sistema de regulação de preços.

Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que o reajuste médio permitido por lei ficará em até 2,47%, o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 3,81%.

“A redução consecutiva do índice desde 2023 é fruto da política de combate à inflação e reforça a importância da regulação para proteger o consumidor de preços abusivos. Nos anos anteriores, houve um aumento expressivo do percentual, ultrapassando 10%.”

A Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos. “Na prática, fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes inferiores ou até manter os preços atuais, dependendo das condições do setor e do nível de concorrência entre as empresas”.

“A regulação econômica dos medicamentos no Brasil garante a proteção do consumidor e, ao mesmo tempo, busca a sustentabilidade do setor para a continuidade do fornecimento de medicamentos no país.”

Entenda

O reajuste dos preços de medicamentos é feito uma vez ao ano e segue uma fórmula regulatória que parte da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e desconta o ganho de produtividade da indústria.

A Cmed é o órgão federal responsável pela regulação econômica do mercado farmacêutico no Brasil e estabelece critérios para a fixação e o reajuste dos preços de medicamentos, com o objetivo de estimular a concorrência e garantir o acesso da população aos produtos.

A câmara de regulação é composta pelo Ministério da Saúde, pela Casa Civil e pelos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Anvisa, por sua vez, exerce a função de secretaria executiva, fornecendo suporte técnico às decisões.

Agência Brasil